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Divulgação solidária: A revista Fórum dedica este espaço à divulgação de iniciativas ligadas à economia solidária. Se você participa ou promove algum tipo de empreendimento relacionado ao comércio justo e solidário, entre em contato...

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Divulgação solidária: A revista Fórum dedica este espaço à divulgação de iniciativas ligadas à economia solidária. Se você participa ou promove algum tipo de empreendimento relacionado ao comércio justo e solidário, entre em contato conosco para divulgá-lo.

Por Daniele Próspero

 

Coopervectra Para muitos profissionais, uma empresa fechar as portas pode significar o fim do emprego e, por conta disso, muitos problemas pela frente. Mas, para os funcionários da antiga Vectra Revestimento Cerâmico, a falência se transformou em oportunidade para se fundar uma cooperativa. Desde outubro de 2005, em Santa Catarina, 45 ex-funcionários da indústria trabalham em um novo sistema depois da criação da Cooperativa dos Trabalhadores Ceramistas de Içara (Coopervectra).
“Hoje, todos os cooperados participam das decisões que são tomadas e não dependem mais da vontade do patrão. O melhor disso é a manutenção dos postos de trabalho e a geração de renda para o município”, comenta Danilo Simão Rufino, presidente da Coopervectra. Atualmente, o grupo oferece produtos como a massa atomizada para produção de pisos e azulejos (R$ 150,00 a 180,00 a tonelada), cortes de pisos e também elaboram peças artesanais decorativas (R$ 5,50 a 45,00 a unidade), para todos os ambientes, entre vasos, jarros, pratos, entre outros.
Todos os produtos são comercializados na região e podem ser adquiridos pelo telefone: (48) 3432-0083 ou e-mail: coopervectra@yahoo.com.br. A cooperativa fica na Rodovia SC 444 – KM 08, Vila São José, Içara (SC).

Casa de Formação Comunitária Gianluca
Na Casa de Formação Comunitária Gianluca, em Guanabara, no Pará, criatividade e muita disposição para encontrar formas alternativas de renda é o que não faltam. A ONG ajudou a criar três grupos populares de produção que estão trabalhando a todo vapor: o Cefap, o Grupo Artmulher e o Grupo de Produção Solidária da Pedreirinha. Hoje, os 150 artesãos envolvidos, entre adolescentes, mulheres e homens, produzem produtos como telas em óleo, pinturas em tecidos com acabamentos em macramé, crochê ou vagonite, além
de bijuterias em sementes, cestas de piaçava e palha da costa
e mandalas.
Toda a produção recebeu agora uma nova marca: “Produtos Amazônidas”, com a proposta, segundo o coordenador
José Carlos Borges, de trazer as características da Amazônia para a linha de produtos, sempre com a preocupação de preservá-la. Zé Carlos destaca ainda o esforço do grupo
em tentar constituir uma cooperativa de comercialização
dos produtos. Os valores variam de R$ 3,00 a R$ 15,00
para os trabalhos com acabamentos a mão, e de R$ 30,00
a R$ 120,00 para os quadros.
Os “Produtos Amazônidas” são comercializados em feiras
e exposições em praças públicas, além de encomendas,
que podem ser feitas pelo telefone (91) 3235-6238 ou
e-mail: casadeformacaocomunitaria@yahoo.com.br.

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