Desconstruindo Bonner – uma análise das entrevistas de Dilma, Aécio e Campos

Enquanto o âncora do Jornal Nacional fez 21 intervenções na fala da presidenta, só interpelou seus adversários em cinco ocasiões cada um. A palavra "corrupção" foi mencionada pelos apresentadores dez vezes na entrevista com a petista, três na do tucano e nenhuma na participação...

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Enquanto o âncora do Jornal Nacional fez 21 intervenções na fala da presidenta, só interpelou seus adversários em cinco ocasiões cada um. A palavra “corrupção” foi mencionada pelos apresentadores dez vezes na entrevista com a petista, três na do tucano e nenhuma na participação do pessebista

Por Glauco Faria e Maíra Streit

bonner poeta jn

O diabo mora nos detalhes, diz um famoso provérbio. No entanto, às vezes não é preciso descer tanto a eles para verificar a validade de uma determinada situação. No caso das entrevistas feitas com os presidenciáveis no Jornal Nacional até ontem (18), rever os programas e verificar quais perguntas foram feitas a cada um e como se comportaram os entrevistadores pode revelar muito sobre o direcionamento do programa e da Rede Globo.

A postura e a forma incisiva como são feitas as questões, muitas vezes beirando a falta de educação ou simples pirraça, como nas ocasiões em que o entrevistador aparenta não gostar da resposta dada, pode passar a impressão de que William Bonner e Patrícia Poeta são “imparciais” e “apertam” os entrevistados de forma indistinta. No entanto, os temas e até mesmo as palavras mostram que a igualdade de tratamento passou longe.

Na entrevista de ontem, o tema central que ocupou quase metade da entrevista (7 minutos e 16 segundos dos 15 minutos e 58 totais) foi corrupção. Desde a pergunta inicial de Bonner, que enumerou sete ministérios e uma estatal onde teriam havido “escândalos”, durante um minuto e sete segundos, até a pergunta de Patrícia Poeta sobre saúde, que se iniciou com um “Corrupção não é o único problema”, o termo foi dito dez vezes pela dupla do telejornal, sete somente na primeira questão. Na entrevista com Aécio, a palavra apareceu somente em três oportunidades em uma pergunta de Poeta – em uma das vezes, relacionada ao PT –, e nenhuma na participação de Eduardo Campos.

Uma resposta dada por Aécio na primeira entrevista, aliás, parece ter “pautado” uma das perguntas feitas por Bonner ontem a Dilma. Veja a semelhança de conceitos entre ambos:

Patrícia Poeta: Candidato, o seu partido é crítico ferrenho de casos de corrupção que envolvem o PT. Mas o seu partido também é acusado de envolvimento em escândalos graves de corrupção. (…) Por que o eleitor iria acreditar que exista diferença entre os dois partidos quando o assunto é esse: corrupção?

Aécio Neves: Patrícia, eu acho que a diferença é enorme. Porque no caso do PT houve uma condenação pela mais alta corte brasileira. Estão presos líderes do partido, tesoureiros do partido, pessoas que tinham postos de destaque na administração federal, por denúncia de corrupção. (…) O que eu posso garantir é que, no caso do PSDB, se eventualmente alguém for condenado, não será, como foi no PT, tratado como herói nacional. Porque isso deseduca.

Nos grifos nossos da resposta acima estão os mesmos conceitos de “grupo de elite”, corrupto do PT e “tratamento de herói” dado pela legenda, embutidos na questão de Bonner sobre o tema feita ontem:

William Bonner: Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?

Para não haver dúvidas, o âncora do JN chama o que ele considera um grupo de elite petista de corrupto três vezes, para o telespectador, que um dia ele julgou ser Homer Simpson, entender bem. Um comportamento similar ao de qualquer apresentador de telejornal policial.

O consenso dos “economistas” do JN

A certa altura da entrevista de ontem, Bonner reclamou com a presidenta: “Nós vamos falar de economia”, cortando a fala da petista e mesmo sua colega de bancada para fazer seu questionamento a respeito. Embora parecesse estar preocupado com a falta de tempo que restaria ao assunto, economia foi prioridade de fato nas duas entrevista anteriores do JN. Diferentemente do que ocorreu com Dilma, este foi o assunto que abriu as conversas com os presidenciáveis tucano e pessebista.

