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	<title>Blog das Cidades - por Adriana Delorenzo</title>
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	<description>Blog das Cidades - por Adriana Delorenzo</description>
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		<title>Dilma tem até dia 25 para decidir sobre veto do Código Florestal</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 15:38:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambientalistas]]></category>
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		<description><![CDATA[O texto do novo Código Florestal (PL 1876/99), aprovado pela Câmara dos Deputados, chegou ontem (7) à Casa Civil, segundo informações da Agência Brasil. Agora, a presidenta Dilma Rousseff tem o prazo de 15 dias úteis para decidir se veta a redação da nova lei, totalmente ou parcialmente. Desde que a redação foi aprovada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O texto do novo Código Florestal (PL 1876/99), aprovado pela Câmara dos Deputados, chegou ontem (7) à Casa Civil, segundo informações da Agência Brasil. Agora, a presidenta Dilma Rousseff tem o prazo de 15 dias úteis para decidir se veta a redação da nova lei, totalmente ou parcialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que a redação foi aprovada na Câmara, em 25 de abril, cresceu, nas redes sociais, a campanha “Veta, Dilma!”. Até a global Camila Pitanga entrou na história, pedindo o veto. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse ser a favor do veto e defendeu o texto do Senado.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a tramitação no Senado, o governo federal conseguiu um acordo para a aprovação de um texto mais equilibrado, apesar de ainda ter recebido críticas de ambientalistas.</p>
<p><span id="more-229"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Já na Câmara, os deputados aprovaram o relatório de Paulo Piau (PMDB-MG), que anistia quem desmatou ilegalmente e reduz parâmetros de proteção de áreas de preservação permanente (APPs). A proposta foi aprovada por 90 votos de diferença. O editor da Fórum Renato Rovai publicou, em seu blog, quem votou a favor do ambiente e quem votou com os ruralistas. Veja <a href="http://www.revistaforum.com.br/blog/2012/04/26/codigo-florestal-quem-votou-contra-e-a-favor-a-hora-do-tira-teira/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, disse hoje (8) que tem convicção de que a presidenta Dilma Rousseff vetará pontos do texto do novo Código. “Tenho a convicção de que alguns artigos com certeza serão vetados e portanto a tramitação de um projeto que possa suprir essas lacunas oriundas dos vetos seria bastante positivo”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Na campanha de 2010, Dilma havia se comprometido a vetar propostas que anistiassem desmatadores. “Expresso meu acordo com o veto a propostas que reduzam áreas de reserva legal e preservação permanente, embora seja necessário inovar em relação à legislação em vigor. Somos totalmente favoráveis ao veto à anistia para desmatadores”, escreveu Dilma, em carta enviada no dia 14 de outubro de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o movimento pelo veto cresce nas redes sociais, a senadora Kátia Abreu, representante dos ruralistas no Congresso, foi fazer lobby com Dilma, que teria a recebido ontem.</p>
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		<title>Verticalização não é sinônimo de inclusão da classe C</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 17:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Jane Jacobs]]></category>
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		<category><![CDATA[verticalização]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o título “Os privilegiados da Vila Madalena”, o blogueiro da Folha de S. Paulo Raul Juste Lores, publicou um texto onde critica o movimento de moradores de Pinheiros que decidiram lutar contra a especulação imobiliária. Em seu artigo, o autor afirma que “proibir a verticalização em áreas centrais no momento onde finalmente nossa nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com o título “Os privilegiados da Vila Madalena”, o blogueiro da <em>Folha de S. Paulo</em> Raul Juste Lores, publicou um <a href="http://rauljustelores.blogfolha.uol.com.br/2012/04/12/os-privilegiados-da-vila-madalena/" target="_blank">texto</a> onde critica o movimento de moradores de Pinheiros que decidiram lutar contra a especulação imobiliária. Em seu artigo, o autor afirma que “proibir a verticalização em áreas centrais no momento onde finalmente nossa nova classe C quer e pode comprar seu primeiro apartamento, é uma maldade pouco ecológica. Ou crescemos para cima ou continuaremos crescendo para os lados.”</p>
<p style="text-align: justify;">A Vila Madalena, conhecida por suas casinhas e concentração de ateliês de arte e barzinhos, está passando por um processo em que as casas estão sendo derrubadas para dar lugar aos lançamentos de grandes edifícios. Porém, pelo preço do metro quadrado, que chega a R$ 10 mil, o bairro está longe de atrair a classe C.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, o que os moradores não querem é a reprodução de um modelo que vem tomando a cidade. São Paulo vive um boom imobiliário, com a construção de prédios idênticos. As construtoras não são obrigadas a colocarem na fachada da obra uma placa com o nome do arquiteto. Assim, as incorporadoras contratam alguns profissionais, geralmente recém-formados, que trabalham com modelos prontos. Os projetos dos prédios são reaplicados em todas as regiões da cidade, independente da paisagem, característica e demandas de cada bairro.</p>
<p><span id="more-224"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A urbanista Raquel Rolnik, no livro <em>São Paulo</em> (Publifolha) explica como a troca de casas e prédios baixos por condomínios fechados, que ocupam uma imensa área, dão uma falsa ilusão de mais adensamento. No livro, Raquel alerta como o surto de shoppings, hipermercados e edifícios do gênero, provocam uma decadência da qualidade urbana. Boulevards, jardins e calçadas com 15 metros dão lugar a pequenos passeios que, muita vezes, não passam de 90 centímetros. Assim, o automóvel ganha espaço de maior importância, e o pedestre fica em segundo plano.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div id="attachment_225" class="wp-caption alignleft" style="width: 368px"><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2012/04/vila-madalena-fidalga.jpg"><img class="size-full wp-image-225  " title="vila madalena fidalga" src="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2012/04/vila-madalena-fidalga.jpg" alt="" width="358" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Rua Fidalga, na Vila Madalena: tapume vermelho indica que no local será erguido um novo edifício</p></div>
