Castells diz que Dilma foi a primeira líder mundial a ouvir as demandas das ruas

Renato Rovai
Por Renato Rovai junho 30, 2013 01:16

O sociólogo Manuel Castells é o maior especialista em sociedade de redes. E um dos que mais têm se dedicado a entender os novos movimentos sociais planetários. A revista Isto É desta semana publica uma entrevista com ele abordando as grandes manifestações brasileiras. Trata-se de uma entrevista muito elucidativa e por isso a  republico aqui com alguns destaques em negrito. A foto que estou usando como ilustração é dos parceiros do Mídia Ninja.

por Daniela Mendes

ISTOÉ – O sr. estava no Brasil quando ocorreram os primeiros protestos em São Paulo. Podia imaginar que eles tomariam essa proporção?

MANUEL CASTELLS – Ninguém podia. Mas o que eu imaginava, e pesquisei durante vários anos, é que a crise de legitimidade política e a capacidade de se comunicar através da internet e de dispositivos móveis levam à possibilidade de que surjam movimentos sociais espontâneos a qualquer momento e em qualquer lugar. Porque razões para indignação existem em todos os lugares.

ISTOÉ – O Brasil reduziu muito a desigualdade social nos últimos anos e tem pleno emprego. Como explicar tamanho descontentamento?
MANUEL CASTELLS – A juventude em São Paulo foi explícita: “Não é só sobre centavos, é sobre os nossos direitos.” É um grito de “basta!” contra a corrupção, arrogância, e às vezes a brutalidade dos políticos e sua polícia.
ISTOÉ – Faz sentido continuar nas ruas se os problemas da saúde e da educação não podem ser resolvidos rapidamente, como o das passagens de ônibus?
MANUEL CASTELLS – Em primeiro lugar, o movimento quer transporte gratuito, pois afirma que o direito à mobilidade é um direito universal. Os problemas de transporte que tornam a vida nas cidades uma desgraça são consequência da especulação imobiliária, que constrói o município irracionalmente, e de planejamento local ruim, por causa da subserviência dos prefeitos e suas equipes aos interesses do mercado imobiliário, não dos cidadãos. Além disso, por causa da mobilização, a presidenta Dilma Rousseff também está propondo novos investimentos em saúde e educação. Como leva muito tempo para obter resultados, é hora de começar rapidamente.
ISTOÉ – A presidenta Dilma agiu corretamente ao falar na tevê à nação, convocar reuniões com governadores, prefeitos e manifestantes para propor um pacto?
MANUEL CASTELLS – Com certeza, ela é a primeira líder mundial que presta atenção, que ouve as demandas de pessoas nas ruas. Ela mostrou que é uma verdadeira democrata, mas ela está sendo esfaqueada pelas costas por políticos tradicionais. As declarações de José Serra (o ex-governador tucano criticou as iniciativas anunciadas pela presidenta) são típicas de falta de prestação de contas dos políticos e da incompreensão deles sobre o direito das pessoas de decidir. Os cargos políticos não são de propriedade de políticos. Eles são pagos pelos cidadãos que os elegem. E os cidadãos vão se lembrar de quem disse o quê nesta crise quando a eleição chegar.
ISTOÉ – Como comparar o movimento brasileiro com os que ocorreram no resto do mundo?
MANUEL CASTELLS – Houve milhões de pessoas protestando dessa forma durante semanas e meses em países de todo o mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de mil cidades foram ocupadas entre setembro de 2011 e março de 2012. A diferença no Brasil é que uma presidenta democrática como Dilma Rousseff e um punhado de políticos verdadeiramente democráticos, como Marina Silva, estão aceitando o direito dos cidadãos de se expressar fora dos canais burocráticos controlados. Esse é o verdadeiro significado do movimento brasileiro: ele mostra que ainda há esperança de se reconectar instituições e cidadãos, se houver boa vontade de ambos os lados.
ISTOÉ – O que é determinante para o sucesso desses movimentos convocados pela internet?
MANUEL CASTELLS – Que as demandas ressoem para um grande número de pessoas, que não haja políticos envolvidos e que não haja líderes manipulando. Pessoas que se sentem fortes apoiam umas às outras como redes de indivíduos, não como massas que seguem qualquer bandeira. Cada um é seu próprio movimento. A brutalidade policial também ajuda a espalhar o movimento através de imagens na internet difundidas por telefones celulares.
ISTOÉ – Por que tantos protestos acabam em saques e depredações? Como evitar que marginais se aproveitem do movimento?MANUEL CASTELLS – Há violência e vandalismo na sociedade. É impossível preveni-los, embora os movimentos em toda parte tentem controlá-los porque eles sabem que a violência é a força mais destrutiva de um movimento social. Às vezes, em alguns países, provocadores apoiados pela polícia criam a violência para deslegitimar o movimento.
ISTOÉ – Como a polícia deve agir?
MANUEL CASTELLS – Intervir de forma seletiva, com cuidado, profissionalmente, apenas contra os provocadores e os grupos violentos. Nunca, nunca disparar armas letais, e se conter para não bater indiscriminadamente em manifestantes pacíficos. A polícia é uma das razões pelas quais as pessoas protestam.
ISTOÉ – A ausência de líderes enfraquece o movimento?
MANUEL CASTELLS – Pelo contrário, este é o vigor do movimento. Todo mundo é o seu próprio líder.