Sempre com diagnósticos sombrios sobre o panorama econômico do país, os jornalistas da Globo quase exigiram dos outros dois candidatos compromissos com o corte de gastos públicos, adiantando a quem assistia que “medidas impopulares” teriam que ser tomadas. Para Aécio, a pergunta incluiu o trecho:

(…) economistas que concordam com o seu diagnóstico para a economia brasileira dizem que essas medidas que o senhor tem anunciado não bastam, elas não seriam suficientes para resolver. Que seria necessário que o governo fizesse um corte profundo de gastos. Que seria necessário que o governo também eliminasse a defasagem de tarifas públicas como preço da gasolina e energia elétrica. A questão é a seguinte: o senhor não vai fazer essas medidas que os economistas defendem? Ou o senhor está procurando não mencionar essas medidas, porque elas são impopulares?”

Para Eduardo Campos, Patrícia Poeta não citou os “economistas que concordam com o senhor”, mas o termo “economistas” foi colocado de forma genérica, como se todos concordassem com a retração de gastos públicos:

Candidato, vamos começar a entrevista com a lista de algumas promessas que o senhor já fez, eu anotei algumas delas: escola em tempo integral, passe livre para estudantes do ensino público, aumento dos investimentos em saúde para 10% das receitas da União, manutenção do poder de compra do salário mínimo e multiplicar por 10 o orçamento da segurança. Tudo isso significa aumento dos gastos públicos. Mas o senhor também promete baixar a inflação atual para 4% em 2016, chegando até 3% até 2019. E isso, segundo economistas, exige cortar pesadamente gastos públicos. Ou seja, essas promessas se chocam, se batem. Qual delas o senhor não vai cumprir?

Quando falou com Dilma a respeito de economia, Bonner citou “analistas”, de novo de forma genérica, para justificar sua avaliação embutida na questão: “(…) os analistas dizem que 2015, ano que vem, vai ser um ano difícil, um ano de acertos de casa, que é preciso arrumar a economia brasileira e portanto isso vai impor algum sacrifício, vai ser um ano duro”.

Não há problema em um jornal ou veículo ter determinadas posições a respeito de temas diversos, como a condução da política econômica por parte de um governo. Seria ótimo, aliás, que todas as posturas fossem transparentes. No entanto, em uma série de entrevistas na qual se pretende dar condições de igualdade para todos, tocar logo de início em um assunto no qual o diagnóstico do entrevistador e do entrevistado parece ser similar, além de um conceito preestabelecido, dá vantagem óbvia a quem concorda com a tese. E deixa o telespectador sem margem para julgar que aquilo está longe de ser verdade inconteste, como a postura do perguntador sugere.

Tempo e intervenções

Mas o que talvez tenha saltado aos olhos na entrevista de ontem, comparando-se com as outras duas, foi a postura de William Bonner. Ele realizou pelo menos 21 intervenções em respostas de Dilma, ou interrompendo a fala da candidata ou voltando à questão, insatisfeito com a resposta dada. Na entrevista com Campos, o âncora fez isso cinco vezes, mesmo número de ocorrências na conversa com Aécio.

Também impressionou o ímpeto em acuar Dilma, se sobrepondo muitas vezes a Poeta. Bonner tomou ou tentou tomar a palavra durante 3 minutos e 53 segundos, reservando meros 47 segundos a sua colega de trabalho (números aproximados). Na participação de Aécio no JN, Bonner falou durante 3 minutos e 9 segundos, e Patrícia Poeta durante um minuto e 46, mais que o dobro de ontem. Com Eduardo Campos, a distorção foi ainda maior: o âncora ocupou 2 minutos e 16 segundos, enquanto a jornalista ocupou 2 minutos e 8, quase o mesmo tempo que o companheiro de bancada. Na entrevista, Bonner deixou de ser entrevistador para se investir de sua outra função, a de editor-chefe. No caso específico, mais chefe que editor.

O modelo de entrevista

Millôr Fernandes dizia que “o xadrez é um jogo chinês que aumenta a capacidade de jogar xadrez”. O modelo de entrevistas do Jornal Nacional é quase isso. Na prática, testa a capacidade do candidato de se portar em uma entrevista do programa. Pode ser útil sim, já que um candidato pode cometer um ato falho, se trair em alguma resposta, passar uma insegurança estranha ao eleitor etc. Mas está longe de elevar o nível do debate político.

