Chanceler diz que embaixada está sitiada e pede fim do cerco

O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, reiterou hoje, 25 de setembro, pedido pelo fim do cerco militar à embaixada brasileira em Tegucigalpa – onde está refugiado o presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya.  Em pronunciamento no Conselho de Segurança da Organização...

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O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, reiterou hoje, 25 de setembro, pedido pelo fim do cerco militar à embaixada brasileira em Tegucigalpa – onde está refugiado o presidente legítimo de Honduras, Manuel Zelaya. 

Em pronunciamento no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele destacou: "a embaixada está sitiada". 

O chanceler criticou duramente os cortes de luz. água e telefone feitos por ordem do governo golpista de Roberto Micheletti, na última segunda-feira, dia 21, assim como a proibição de circulação nos arredores da sede diplomática.

Amorim apontou tais ações como "uma clara violação da Convenção de Viena" e pediu ao Conselho de Segurança da ONU "a condenação expressa dos atos". 

A  Convenção de Viena é um tratado sobre Relações Diplomáticas e prevê que os locais onde são instaladas as embaixadas são invioláveis, ficando o estado que as recebe proibido de entrar sem autorização.



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