ISTOÉ – Mas isso não inviabiliza a negociação com a elite política?
MANUEL CASTELLS – Não, a prova disso é que a presidenta Dilma Rousseff se reuniu com alguns representantes do movimento.

ISTOÉ -Qual é a grande força e a grande fraqueza desses movimentos?
MANUEL CASTELLS -A grande força é que eles são espontâneos, livres, festivos, é uma celebração da liberdade. A fraqueza não é deles, a fraqueza são a estupidez e a arrogância da classe política que é insensível às demandas autônomas de cidadãos.
ISTOÉ – No Brasil, partidos políticos foram banidos das manifestações e há quem enxergue nisso o perigo de um golpe. Faz sentido essa preocupação?
MANUEL CASTELLS – Não há perigo de um golpe de Estado. Os corruptos e antidemocráticos já estão no poder: eles são a classe política.
ISTOÉ – Como resolver a crise de representatividade da classe política?
MANUEL CASTELLS – Com reforma política, com uma Assembleia Constituinte e um referendo. A presidenta Dilma Rousseff está absolutamente certa, mas, nesse sentido, ela será destruída por sua própria base.
ISTOÉ – Essas manifestações articuladas através das redes sociais demandam uma nova forma de participação dos cidadãos nos processos de decisão do Estado? Qual?
MANUEL CASTELLS – Sim, esta é a nova forma de participação política emergente em toda parte. Analisei este mundo em meu livro mais recente.

ISTOÉ – O que há em comum entre os movimentos sociais contemporâneos?
MANUEL CASTELLS – Redes na internet, presença no espaço urbano, ausência de liderança, autonomia, ausência de temor, além de abrangência de toda a sociedade e não apenas um grupo. Em grande parte os movimentos são liderados pela juventude e estão à procura de uma nova democracia.

ISTOÉ - O movimento Occupy, nos EUA, foi derrotado pela chegada do inverno. Que legado deixou?
MANUEL CASTELLS – Deixou novos valores, uma nova consciência para a maioria dos americanos.
ISTOÉ – Os Indignados espanhóis conseguiram alguma vitória?
MANUEL CASTELLS -Muitas vitórias, especialmente em matéria de direito de hipoteca e despejos de habitação e uma nova compreensão completa da democracia na maioria da população.

ISTOÉ – Que paralelos o sr. vê entre o movimento turco e o brasileiro?
MANUEL CASTELLS – São muito similares. São igualmente poderosos, mas a Turquia tem um primeiro-ministro fundamentalista islâmico semifascista e o Brasil, uma presidenta verdadeiramente democrática. Isso faz toda a diferença.
ISTOÉ - Acredita que essa onda de protestos se espalhará para outros países da América Latina?
MANUEL CASTELLS – Há um movimento estudantil forte no Chile, e embriões surgindo na Colômbia, no México e no Uruguai.
ISTOÉ – Países que controlam a internet, como a China, estão livres dessas manifestações?
MANUEL CASTELLS –  Não, isso é um erro da imprensa ocidental. Há muitas manifestações na China, também organizadas na internet, como a da cidade de Guangzhou (no sul do país), em janeiro passado, pela liberdade de imprensa (o editorial de um jornal foi censurado e isso motivou as primeiras manifestações pela liberdade de expressão na China em décadas. Pelo menos 12 pessoas foram detidas, acusadas de subversão).
ISTOÉ – Como o sr. vê o futuro?
MANUEL CASTELLS – Eu não gosto de falar sobre o futuro, mas acredito que ele será mais brilhante agora porque as sociedades estão despertando através desses movimentos sociais em rede.