E em geral são os jornalistas, justamente, que reclamam do vazio das propostas, dos programas, de posições pouca convictas dos candidatos. Mas entrevistas como estas, nas quais o entrevistador se traveste de inquisidor e desfila cobranças como a de que um candidato “se cerque de gente honesta”, como se este fosse o problema central da corrupção, contribuem muito pouco para que o embate político saia do raso.

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Comentários

40 comments

  1. Carioca Responder

    Eu acho engraçado esse pessoal que diz que a Dilma tegiversou. O Bonner ficava um tempo enorme fazendo (ou discursando) a pergunta e aí a Dilma começava a responder e ele cortava logo em seguida sem deixá-lá cobrir todas as questões levantadas por ele. Não foi uma entrevista, mas um monólogo!

  2. Manoela Responder

    Creio que seja bem diferente entrevistar dois canditados, dois possiveis lideres e uma pessoa que ja governa (ou há quase 4 anos afunda) o Brasil e se esquiva de todas os questionamentos sobre isso. A entrevista é inevitavelmente mais dura até porque não faltam brechas para isso. Parabens ao Bonner. Aplaudi as 3.

  3. GERALDO Responder

    DOIS BABACAS DA GLOBO QUE NÃO TEM O MENOR RESPEITO POR UMA CHEFE DE ESTADO. FALTA DE EDUCAÇÃO, ESTÚPIDOS E GROSSEIROS. FALTA DE ÉTICA E DE PROFISSIONALISMO. A GLOBO SEMPRE FOI TUCANA E SEMPRE ESTEVE DO LADO DA DITADURA E CONTRA O POVO. AINDA BEM QUE ESTÁ PERDENDO AUDIÊNCIA CADA DIA MAIS. O POVO NÃO É BURRO.

    1. Lincoln Responder

      Geraldo, ô meu filho, vai ler um livro!

  4. GERALDO Responder

    A GLOBO (FINANCIADA COM DINHEIRO DO POVO) SEMPRE FOI DO LADO DA DITADURA E TUCANA. OS TUCANOS NO PODER DERAM DE GRAÇA NAS PRIVATIZAÇÕES A CSN ( COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL), A VALE DO RIO DOCE, A COSIPA, A COSIGUA, A CST ( CIA SIDERURGICA DE TUBARÃO) E MUITAS OUTRAS E NINGUEM VIU A COR DO DINHEIRO. AINDA BEM QUE NÃO TIVERAM TEMPO PARA VENDER O BANCO DO BRASIL E A CAIXA ECONOMICA FEDERAL.

  5. GERALDO Responder

    PENSO QUE A FÁTIMA NÃO AGUENTOU MAIS FICAR TRABALHANDO DO LADO DE UM CARA TÃO MAL EDUCADO E GROSSO COMO O WILLIAM. É LÓGICO QUE ELE TEVE QUE PROCURAR ALGUÉM COMO ELE PARA FORMAREM ESTA VERGONHOSA DUPLA. PELA EDUCADA ESPOSA QUE ELE TEM, PENSO QUE ELE NÃO DEVE SER CORNO, MAS QUE ELE MERECE, MERECE.

    1. MARLENE DOS SANTOS Responder

      O TAL BONNER E UM DITADOR,ELE DEU UM EMPURRÃO NUM CARA SÓ POR QUE PASSOU NA SUA FRENTE NA HORA DA ENTREVISTA,ESSE CARA DEVERIA SER PRESO POR DESACATO A AUTORIDADE,O CANALHA NÃO DEIXOU A DILMA FALAR, DE SEU PROJETOS O BICHO SO PERGUNTOU DO ROUBO DE ALGUNS PETISTAS,AGORA ELE SE ESQUECEU QUE TEM MUITOS ALADROES DE TODOS OS PARTIDO,OS PIORES SÃO TUCANOS GENTE DA GLOBO.

