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Assassinato
de Celso
Daniel Opinião 27/01 16:26De: Marta Guerra Assino em baixo do artigo sobre o crime político. No Brasil, eles são a manifestação dos estertores daqueles que não querem largar o poder, e que são perigosos para a Democracia. Aliás, segundo Nietzsche, há dois tipos de pessoas perigosas para uma nação: os que têm demais, e os que não têm nada. Os que têm demais, como nossas elites, são capazes de tudo para não perder o poder. E os que não têm nada - palestinos, irlandeses católicos, etc... - por não terem nada a perder, também estão dispostos a tudo. Os dois extremos devem ser evitados. Acrescente-se a isso a ingerência norte-americana nos países que eles querem que permaneçam satélites, como o nosso, e temos aí o caldo ideal para a germinação do caos. Cabe a nós lutar por uma outra realidade. 26/01 18:09 De: Lilian Prezado Colega, Preciso escrever aqui o desespero que me causou o assassinato de Celso Daniel e também o meu total acordo à suas palavras. Eu não entendo meu pais, não entendo as pessoas que o governam e muito menos a imprensa que segue de olhos fechados estas "cartas" que foram enviadas. Sempre tentei mostrar para os francês que o Brasil não é aquilo que ele pensa mas cheguei à conclusão que sou eu que não sei em que pais eu moro! Não sei mais... Como podemos acreditar que estes crimes foram cometidos pelo "crime organizado", por um "movimento de esquerda radical" ou por "policiais corruptos". Quem acredita nisto? Pois estava escrito na Veja e na Istoé! Talvez não tenha sido uma boa idéia ter vindo viver na Europa... E agora para voltar para um pais onde o poder corrupto mata aqueles que amam nosso pais e todos acreditam que foi o traficante da esquina que é responsável de tudo isso????? Como? 26/01 13:20 De: Felipe Silva Eu concordo. Acho que a luta contra a Violência (explícita) Invisível deve ser uma constante. A Fome, o Desemprego, O Emprego de Baixa Qualidade, Os Salários Baixos, Educação de Baixa Qualidade, Polícia Revistando Jovens nas Ruas, Jovens Guardando Carro nas Ruas, etc... A Rota é a Educação, a construção de uma Cultura de Paz. Esta deverá ser a Rota, Educação nas Ruas, na TV, nas Escolas. Nada de Demagogia Barata... Acho que o Tema Violência Invisível deveria ser o tema do Fórum. A luta não pode ser episódica. Parabéns, 26/01 01:28 De: Luciana Tonelli "Astuto, o capitalismo socializa a beleza, para camuflar a privatização do pão, aqui todos são livres para falar, não para comer, livres para transitar, não para comprar a passagem, livres para votar, não para interferir no PODER"...(Frei Beto) Regina, Realmente, o Frei Betto disse tudo. É o que a gente sente, ao se manifestar na Internet ou em qualquer outro espaço. Foi a primeira vez que fiz isso, e bateu aquela sensação de "pra quê, não vai levar a nada". Ainda mais depois de alguém considerar a manifestação de idéias como um caso de "fogueira das vaidades" (talvez por ter sido assinada; queria dar autenticidade ao papo, mas já entendi que esse espaço não precisa disso.) O Antônio pede que "sejamos práticos", e diz que as críticas do editor parecem coisa da cadeira de "EPB". Puxa, quem me dera ter tido uma cadeira de EPB como essa! Sou de uma geração que viveu o desmonte do ensino promovido pela ditadura e não aprendeu muita coisa nas instituições por onde passou. Uma geração com horror ao discurso político, à reflexão. Gente "prática" não no sentido que Antônio reivindica, mas no mau sentido. Está cheio de jornalista "prático" por aí, gente que não suporta ouvir qualquer coisa que cheire a ideologia. "Sim, mas e daí?", eles logo detonam. No entanto, isso não significa que estejam cuidando da comunidade. E além