Fernando e a Pomba de Deus

Gente, dois assuntos importantes marcaram a semana que passou: o prêmio que Fernando recebeu do Congresso Norte-Americano pela extensa e marcante obra dentro da Sociologia e a Pomba da Paz, que divinamente pousou sobre...

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Gente, dois assuntos importantes marcaram a semana que passou: o prêmio que Fernando recebeu do Congresso Norte-Americano pela extensa e marcante obra dentro da Sociologia e a Pomba da Paz, que divinamente pousou sobre o caixão desse grande religioso brasileiro chamado Dom Eugênio Sales.

Primeiro vamos falar de Fernando e a cobertura impecável do Jornal Nacional.

Ser homenageado pelo Congresso dos EUA, como todos sabem, é o sonho de 9 entre 10 profissionais das Ciências Humanas. Nenhum outro sociólogo brasileiro foi tão bem sucedido a ponto de deixar boquiaberto o Tio San. Tal honraria não é decorrente apenas da impressionante produção acadêmica de Fernando, mas também da sua atuação política como Presidente do Brasil, que encantou durante 8 anos os congressistas daquela país.

O sociólogo agora junta-se a Santos Dumont no Hall dos Grandes Inventores Brasileiros. Segundo o Congresso americano e a Rede Globo, Fernando inventou o conceito de Globalização 50 anos antes da criação do termo.

Nosso ex-presidente se emocionou,  mas, diferente de Alexandre Pires, conteve as lágrimas diante dos congressistas americanos e agradeceu EM INGLÊS (ótimo destaque do Jornal Nacional). Isso porque a língua inglesa é apenas a quarta língua de Fernando, como bem lembrou a Folha e o ex-presidente.
A cobertura do jornal noturno da Globo foi ótima, mas um evento dessa magnitude merecia transmissão ao vivo, com narração do Galvão e comentários de Arnaldo Jabor.  (Quem disse que o Wandinho não é crítico de vez em quando, gente?)

 

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Durante a cerimônia de sepultamento de Dom Eugênio Sales, conhecido pela doçura católica com que defendeu o país durante o período amargo da ditadura, uma singela pomba pousou sobre o caixão do religioso e comoveu os presentes. (Assista a reportagem da Rede Globo)

A cena final da vida de Dom Eugênio foi como um tapa de Deus, com luva de pelica,  na face daqueles que pretendem reescrever a História e pintar o religioso como vilão. A pomba branca, símbolo máximo da paz, pousou sobre o caixão e ficou ali, milagrosamente paralisada por  40 minutos sobre o caixão.

Incrédulos de todo tipo, os mesmos que questionam a santidade de Dom Eugênio, alegaram que aquela era uma pomba devidamente adestrada por um profissional. O tom sagrado da reportagem da Globo refuta peremptoriamente essa ilação sem sentido: a pomba veio do céu , com procuração Divina, buscar Dom Eugenio Sales e levá-lo em paz.

Que Deus e Doutor Roberto Marinho o receba e o conforte.

 



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3 comments

  1. Gerson Carneiro Responder

    Eu acho que esse texto tem uma grande falha. Deveria ter terminado com um “Muito obrigado, Fê e Eu” em inglês.

  2. Eduardo Guimaraens (@justdu) Responder

    Bem lembrado, Wando querido. E deveria lembrar que Dom Eugênio em breve será canonizado seguindo os preceitos na Igreja Católica moderna,,,Ele vai para o panteão dos Santos com São Josémaria Escribá, padroeiro da direita brasileira graças ao milagre da Pomba

  3. Thiago Responder

    São grãos de milhos na tampa do caixão, Wandinho?


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