Francisco Carlos Teixeira desiste da GloboNews por criminalização de movimento social

Para professor da UFRJ, o jornalismo se esqueceu de narrar a violência cotidiana dentro de trens, ônibus, repartições públicas, hospitais e escolas contra a população trabalhadora do país

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Para professor da UFRJ, “o jornalismo se esqueceu de narrar a violência cotidiana dentro de trens, ônibus, repartições públicas, hospitais e escolas contra a população trabalhadora do país” 

Da Redação

Francisco Carlos Teixeira (Foto: Reprodução/GloboNews)
Francisco Carlos Teixeira (Foto: Reprodução/GloboNews)

Francisco Carlos Teixeira, professor de História Contemporânea da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), desistiu da GloboNews, de quem era colaborador. “Eu não posso aceitar e eu não posso estar presente em num processo onde há uma criminalização do movimento social”, afirmou o docente. A declaração foi dada ao programa PCOTV, do Partido da Causa Operária (PCO).

Para Teixeira, “acusação de baderna e vandalismo ela é política, moral e penal, porque na verdade vandalismo é um artigo da Lei 9.072, que está incorporado ao Código Penal”. Portanto, para o professor há uma tentativa de criminalizar o Black Block e esse serviço “não cabe ao jornalista fazer.”

O professor condena a lógica de narração dos fatos da mídia, e aponta erros na cobertura jornalística. “O jornalismo se esqueceu de narrar a violência cotidiana dentro de trens, ônibus, repartições públicas, hospitais e escolas contra a população trabalhadora do país.”

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Comentários

33 comments

  1. Luciano Medina Responder

    Quem assistiu pela manhã 28/10 os famigerados programas de notícia da rede globo percebeu isso. Uma narrativa tendenciosa e manipuladora, o que é pior com adeptos aos montes nas redes sociais reproduzindo o discurso do jornalismo lacaio da TV Globo.

  2. Guest Responder

    PROGRAMA “MAIS MÉDICOS” REVELA OS PRIMEIROS ABSURDOS DA SEMANA
    http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2013/10/programa-mais-medicos-revela-os.html

  3. Daniel Carvalho Responder

    Excelente e essencial. Escutem a entrevista toda.

  4. Eduardo Cruxen Responder

    excelente definicao! a mascara comeca cair aos poucos….

  5. Silmara Matheus Responder

    História é importante, mas não é contada com fidelidade. Temos que investigar sempre. O que o professor conta é muito sério. Ele é uma pessoa de personalidade forte e de muita credibilidade. Cresceu muito em meu conceito ao se separar daquela midia enganadora que é a rede globo, globo news, e filiais

  6. Andrea de Oliveira Responder

    ESSE ME REPRESENTA! PARABÉNS PROFESSOR!!

  7. Celso Cerqueira Responder

    Perfeito este artigo.Nossa polícia é uma continuação da ditadura disfarçada.

  8. Fernando Fidelis Responder

    Quem tem bom senso não assiste aquilo, muito menos colabora.

  9. Gerson Boaventura Responder

    Brilhante! Fiquei sinceramente maravilhado com as palavras deste senhor. Estava tentando decidir por um direcionamento para um projeto de pos-graduação e, depois desta entrevista, estou determinado a seguir por uma linha de estudos que contemple estes conflitos sociais. Ótima entrevista e o entrevistado é uma pessoa espetacular!

  10. marisa Responder

    Ufa eu não assisti, não queria perder essa..

  11. Marco Ribeiro Responder

    É ao menos curioso que o professor somente se lembre da Polícia carioca e paulista como criminosas e truculentas. Nos últimos meses as polícias rio-grandense e baiana cometeram tremendos excessos contra estudantes, mas nenhum deles sequer é mencionado. Acho estranho também que considere como luta popular o saque e a destruição de propriedade pública e privada nestes estados e, quando falo de destruição de propriedade considero também as 16 lojas de pequenos comerciantes que foram arrombadas na Rua Gomes Freire, durante as “manifestações” de setembro, onde pequenos comerciantes tiveram perdas severas, o “professor” também não cita os casos de falsa comunicação de crime e boataria empregados por “manifestantes”, que declaravam estar sendo sequestrados pela policia militar ou que haviam sido baleados por armas de fogo!