Comentários

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Renato Rovai
Por Renato Rovai junho 30, 2013 01:16
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23 Comentários

  1. Maria Joaquina Moura Pinto junho 30, 10:37

    Muito boa entrevista, informativa e educativa, mas não para se engolir e sim para refletir. Nunca devemos perder o senso critico. Há mensagens literamente claras e outras subentendidas como em qualquer texto. O leitor é que se decida..

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  2. Otávio junho 30, 12:37

    A leitura do Castells sobre os acontecimentos no Brasil é rasa e absurda. É simplesmente um absurdo falar que Dilma Rousseff é uma “presidenta democrática”, “[assim como] um punhado de políticos verdadeiramente democráticos, como Marina Silva, [que] estão aceitando o direito dos cidadãos de se expressar fora dos canais burocráticos controlados”. Os protestos nas ruas cresceram apesar de tudo: da falta de diálogo com prefeitos/governadores/presidenta e da alta repressão policial. A presidenta não respeita sequer o direito constitucional dos indígenas de serem consultados sobre as obras que serão feitas em suas terras. Dilma Rousseff é a antítese do diálogo com as organizações da sociedade civil e uma aliada do poder econômico no Brasil (ruralistas, empreiteiras, mineradoras etc.). A raiz da nossa crise de representatividade na política é exatamente a falta de espaço para democracia direta e as relações espúrias entre políticos e iniciativa privada. Ela faz parte disso! Como assim falar que ela é democrática? Só porque AGORA ela resolveu receber movimentos sociais como Passe Livre, Movimento dos Trabalhadores Sem Teto e outros?

    Ser chapa branca não é ser de esquerda! A IstoÉ, como revistinha governista, só poderia ter publicado uma matéria assim!

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    • Regina julho 3, 01:32

      Concordo no absurdo em falar que a Dilma é democrata e ouve a voz das ruas, ela diz que ouve…mas suas atitudes de reação são atrapalhadas e infantis, ela nem sabe o que diz!
      Quanto as outras interpretações, o autor tem uma clareza admirável!

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  3. MariAngela junho 30, 12:43

    Excelente entrevista. Discordo da inserção da foto mostrando depredação em detrimemento de tantas imagens lindas das manifestações.

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  4. Vania Dantas Pinto junho 30, 13:06

    Belíssima entrevista, elucidativa!

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  5. Roberto Silveirqa junho 30, 13:19

    Excelente o Castells. O povo brasileiro vai compreender o sentido destas manifestações com o tempo e terá descoberto o seu empodeiramento. As instituiçoes que funcionam mal, irão aos poucos deixando de serem necessárias e sento esquecidas pelo povo, sem briga, sem luta, na paz, na não violência. com na India de Gandhi. É momento de festa porque os movimentos são simpaticos a todos que nao puderam comparecer la. 80% da população apoia. É momento de festa e regozijo por parte de toda a população. Quem tem medo são apenas os corruptos, fascistas, antidemocrátas, porque estarão vendo os seus privilégios e benesses sendo escorridos pelo ralo como água suja e desnecessária. A sociedade vai mudar e mudar para melhor, não tenhamos medo. Vai levar um bom tempo, mas mudará! A TERCEIRA INVENÇÃO DA DEMOCRACIA ESTARÁ CHEGANDO EM TODOS OS PAISES. VIVA!!!

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  6. Leila Stein junho 30, 13:31

    Castels veio ao Brasil nos anos 60. Veio dar um curso de metodologia em Sociologia. Vieram sociologos de todos os cantos e adoramos. Nunca mais fomos os mesmos. Acompanhamos seus livros recentes e ele é muuito bom. Sorte nossa que ele estava por aqui nesse junho.