<p>A Vila Madalena é, hoje, ainda um dos bairros de São Paulo onde é possível ver as pessoas nas ruas. Mas assim como outras regiões, tem recebido condomínios segregados com área de lazer interna e com certa distância um dos outros. Segundo Thiago Balbi, mestrando de Comunicação e Semiótica da PUC, que desenvolve pesquisa sobre São Paulo como imagem e as relações com os usuários, essa lógica arquitetônica pode contribuir muito para a perda dessa vitalidade ainda presente na Vila Madalena.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com ele, não se trata de uma questão de ser contra prédios: “A densidade é necessária para a cidade, a questão é que os grandes condomínios segregados tendem a não promover o uso local, gerando grandes deslocamentos de automóveis”.  Essas construções excluem das calçadas muitas atividades comerciais que atraem os usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro crítico a esse modelo em curso na cidade é o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim. Em <a href="http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/minhacidade/08.096/1883" target="_blank">artigo</a>, ele resume que hoje se oferece aos cidadãos um simulacro da vida urbana, ao “propor-se – imaginem! – uma rua, como aquelas de verdade – lembram? – em que as crianças se conheciam e brincavam; agora, porém, rua privativa”.</p>
<p style="text-align: justify;">O que fazer? A escritora e ativista <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jane_Jacobs" target="_blank">Jane Jacobs</a> escreveu em 1961 o livro <em>Morte e vida nas grandes cidades, </em>onde listava quatro elementos indispensáveis para a garantia da diversidade e qualidade de vida nas cidades. Resumidamente, o livro diz que os bairros devem garantir a presença de pessoas que saiam de casa em horários diferentes e estejam nos lugares por motivos diferentes; a maioria das quadras deve ser curta, com frequentes oportunidades de virar esquinas; ter uma combinação de edifícios com idades e estados diferentes; ter densidade suficientemente alta de pessoas. Segundo a autora, essas quatro condições são mínimas, a partir dela são geradas as vitalidades nos bairros.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Balbi, locais como Vila Madalena, Vila Buarque e Santa Cecília atendem esses requisitos. “Quem vive ali, usa a rua, faz suas atividades nelas, isso é fundamental para a vitalidade, o que não acontece onde essa verticalização recente já dominou.”</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, o que está em debate, hoje, é a necessidade de um planejamento urbanístico, que não deixe a cidade a mercê da lógica do mercado. Não se trata de uma árvore a mais no quintal.</p>
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		<title>São Paulo, a cidade dos prédios e periferias</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 20:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está para ser votada a liberação de prédios de até 54 metros de altura no entorno do Parque do Ibirapuera. Atualmente, só são permitidos edifícios de até dez metros na região. Por isso, a prefeitura de São Paulo deu início ao processo de revisão da Resolução 6, de 1997, do Conselho Municipal de Defesa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está para ser votada a liberação de prédios de até 54 metros de altura no entorno do Parque do Ibirapuera. Atualmente, só são permitidos edifícios de até dez metros na região. Por isso, a prefeitura de São Paulo deu início ao processo de revisão da Resolução 6, de 1997, do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico de São Paulo (Conpresp), que define o limite das construções. A votação estava prevista para ocorrer nesta quarta, 10, mas foi adiada.</p>
<p style="text-align: justify;">Os moradores do bairro são contrários à mudança, que propiciará a construção de verdadeiras muralhas de concreto em volta do parque, cujos proprietários terão vistas privilegiadas. A arquiteta e urbanista Lucila Lacreta, da ONG Defenda São Paulo, tem alegado que essa liberação poderá causar diversos malefícios ambientais, no que diz respeito à circulação do ar, impermeabilização do solo, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">O caso do entorno do Ibirapuera é mais um exemplo do processo pelo qual passa a capital paulista, onde leis são alteradas para o mercado imobiliário. Preocupações com transporte, qualidade de vida, direito à moradia, garantia de equipamentos públicos, entre muitas outras questões, são ignoradas.</p>
<p><span id="more-220"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Dentro de alguns anos, se esse processo continuar, as regiões centrais estarão tomadas por prédios, e a população de menor poder aquisitivo estará cada vez mais nas periferias. Ou seja, está se intensificando uma divisão da cidade, sem espaços públicos que permitam a convivência democrática dos paulistanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura tem se utilizado da emissão de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) e sua venda para o mercado imobiliário. Assim, as leis de zoneamento são alteradas e a administração municipal tem um excelente lucro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na região da Faria Lima, por exemplo, o Projeto de Lei 425/11, de autoria do Executivo, foi aprovado na Câmara Municipal, permitindo à Prefeitura a emissão de 500 mil Cepacs no âmbito da Operação Urbana Faria Lima, cujo valor estimado é de R$ 2 bilhões. Quem compra os Cepacs pode construir além dos limites estipulados no zoneamento urbano.</p>