  12. José Oliveira Ribas Responder

    A sociedade Brasileira precisa acordar e ver toda a manipulação da globo e suas filiadas.
    Vamos retomar a campanha um dia sem assistir a globo?

  13. Getulio Côrtes Responder

    Parabéns!

  14. José Oliveira Ribas Responder

    Parabens para o professor Francisco Carlos Teixeira pela decisão corajosa e digna de um profissional de Respeito pessoal e com a sociedade.

  15. Ariane Farah Alvarenga Responder

    A grande imprensa, a meu ver, sempre se esqueceu da imparcialidade, de discutir as causas e provocar boas soluções, enfim, esta desviada da função social.

  16. sueli kaiber Responder

    Parabéns para você professor Francisco que teve a coragem de mostrar que caráter e ética não se compra.

  17. sueli kaiber Responder

    Parabéns professor Carlos Teixeira que teve a coragem de mostrar que caráter e ética não se compra.

  18. Thais Linhares Responder

    Mais que fã, virei super fã.

  19. MACNAMARA DOWELL Responder

    Teve outra comentarista sobre violência, uma negra não me lembro o nome, que também “sambou”, pq narrava os fatos como eles são.

  20. sithan Responder

    Há ainda um outro problema. Vandalismo tem origem no substantivo “Vandalo”, nome atribuído pelos cronistas romanos a um povo bárbaro belicoso que vivia nos limites do Império Romano do Ocidente e eventualmente dentro dele. No princípio do século V os Vândalos se assenhoraram da Hispania e foram expulsos de lá pelo exército Godo de Vália (antecessor de Teodorico) atuando como tropa romana (Michael Kulikowski, Guerras Góticas de Roma, Madras, 2008, p. 212). Sabe-se que o General romano Estilicão também era descendente distante de Vândalos, fato que levantava suspeitas sobre sua lealdade a Roma.

    O “vandalismo” ou aquilo que os Vandalos faziam, tem atualmente uma conotação negativa. Mas nem sempre foi assim. Afinal, durante o
    longo período de decadência do Império Romano do Ocidente e até que Constantino declarasse o cristianismo a crença oficial do Estado (no Império Romano do Oriente), os romanos seus costumes e religião tradicional (baseada no culto de vários deuses) eram considerados decadentes e impiedosos pelos cristãos.

    Segundo o historiador Edward Gibbon (Declínio e Queda do Império Romano), houve um período em que a própria cidadania romana passou a ser descartada em favor dos títulos Bárbaro, Godo, Vândalo, Alamano, Alano etc…, considerados mais honrosos por vários habitantes do Império Romano, inclusive de origem romana. Os Vandalos foram, de certa maneira, os heróis que combatiam a decadência do Império Romano com seus costumes pérfidos e religião pagã.

    A imprensa tem condição de explicar isto ao respeitável, mas não o faz. Por que? Porque é mais fácil usar os termos Vandalo e vandalismo de maneira pejorativa para desqualificar qualquer movimento político que ela não queira que o público entenda e reconheça digno de legitimidade. Mas isto não quer dizer que a imprensa não goste de vandalismo. Muito pelo contrário, a história recente está aí para comprovar que a imprensa adora alguns tipos de vandalismo.

    O exemplo maior de vandalismo político apoiado pela imprensa brasileiro é o golpe de estado de 1964. Naquela oportunidade a Constituição de 1946 foi rasgada por militares traidores influenciados pela CIA e por espiões ingleses, empurrando nosso país para uma ditadura que torturou milhares de brasileiros e matou algumas centenas de inocentes. Uma variante deste tipo de vandalismo ocorreu recentemente, quando uma parcela significativa da imprensa apoiou o ataque norte-americano ao Iraque com base em provas forjadas sobre as WMD de Saddan Hussein.

