EUA reforçam segurança na fronteira com MéxicoMedida faz parte do planejamento do Presidente Barack Obama de aumentar a força militar que atua nas fronteiras do país. Estima-se que, até o final do ano, cerca de 1.200 soldados sejam enviados ao Arizona.[26 de julho de 2010 - 16h33]
Os soldados da Guarda Nacional estadunidense começarão a chegar à fronteira com o México em 1º de agosto como parte do plano do Presidente Obama para aumentar a segurança fronteiriça. O governo prometeu enviar até 1.200 soldados da Guarda Nacional a esta área durante um ano. Quase a metade da força da Guarda Nacional irá ao Arizona.
Alan Bersin, comissário do Escritório de Alfândega e Proteção de Fronteiras, disse: "A Guarda Nacional se encontra ali para apoiar os esforços para aplicar as leis, não para aplicar as leis diretamente. Não para enfrentar-se, a menos que devam fazer frente a uma ameaça particular. Assim que se trata de apoiar a aplicação da lei. A Guarda Nacional fez sumamente bem no passado e confiamos em que o volte a fazer nesta ocasião". Por outra parte, em notícias do México, o Washington Post informa que granadas fabricadas nos Estados Unidos que foram enviadas à América Central durante as décadas de 80 e 90 agora estão sendo utilizadas por cartéis de drogas mexicanos. Neste último ano houve mais de 72 ataques com granada no México, entre eles ataques contra comboios da polícia e funcionários públicos. A maioria das granadas provinha de El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua, países para onde os Estados Unidos enviaram centenas de milhares de granadas de mão na década de 80 e em princípios de 90. Uma das granadas de mão mais comum encontrada no México é a M67, fabricada pelos Estados Unidos. Entre 1980 e 1993, os governos de Reagan e Bush enviaram aproximadamente 266.000 granadas M67 a El Salvador. Em outras notícias da América Latina, um ativista afrocolombiano chamado Jair Murillo foi assassinado no sábado 17, um dia antes de participar em uma marcha liderada pelos grupos desalojados internamente na Colômbia. O Escritório de Washington para América Latina informa que a organização de Murillo era uma das varias agrupações afrocolombianas que recentemente receberam ameaças de morte de uma organização paramilitar chamada Águias Negras. * Do Adital.org.br / Fotos: Flickr |
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