Semestre foi produtivo mas enterrou reforma política, avalia Diap

Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) publicou, nesta sexta-feira, 27, balanço da primeira metade de 2007

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Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) publicou, nesta sexta-feira, 27, balanço da primeira metade de 2007

Por Redação

Foto: STFSenado FederalO
Imagem do Senado: parado desde as acusações a Renan Calheiros (PMDB-AL)

O período foi produtivo, mas o item mais aguardado e prometido, a reforma política, foi enterrada. A avaliação é do balanço do trabalho no Congresso Nacional e no Senado Federal publicado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) nesta sexta-feira, 27.

A reforma vem se arrascando há pelo menos 10 anos, lembra o texto assinado por Marcos Verlaine. Ao pôr o tema em votação sem apurar de maneira mais cuidadosa a opinião da maioria dos deputados e iniciando o debate pela parte mais polêmica – voto em lista – as mudanças no sistema político brasileiro foram abortadas.

Enquanto a Câmara adotou “um ritmo frenético” nos trabalhos, impresso pelo presidente Arlindo Chinaglia (PT-SP), o Senado passou a sofrer de paralisia a partir das acusações contra seu presidente, Renan Calheiros (PMDB-AL). Calheiros é acusado de ter recorrido a um lobista envolvido com a empreiteira Gautama para pagar pensão de uma filha de um realcionamento extra-conjugal.

Além de aprovar todas as medidas provisórias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Diap destaca a extinsão de 1.050 cargos de natureza especial na Câmara. A emenda 3 da Super Receita é considerado o item mais polêmico, ainda sem definição.

(Com informações do Diap)



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