    Outro tipo de vandalismo que os jornalistas adoram é o vandalismo jurídico, como aquele que ocorreu há alguns meses, quando o STF condenou por suspeitas e sem provas vários petistas. Como aquele que está ocorrendo neste exato momento, em que eles fazem um silencio sepulcral sobre o Mensalão Tucano para que Azeredo e outros sejam liberados pela prescrição das
    graves acusações que pesam sobre eles.

    O vandalismo midiático, aquele que é praticado pelos próprios jornalistas por razões políticas, ocorre diariamente no Brasil. Exemplo eloquente disto é o silêncio dos telejornais e de vários jornais e revistas sobre a denuncia de que Alckimin e seus antecessores desviaram centenas de milhões de reais do Metrô através de contratos superfaturados cobrando propinas de 30%.

    Não se enganem. Não é o vandalismo que preocupa a imprensa, pois ela mesma vandaliza a política, o Direito e o jornalismo quando lhe interessa. O que incomoda os jornalistas são aqueles Vandalos que eles não comandam, que não os pagam ou que realizam atos que atentam contra os interesses dos Vandalos protegidos pela mídia.

    Os banqueiros norte-americanos e europeus, por exemplo, vandalizaram a economia do planeta criando e colocando em circulação títulos de crédito baseados em dívidas não pagas. Os banqueiros brasileiros vandalizaram a economia do país exigindo o pagamento de taxas de juros exorbitantes durante mais de uma década. Mesmo assim, raramente os jornalistas exigem a punição exemplar destes Vandalos financeiros, que nunca se preocupam com o bem estar da população que paga os impostos que eles engolem através dos
    juros. Muito pelo contrário, alguns destes banqueiros continuam sendo
    incensados pela mídia como se fossem heróis nacionais, pois administram verbas de publicidades que engordam as contas-correntes dos donos de jornais e de redes de TV.

    Os Vandalos que atacaram agências bancárias na Av. Paulista, que espancaram o Coronel da PM não tem dinheiro paga fazer propaganda na mídia. Esta é a causa deles serem tratados com tanta hostilidade. Os jornalistas, que adoram se dizer isentos, nem se preocuparam em dar a versão deles dos fatos. Usando seu imenso poder os jornais e telejornais apenas condenaram o vandalismo na Av. Paulista e exigiram que os Vandalos sejam caçados pela polícia para que os outros Vandalos, aqueles que a mídia protege, possam ter uma vida tranquila às custas das elevadas taxas de juros bancárias.

    1. Henrique Responder

      Acho que estes denominados vândalos são encomendados para fabricarem fatos que serão utilizados fartamente nas próximas eleições…não mudam em nada a situação do povo…pelo contrário têm causado mais dificuldades para a população…não acredito neste tipo de manifestação agressiva…acredito na paralisação de todos os trabalhadores…e para isso acontecer precisamos de líderes e não arruaceiros….precisamos de pessoas que pensem racionalmente para lutar contra os banqueiros…os tucanos….a política neoliberal…setores do PT contaminados pela ideologia neoliberal…contra as privatizações…contra os assassinos da PM…contra o Judiciário leniente…contra os assassinos do trânsito postos em liberdade…etc.

  21. sithan Responder

    Há um outro problema. Vandalismo tem origem no substantivo “Vandalo”, nome atribuído pelos cronistas romanos a um povo bárbaro belicoso que vivia nos limites do Império Romano do Ocidente e eventualmente dentro dele. No princípio do século V os Vândalos se assenhoraram da Hispania e foram expulsos de lá pelo exército Godo de Vália (o antecessor de Teodorico) atuando como tropa romana (Michael Kulikowski, Guerras Góticas de Roma, Madras, 2008, p. 212). Sabe-se que o General romano Estilicão também era descendente distante de Vandalos, fato que levantava suspeitas sobre sua lealdade a Roma.