<p style="text-align: justify;">Reportagem de <a href="http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidades/2012/04/na-gestao-serra-kassab-estruturas-publicas-sao-adequadas-ao-setor-imobiliario" target="_blank">Leandro Melito e João Peres, da Rede Brasil Atual</a>, mostra que desde 2009,  a prefeitura recebeu R$ 2,749 bilhões da Camargo Corrêa, Engeform, OAS, Carioca Nielsen, Santa Bárbara e outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Como disse a urbanista Ermínia Maricato, em <a href="http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_materia.php?codMateria=9420/O%20panorama%20das%20cidades%20doentes" target="_blank">entrevista na Fórum de março</a>, a força do capital imobiliário tem dominado as cidades do Brasil inteiro: “Não tem o controle de uso e ocupação do solo, o automóvel não é questionado, o mercado imobiliário controla a legislação fundiária e imobiliária através da Câmara Municipal, e as grandes empreiteiras às vezes substituem a Secretaria de Planejamento e de Obras”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há pessoas questionando tudo isso. Os moradores de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, por exemplo, criaram um movimento contra a verticalização desenfreada no bairro. Na outra ponta, estão as diversas ocupações na cidade de movimentos de luta por moradia, inclusive com os “Novos Pinheirinhos”.</p>
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		<title>O reconhecimento de boas práticas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 13:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Fórum]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia social]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; * Publico a seguir, matéria que saiu na revista Fórum 105, de dezembro, sobre o prêmio da Fundação Banco do Brasil, que apoia várias ações de tecnologia social. O reconhecimento de boas práticas Prêmio Fundação Banco do Brasil tem recorde de inscrições de iniciativas de grande impacto local As soluções são simples. A vontade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>* Publico a seguir, matéria que saiu na revista Fórum 105, de dezembro, sobre o prêmio da Fundação Banco do Brasil, que apoia várias ações de tecnologia social. </em></p>
<h2 style="text-align: justify;">O reconhecimento de boas práticas</h2>
<h3 style="text-align: justify;">Prêmio Fundação Banco do Brasil tem recorde de inscrições de iniciativas de grande impacto local</h3>
<p><span id="more-215"></span></p>
<p style="text-align: justify;">As soluções são simples. A vontade de fazê-las dar certo é enorme.  Com esse espírito, centenas de iniciativas estão transformando  comunidades pelo Brasil afora. O Prêmio Fundação Banco de Brasil de  Tecnologias Sociais mostra que essa afirmação é real. Somente na edição  de 2011, foram 1.116 inscrições de projetos em andamento. Desses, 264  foram certificados e passaram a integrar o Banco de Tecnologias Sociais  (BTS) mantido pela entidade. No final de novembro, os 27 finalistas,  selecionados por uma comissão julgadora, estiveram em Brasília para  participar de um seminário, onde se discutiu o potencial do que eles  estão fazendo. Os representantes dessas experiências também foram à  capital federal para a cerimônia de premiação, quando foram conhecidas  as nove tecnologias sociais vencedoras desta que foi a sexta edição do  concurso da Fundação.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa sala de um hotel em Brasília, no dia anterior à grande festa, a  riqueza da diversidade do território brasileiro se afirmava como uma  grande arma contra a pobreza e a desigualdade. Esse, segundo o  presidente da FBB, Jorge Streit, é o sentido de incentivar essas  atividades chamadas de tecnologias sociais. “Se existe um tipo de  tecnologia que pode contribuir para a superação da pobreza é a social”,  disse ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Isoladas, essas atividades podem não mudar o mundo, mas são capazes  de gerar transformações importantes para uma escola, um bairro, uma  cidade, uma região. E, quando dá certo, por que não transformar a  experiência em política pública? Esse é o grande objetivo. Reaplicar a  tecnologia social para o Brasil e o mundo. E, ainda, articulá-las com  outras políticas públicas.</p>
<p style="text-align: justify;">A Fundação elegeu as tecnologias sociais como carro-chefe de suas  ações desde 2003. Além de manter o banco, promover o Prêmio a cada dois  anos, e o Concurso Aprender e Ensinar – TS em parceria com a revista  Fórum, a FBB fornece ajuda financeira a algumas tecnologias. É o caso da  Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (PAIS), que junto com o  Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do  governo federal, pode garantir renda aos produtores e preservação  ambiental.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Streit, as tecnologias sociais são as que mais se enquadram aos  princípios da economia solidária e sustentabilidade. Ao contrário da  tecnologia de ponta ou proprietária, a TS é livre e voltada para a  promoção de impactos locais. Um dos pré-requisitos para ganhar o prêmio  da fundação é ser de domínio público, sem patentes. Seu objetivo não é  ter lucros, é resolver o problema e multiplicar a solução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incentivo e pesquisa</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Multiplicação foi o que aconteceu com duas tecnologias sociais  premiadas pela fundação em edições anteriores. É o caso da técnica de  silagem de colostro, desenvolvida pela veterinária e agricultora Mara  Saafeld, no interior do Rio Grande do Sul. O procedimento é simples e  permite um aumento na renda dos pequenos produtores de leite. A partir  da fermentação do colostro por sete dias numa garrafa pet, esse primeiro  leite pode ser utilizado na alimentação dos bezerros por um período  mais longo, em vez de ser jogado fora. Além de ser um alimento mais  nutritivo, o colostro ainda poluía o ambiente. Presente no encontro que  reuniu os finalistas deste ano, Mara contou que antes de vencer o prêmio  tentou levar a técnica à universidade, mas seu projeto de pesquisa não  foi aceito para virar uma tese de doutorado na área de zootecnia. “Era  uma técnica em que ninguém acreditava; depois do prêmio, ganhamos  visibilidade e credibilidade”, afirmou ela, atual doutoranda.