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17 de abril de 2019, 14h47

14 anos depois do crime, ruralista que mandou assassinar Dorothy Stang é preso

Fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o ‘Taradão’, teve a prisão decretada pela Justiça após condenação como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. O crime ocorreu em Anapu, no Pará, em 2005

Dorothy Stang foi assassinada em 2005 em meio a uma disputa por terras no sudoeste do Pará (Foto: Divulgação)
Reportagem de André Borges, no site do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira (17), informa que a polícia civil do Pará prendeu nesta terça-feira, 16, em Altamira, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o ‘Taradão’, que teve a prisão decretada pela Justiça após condenação como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. O crime ocorreu em Anapu, no Pará, em 2005. Policiais civis da Superintendência Regional do Xingu e das Delegacias de Homicídios (DH) e de Conflitos Agrários (DECA) de Altamira receberam o mandado de prisão de Regivaldo, encaminhado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE). Regivaldo,...

Reportagem de André Borges, no site do jornal O Estado de S.Paulo desta quarta-feira (17), informa que a polícia civil do Pará prendeu nesta terça-feira, 16, em Altamira, o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o ‘Taradão’, que teve a prisão decretada pela Justiça após condenação como mandante do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. O crime ocorreu em Anapu, no Pará, em 2005.

Policiais civis da Superintendência Regional do Xingu e das Delegacias de Homicídios (DH) e de Conflitos Agrários (DECA) de Altamira receberam o mandado de prisão de Regivaldo, encaminhado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE).

Regivaldo, conhecido como “Taradão”, foi localizado em sua casa, em Altamira. Ele foi conduzido para a sede da Superintendência Regional da Polícia Civil, no município, onde vai permanecer no aguardo de transferência para a prisão.

Regivaldo Galvão foi condenado a 30 anos de reclusão em 30 de abril de 2010, como mandante do assassinato de Dorothy Stang. A condenação foi mantida em segunda instância, e a pena chegou a ser reduzida para 25 anos pelo Superior Tribunal de Justiça, que autorizou a prisão em 2017.

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