do mais, cuidar da comunidade, mesmo em um sentido prático, pode significar entrar em contato direto com o crime organizado e ter que negociar com ele. Ter que enfrentar uma grande questão ideológica. Enfim, acredito que estamos apenas começando a debater idéias, a dar mais atenção ao discurso, e isso é fundamental para a formação de uma consciência crítica no país. Uma questão "teórica" que com certeza influi na "prática". Apesar da impotência que todo brasileiro sente, precisamos elaborar nosso pensamento e democratizar a comunicação, para que as pessoas não mais se deixem enganar por más políticas... 25/01 10:21 De: VERA LÚCIA M. RAMOS O CRIME, NO MEU ENTENDIMENTO, É POLÍTICO, PORÉM PASSA TAMBÉM PELA QUESTÃO DO NARCOTRÁFICO. O TONINHO DO PT ESTAVA TRABALHANDO CONTRA A MANUTENÇÃO DO NARCOTRÁFICO QUE SE SEDIOU EM CAMPINAS. RESULTADO FOI ASSASSINADO. O MESMO OCORRE COM TODOS OS POLÍTICOS DO PT E DOS DEMAIS PARTIDOS DE ESQUERDA NO PAÍS QUE OUSAREM TRABALHAR CONTRA ESSES TRAFICANTES. NÃO RESTA DÚVIDA QUE OS DEMAIS SEGUIMENTOS DO PODER ESCUSO ESTÃO ALIADOS, INCLUSIVE ALGUNS SEGUIMENTOS QUE NÃO QUEREM PERDER O PODER. O PIOR É QUE O POVO BRASILEIRO PREFERE OLHAR PARA OS PODEROSOS COMO UMA ESPÉCIE DE DEUS NA TERRA, RESQUÍCIO DA CULTURA IMPERIALISTA, ONDE O SOBERANO ERA TIDO COMO DEUS. NO MEU ENTENDIMENTO O GOVERNO DEVE TRATAR COM MAIS SERIEDADE A QUESTÃO. A POPULAÇÃO EM GERAL DEVE SER DESARMADA E OS POLICIAIS DEVEM SER REORIENTADOS E SUAS AÇÕES VISTAS COM MAIOR RIGOR. DEIXAR DE VER A FARDA COMO SEU ESPAÇO DE PODER, E SIM COMO EXERCÍCIO DA MANUTENÇÃO DA ORDEM E SEGURANÇA NACIONAL. 24/01 16:11 De: Cristovão Abrantes Este é o país da vergonha da anti-0rganização aplaudida em praça pública que contrapõem à verdade e que cresce a cada dia, juntamente, com a ignorância da nossa população que absorve só as primeiras impressões e esquecem facilmente, ou às vezes nem conseguem perceber as manobras dos governos em nosso País. Se isso continuar e não for rebatido de uma forma dura, muitas pessoas desacreditarão nas possibilidades de uma vida mais digna para milhares de pobres que encontram-se disputando a fome de cada dia. E para agravar ainda mais o quadro de desrespeito aos brasileiros líderes de movimentos populares são assassinados e nada é feito. 24/01 16:06 De: Mauri Antonio da Silva É isso aí, o terrorismo do Estado está aí implantado, com a repressão oficial contra os sem-terra, com milhares de agentes trabalhando na agência brasileira de informações, o SNI reatualizado. De fato pouco se pode esperar de uma estrutura estatal montada para reprimir duramente os movimentos dissidentes no país. Muito menos de um presidente conivente com tudo isto,e o maior responsável pela violência que aumenta no país fruto da miséria, da fome e da desesperança resultante do modelo neoliberal por ele implantado. 24/01 15:15 De: Otacilio Pinto Vilela Somente vocês da imprensa podem ajudar a nós (povo brasileiro) publicando as verdadeiras faces de nossos políticos para que nas eleições futuras podermos eliminá-los. 24/01 9:52 De: Maria Cristina Gonzaga Sensacional e objetivo. Parabéns e obrigada Cristina 23/01 23:46 De: Antônio Francisco da Silva Fiquei solidário às críticas do Editor desta revista, porem, me pareceu aulas da extinta cadeira de E.P.B. - Estudos dos Problemas Brasileiros. Infelizmente, a anos, como cidadão, ouço as mesmas acusações e suposições , sobre criminosos, sim muito competentes, pois não deixam vestígios de suas mazelas. Hora, senhores jornalistas, sejamos mais práticos, cuidemos da organização política de nossas comunidades, menos, diria para cuidarmos da organização dos nossos condomínios. Desculpe-me, mais concluo, com esse desabafo, que está longe o dia em que realmente teremos outros interesses senão a fogueira de vaidade, que nos envolve e cada vez mais nos faz espectadores de nossa própria história, inertes. 