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  7. Artur junho 30, 14:58

    Só queria por uma aspa nesse post. Os protestos contra o aumento de passagem começaram em Porto Alegre, e não em são Paulo. São Paulo só é mais visada pela mídia, mas as manifestações começaram em POA – Porto Alegre.

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  8. Maria Claudia Alves de S Regis junho 30, 15:44

    Vou comentar um trecho que diz algo em que sempre acreditei ” a consciência coletiva” que indica que o melhor é juntar nossas forças:
    ISTOÉ – A ausência de líderes enfraquece o movimento?
    MANUEL CASTELLS – Pelo contrário, este é o vigor do movimento. Todo mundo é o seu próprio líder.
    E acrescento a partir do momento que a mentalidade do homem muda, tudo muda, a sociedade muda, pois as ações, as atitudes e os valores serão renovados por uma conscientização global.

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  9. Fernando Roberto de Freitas Almeida junho 30, 19:41

    Importante enfatizar o caráter democrático do governo, quando se vê a forma como os principais meios de comunicação propagam a ideia de que qualquer forma de regulamentação, às vezes até meras respostas a lacunas da Constituição de 1988, são atitudes autoritárias, cerceadoras da liberdade de expressão.
    O comportamento das polícias frente aos manifestantes, bastante truculento na segunda onda de ocupação das ruas, aconteceu justamente depois que editoriais da grande imprensa cobraram a violência policial.

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  10. clelia sampaio julho 1, 00:02

    é importante divulgar comentários como o do castells, porque a oposição, que também é muito culpada pela atual situação política brasileira, está procurando jogar tudo nas costas da presidenta dilma e dos petistas – governantes anteriores, que privatizaram e acobertaram corrupção, ficam dando receitas, como se fossem perfeitos democratas – este resultado tem o dedo deles, também.

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  11. Nair Ribas D avila julho 1, 01:50

    Não consegui ler o texto todo, após o titulo da materia. Tentei, mas nao encontrei nada de substancial.Parece que o comentarista não percebe absolutamente a realidade brasielira. VEM PRA RUA, VEM!!!!

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  12. katia gabeto martinez julho 1, 02:54

    Lucidez .Muito bom.Om Sai Ram

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  13. Rocco julho 1, 08:23

    Manuel Castells apoiou o que havia de mais à direita na última eleição para a prefeitura de sua cidade, Barcelona.

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  14. Ana Matilde julho 1, 14:11

    Me parece que este senhor tem uma visão bastante clara das mudanças que estão ocorrendo na capacidade de percepção das populações, digamos assim. Daí essas manifestações que, parecendo abranger “tudo”, apontam com exatidão para o cansaço diante do agravamento dos problemas, sempre os mesmos.

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  15. Wison Mellinger julho 1, 14:17

    Gostei muito! Era o que estava faltando. Uma pessoa capacitada para fazer uma análise de profundidade e não só superficial como faz a imprensa em geral, presa ao sensasionalismo e influindo negativamente grande parte da população. É preciso ser inteligente , cuidadoso e vencer a alienação crônica de nossa atraso cultural para não recairmos em armadilhas de soluções imediatas de políticos oportunistas que neste momento afloram como milagreiros! Precisamos de reformas de base e principalmente da política, que é o carro chefe da corrupção, em cujo fisiologismo partidário carrega novos adeptos do toma lá dá cá, da infidelidade partidária e do financiamento de campanha, que já compromete antecipadamente os futuros eleitos. Etc…

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  16. Antonio Assiz julho 2, 15:18

    Realmente extraordinária reflexão do Castells. Acredito que a força propulsora desta revolução é forte o bastante para mudar a política e nossa sociedade e por isso entendo que temos que ter a coragem de participar desta mudança ajudando a construir este “novo”. Nossa presidenta tem princípios democráticos que se fortalecerão!