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o professor da Universidade de Brasília, Ricardo Neder, a  pesquisa das tecnologias sociais nas universidades não tem recebido o  mesmo incentivo que as tecnologias “de ponta”. Ele defende que os órgãos  educacionais, como a Comissão de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível  Superior (Capes), incorporem mais professores e pesquisadores que se  dediquem ao assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os critérios de seleção de projetos de pesquisa para financiamento  público e de avaliação de pesquisadores não atendem as necessidades do  movimento pela tecnologia social, considerado problema local pouco  interessante para a ciência e tecnologia universal”, afirmou. O  professor ainda destacou que a Lei de Inovação (10.973/04), que trata  sobre incentivos e pesquisa científica e tecnológica, prioriza parcerias  entre universidades e empresas, deixando de fora as entidades civis,  movimentos sociais e terceiro setor.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudo realizado entre as 555 tecnologias sociais que compunham o  Banco da FBB mostrou que a maior parte delas (65%) era desenvolvida por  entidades civis ou cooperativas; 15% eram mantidas por instituições de  ensino público ou privada e o sistema “S” (Sesi, Senai, etc); 15% por  órgãos governamentais; e apenas 5% por empresas. Após revisitar todos  esses projetos, que integravam o banco desde a primeira edição do  Prêmio, foi constatado que 119 iniciativas não estão mais em andamento.  Por isso, Neder defende que o fomento continuado às TS é um ponto-chave  para a sua manutenção. Ele ainda acredita que sociedades com fins  lucrativos não deveriam receber recursos públicos e doações.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das dificuldades enfrentadas no dia a dia, as TS vêm  crescendo. Em 2011, o número de inscritos ao Prêmio foi recorde. Como  alerta Streit, muitas vezes as tecnologias não são necessariamente um  artefato, mas uma metodologia, desenvolvida com a interação da  comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um bom exemplo de uma metodologia criada com base nos princípios da  TS é a técnica de ensino da Matemática para deficientes visuais. O  professor de Matemática Rubens Ferronato desenvolveu o método, quando  teve um aluno deficiente visual em uma classe de mais de trinta.  Sem  saber o que fazer, o professor começou a utilizar uma placa de eucatex e  elástico. Deu tão certo que hoje o método é adotado em mais de cinco  mil escolas do Brasil. “A inclusão não é apenas ter um aluno com  deficiência na sala de aula, é ele poder participar”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">São muitos os exemplos, inclusive, de pessoas que estão desenvolvendo  tecnologia social e desconhecem esse termo e sua filosofia. “Nosso  objetivo é reconhecer o trabalho realizado por essas pessoas”, definiu o  gerente de Parcerias, Articulações e Tecnologia Social da FBB,  Jefferson de Oliveira. Cada uma das nove iniciativas vencedoras de 2011  foi contemplada com R$ 80 mil e recebeu um material de divulgação (vídeo  institucional e 2 mil folhetos).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça as nove iniciativas vencedoras</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Norte – Banco Comunitário Muiraquitã (Santarém/PA)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O projeto é desenvolvido  na Grande Santarém, região que enfrenta dificuldades típicas de bairros  periféricos brasileiros. Os idealizadores acreditam na inclusão digital  para a transformação dessa realidade. Cada quilo de resíduo vale um  muiraquitã, que pode ser usado para a compra de produtos metarreciclados  e serviços, como oficinas de informática e software livre.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Nordeste – Bancos de Sementes Comunitários (Teixeira/PB)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os agricultores da região  implantaram roçados comunitários, que fornecem as primeiras sementes  para o banco. Cada comunidade estabelece uma forma de gerir o banco de  sementes. A cada colheita, os agricultores devolvem o que foi retirado e  acrescem um porcentual. A tecnologia resgata sementes crioulas  abandonadas pelos sertanejos e garante a segurança alimentar das  famílias.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Centro-Oeste – Construção de Habitação em Assentamentos (Campo Grande/MS)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Toda a comunidade  participa do mutirão para a construção de casas. Tudo é decidido  coletivamente, do projeto à lista de quem terá prioridade. A casa, de 72  m2, é construída com uma técnica que dispensa o emprego de colunas, com  um crédito de R$ 15 mil que cada família recebe do Incra. Com  gerenciamento coletivo dos recursos, o dinheiro rende mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Sudeste – Ecos do Bem – Educação Ambiental no Território do Bem (Vitória/ES)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por meio de mutirões, os  moradores do bairro transformam terrenos baldios em espaços de  convivência, preservação e cidadania. Após mapear as áreas críticas, o  Mutirão do Bem executa a intervenção, retirando os resíduos e  revitalizando a área. Desse esforço, surgiram hortas comunitárias e  jardins, onde antes só havia lixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Sul – Visão de Liberdade (Maringá/PR) </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong>A  experiência une os deficientes visuais, que enfrentam dificuldades na  educação por não terem acesso a diversos conteúdos, e os apenados do  sistema prisional. Um grupo de detentos foi qualificado para a produção  de material didático em braile, áudio e alto-relevo. Enquanto o material  auxilia deficientes visuais do Brasil e Portugal a terminar seus  estudos, cada participante qualifica-se profissionalmente e reduz um dia  de pena a cada três trabalhados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Categoria – TS na Construção de Políticas Públicas para a Erradicação da Pobreza – Horta Comunitária (Maringá/PR)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A prefeitura de Maringá  transforma a comunidade em parceira na conservação e aproveitamento de  terrenos baldios que se tornam depósitos de lixo e entulho. Por meio de  hortas comunitárias agroecológicas, oferece segurança alimentar e  geração de renda para as famílias.