Com hashtag #MeuAmigoSecreto, mulheres denunciam machismo nas redes

Campanha traz relatos de situações cotidianas, como homens que condenam a população LGBT mas traem a companheira. Confira algumas das denúncias

578 0

Campanha traz relatos de situações cotidianas, como homens que usam a religião para condenar a população LGBT, mas traem a companheira. Confira algumas das postagens

Por Redação

(Reprodução/Facebook)

Nos últimos dias, mulheres têm utilizado a hashtag #MeuAmigoSecreto nas redes sociais para denunciar a incoerência de homens com comportamento preconceituoso de seus círculos sociais.

Com alusão à popular brincadeira de final de ano, em que amigos, ao trocar presentes, descrevem a pessoa que tiraram antes de revelar sua identidade, a campanha traz relatos de todos os tipos: desde homens que se dizem libertários e de esquerda, mas mantêm relacionamentos abusivos com as companheiras ou não se relacionam com mulheres fora dos padrões, até outros que utilizam a religião para condenar a população LGBT, mas traem suas esposas (leia mais abaixo). Uma fanpage foi criada, nesta terça-feira (24), para receber as denúncias.

No fim de outubro, outra hashtag viralizou entre as mulheres no Facebook e Twitter: #PrimeiroAssédio. Por meio dela, as internautas compartilharam situações de abuso que sofreram durante a infância ou adolescência. Em cinco dias, a tag lançada no mês passado chegou a ser compartilhada 82 mil vezes no Twitter.

(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)
(Reprodução/Facebook)

No artigo

Comentários