Professores do Rio de Janeiro voltam às ruas domingo, contra aprovação automática

Protesto na rede municipal é contra a implantação da progressão continuada, que acaba com a repetência. Educadores reivindicam ainda 26% de reajuste e priorização da educação.

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Protesto na rede municipal é contra a implantação da progressão continuada, que acaba com a repetência. Educadores reivindicam ainda 26% de reajuste e priorização da educação.

Por Redação

Os educadores da rede municipal do Rio de Janeiro cruzaram os braços na quarta e quinta-feira, 23 e 24, contra a resolução 946 que estabelece a progressão automática. Uma nova paralisação foi definida para dia 12 de julho. Os professores também reivindicam 26% de reajuste salarial. Até 591 mil estudantes podem ficar sem aulas.

Na quarta-feira, 3 mil pessoas se reuniram em frente à prefeitura do Rio, segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais do Ensino (Sepe), para pedir a revogação da resolução 946 pelo prefeito Cesar Maia. Em vigor desde 27 de abril, a medida aboliu a repetência, o que é visto pelos professores como desmotivação aos alunos para o estudo. Uma nova manifestação da categoria está marcada para manhã de domingo, 27, na avenida Atlântica, em Copacabana.

Os professores e funcionários também reivindicam o cumprimento das promessas feitas durante a campanha eleitoral de 2006, quando o então candidato Sérgio Cabral enviou carta à categoria, garantindo que daria prioridade à educação.

Protesto na rede municipal é contra a implantação da progressão continuada, que acaba com a repetência. Educadores reivindicam ainda 26% de reajuste e priorização da educação.



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