23/01 17:20 De: Jesus Carlos Renato, O crime organizado também é econômia. Ele também gera "emprêgos". Gera consumo. É PIB. Gera novas formas de econômias (indústrias, emprêsas - proteção e de segurança, na área da informática, etc). O que significa numa econômia como a nossa (economicamente) o crime organizado? No crime organizado não tem o "custo Brasil". Portanto, o crime organizado não é só uma questão de violência. Que tal levantar essa lebre". Saludos, Jesus. 23/01 16:53 De: Luciana Tonelli Olá, pessoal do "Lado B", A última edição que recebi me estimulou a escrever sobre algo que estava me incomodando bastante: o assassinato de Celso Daniel e a cobertura da mídia. Taí meu desabafo. E parabéns pelo trabalho de vocês. Um abraço, Luciana Que país é este? Estranha democracia que favorece o crime organizado Dois prefeitos assassinados. Dois prefeitos do mesmo partido de oposição e do mesmo estado assassinados. Dois prefeitos de cidades importantes do estado mais influente do país assassinados. Dois prefeitos assassinados e diversos outros políticos desse mesmo partido sendo vítimas de atentados e ameaças. Todos integrantes de um partido que vem lutando pela construção da democracia neste país e que chega a 2002 com uma chance significativa de vencer as eleições para presidente da República. Os prefeitos desse partido vêm demonstrando o quanto seu projeto é viável através de administrações inovadoras e competentes. Quantas mortes serão necessárias para que os condutores da política brasileira admitam o caráter político desses crimes? Para que admitam que grupos criminosos de extrema direita estejam atuando no país, e sendo bem sucedidos? A demora das autoridades responsáveis em agir se deve à incompetência pura e simples ou à inconfessável conivência? E quanto à mídia, quanto tempo mais de “democracia” será necessário para que a mídia aprenda de fato a ser democrática? Por que utilizar o pressuposto da “objetividade jornalística” como desculpa para coberturas que não querem dizer nada? Por que a cobertura dos maiores veículos do país insiste em diluir o fato político contido nesses crimes? Que interesses levam esses veículos a contribuírem para intimidar os companheiros de partido de Celso Daniel e Toninho do PT a se pronunciarem sobre a natureza do crime de que eles foram vítimas? Pois qualquer manifestação mais precisa a respeito da existência de grupos de extrema direita atuando no estado de São Paulo pode ser considerada paranóia ou “uso político do assassinato”! Manchetes como a do jornal “Folha de São Paulo” do dia 23 de janeiro – “PF vê indício de crime político e abre inquérito do caso de Celso Daniel” – evidenciam um tratamento “água-morna” para o caso. Porque alguns “indícios” são apenas indícios, mesmo quando chegam a configurar um acinte pela obviedade? Até quando teremos que ver a Ana Paula Padrão dizer, na Rede Globo, que aconteceu um imenso “avanço” na política brasileira: FHC recebeu Lula, e ambos concordaram em um ponto: “é preciso dar um basta à violência”? Por que escolher justamente a fala que nada significa? Por que insistir em confundir o telespectador, colocando no mesmo balaio o seqüestro de Celso Daniel e os seqüestros com objetivo de extorquir dinheiro? Enquanto isso, uma repórter da ágil emissora de rádio CBN realiza uma interessante cobertura em Santa Luzia, cidade próxima de Belo Horizonte, no dia 23 de janeiro: “O prefeito de Santa Luzia foi vítima de atentado político na noite de ontem”. O fato: o prefeito estava em reunião, na sede de sua empresa, quando dois sujeitos passaram