Manifestantes contra a transposição pedem tecnologias sociais

Com faixas pedindo “convivência com o Semi-Árido”, os manifestantes deixaram o acampamento e defendem a adoção de soluções simples para atender a população difusa

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Com faixas pedindo “convivência com o Semi-Árido”, os manifestantes deixaram o acampamento e defendem a adoção de soluções simples para atender a população difusa

Por Redação

Durante o despejo do acampamento na quarta-feira, 4, os manifestantes portaram cartazes pedindo pedindo “convivência com o Semi-Árido”, no traslado até o assentamento Jibóia, de agricultores ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Pela manhã mais uma caravana chegou ao local vindo do Ceará.

Na programação do dia estão atividades de sensibilização nas famílias que vivem no assentamento e nas imediações, assim como nas escolas públicas. O Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA) faz uma formação sobre tecnologias sociais que permitem alternativas de convivência com o Semi-Árido.

Cisternas familiares ou comunitárias que armazenam água da chuva para sedentação humana ou até para produção, barragens subterrâneas, técnicas de irrigação de hortas por gravidade são exemplos de tecnologias.

Uma cisterna de tela e cimento será construída no centro comunitário. O assentamento
é formado por 50 famílias que estão no local há 10 anos possui, sendo seis deles como assentadas. No local não há água encanada, os moradores sofrem graves problemas de abastecimento, principalmente para consumo humano.

Foto: Divulgação
Manifestantes contrários à transposição deixam acampamento pedindo convivência com o Semi-Árido



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