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Categoria – Participação de Mulheres na Gestão de TS – Mulheres da Amazônia (Juruena/MT)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Reunidas em uma  associação, 87 mulheres do assentamento Vale do Amanhecer descobriram no  extrativismo e na produção de alimentos à base de castanha uma forma de  gerar renda e conviver de forma harmoniosa com a natureza. A  cooperativa ajudou a aumentar em quase sete vezes o valor pago ao  extrativista por um quilo de castanha.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Categoria – Direitos da Criança e do Adolescente e Protagonismo Juvenil – Fazendo Minha História (São Paulo/SP)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia busca, por  meio da literatura, interagir com crianças de abrigos e acolhimento,  para que elas possam se expressar e dialogar com sua história de vida.  Cada um monta um álbum colorido, no qual registra um pouco de seu  passado, seu presente no abrigo e seus sonhos para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Categoria – Gestão de Recursos Hídricos – Cisternas nas Escolas (Irece/BA)</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No semi-árido baiano, não  falta mais água para o consumo dos alunos e para irrigar as hortas  escolares, que produzem alimentos orgânicos. Com a instalação de  cisternas nas escolas, pela própria comunidade, são captadas as águas da  chuva. O sistema ainda é utilizado como recurso pedagógico.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Apenas 18% dos paulistanos acham que o transporte coletivo está bom</title>
		<link>http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2012/02/01/apenas-18-dos-paulistanos-acham-que-o-transporte-coletivo-esta-bom/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:14:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANTP]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei no SPressoSP, uma matéria sobre a pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP) sobre o transporte público paulistano. Os resultados mostram que a qualidade não vai nada bem, e que a principal queixa da população é a lotação. Reproduzo abaixo: O transporte coletivo na cidade de São Paulo piorou no ano passado, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei no <a href="http://www.spressosp.com.br" target="_blank"><strong>SPressoSP</strong></a>, uma matéria sobre a pesquisa da Associação Nacional de Transportes Públicos  (ANTP) sobre o transporte público paulistano. Os resultados mostram que a qualidade não vai nada bem, e que a principal queixa da população é a lotação. Reproduzo abaixo: <strong></strong></p>
<p>O transporte coletivo na cidade de São Paulo piorou no ano passado,  segundo Pesquisa anual da Associação Nacional de Transportes Públicos  (ANTP). O excesso de lotação é o principal incômodo no trajeto, de  acordo com a pesquisa, que entrevistou 3.423 pessoas, entre outubro e  novembro. Além da lotação, a demora e o atraso são outros problemas  enfrentados cotidianamente pelos passageiros.  Os resultados também  mostram que houve uma piora na percepção dos valores das tarifas pagas  pelo transporte em relação aos ganhos. Somente 18% dos usuários consideram que o transporte é bom.</p>
<p>Até o metrô, que era o meio com maiores índices de aprovação desde  2004, vem sofrendo queda na satisfação dos usuários. Enquanto o  porcentual de excelente/bom vem caindo, o de ruim/péssimo sobe a cada  ano.</p>
<p><span id="more-212"></span></p>
<p>Os ônibus administrados pela São Paulo Transporte (SPTrans), da  Prefeitura, apresentam os piores índices. Somente 40% aprovam o serviço,  enquanto no ano retrasado eram 59% dos entrevistados.</p>
<p>Os melhores meios, segundo a avaliação, ficaram para o Expresso  Tiradentes e o Corredor Metropolitano São Mateus-Jabaquara, via  exclusiva de ônibus entre a capital e o ABC.</p>
<p>A pesquisa ainda avaliou a educação dos usuários do transporte  público: 73% enxergam os usuários como pessoas que se comportam mal,  gerando sentimentos negativos no seu cotidiano. Além disso, os  resultados mostraram que situações de violência são uma constante a cada  dia, geradas pela falta de educação dos usuários e pela superlotação.  Segundo a pesquisa da ANTP, o abalo emocional causado por essas  situações “favorece o estresse coletivo”, resultando em brigas,  bate-bocas e vandalismo.</p>
<p>Outra pesquisa encomendada pelo jornal <em>O Estado de S. Paulo</em> ao Instituto Informa, publicada nesta quarta, 01, mostrou que o pior  problema do Metrô de São Paulo é a quantidade excessiva de passageiros  por vagão. Em segundo lugar, o preço da tarifa e, em terceiro, a escassa  quantidade de linhas. Ainda segundo a pesquisa do <em>Estado</em>, o  excesso de passageiros é o maior problema para 70,4% dos entrevistados.  Nesta, foram entrevistados 1.065 paulistanos entre 2 e 5 de dezembro.</p>
<p><em>Clique <a href="http://www.spressosp.com.br/wp-content/uploads/2012/02/pesquisa-transporte-sao-paulo-ANTP.pdf">aqui</a> e veja a pesquisa da ANTP</em></p>
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		<title>Pinheirinho: terreno pode não ter sido dos alemães; e Selecta não pagava IPTU desde 1982</title>
		<link>http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2012/01/31/pinheirinho-terreno-pode-nao-ter-sido-dos-alemaes-e-selecta-nao-pagava-iptu-desde-1982/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 18:14:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[irmãos Kubitzky]]></category>
		<category><![CDATA[Naji Nahas]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheirinho]]></category>
		<category><![CDATA[São José dos Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Selecta]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, publiquei uma história sobre uma possível origem do terreno do Pinheirinho, onde moravam as 1,6 mil famílias expulsas pela polícia e pela Guarda Civil de São José dos Campos. As terras teriam chegado às mãos da Selecta, de Naji Nahas, por caminhos bem tortuosos. A área seria propriedade de quatro irmãos alemães [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, publiquei uma história sobre uma possível origem do terreno do Pinheirinho, onde moravam as 1,6 mil famílias expulsas pela polícia e pela Guarda Civil de São José dos Campos. As terras teriam chegado às mãos da Selecta, de Naji Nahas, por caminhos bem tortuosos. A área seria propriedade de quatro irmãos alemães que teriam sido brutalmente assassinados e, sem deixar herdeiros. Por isso a propriedade teria ido parar na mão do Estado.</p>