  6. GERALDO Responder

    É CLARO QUE O WILLIAM ESTÁ A SERVIÇO DA GLOBO EM FAVOR DO AÉCIO, DO SERRA E DO FERNANDO HENRIQUE. A VERGONHOSA FALTA DE ISENÇÃO É NÍTIDA. MAS PELO LEGADO DESASTROSO QUE NOS DEIXOU O INCOMPETENTE Sr. FERNANDO HENRIQUE, ELE NÃO DEVERIA NUNCA MAIS ABRIR A BOCA PARA FALAR DE ECONOMIA OU POLÍTICA. TODO MÊS ELE IA AO FMI PEGAR DINHEIRO EMPRESTADO E NINGUÉM VIA O DINHEIRO CHEGAR. COISA QUE O LULA NUNCA FEZ, E SIM PAGAR A DÍVIDA. NA ERA TUCANA O FMI MANDAVA NO BRASIL. NA ERA LULA E DILMA SOMOS OS DONOS DO NOSSO NARIZ.

  7. PC Responder

    A maioria criticava a Globo por defender os interesses do PT, de estar com o rabo preso. Internautas aos milhares fizeram campanhas indicando perguntas a serem feitas à Dilma. E isso o JN nacional o fez. Me surpreendi com essa postura da Globo. Ponto pra o JN. E
    agora, os petistas estão reclamando o quê, se a baderna do partido não tem limites?
    As perguntas devem retratar o anseio popular e não o que os bajuladores gostariam de ouvir. É debate e não horário político, onde se mente muito. Aliás, no JN Dilma criou até a CGU…

    1. RedeBobo Responder

      A Globo nunca defendeu os interesses de ninguém PC(Farias?). Só os dela e de seus aliados. Acorda Alice!

  8. Marcia Responder

    W.B. fez correto pois NOS BRASILEIROS precisamos de ESCLRECIMENTOs!!! Ja que estes nao vem a publico por bem…. Pena que seja so em epoca de ELEIçAO que se começa a lavar roupa suja na televisao….Valeu Willian Bonner e Patricia… voces foram os nossos heroi!!!!

  9. Vagner Bissoli Responder

    Desde 1989, quando o JN mudou o rumo da eleição com a edição do debate entre e Lula e Collor que eles continuam tentando. Basta! O eleitor já não é idiota. Só de a Rede Globo estar de um lado já é motivo suficiente para estarmos do outro. Apoiaram e foram apoiados pela ditadura. E ainda tem gente que acha que eles “apertam” os candidatos, que são imparciais e estão ao lado do povo. Abram os olhos e olhem para trás. A história está escrita para quem quiser ler.

  10. Leandro Vieira Responder

    Engraçado, se o cara não questiona nada as pessoas iriam dizer que a entrevista foi muito fraca…ele na verdade representou a indignação de todos nós perante uma pessoa que pretende governar o nosso País depois de tantos escândalos em seu partido. Tem que pegar pesado mesmo! Parem de ser babacas…por isso que nossoPaís está do jeito que está. Parabéns Bonner!!!

  11. jacó Responder

    Antes do PT, LULA e DILMA era o CAOS agora é é a glória para todos nós povo BRASILEIRO.

    1. Eduardo Responder

      ha, ha, ha. Verdade??

  12. Daniel Responder

    Concordo com a análise a respeito do tempo, mas da frequência dos termos é preciso comparar Aeroporto na entrevista com o Aécio e Corrupção na entrevista com a Dilma, pois estes são os dois temas principais.
    As interrupções é falta de educação e a meu ver falta de aprendizado básico sobre como fazer entrevistas!

  13. walleska Responder

    Fico triste em ver que nós brasileiros temos uma memória tão curta e fingimos que nada acontece, está tudo tão bonito e perfeito conforme o atual governo diz. Enquanto países de 1º mundo preocupa em melhoria nacional o nosso está preocupado em se benfeitoriar em cima da ” o caos humano” em que está a corrupção, educação, saúde, transporte , trânsito violento, drogas e usuários sem controle no país e dentre outros. Parabéns a WB e PP pela entrevista, direitos iguais a todos os candidatos. E muito bem dito entrevista feita a CANDIDATA DILMA e não mais a PRESIDENTA DILMA. Grata.

  14. Hamilton vasconcellos Responder

    politicos brasileiros sao simplismente uma vergonha nascional.