de moto atirando. Ninguém foi ferido. Partido do prefeito: PFL. Fala do prefeito: “Nunca tive medo de tiro, agora tenho”. Foi a grande deixa para ele reclamar da falta de investimento em segurança na sua cidade por parte do governo do estado. Não seria o caso da CBN abrir, imediatamente, um debate sobre o caráter político de um crime –ao invés de debater o quanto Deus tem ou não tem a ver com as desgraças dos homens, como está acontecendo neste exato momento (15hs do dia 23 de janeiro)? O que configura caráter político e o que não configura? Dois caras que passam de moto atirando para cima na porta da empresa de um político estão cometendo crime político? Quais os “indícios”, para que a própria repórter da emissora já o identifique como tal? Por que a emissora não trata de contribuir para esclarecer a população sobre a fragilidade da nossa democracia, ao invés de se esconder sob uma pretensa “objetividade”, que jamais será mesmo objetiva, uma vez que pressupõe escolhas? Na tarde do dia 22 de janeiro, a mesma emissora deu voz a um policial militar do Rio de Janeiro, interessado em divulgar a detenção de um homem que, nas palavras do tenente, “é um elemento perigoso, pois participou do MR-8, organização da luta armada, e defende a liberação das drogas. O elemento nos preocupa porque ele é muito politizado”. Seria o Gabeira disfarçado? Logo em seguida, nem uma palavra de esclarecimento sobre luta armada, ditadura e democracia. O que é isso, companheiro da CBN? A falta de tempo e a necessidade de ir logo para os comerciais justifica tanta passividade frente a um discurso no mínimo equivocado do militar, independente do crime cometido pelo detento? A "rádio que toca notícia" não pode refletir sobre a notícia? Infelizmente, o brasileiro não está acostumado a ler as entrelinhas da mídia, conservando uma ingenuidade fora do comum no que toca aos conteúdos veiculados. Possíveis conexões com as escolhas feitas pelos veículos e os interesses de grupos poderosos no país não costumam ser consideradas pela maioria da população, mesmo na elite. Isso é “coisa de gente paranóica”. Enquanto a ala bandida da extrema direita põe suas manguinhas de fora, trabalhando no sentido de confundir o meio de campo e não deixar que o cidadão perceba o significado dos assassinatos de líderes do PT. Afinal, “o Brasil é um país de gente cordial, pra cima. A ditadura e seus vícios são águas passadas. Não vamos destacar a morte de um prefeito, pois ‘poderia ser qualquer um’. Temos, isso sim, um problema de violência que atinge a todos. Crime político não existe.” E quem conserva um pouco de lucidez só pode estar se sentindo como Frei Betto: com muita raiva. Luciana Tonelli é jornalista da área de cultura em Belo Horizonte (MG); não-filiada a nenhum partido político e sem qualquer ligação profissional ou pessoal com o PT ou com os prefeitos assassinados. Apenas alguém cansada de ouvir discursos mal-intencionados enquanto o país é privado de pessoas que vinham contribuindo para a construção de seu futuro. 23/01 15:22 De: Lú Eu concordo,esses crimes não são meros crimes ,mas sim ações radicais de políticos de colarinho branco , de gente que está no poder,e que em nome da ganância ,da usura e do poder, mata, assassina covardemente pessoas de bem,eu não sei como vamos parar isso ,pois em quem podemos confiar,na policia ?nos políticos que estão ai?,estou chocada e indignada, tenho vergonha de ser brasileira,tenho vontade de mudar de nação , não é esse Brasil que sonhei para mim e para os meus. 23/01 15:16 De: Regina Lúcia Silva Bom dia!! Lendo o que você escreveu me atrevi a falar sobre o assunto, gostei da forma como foi escrito o acontecido, o que você escreveu faz parte do meu pensamento, por