Que não se roube a Salvador Allende seu último gesto

O líder chileno tomou a única atitude que cabia, anunciada em seu último pronunciamento, quando jurou pagar com a própria vida a lealdade do povo. É preciso respeitar a verdade. Por Idelber...

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O líder chileno tomou a única atitude que cabia, anunciada em seu último pronunciamento, quando jurou pagar com a própria vida a lealdade do povo. É preciso respeitar a verdade.

Por Idelber Avelar

 

No último dia 11 de setembro, no Twitter, em meio às memorializações do 38º aniversário do golpe militar que derrocou o presidente chileno legitimamente eleito, Dr. Salvador Allende, causou-me estupefação a quantidade de perfis que reiteraram a falsidade histórica de que Allende teria sido “assassinado”. Creio entender a lógica que regiria esse tipo de gesto, mas sempre acreditei que quando se falsifica a verdade histórica supostamente em favor de um projeto político, sacrifica-se não só aquela, mas também este. A mentira acerca do passado nunca serviu a oprimido nenhum. Pouparei o leitor da lista de profissionais conhecidos que repetiram a falsificação, mas basta dizer que o perfil oficial da TeleSur foi um deles. Passo à reconstrução dos momentos finais de Allende e a sugestões para o leitor que esteja interessado em se aprofundar no tema.

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