<p>Essa versão circulou pela internet, com alguns historiadores corroborando a origem das terras do Pinheirinho. Na ocasião, a professora de história da Universidade do Vale do Paraíba (Univap) Valéria Zanetti de Almeida disse ter pesquisado e ouvido depoimentos de moradores antigos, que confirmavam a chacina dos irmãos Kubitzky.</p>
<p>Porém, após a divulgação desse fato, alguns historiadores começaram a levantar outras hipóteses da origem das terras. Na Fórum, também decidimos investigar a história.</p>
<p><span id="more-209"></span></p>
<p>Nesta segunda, 30, o repórter da <strong>Fórum</strong>, Igor Carvalho, que acompanhou toda a violência no despejo da população do Pinheirinho, voltou a São José dos Campos com a missão de encontrar os documentos que confirmassem os 100 anos de história do terreno.</p>
<p>Pois bem, aí vai o que os documentos mostram: Em 1959, o terreno chamado de Bairro do rio Comprido pertencia a Bechara Lahud. Em 10 de fevereiro de 1962, passou para os nomes de Paulo Lahud e Reston Lahud. Em 31 de março de 1975, para Reston Lahud. Em 27 de junho de 1978, Benedito Bento Filho comprou de Reston. E no dia 17 de dezembro de 1982, a área teria sido comprada pela Selecta, pertencente a Naji Nahas.</p>
<p>Com a falência do império de Nahas no final dos anos 1980, o terreno foi penhorado em 4 de dezembro de 1992. Porque desde a compra do terreno, a Selecta não pagava o IPTU, como explicou Denis Ometto, advogado do movimento dos moradores do Pinheirinho.</p>
<p>Os alemães Kubitzky assassinados em 1969, não aparecem na origem do Pinheirinho. Mas, de acordo com a apuração da Fórum, as terras dos irmãos fazem fronteira com o terreno e por isso a área é chamada de Bairro dos Alemães. Foi no Bairro dos Alemães, que cerca de 2 mil famílias ficaram abrigadas numa igreja após serem expulsas do Pinheirinho.</p>
<p>A <strong>Fórum</strong> ainda está apurando essa história, que ainda tem outros componentes que vão bater na operação Satiagraha.</p>
<p>A reportagem completa será publicada na edição de fevereiro da revista. O mais importante, porém, é que após a penhora, a prefeitura poderia ter tornado a área de interesse social. O que não ocorreu, mesmo com as famílias utilizando-a como moradia desde 2004.</p>
<p>Uma comissão nacional, intermediada pelo governo Lula, em 2006, para propor uma solução sequer foi recebida pela prefeitura de São José dos Campos. Na época, sob o comando do tucano Emanuel Fernandes.</p>
<p>Dessa história toda, nada justifica a violência e a falta de vontade política de governos em encontrarem uma solução para as famílias terem o direito à moradia digna.</p>
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		<title>Pinheirinho: da família Kubitzky ao Naji Nahas</title>
		<link>http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2012/01/24/pinheirinho-da-familia-kubitzky-ao-naji-nahas/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 22:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[família Kubitzky]]></category>
		<category><![CDATA[Naji Nahas]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheirinho]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde domingo, 22, o que se passa no Pinheirinho, em São José dos Campos, vem chocando qualquer pessoa que tenha um pouco de sensibilidade e bom senso. Cerca de 2 mil famílias expulsas da forma como foram é algo deprimente em 2012. Como podem tratar seres humanos como escória. Pelo menos, com a internet, milhares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde domingo, 22, o que se passa no Pinheirinho, em São José dos Campos, vem chocando qualquer pessoa que tenha um pouco de sensibilidade e bom senso. Cerca de 2 mil famílias expulsas da forma como foram é algo deprimente em 2012. Como podem tratar seres humanos como escória. Pelo menos, com a internet, milhares de vídeos, imagens e relatos denunciando a violência da operação puderam ser compartilhados pelo Twitter, Facebook, blogs. A indignação fez com que vários atos fossem convocados pelas redes. No domingo mesmo, cerca de 700 pessoas foram para a Avenida Paulista.</p>
<div id="attachment_203" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2012/01/kubitzky-naji-nahas.jpg"><img class="size-medium wp-image-203" title="kubitzky naji nahas" src="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2012/01/kubitzky-naji-nahas-300x177.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a><p class="wp-caption-text">A matéria que mostra o cruel assassinato dos irmãos Kubitzky (Reprodução: Blog Hum Historiador) </p></div>
<p>Das inúmeras informações publicadas, vou destacar uma que vi no blog <a href="http://umhistoriador.wordpress.com/2012/01/23/trucidamento-da-familia-kubitzky/" target="_blank">Hum Historiador </a>sobre a origem do terreno, onde as famílias moravam desde 2004. Notícia do jornal Folha de S. Paulo de 1 de julho de 1969 relata o brutal assassinato de quatro irmãos que eram os donos da área de cerca de 1 milhão de metros quadrados.</p>
<p><span id="more-202"></span></p>
<p>Os irmãos Kubitzky eram todos idosos e solteiros (Paul tinha 76, Arthur, 74, Erma, 72, e Frida Elsa, 68). O jornal diz que eles eram proprietários de mais de um milhão de cruzeiros em terras. Essa seria a principal suspeita do extermínio, já que não deixaram herdeiros. As terras foram parar na mão do Estado. Do Estado para o Naji Nahas, que dispensa apresentações. E, agora, que estava na mão do povo, o Estado devolveu para Naji Nahas, que teve ordem de prisão decretada na ocasião da Operação Satiagraha, pelo juiz Fausto de Sanctis.</p>
<p>Fato é que para ter as terras que serviam de moradia, cumprindo sua função social como prevê a Constituição, muitos crimes foram cometidos. O que acontece nesta semana são crimes contra os direitos humanos.</p>
<p>O pior da história é que muitas comunidades estão sendo expulsas em nome de revitalizações, operações e empreendimentos. Sem qualquer planejamento urbano ou respeito ao Estatuto das Cidades, e até mesmo aos seres humanos, quem está ditando as regras é a especulação imobiliária. Quero muito ver qual o destino que esse terreno terá daqui a alguns anos.</p>
<p>Será um novo condomínio? Por que não para as famílias do Pinheirinho?</p>
