Feira de Economia Solidária reúne 400 empreendimentos do FSM

A Economia Solidária ocupa um importante espaço nos fóruns. Durante o FSM 2009, acontece uma série de eventos no Território da Economia Solidária, em que ocorrem debates sobre comércio justo e empreendimentos solidários, além...

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A Economia Solidária ocupa um importante espaço nos fóruns. Durante o FSM 2009, acontece uma série de eventos no Território da Economia Solidária, em que ocorrem debates sobre comércio justo e empreendimentos solidários, além da Feira Internacional e Praça de Alimentação da Economia Solidária. São 400 estandes para a feira e 15 para a Praça de Alimentação, onde é possível conhecer cooperativas de todo o país, localizados na Universidade Federal do Pará (UFPA).

Comunidades indígenas, associações, cooperativas, organizações e movimentos sociais participam, negociando em reais e em Amazônidas, uma moeda social criada especialmente para o evento. A Amazônida pode ser trocada no EcoBanco, e permite comer tapioca, tacacá, comprar farinha de mandioca branca ou amarela e muitas outros produtos tradicionais das cinco regiões do país. A proposta da nova moeda é facilitar as trocas de produtos entre os empreendedores da Feira de Economia Solidária e valorizar a autogestão, cooperação, sustentabilidade econômica e respeito ao meio-ambiente. Uma Amazônida vale R$ 1,00.

Apesar da “Amazônida” circular apenas nos dias do FSM, no Brasil já existem 33 comunidades de 31 cidades, onde o consumidor troca, no banco social, reais pela moeda social. A maior experiência esta no Ceará, em Palmas.

Encontro Mundial
No Fórum Internacional de Economia Solidária os membros do Conselho de Administração da Rede Intercontinental de Promoção da Economia Social e Solidária (Ripess) estarão reunidos. O Conselho é formado por dois representantes de cada continente, representando as mais de 150 redes de diversos países. O IV Encontro da entidade tem como tema ‘Existe outra economia – inovações da economia social e solidária‘.

Entre os temas a serem debatidos em Belém, destaque para o comércio justo, finanças solidárias, formas de autogestão de empresas, estruturas cooperativas, economia popular, moedas sociais, indicadores de riquezas, redes sócio-produtivas locais, processos e cadeias produtivas, modelo de desenvolvimento sustentável e estratégias frente à crise financeira internacional.



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