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  17. Italino Borssatto julho 6, 12:33

    Há dois equívocos:
    1- Na segunda pergunta, a revista afirma estarmos em pleno emprego. Como pleno emprego, se temos quase 1/4 da população vivendo de bolsa. Esses, com toda certeza não estão empregados. Conclui-se, que estamos com mais de 30% de pessoas desempregadas.
    2 – O Sr. Castells está equivocado com o espírito democrático da presidente. Mais ela pulou de medo dos movimentos, mas não está correta na inteepretacãoi.

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  18. Juliano Botelho julho 7, 23:23

    A ISTO É se comporta como a Veja! Só que de lado oposto, ou seja, o importante é competir pelo espólio! Com políticos e esse tipo de imprensa…que Deus se apiede de nós! A Isto é e a Veja deveriam se envergonhar!

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  19. Messias Franca de Macedo julho 10, 23:26

    … Não recordo o nome de uma pessoa influente que, recentemente, afirmou: “Eu estou cada vez mais convencido de que a raiz desses últimos – e recorrentes(!) – movimentos de protestos decorre do sentimento de machismo ainda arraigado na sociedade brasileira!…”

    Lamento não recordar o nome do autor desta formulação! No entanto, concordo integralmente com a tese!…

    EM TEMPO: lembremos de uma mulher que, ainda muito jovem, foi presa e, covardemente, torturada nos porões sórdidos, espúrios e indecoroso do DOPS e de outras masmorras dos militares golpistas de 1964! Essa mulher resistiu de maneira altiva, destemida e de modo exemplar! Essa mulher de brio, coragem e competência é confiável e tem compromisso com o povo e a nação brasileira!… Sim: o nome dela é Dilma! Dilma Vana Rousseff, a Magnífica presidente do Brasil!… Pensemos nos interesses inconfessáveis que querem afastá-lo do comando do nosso país! A natureza abjeta dessa gente! Pensemos!…

    BRASIL (QUASE-)NAÇÃO [depende de nós enquanto ações e reações!]
    Bahia, Feira de Santana
    Messias Franca de Macedo

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    • Messias Franca de Macedo julho 10, 23:40

      errata: … Sim: o nome dela é Dilma! Dilma Vana Rousseff, a Magnífica presidente do Brasil!… Pensemos nos interesses inconfessáveis que querem afastá-la do comando do nosso país! A natureza abjeta dessa gente! Pensemos!…

      Muito obrigado.

      Respeitosas saudações democráticas, progressistas, civilizatórias, nacionalistas, antigolpistas e antifascistas,

      BRASIL (QUASE-)NAÇÃO [depende de nós enquanto ações e reações!]
      Bahia, Feira de Santana
      Messias Franca de Macedo

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      • Messias Franca de Macedo julho 11, 00:35

        … O PIBinho do PIG agradece ao empenho do ‘peleguismo de boa-fé’ (sic)…

        EM TEMPO DE GOLPISMO ‘PRA TODOS OS LADOS’(!): DIREITONA, “ESQUERDA”! “Marcha, vou ver!”…

        Os telejornais do PIG já apresentaram ao dileto público as vaias [absurdamente] recebidas pela presidente do Brasil! Vaias desferidas por ‘prefeitins’, numa cerimônia oficial na qual a presidente Dilma Rousseff anunciou o aumento dos repasses financeiros para os municípios! A tese está corroborada, mais uma vez: “Estamos cada vez nos convencendo de que a raiz desses últimos – e recorrentes(!) – movimentos de protestos decorre do sentimento de machismo ainda arraigado na sociedade brasileira!…”

        EM TEMPOS GOLPISTAS: que tal uma *auditoria/sindicância em todas as administrações municipais desse ‘país de nós bananas’?!… A maioria desses, no mínimo, mal-educados(as) ‘prefeitins’ iria vaiar ‘solenemente’ a quem se ousasse a encaminhar, publicamente, esse encaminhamento!…
        *auditoria/sindicância acompanhada pela gloriosa Polícia Federal e a Controladoria Geral da República…

        ALVÍSSARAS! A presidente Dilma Rousseff, após os abomináveis apupos, afirmou: “Os senhores e as senhoras são prefeitos(as), e eu sou a presidenta da República do Brasil! Portanto, nós gestores, sabemos que não há soluções mágicas na administração pública! Boa noite!”

        República de ‘Nois’ Bananas
        Bahia, Feira de Santana
        Messias Franca de Macedo

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