Cartas

A verdadeira história de Virgilio Gomes da Silva, codinome Jonas I Ótimo texto sobre o livro (Edição 79), que resgata a verdade sobre Virgilio Gomes da Silva, que lutou heroicamente contra uma ditadura assassina,...

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A verdadeira história de Virgilio Gomes da Silva, codinome Jonas I

Ótimo texto sobre o livro (Edição 79), que resgata a verdade sobre Virgilio Gomes da Silva, que lutou heroicamente contra uma ditadura assassina, criminosa, corrupta e terrorista.

Marcos Doniseti
wildmark@ig.com.br

A verdadeira história de Virgilio Gomes da Silva, codinome Jonas II
Nestes casos podemos dizer: a Justiça tarda, mas não falta… No caso de Gregório, tive o privilégio de ouvi-lo, já bem velhinho nas ruas de Recife, contar as torturas que sofreu, sendo obrigado a pisar em brasas etc. Seu único pecado: lutar por um país mais decente. Era uma figura impressionante, mesmo já bem idoso conservava a veia lutadora e lutou bastante pelas eleições diretas para presidente nos anos oitenta.

Siqueira
siqueirarepltda@ig.com.br

Acadêmicos Amestrados I

Pôs o dedo na ferida, meu caro. Além dos chamados "articulistas de opinião" que não tem nenhuma opinião, só veiculam a opinião editorial do veículo de imprensa. Aliás, nem reportagem existe mais, tudo virou opinião travestida de jornalismo.
No caso do Magnoli, ele não é especialista nas coisas que escreve. História das Guerras ou Uma Gota de Sangue não são livros acadêmicos na acepção da palavra.
O que nos remete aqui à velha noção de "traição dos intelectuais" proposta por Benda nos anos 1920. O Brasil de hoje é o melhor exemplo disso – quando o intelectual abre mão de sua função primordial de pensar criticamente para um engajamento raso, que termina por inviabilizá-lo como intelectual.

André Egg
andreegg@gmail.com

Acadêmicos Amestrados II

Prezado professor Avelar, parabéns pelo brilhante comentário sobre os acadêmicos amestrados. Mas, professor, gostaria de fazer uma observação: no Brasil não existe verdadeira liberdade de imprensa. A mídia é toda controlada pelos meios econômicos. Mas o que mais me espanta é que os próprios acadêmicos viraram acríticos e estão concentrados em seu status econômico. Na universidade não se discute, só se estuda.
Eu tentei em inúmeras vezes fazer comentários de artigos da imprensa ou notícias na TV que são verdadeiros atentados contra a cultura, mas nunca consegui que eles sequer me respondessem. Então desisti porque meus colegas não estão preocupados com a imprensa, mas com a grana. Entretanto, por eu ser latino, eles se sentem ofendidos se eu critico suas atitudes. Em relação à cota dos negros, para mim a oposição é um racismo hipócrita. Não é necessário, eu acho, justificar a minha postura. Uma pesquisa mostrou que 95% dos brasileiros se declaram não racista. Entretanto, todos eles mencionaram que conheciam alguém racista. Ou seja, 95% conheciam os 5% racistas ?. Para mim, o Brasil precisa de uma revolução cultural. A realeza e a escravidão não saíram das mentes dos brasileiros. Quando visitei a Bahia, uma coisa me deixou estarrecido: o pelourinho é um lugar de festas, puteiro e álcool. É como se Auschwitz fosse convertida numa disco.

Washington Aliaga Pizarro
aliaga@ct.ufrgs.br

Acadêmicos Amestrados III
Sensacional… Meus parabéns!

Ricardo Moura
moura.ricardo@yahoo.com.br
http://twitter.com/RicarrdoMoura

Acadêmicos Amestrados IV
Falta gente nessa lista, sobretudo aqueles que defendem o comportamento da própria mídia. Bourdieu os chamava de "intelectuais deferentes".

Venício A. de Lima

Acadêmicos Amestrados V

Crítica lúcida sobre a situação da universidade brasileira. Um dos melhores textos que pude ler ultimamente. Os novos ideólogos da direita são exatamente esses comentados pelo autor. Parabéns.

Antonio Celso Ferreira
acelsof@assis.unesp.br

Entrevista: Fernando Anitelli, do Teatro Mágico

Anitelli mais uma vez levantando questões importantes e nos convidando a olhar as coisas de um outro ângulo. Tenho orgulho de vestir a camisa dessa trupe!

Carol
cadias@timbrasil.com.br 



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