isso, Acredito que o medo de saberem que existe neste país pessoas que ainda lutam pela igualdade de oportunidade e conseguem trabalhar mostrando no que acreditam, provando que se podem conseguir êxito.Infelizmente sofrem com estes organiza dores de política criminosa,que espalhando a fome e miséria em nossa terra se tornarão heróis do mal,não consigo encontrar mais palavras, ai vai uma mensagem que acredito que diga tudo. "Astuto, o capitalismo socializa a beleza, para camuflar a privatização do pão, aqui todos são livres para falar, não para comer, livres para transitar, não para comprar a passagem, livres para votar, não para interferir no PODER"...(Frei Beto) Regina Lúcia Silva Coordenadora de Gênero da FNU-CUT 22/01 23:25 De: Wilson Florindo Foi executado um homem cujo unico crime que cometeu foi ser um pacifista. O simbolo da estrela vermelha esta de luto,e clama por JUSTICA. 22/01 23:23 De: Silvane Shwengber Concordo com tudo. Sao grandes esquemas do crime organizado que estao tomando conta do pais. Desafiando o Estado, que esta "desorganizado" ou organizado segundo outros interesses. 22/01 18:10 De: Eliana Queridos camaradas. Na opinião o assassinato do nosso companheiro foi um atentado político. Pois,eles sabem aonde aperta a pedra em seu sapato.Tenho certeza q. todos os brasileiros estão esperando justiça.Proponho que durante o Fórum Social Mundial façamos um ato de protesto ou de apoio a familia do companheiro. 22/01 15:44 De: Luciane Prezado Renato Rovai, O que a sociedade civil pode fazer? Denunciar, eu denunciaria veementemente se algo acontecesse comigo ou com meus familiares. Mas ha quem nao denuncie por medo. Pq sabe que nao vai ter proteçao. Existe a corregedoria - até que ponto nao é tb corrupta? Existe denúncia anônima, parece que resolve pouca coisa. A polícia nao é confiável. Os policiais fazem parte ou sao omissos com os participantes. Precisamos de gente do bem que tenha coragem. Celso Danil talvez fosse um deles. Tb acho que só abanar bandeirinhas brancas e desfilar com cartazes é muito pouco. A SOCIEDADE TEM QUE AGIR. Denunciar o que sabe, o que vê. Nao ficar omissa. O que fazer, que maneira segura de fazer a denúncia, de se proteger existe de verdade? 22/01 15:27 De: Zeforni Obrigado por denunciar. Creio que o pensar rápido remete a pensar junto, combatendo, como aqui estamos tentando, "destruir a banda podre" das instituições. Claro que é preciso coragem. Claro que é preciso ser mais inteligente que os "filhos das trevas". Mas se a utopia pode ser desejada é porque ela é possível, mesmo sendo utopia. Filhos da esperança não sabem o que é retroceder. Pois sabem que outros filhos da esperança virão em seu lugar. Um abraço. 22/01 13:22 De: Mônica Oi Editores da Revista Fórum. Concordo que foi crime político contra figura do PT e que será difícil governar um país com a intenções do nosso partido (PT) de justiça social com todo o poder e os interesses dos políticos e representantes da extrema direita e da elite (aqui no Brasil, assim como na América Latina, defendendo seus interesses financiados pelo poder dos países ricos que querem nos manter "escravos" e dominados), mas como explicaremos os rumores de que Celso Daniel teria ligações com favorecimento em licitações para empresas de seu amigo. Posso estar enganada, mas gostaria que me ajudassem a entender isto. Como fica?? Obrigada!!!! 22/01 13:22 De: Marco Pelo que se pode acompanhar, os crimes contra "membros" do PT,tem a conotação de crimes políticos. Essa estória, de que a FARB, seje de algum grupo extremista de esquerda deve ser amplamente esclarecida; mas existem vários indícios que possa tambem ser ação de grupo(s) de direita, contra o projeto do Partido dos Trabalhadores. Será que temos a volta dos famigerados "esquadrões da morte"? 