ONU denuncia prisões arbitrárias após golpe em Honduras

Relatores dos Direitos Humanos da ONU condenaram atentados contra as liberdades fundamentais em Honduras após o golpe militar que derrubou o presidente Manuel Zelaya. Entre as acusações do relatores estão denúncias de prisões arbitrárias...

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Relatores dos Direitos Humanos da ONU condenaram atentados contra as liberdades fundamentais em Honduras após o golpe militar que derrubou o presidente Manuel Zelaya. Entre as acusações do relatores estão denúncias de prisões arbitrárias e o fechamento de meios de comunicação televisivos e radiofônicos.

A maior parte dos detentos pelas Forças Armadas são funcionários do antigo governo e seus defensores. Os relatores ainda denunciaram o uso de forças abusivas e vincularam os abusos aos direitos humanoa à urgência da volta à democracia e dos direitos da população.

OEA
Hoje, 3, a Organização dos Estados Americanos (OEA), que havia demorado a se pronunciar sobre o golpe, intermediará a volta de Zelaya ao poder. O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza, afirmou que irá a Honduras "para pedir que mudem o que estão fazendo”, mas naõ demonstrou otimismo: “Farei o que puder, mas acredito que será muito difícil mudar as coisas em alguns dias”.

A organização anunciou que expulsará o país do bloco caso Zelaya naõ seja restituído ao poder em 72 horas.

Com informações de agências.



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