Vitrine Solidária

A Fórum dedica este espaço à divulgação de iniciativas ligadas à economia solidária Por Brunna Rosa     Rede Xique-Xique de Comercialização Solidária A Rede Xique-Xique de Comercialização...

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A Fórum dedica este espaço à divulgação de iniciativas ligadas à economia solidária

Por Brunna Rosa

 

 

Rede Xique-Xique de Comercialização Solidária
A Rede Xique-Xique de Comercialização Solidária fica na cidade de Mossoró, situada na
região Oeste do estado do Rio Grande do Norte. Ela é fruto de um amplo processo de construção coletiva dos grupos produtores da região e tem a contribuição de um conjunto de organizações da sociedade civil que, atuando em diferentes áreas, lutam pela autonomia e melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do campo e da cidade. A Rede produz dentro dos princípios da agroecologia e da economia solidária e comercializa em lojas e feiras produtos como as cestas solidárias. Para a agricultora Neneide Viana, a Rede Xique-Xique se coloca contra a opressão e a exploração econômica dos povos. “A rede discute a transformação social a partir da troca, agregação e do direito à participação”, afirmou.
A iniciativa está se expandindo tão rapidamente – não só no Nordeste, mas também na região Norte do país –, que a Rede aprovou recentemente um documento de certificação participativa, para garantir a origem e controle dos produtos, além do respeito à agroecologia e economia solidária de seus núcleos integrantes.
Mais informações com a Associação de Apoio às Comunidades do Campo do Rio Grande do Norte: telefone: (84) 3211-6131, e-mail: aaccrn@aaccrn.org.br.

Alcântara inaugura Banco Comunitário Quilombola No Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, a comunidade quilombola de Alcântara (MA) inaugurou o primeiro Banco Comunitário Quilombola do país. O objetivo é facilitar o acesso ao crédito para pequenos empreendedores e impulsionar o desenvolvimento local. Com capital inicial de R$ 50 mil, a instituição financeira também fará operações com moeda social, denominada Guará. “A finalidade da moeda social é estimular o consumo de bens e serviços produzidos pela própria comunidade”, explica Dione Manetti, diretor de Fomento da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE). Os empréstimos no Banco Quilombola poderão ser feitos nas duas moedas. Para facilitar a compra de matéria-prima, os produtores e comerciantes associados ao Banco Quilombola poderão trocar Guará por Real.
A instalação de um caixa do Banco Popular do Brasil (BPB), subsidiário do Banco do Brasil, garantirá a oferta de outros procedimentos bancários, como o pagamento de contas de água e luz e boletos em geral.
Mais informações no blogue do Projeto de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária da Senaes:ppdlesnacional.blogspot.com

NOTAS

Rumo à IV Plenária Nacional sobre Economia Solidária O Fórum Brasileiro de Economia Solidária acaba de divulgar em sua página na internet o caderno de aprofundamento
aos debates das plenárias que antecedem a IV Plenária Nacional sobre Economia Solidária, prevista para o primeiro semestre de 2008.
O caderno foi construído coletivamente e aponta os acúmulos e desafios do Fórum, quanto aos eixos da IV Plenária, como formação, finanças solidárias, economia solidária e desenvolvimento e produção, comercialização e consumo. Além desses, integram o caderno reflexões sobre gênero e raça e etnia.
A Comissão Organizadora da IV Plenária afirma que encaminhará a todos estados, cópias impressas do caderno.
Acesse o caderno: www.fbes.org.br.

ISA lança campanha “De Olho nos Mananciais” O Instituto Socioambiental (ISA) lançou a campanha “De Olho nos Mananciais”, que pretende conscientizar a sociedade brasileira sobre os riscos de escassez nas grandes cidades do país em função do desperdício de água e poluição dos mananciais. A organização realizou estudo inédito sobre a situação do abastecimento público e saneamento básico nas 27 capitais brasileiras. O levantamento revela, entre outras informações, que 45% da água retirada dos mananciais das capitais é desperdiçada em vazamentos, fraudes e submedições. A quantidade de água jogada fora seria suficiente para abastecer 38 milhões de pessoas por dia.
A campanha de conscientização da entidade prevê o desenvolvimento de diversas parcerias, em especial com entidades da sociedade civil que atuam nas áreas de mananciais para recuperá-las e preservá-las, além de pressionar o poder público para fazer o controle que lhe cabe.
Saiba mais, acessando www.socioambiental.org e www.manaciais.org.br.



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