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nossa
palavra
As
fortes
divergências

Não se é de esquerda ou direita, de centro ou de
lado por direito. Ação e comparação ajudam a
definir os campos. Existem campos. E a história
não morre. Faz-se no cotidiano, por alguns
que às vezes estão sob luzes e muitas vezes
por milhares que nas sombras a transformam.
De repente, já está.
Os ciclos vão indo e vindo. E os humanos que dele participam
se transformam. Posicionando-se em decorrência das novas convicções
que o tempo da história lhes coloca. Costuma-se, na política,
denominar de conjuntura. Conjunto de elementos que podem
fazer com que uns e outros estejam mais pra cá ou pra lá.
Para a esquerda, a conquista de governos costuma ser decisiva
nesse tipo de transformação. A possibilidade de poder tornar o
discurso prática deixa evidente que a unidade no discurso é muito
mais acomodável. A discordância é maior quando fruto das ações.
Do prático.
O desafio de desafiar as divergências e confluir para o agir
sempre é a primeira a chamar a atenção nesses momentos. Por isso
é preciso pensar, pesar e medir os momentos.
Divergências também constroem. São fundamentais. É preciso
saber torná-las a força do agir.
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