Leia os comentários:
Para especialista, 'Veja' tem ação pedagógica de convencer leitores
Carla Luciana Silva, em entrevista, fala sobre a revista como partido neoliberal e como ela ajudou a construir a gestão do capital ao longo dos anos 1990Terça-Feira, 22 de Abril de 2008 às 19:17hs
Lourdes Limeira - 01/05/2008 20:06:00
A veja nada mais nada menos é um veículo manipulador de massa como todos os outros no nosso país, porém não devemos ser vaquinhas de presépio nesse campo tão capitalista em que vivemos. Precisamos discernir o que é balela e o que é fato. Ou melhor, deveos estar atentos e não deixarmos que nos manipulem.Laércio - 29/04/2008 10:17:00
Não sou leitor de VEJA, mas observador do comportamento de seus leitores. Muito me impressiona a embriaguez que causa em seus consumidores. E isto não está afeto, acredito, à classe social. O que realmente parece é que o leitor tem na revista a única referência do assunto que lê. Acredita piamente que está diante da verdade absoluta. Torna-se intransigente e não aceita opinião diversa, como a própria Revista. Parece ser uma projeção de comportamento.
Concordo que a revista não mudará sua linha. Cabe ao leitor mudar a sua. Buscar conhecer com profundidade os assuntos da vida política e social deverá trazer na carona o desinteresse pela Revista ou, no mínimo, sua desqualificação de agente da verdade.Rubens Coelho - 29/04/2008 06:54:00
Felizmente a revista Veja não tem tanta influência entre a população, haja vista, a popularidade de Lula mesmo tendo sido impiedosamente satanizado pelo periódico.Alexandre - 26/04/2008 18:20:00
Parabéns pela matéria com minha colega de Universidade. Um outro caminho para entender a natureza da má fé deste periódico é ver quem são seus donos e seus principais anunciantes. Mais do que os detentores do capital, encontraremos aí os seus asseclas que lhes representam no sistema político "democrático" em que vivemos.
Por outro lado, a Fórum é um vento de credibilidade em meio ao vendaval de desonestidade que "vemos" por aí.
Alexandre Fiuza,
Madri, Espanha.Luiz Carlos do Nascimento - 26/04/2008 16:40:00
Aquilo que Carla Luciana apresenta em seu trabalho é absolutamente visível ao simples manuseio da Revista Veja por quem tem um mínimo de conhecimento sobre ideologias. Veja não tem apenas uma postura neoliberal; Veja tem ódio a tudo aquilo que tem cheiro de povo ou que aponte para qualquer forma de transformação social.José Paulo - 26/04/2008 12:08:00
Tomo o escrito do comentario do sr Cevallos como meu. Parabens pelo assunto abordado, a dra. Carla e etc.
Enquanto lemos apenas a revista deles vale a opinião unica, mas não por ai. Temos que tirar nossas conclusões, e para isso a FORUM, tem trazido melhor as informações que precisamos e acredito que isso é imparcialidade. De VEJA, não a VEJO como imparcial. Sou da terra do Quercia, não voto nele, não pertenço ao partido dele e etc., mas certa ves a Revista Veja falou abobrinha acusando de atos e fatos que eu conhecia muito bem, transformando meia verdade que passa a ser mentira, como se verdade fosse. Vejo a Veja com um pé atraz.
Obrigado.Cevallos - 26/04/2008 10:27:00
Prezados,
Parabéns à Dra. Carla pela sua tese e pelas respostas esclarecedoras. Parabéns ao Sr. Glauco Faria por nos dar a conhecimento este tipo de trabalho.
Particularmente, gostaria de acrescentar que a citada revista não age somente contra os movimentos sociais, mas também contra partidos e personalidades políticas que, por alguma razão, contrariam os interesses da revista.
Eu fui assinante da "Veja" por muitos anos. Na época, o Sr. Leonel Brizola ainda era vivo e Governador do Rio de Janeiro. A "campanha" de Veja contra este político era tão evidente que eu acabei enjoando de tanta citação e associação negativa e cancelei a minha assinatura.
O "modelo" utilizado pela revista é bastante sutil, mas não escapa de um leitor atento. No caso específico de Brizola (e agora com o Sr. Lula), a revista usa a estratégia de fazer associações e citações em artigos que não tem nada a ver com a política em si. Por exemplo, numa reportagem sobre a influência dos jogos (videogames) nas crianças, o repórter achou uma forma de citar o dito envolvimento do filho do Presidente Lula com empresas vinculadas ao ramo dos jogos eletrônicos. Uma inclusão que não tinha nada a ver com a reportagem e destoou completamente no conjunto da leitura. Em várias reportagens, sempre que há uma situação ruim, costumam citar o desafeto do momento (Brizola, Lula, Dantas, etc.), criando uma associação mental do fato ruim com a pessoa ou instituição que a revista deseja diminuir.
O contrário também acontece, i. é., quando a "Veja" deseja promover alguém ou alguma instituição, começa a citá-la nas suas páginas e associá-la a assuntos "bons" em outras reportagens, mediante o recurso de uma breve citação ou associação de assuntos.
Eu não tenho nada contra a revista (ou um jornalista, ou radialista, etc.) assumir uma posição sobre qualquer assunto. Posso não concordar com ele, mas respeito o seu ponto de vista e coerência. O que não vale, o que eu não gosto, é a revista/jornalista querer passar a sua mensagem travestida de uma suposta imparcialidade.
Para concluir, a falta de imparcialidade e neutralidade não é privilégio somente da Veja. Como diz a Dra. Carla em sua entrevista, TODOS os meios de comunicação de massa (jornais, TV, rádios, etc.) tentam nos convencer desta neutralidade e imparcialidade, mas sabemos que isso não existe. A nós leitores, resta-nos examinar argumentos das várias tendências e tirar as nossas próprias conclusões.
Cordialmente,
Cevallos, J.T..
cevallos@via-rs.net
= JTC/jtc =
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