Após a publicação da série de reportagens sobre o suposto esquema de corrupção na Virada Cultural, várias pessoas entraram em contato com o SPressoSP e a Revista Fórum ou de forma direta com este blogueiro relatando outros casos de corrupção relacionados à Secretaria de Cultura da Prefeitura de SP. O entrevistado que segue foi um deles. E o único até o momento que aceitou dar entrevista, mas resguardando sua identidade.
O caso dele é curioso, porque revela uma outra prática ilegal. Ele diz que o contrato de um dos trabalhos que fez com a Virada Cultural depois de pronto foi refeito para que se acrescentasse mais 10 mil reais. Que uma produtora o procurou em nome do coordenador da Virada, José Mauro Gnaspini, dizendo que precisava fazer aquela operação para pagar outras contas do evento. Ele aceitou e o contrato foi refeito na secretaria. O dinheiro teria sido entregue para a produtora que intermediou a conversa. Leia a entrevista a seguir.
Você me contou uma história que gostaria que contasse aqui para a gente poder publicar a reportagem, de que você fez um contrato com a Virada Cultural em uma de suas edições e que teve depois que refazer o contrato para repassar R$ 10 mil para a organização da Prefeitura, no caso para o Zé Mauro (José Mauro Gnaspini, diretor de programação da Virada Cultural), você podia contar de novo essa história para a gente?








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