    O “vandalismo” ou aquilo que os Vandalos faziam, tem atualmente uma conotação negativa. Mas nem sempre foi assim. Afinal, durante o longo período de decadência do Império Romano do Ocidente e até que Constantino declarasse o cristianismo a crença oficial do Estado (no Império Romano do Oriente), os romanos, seus costumes e religião tradicional (baseada no culto de vários deuses) eram considerados decadentes e impiedosos pelos cristãos. Segundo o historiador Edward Gibbon (Declínio e Queda do Império Romano), houve um período em que a própria cidadania romana passou a ser descartada em favor dos títulos Bárbaro, Godo, Vândalo, Alamano, Alano etc…, que eram então considerados mais honrosos por muitos habitantes do Império Romano do Ocidente, inclusive por cidadãos de origem exclusivamente romana. Os Vandalos foram, de certa maneira, os heróis que combatiam a decadência do Império Romano com seus costumes pérfidos e religião pagã.

    A imprensa tem condição de explicar isto ao respeitável público, mas não o faz. Por que? Porque é mais fácil usar os termos Vandalo e vandalismo de maneira pejorativa para desqualificar qualquer movimento político que ela não queira que o público entenda e reconheça digno de legitimidade. Mas isto não quer dizer que a imprensa não goste de vandalismo. Muito pelo contrário, a história recente está aí para comprovar que a imprensa adora e constrói seus próprios Vandalos.

    O exemplo maior de vandalismo político recente apoiado pela imprensa brasileira é o golpe de estado de 1964. Naquela oportunidade a Constituição de 1946 foi rasgada por militares traidores influenciados pela CIA e por espiões ingleses, empurrando nosso país para uma ditadura que torturou milhares de brasileiros e matou algumas centenas de inocentes. Uma variante deste tipo de vandalismo ocorreu recentemente, quando uma parcela significativa da imprensa apoiou o ataque norte-americano ao Iraque com base em provas forjadas sobre as WMD de Saddan Hussein.

    Outro tipo de vandalismo que os jornalistas adoram é o “vandalismo jurídico”, como aquele que ocorreu há alguns meses, quando o STF condenou vários petistas por suspeitas e sem provas usando uma teoria jurídica alemã cujos fundamentos foram distorcidos. O mesmo “vandalismo jurídico” está ocorrendo neste exato momento, em que os veículos de comunicação fazem um silencio sepulcral sobre o Mensalão Tucano para que Azeredo e outros sejam liberados pela prescrição das graves acusações provadas que pesam sobre eles.

    O “vandalismo midiático”, aquele que é praticado pelos próprios jornalistas por razões políticas, ocorre diariamente no Brasil. Exemplo eloquente disto é o silêncio dos telejornais e de vários jornais e revistas sobre a denuncia de que Alckimin e seus antecessores desviaram centenas de milhões de reais do Metrô através de contratos superfaturados cobrando propinas de 30%. No limite a “roubalheira tucana” virou um “caso de cartel”.

    Não se enganem. Não é o vandalismo que preocupa a imprensa, pois ela mesma vandaliza a política, o Direito e o jornalismo quando lhe interessa proteger os seus Vandalos. O que incomoda os jornalistas são aqueles Vandalos que eles não conseguem comandar, que não os pagam ou que desafiam nas ruas os interesses consolidados dos Vandalos-queridinhos da mídia.

    Os banqueiros norte-americanos e europeus, por exemplo, vandalizaram a economia do planeta inteiro criando e colocando em circulação títulos de crédito baseados em dívidas não pagas. Os banqueiros brasileiros vandalizaram a economia do país exigindo o pagamento de taxas de juros exorbitantes durante mais de uma década. Mesmo assim, raramente os jornalistas exigem a punição exemplar destes Vandalos financeiros, que nunca se preocupam com o bem estar da população que paga os impostos que eles engolem através dos juros. Muito pelo contrário, alguns destes banqueiros continuam sendo incensados pela mídia como se fossem heróis nacionais, pois administram verbas de publicidades que engordam as contas-correntes dos donos de jornais e de redes de TV.

