O fim do tempo único

Editorial O tempo da história e o da vida. Distintos, completamente, deveriam ter cada qual um nome. Não se confundiriam. Seriam independentes e livres. Cada um na sua. O da vida, dependeria do humano. Teria...

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Editorial

O tempo da história e o da vida. Distintos, completamente, deveriam ter cada qual um nome. Não se confundiriam. Seriam independentes e livres. Cada um na sua. O da vida, dependeria do humano. Teria seus limites impostos por ele. O da história, existiria sem um fim necessário. Nomes diferentes dariam a eles independência para ter relação com os valores, a moral, as virtudes, a ética, o equilíbrio das diferenças em cada momento.

O tempo da vida do humano. O tempo da história.

Debates não seriam sufocados, circunstâncias não silenciariam projetos, aspectos morais teriam seus espaços e preservar-se-ia a verdadeira ética que não guarda relação alguma com picuinhas ou cerimonialismos.

A ética que tem como valor o humano. Não o individual, o uno, mas coletivo. Ao humano que não pode ser desgraçado por interesses comerciais, mesquinhez de costumes ou sentimentos preconceituosos. O humano que se defronta com problemas de cada tempo e aceita superá-los. Sem vícios.



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