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<h1><span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">Desde domingo, 22, o que se passa no Pinheirinho, em São José dos Campos, vem chocando qualquer pessoa que tenha um pouco de sensibilidade. Cerca de 2 mil famílias expulsas da forma como foram é algo deprimente em 2012. Como podem tratar seres humanos como escória. Pelo menos, com a internet, milhares de vídeos, imagens e relatos denunciando a violência da operação puderam ser compartilhados pelo Twitter, Facebook, blogs. A indignação fez com que vários atos fossem convocados pelas redes. No domingo mesmo, cerca de 700 pessoas foram para a Avenida Paulista. </span></h1>
<h1><span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">Das inúmeras informações que chegaram até mim, vou destacar uma que vi no blog Hum Historiador sobre a origem do terreno, onde as famílias moravam desde 2004. Uma notícia publicada no jornal Folha de S. Paulo de 1 de julho de 1969 relata o brutal assassinato de quatro irmãos que eram os donos da área de cerca de 1 milhão de metros quadrados. </span></h1>
<h1><span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold;">Os irmãos <em><span style="font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;">Kubitzky eram todos idosos e solteiros (Paul tinha 76, Arthur, 74, Erma, 72, e Frida Elsa, 68). O jornal diz que eles eram proprietários de mais de um milhão de cruzeiros em terras. Essa seria a principal suspeita do extermínio, já que eles não deixaram herdeiros. As terras foram parar na mão do Estado. Do Estado para o Naji Nahas, que dispensa apresentações. E, agora, que estava na mão do povo, o Estado devolveu para Naji Nahas, que teve ordem de prisão decretada na ocasião da Operação Satiagraha, pelo juiz Fausto de Sanctis. </span></em></span></h1>
<h1><em><span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;">Fato é que para ter as terras que serviam de moradia, cumprindo sua função social como prevê a Constituição, muitos crimes foram cometidos. O que acontece nesta semana são crimes contra os direitos humanos. </span></em></h1>
<h1><em><span style="font-size: 12.0pt; font-weight: normal; mso-bidi-font-weight: bold; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;">O pior da história é que muitas comunidades estão sendo expulsas em nome de revitalizações, operações e empreendimentos. Sem qualquer planejamento urbano ou respeito ao Estatuto das Cidades, quem está ditando as regras é a especulação imobiliária. Quero muito ver qual o destino que esse terreno terá daqui a alguns anos. Será um novo condomínio? Por que não para as famílias do Pinheirinho? <span style="mso-spacerun: yes;"> </span></span></em></h1>
</div>
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		<title>Expedição vai cobrar justiça aos assassinatos de líderes Kaiowá-Guarani</title>
		<link>http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2011/12/28/expedicao-vai-cobrar-justica-aos-assassinatos-de-lideres-kaiowa-guarani/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 23:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas]]></category>
		<category><![CDATA[assasinatos]]></category>
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		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
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		<category><![CDATA[violência]]></category>

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		<description><![CDATA[Um grupo de profissionais de diferentes áreas, lideranças e militantes da causa indígena, junto com o Tribunal Popular, arrecadam doações para uma expedição ao território indígena Kaiowá-Guarani, no Mato Grosso do Sul. A ideia é levar uma equipe de 15 pessoas a diferentes aldeias. O objetivo é produzir relatórios e vídeos sobre as demandas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de profissionais de diferentes áreas, lideranças e militantes da causa indígena, junto com o Tribunal Popular, arrecadam doações para uma expedição ao território indígena Kaiowá-Guarani, no Mato Grosso do Sul. A ideia é levar uma equipe de 15 pessoas a diferentes aldeias. O objetivo é produzir relatórios e vídeos sobre as demandas da região, onde a violência é tão constante que já se fala em um processo de genocídio em curso ao povo Kaiowá-Guarani.</p>
<p>Nos últimos oito anos, foram 250 assassinatos de caciques e líderes indígenas. E nos últimos três anos, foram 13 professores indígenas mortos. A espedição pretende cobrar justiça pelos assassinatos e perseguições e ainda cobrar a demarcação das terras, cuja demora é apontada como um dos motivos da violência. Portaria da Funai de 2008 já prevê a demarcação.</p>
<p>Os idealizadores da expedição pretendem arrecadar R$36 mil para as despesas. Até agora, já conseguiram R$16 mil. Faltam R$ 20 mil até 9 de janeiro. Eles cadastraram o projeto no <a href="http://catarse.me/pt/guidelines" target="_blank">Catarse</a>. Para ajudar a expedição, clique <a href="http://catarse.me/pt/projects/492-expedicao-ao-territorio-kaiowa-guarani-cacique-marcos-veron-tekoha-nhe-e-ayvu-arandu" target="_blank">aqui.</a></p>
<p><span id="more-197"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mega Não produz vídeo contra censura de conteúdo na internet</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 20:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ACTA]]></category>
		<category><![CDATA[AI-5 Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[SOPA]]></category>
		<category><![CDATA[vídeo-montagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O Movimento Mega Não fez um vídeo-montagem em defesa da liberdade na internet. O Mega Não reúne ativistas que lutam contra a censura de conteúdos na rede. Durante o Festival de Cultura Digital, que ocorreu no Rio de Janeiro, na semana passada, eles fizeram uma ação com cartazes contra o SOPA (Stop Online Piracy Act, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Movimento <a href="http://meganao.wordpress.com/" target="_blank">Mega Não</a> fez um vídeo-montagem em defesa da liberdade na internet. O Mega Não reúne ativistas que lutam contra a censura de conteúdos na rede.</p>
<p>Durante o Festival de Cultura Digital, que ocorreu no Rio de Janeiro, na semana passada, eles fizeram uma ação com cartazes contra o SOPA (Stop Online Piracy Act, projeto de lei dos Estados Unidos que dá poder às indústrias de copy right controlar o conteúdo da internet), ACTA (Acordo Comercial Anticontrafação), o AI-5 Digital (PL 84/99, patrocinado pelo Deputado Eduardo Azeredo) e a quebra da neutralidade na rede.</p>