    Os Vandalos que atacaram agências bancárias na Av. Paulista e que espancaram o Coronel da PM/SP não dispõe de recursos para fazer propaganda na mídia. Esta é a causa deles serem tratados com tanta hostilidade. Os jornalistas brasileiros, que adoram dizer “nós somos isentos”, nem se preocuparam em dar a versão deles dos fatos. Usando seu imenso poder simbólico e conceitual os jornais e telejornais massacram o vandalismo das ruas e exigem que alguns Vandalos sejam caçados pela polícia para que os outros Vandalos (aqueles que sustentam a mídia) possam ter uma vida mansa às custas das elevadas taxas de juros bancárias.

  22. LUIZ C L BOTELHO Responder

    Caro colega da UFF

    A PM , nas normativas institucionais presentes , ainda é da época da guerra fria -anos de bala e da truculenta Lei de Segurança Nacional .Ser preso por vandalismo é uma coisa, por terrorismo e guerrilheiro , ou seja SUBVERSIVO , É TENEBROSO !. Eu tinha 10 anos (1970) e todos sentíamos a presença , intangível , mas de arbitrío e DE MORTES LEGALMENTE FORJADAS da Lei de Segurança Nacional (FAB, EB, Bandeirantes , POLICIA FEDERAL , PMS SUBORDINADAS A INSPETORIA DO EXÉRCITO , DELEGADOS FLEURY, capitães bolsonaros e guimarães , MAJORES CURIÓS ,ETC..). Será o ovo da serpente do arbítrio QUE está começando a eclodir ?.

  23. LUIZ C L BOTELHO Responder

    E o meu comentário prévio ?. Onde está ?. Entretanto aproveito para observar que a PM está invadindo residências , sob o argumento de buscas (ilegais) de armas proibidas !. E o que é pior , existem rumores de que as patrulhas da PM , na busca de armas proibidas (sem mandato de busca!) , sempre carregam consigo pistolas de calibre 45 (arma Proibida) , para a forja pura e simples de crimes e justificar as arbitrariedades das invasões de Domicílio perpetradas !! .São novamente militares corruptos das Forças Armadas , por detrás deste novo esquema de arbítrio e violação de Direitos Constitucionais ?

    1. Bule Verde Responder

      Absurdo, isso precisa de ampla visibilidade. Denúncia!!

  24. Celso Jose Monteiro Filho Responder

    Deixa eu ver se entendi: A RECORD está correta quando apresenta só desgraça durante o dia todo. Ele, mostra a violência em todo o lugar. É isso?

  25. Bule Verde Responder

    Parabéns professor. Honra ao país e aos cidadão dignos que lutam por todos nós nas ruas do Brasil.

  26. Bule Verde Responder

    Parabéns professor.

    Sua atitude é respeito aos cidadãos dignos que lutam nas ruas do brasil, por todos nós.

  27. Fábio Responder

    Globo!

  28. Robson La Luna Di Cola Responder

    Eu, como sou direitista reacionário, acho que os vândalos teriam que ser recebidos a bala, quando saem destruindo o patrimônio público, privado, e agredindo policiais. E não seria crime, seria legítima defesa!

  29. Samuel Machado Filho Responder

    Não vão me dizer que vocês apoiam os black blocs? Ah, façam-me o favor! Esses caras não têm noção alguma do que é protestar pacificamente, saem quebrando tudo e tem gente que admite? Não são os protestos em si que devem ser criminalizados, mas a violência consequente. Porque ódio, violência e intolerância nunca fizeram bem a ninguém.

  30. Osvaldo Aires Bade Responder

    Como é fingir morrer?