    1. Freitas Responder

      muito bem são todos iguais

  15. Kati Responder

    Ah gente, pára vai!!! É óbvio que as perguntas pra Dilma seriam diferentes, pq ela já teve a chance de trabalhar decentemente e melhorar o Brasil e não melhorou, só piorou.
    Quer comparar fatos com promessas?!?!
    Defensores da Dilma: ABRAM O OLHO!!!!!

  16. Giovanne Responder

    O gorverno Dilma, é o governo atual. Nada mais justo do que uma cobrança maior e mais objetiva. Essa é a hora de ver os erros da “presidenta” e receber, no mínimo um pedido de desculpas e um ótimo plano de governo para reparar esses erros. O que assistimos na entrevista foram apenas respostas que fugiam do assunto principal. O que deveria ser “desconstruido” na realidade é o discurso da candidata Dilma de 2014 em relação ao discurso da mesma em 2010. ” Desconstruir a atitude de um repórter que elaborou as questões junto com uma equipe, que também são eleitores e também buscam um país melhor não é a melhor forma de expressão politica. Entre a entrevista da Globo e esse artigo sobre “mensagens subliminares”, eu fico com a primeira.

  17. Marcio Dias Responder

    Essa entrevista da Dilma no JN, foi a melhor entrevista a um presidenciável que pude ver… Pois foi jogado na cara dela toda sujeira que o partido podre dela fez. Jogado e “rejogado” novamente, pra que ela realmente ficasse sem explicações sobre as podridões dela e dos comparsas dela! Todos os governos do Brasil foram corruptos, todos tinham rabo preso, mas o PT, o PT foi algo além, astronômico em questões de roubalheira!
    Queriam tanto o chegar ao poder que conseguiram, estão lá há 12 anos, e temos uma das piores quadros de saúde do mundo, sem falar em segurança pública, onde nossos “bandidos”, mesmo presos, são mais livres para roubar e matar do que se estivessem soltos!
    Ela ouviu o que mereceu, e não tinham nem que ter dado oportunidade pra ela abrir aquela boca imunda pra falar a quantidade de baboseiras que falou! FORA PT, FORA DILMA E LULA!

  18. Juliano Correa Ferreira Responder

    PRIMEIRO: não encontrei o nome de que assina a matéria
    SEGUNDO: se essa matéria veio para criticar a falta de ética do jornalista ou para proteger algum candidato?

    Sendo assim não merece minha opinião.

    1. RedeBobo Responder

      Então porque a deu?! Kkkk

  19. Vítor Responder

    O que me entristece em ler comentários sobre a política é que não aparece UM cidadão (ou quase nenhum) arrazoado, que saiba ter uma postura crítica para ambos os lados. As pessoas necessariamente assumem posições fanáticas de superdefensorismo cego ao governo ou hipercriticismo viciado. Não aparece um com uma avaliação sensata, analisando prós e contras, dos dois lados, independentemente de partidos. POR ISSO a política brasileira não anda. Cria-se um mar de fanáticos zumbis que assumem posições permanentes e não-autocríticas, sempre a enxergar da mesma forma e fazer o mesmo caminho pra casa todo santo dia. Pensem fora da caixinha.

  20. hugo dourado Responder

    ridículos esses dois apresentadores, não deixou que nenhum candidato mostrasse proposta de governo, só fez perguntas que já era de conhecimento de todos, cortou varias vezes respostas dos candidatos e não deu em nada, Bonner vc é muito fraco.

  21. sonia Responder

    A apelação da midia na entrevista da Dilma foi ridicula. A midia global acha que é superior ao povão, que com o governo de ÇLula e Dilma conquitaram o direito de: estudar, adquirir casa através de financiamentos e até mesmo carro. Falo isto porque foi o que aconteceu com minha família

  22. Sonia Celia Responder

    Ridicula a posição global. Quem viveu os governos anteriores sabem da dificuldade do povão conseguir fazer faculdade, compra imóvel e até mesmo carro. A inflação chegava ao mês 70%. Vocês que não conhecem o passado do Brasil, favor fazer pesquisa e não voltar ao passado. Nesses 12 anos eu e meus familiares conseguimos fazer faculdade (grátis) comprei meu carro e agora minha casa.