22/01 12:46 De: Lea Gaudenzi Concordo inteiramente com a análise apresentada no "o crime político". Concordo ainda que não dá para esperar do Estado. Como organizar movimentos sociais por uma democracia que a despeito da modernização ainda não foi construída? 22/01 11:02 De: Ana quitéria a propósito do artigo escrito por Renato Rovai sobre o crime político, tenho a dizer que achei muito oportuno, verdadeiro e realista. com relação ao segundo parágrafo: "Antes matava lideranças comunitárias, gente do MST e dos sindicatos. Agora, caça lideranças públicas populares" eu acrescenteria que o atual alcance do crime se dá justamente porque as lideranças comunitárias, sindicais, populares emfim, conseguiram alçar vôos pra além do que os donos do poder permitiam. por isso os crimes, agora, também adentram outras eesferas públicas. Nada ameaça mais o status quo do que a mobilidade social e política. era isso.... 22/01 2:36 Providências de ordem nacional De: Não identificada Quantas pessoas honestas ainda terão que morrer para que seja tomada uma providência de ordem nacional? É claro que todos estes atentados que o PT está sofrendo são de natureza política. O que me estranha é a justificativa dada por esta F.A.R.B. ao se proclamar de extrema esquerda e bradar ódio ao PT-light. Está muito fora de contexto (apesar de que uma aliança com o PMDB de Quércia não me agradar muito). Não podemos nos esquecer que no dia 11 de setembro de 2001 um atentado provocou a ira dos governantes mais prepotentes do planeta e fez lançar aos quatro ventos sua luta contra o terrorismo. O que há de mais aterrorizante para uma democracia americana de direita que um Partido de Trabalhadores no poder? No mínimo é como se fosse um Talibã sul-americano (sem objeção às barbas dos partidários). E como o nosso país está com as portas escancaradas (política e economicamente), há motivos de sobra para que eles/they produzam um Bin Laden por aqui, financiando uma guerrilha econômica e tática para tomar o poder, só que com uma diferença: depois do treinamento o discípulo não tentará superar o mestre. Recordo-me de uma situação que o Exército invadiu uma favela no Rio de Janeiro e, logo depois os traficantes entregaram armas e munições para que nada de muito catastrófico acontecesse. Pronto, simples, rápido e eficaz. Não sou partidário do uso de força militar, mas nesta situação, só o fato de aparecer uma nova frente de combate, diferente daquela polícia mantida pelos próprios traficantes, fez desequilibrar a balança para o lado favorável. O que eu estou querendo dizer é que não dá pra limpar nada se o pano estiver sujo. Por isso, um elemento novo (que ainda não esteja sujo) seria fundamental neste caso. A Polícia Federal poderá ser uma solução, já que o Sr. Presidente da República só se deu conta agora. 22/01 2:15 Vamos lutar De: Roberto Bocaccio Piscitelli Muito bom. Também acho que devemos lutar, ir para as ruas, denunciar por todos os meios. Vamos aproveitar a campanha eleitoral para mostrar por que nunca houve alternância de poder em nossa sociedade. 22/01 2:10 CONTRA QUEM ESTAMOS LUTANDO? De: Fernando Borges dos Santos - Santos-SP-Brasil A vontade de lutar é de todos. Os bandidos estão aí nos jornais, nas notícias mais amedrontadoras. Mas é como a guerra contra o terrorismo: Precisamos pensar. Quem pensa,logo existe. Não podemos cair no erro, já cometido em outros casos, de usar a violência para combater a violência. Somos um povo capaz de resolver nossos próprios problemas, com idéias, com garra, mas não com armas. Viemos para a guerra para viver em paz. Vamos usar a mente. Dê sua opinião. |
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