Gaviões da Fiel lança campanha de arrecadação para suprir as merendas das escolas de SP

Depois de protestos nos estádios com a faixa "quem vai prender o ladrão de merendas?", a torcida organizada lançou uma campanha que visa arrecadar alimentos para serem doados em escolas supostamente afetadas pela "máfia das merendas", esquema de desvio de recursos e pagamento de...

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Depois de protestos nos estádios com a faixa “quem vai prender o ladrão de merendas?”, a torcida organizada lançou uma campanha que visa arrecadar alimentos para serem doados em escolas supostamente afetadas pela “máfia das merendas”, esquema de desvio de recursos e pagamento de propina que envolveria membros do governo Alckmin e deputados tucanos

Por Redação

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A Gaviões da FIel – torcida organizada do Corinthians – lançou no início desta semana uma campanha de arrecadação de alimentos para suprir a falta de merendas em escolas paulistas que estariam sendo afetadas pelos supostos desvios de recursos e pagamento de propina envolvendo empresas, membros do governo Alckmin e deputados tucanos.

“Colabore com a arrecadação de alimentos que serão doados para as escolas, creches e organizações não governamentais que estão sendo afetadas pelos desvios de merendas. Quem vai prender o ladrão de merendas?”, escreveu a torcida no comunicado divulgado em seu site.

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Divulgação

A pergunta no final da frase foi a mesma estampada em uma faixa erguida pela torcida em duas partidas disputadas pelo Corinthians entre esta e a última semana. De cunho político e com críticas que, além do governo de São Paulo, eram direcionadas à Rede Globo e Confederação Brasileira de Futebol (CBF), as faixas foram apreendidas pela Polícia Militar e a torcida, reprimida.

As críticas da Gaviões da Fiel à chamada “máfia das merendas” tem como personagem central o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa Fernando Capez (PSDB). Tido como um dos principais inimigos das organizadas desde a época em que atuava como promotor, o parlamentar é um dos investigados pela Polícia Civil por, supostamente, receber propina de contratos superfaturados da Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar (Coaf), órgão que fornece o alimento às escolas.

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