  23. Samara Responder

    Foram nitidamente mal educados e grosseiros com todos os entrevistados sim, e essas entrevistas de nada serviram para análise de eleitores, parecia mais uma prova de disse-me-disse.

  24. Irving-RJ Responder

    Dar acesso ao ensino superior não melhora e nunca melhorará a educação…pensem, se não conseguem melhorar o ensino daqueles que não tem chance de entrar no ensino superior com o mínimo de conhecimento necessário, invertem o problema, diminui-se a necessidade de conhecimento para facilitar o acesso das pessoas que antes não entravam por não terem o mínimo de conhecimento necessário para entrarem em uma Universidade…logo, podem dizer que todos tem acesso ao ensino superior, entenderam??? Entretanto, poucos sairão do ensino superior com a qualidade necessária para prosseguirem nas carreiras que escolheram e teremos muitos balconistas e camelôs com ensino superior e cursados nas “melhores universidades” do “brasil”!!! Pensem Nisso!!!

  25. Opiniões em Sintonia Pirata Responder

    Parabéns pela importante interpretação!
    É bem difícil dizer que a Globo não influencia nem é influenciável quando o assunto é política…

    O que achei uma pena foi a “falta de habilidade” ou falta de “jogo de cintura” da Dilma…

  26. Opiniões em Sintonia Pirata Responder

    Parabéns pela análise das artimanhas jornalísticas da Globo.
    É impossível afirmar que a Globo não influencia nem é influenciável quando o assunto é política!

    É uma pena que a Dilma tenha tão pouco “jogo de cintura” e tão pouca articulação…

  27. Dalva Responder

    Não nos esqueçamos que o Brasil é dividido em Estados e estes também são responsáveis pela sáude, educação, segurança, moradia e etc cada qual na sua região. Não é só o Governo Federal responsável pelo caos brasileiro, Nossos estados são governados cada um por partidos diferentes, com propostas e “ideologias” particulares. Pergunto: Qual estado se sobressai em qualidade? Qual partido tem a proposta adequada para promover as mudanças necessárias? Não temos resposta, e desafio que alguem me prove o contrário.

  28. Roberto Campainha Responder

    Se o Bonner falou de corrupção para o Aécio e pra Dilma foi porque nos governos de ambos houve corrupção e se assim não o fez com o candidato do PSB foi porque no governo do PSB em Pernambuco não se tem notícia sobre esse crime.

  29. mylla Responder

    A Dilma só escutou a verdade parabéns para o Bonner.q não pegou leve com as perguntas.presidenta que fez nada com o pais e não quer enxergar a sujeira que fez q no Brasil pena que tem gente q ainda acredita nas promessas de um presidente que não cumpre o que fala pra que deixar uma pessoa dessa mais 4 anos no poder ??

  30. mylla Responder

    A Dilma só escutou a verdade parabéns para o Bonner.q não pegou leve com as perguntas.presidenta que fez nada com o pais e não quer enxergar a sujeira que fez e ainda nao quer escutar criticas .pena que tem gente q ainda acredita nas promessas de um presidente que não cumpre o que fala pra que deixar uma pessoa dessa mais 4 anos no poder ??

  31. Felipe Responder

    A Dilma utilizou uma estratégia clara de demorar nas respostas para nao avançar nas perguntas. Ela sabia que seria questionada sobre economia e outros pontos delicados. Os entrevistadores fizeram bonito para conseguir avançar nas questões. Ninguém notou algo tão óbvio? Parabéns ao Bonner pela estratégia de citar que o tema Economia seria tratado. Assim ela nao teve escolha, teve que comentar o tema. E as interrupçoes demonstraram que a Dilma não estava lidando com jornalistas burros. Eles perceberam a estratégia dela logo na primeira resposta demorada…

  32. Leandro Responder

    Tem que cortar mesmo, ninguém mandou ela começa a se esquivar e enrolar.

  33. cesar A. Espindula Responder

    Qem dizia ser a salvação do pais e ser transparente, já mostraram o que são. Vamos nos coonsentisar em começar a mudar este pais, votando que a única arma que nos resta, em pessoas dígnas que realmente nos representam.

  34. freitas Responder

    o PT tem esse mal acobertar erros de seus meninos