Conferência Paralela sobre Biocombustíveis acontece em novembro

Diversos movimentos sociais e organizações da sociedade civil estão convocando uma Conferência Paralela a Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, chamada pelo governo Lula para os dias 17 a 21 de novembro em São Paulo. A...

130 0

Diversos movimentos sociais e organizações da sociedade civil estão convocando uma Conferência Paralela a Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, chamada pelo governo Lula para os dias 17 a 21 de novembro em São Paulo. A Conferência governamental tem o objetivo de ampliar os mercados para venda do etanol e da tecnologia brasileira e terá como tema “Os biocombustíveis como vetor do desenvolvimento sustentável”. Já o tema da conferência paralela será “Agrocombustíveis como obstáculo à construção da soberania alimentar e energética”.

Na programação organizada pelos movimentos e organizações haverá um seminário nos dias 17 e 18 para tratar o tema proposto e nos dias seguintes serão divulgados os resultados coletados e será feita uma incidência junto a Conferência Oficial O objetivo é explorar o tema dos agrocombustíveis e a crise alimentar, energética e climática da sociedade, aprofundando o debate sobre a produção de energia e de alimentos.

Atividades:
Dias 17 e 18 – Seminário Internacional – Agrocombustíveis como obstáculo à construção da soberania alimentar e energética
Público representativo, estimado em torno de 100 pessoas: dirigentes, lideranças e ativistas brasileiros, de outros países latino-americanos e internacionais, com acúmulo nos temas do seminário e nos processos internacionais e nacionais prévios

Dias 19 e 20: Divulgação dos Resultados e trabalho de incidência
Conferência de imprensa, evento paralelo dentro da conferência oficial (”side event”) e atividades do lado de fora próximas ao local da conferência.

Movimentos e organizações brasileiras convocantes:
ABRA – Associação Brasileira de Reforma Agrária, Amigos da Terra Brasil; ANA – Articulação Nacional de Agroecologia; Assembléia Popular; CUT, FBOMS; FASE; FETRAF; Intersindical; Marcha Mundial das Mulheres; Plataforma BNDES; REBRIP – Rede Brasileira pela Integração dos Povos; Rede Economia e Feminism; Rede Social de Justiça e Direitos Humanos; Repórter Brasil; Terra de Direitos; Via Campesina Brasil – Movimento Sem Terra (MST), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB).

Parceiros e apoiadores internacionais:
ActionAid; African Center for Biosafety, South África; Aliança Social Continental; ATALC – Amigos da Terra América Latina e Caribe; CEO – Observatório Europeu de Corporações; CIECA – República Dominicana; Cone Sul Sustentable; FOCO – Foro Ciudadano de Participación por la Justicia y los Derechos Humanos – Argentina; Food and Water Watch; Fundação Heinrich Boell; IFG – International Forum on Globalization; Global Forest Coalition; Global Justice Ecology Project, USA; Oilwatch; Oxfam; OWINFS – Rede Nosso Mundo Não Está à Venda; RALLT – Red por una América Latina Libre de Transgénicos; The Oakland Institute, USA; WRM – Movimento Mundial pelos Bosques Tropicais.

(Originalmente publicado no portal Terra de Direitos)



No artigo

x