<p>Se projetos como esses forem aprovados, atividades como troca de arquivos, peer-to-peer e o uso honesto de trabalhos com copyright, como postagens em um blog pessoal, poderão ser crimes. Ou seja, a internet deixará de ser como a conhecemos hoje.</p>
<p><span id="more-193"></span></p>
<p><object width="640" height="360"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/PhzmVTn7faI?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/v/PhzmVTn7faI?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Leia também:</strong><br />
<strong><a href="http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9437">A nova sociedade do compartilhamento</a></strong> </p>
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		<title>Outras histórias do Festival de Cultura Digital</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 22:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura digital]]></category>
		<category><![CDATA[Festival Internacional CulturaDigital.Br]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Gil]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Voadora]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminou no último domingo, a terceira edição do Festival de Cultura Digital.Br. Foram três dias de muitas trocas. É incrível como tem muita gente pensando novos conceitos de tecnologias sociais, colaboração, horizontalidade e construindo algo diferente da lógica de mercado e do lucro. Houve desde oficinas sobre como utilizar os softwares livres, como criar sites [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou no último domingo, a terceira edição do <a href="http://culturadigital.org.br/" target="_blank">Festival de Cultura Digital.Br</a>. Foram três dias de muitas trocas. É incrível como tem muita gente pensando novos conceitos de tecnologias sociais, colaboração, horizontalidade e construindo algo diferente da lógica de mercado e do lucro. Houve desde oficinas sobre como utilizar os softwares livres, como criar sites em wordpress, como montar uma rádio livre sem usar softwares proprietários, sobre os novos movimentos políticos que questionam a democracia representativa. No festival, também se discutiu como os governos podem promover a participação, disponibilizando os dados em códigos abertos para a população.</p>
<div id="attachment_185" class="wp-caption alignnone" style="width: 624px"><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/Lanchonete.jpg"><img class="size-large wp-image-185" title="Lanchonete" src="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/Lanchonete-1024x574.jpg" alt="" width="614" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Lanchonete montada no MAM: brincando com o Creative Commons</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-184"></span></p>
<p>O formato do festival teve tudo a ver com tudo isso, houve algumas palestras, mas os principais debates eram “desconferências”, onde as pessoas sentavam e passavam o microfone, aberto para todos.</p>
<div id="attachment_186" class="wp-caption alignnone" style="width: 624px"><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/Yochai-Benkler-e-Gilberto-Gil.jpg"><img class="size-large wp-image-186 " title="Yochai Benkler e Gilberto Gil" src="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/Yochai-Benkler-e-Gilberto-Gil-1024x574.jpg" alt="" width="614" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Yochai Benkler e Gilberto Gil, na abertura do Festival </p></div>
<p>O festival terminou com a <a href="http://www.orquestravoadora.com.br/site/index.html" target="_blank">Orquestra Voadora</a> tocando no gramado do Museu de Arte Moderna (MAM).</p>
<p><object width="640" height="360"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/bpB8Q80JK3M?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/bpB8Q80JK3M?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="640" height="360"><param name="movie" value="https://www.youtube.com/v/Lr2E2GiuxhQ?version=3&amp;hl=en_US"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="https://www.youtube.com/v/Lr2E2GiuxhQ?version=3&amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="360" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Enquanto o Ônibus Hacker transmitia a final do Campeonato Brasileiro, atividade, que obviamente, teve muito público, o show do maestro pernambucano Spok, da Spok Frevo Orquestra, com o sertanejo Josildo Sá, sacudiu a galera, que dançou frevo até o fim, num clima woodstoquiano.</p>
<div id="attachment_187" class="wp-caption alignnone" style="width: 624px"><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/show-de-encerramento.jpg"><img class="size-large wp-image-187 " title="show de encerramento" src="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/wp-content/uploads/2011/12/show-de-encerramento-1024x574.jpg" alt="" width="614" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Show de encerramento: A revolução do frevo</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2011/12/06/ocupa-rio-e-os-conflitos-das-cidades/" target="_blank"><strong>Ocupa Rio e os conflitos das cidades</strong></a></p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/blogdascidades/2011/12/03/onibus-hacker-muitas-ideias-vao-circular-por-ai/" target="_blank"><strong>Ônibus Hacker: muitas idéias vão circular por aí</strong></a></p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/12/03/a-vaia-e-um-nao-nos-representa-para-uma-carta-de-ana-de-hollanda/" target="_blank"><strong>A vaia e um não nos representa para uma carta de Ana de Hollanda</strong></a></p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9624/festival-no-rio-discute-os-novos-movimentos-de-ocupacoes-no-mundo" target="_blank"><strong>Festival no Rio discute os novos movimentos de ocupações no mundo</strong></a></p>
<p><a href="http://www.revistaforum.com.br/conteudo/detalhe_noticia.php?codNoticia=9616/festival-internacional-reune-ideias-e-experiencias-da-cultura-digital-no-rio" target="_blank"><strong>Festival internacional reúne ideias e experiências da cultura digital no Rio</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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