Segundo coluna Painel, da Folha de S. Paulo, jurista sustenta a tese de que o mandato anterior não pode ser usado para pedir o impeachment de Dilma Rousseff; ele havia sido procurado por Aécio Neves para produzir parecer técnico sobre o assunto
Por Redação

A coluna Painel deste domingo (26), publicada na Folha de S. Paulo, indica que o jurista Miguel Reale Júnior não embarcou no golpismo do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) havia encomendado ao ministro da Justiça de FHC um parecer técnico sobre o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT), mas, de acordo com a coluna, a bancada tucana na Câmara estaria convencida de que Reale Júnior não concorda com sua tese.
A oposição quer utilizar como motivação a suposta omissão de Dilma em relação aos desvios da Petrobras e o que chamam de “pedaladas” fiscais de 2014. Para o advogado, entretanto, a presidente só pode ser alvo de um processo de impeachment por algo ocorrido a partir de seu segundo mandato, que se iniciou neste ano.
Ainda segundo a Painel, o plano agora é convencer Aécio a recorrer a outros juristas. Os nomes mais cotados são Ives Gandra Martins, Sérgio Ferraz e José Eduardo Alckmin.
(Foto: Antonio Cruz/ABr)
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