Orchata de chufa y un poquito más

Quando alguma pessoa que eu gosto parte desta para uma melhor, que espero que seja melhor mesmo, procuro me lembrar das coisas boas e divertidas que ela fez. Os índios de línguas do tronco...

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Quando alguma pessoa que eu gosto parte desta para uma melhor, que espero que seja melhor mesmo, procuro me lembrar das coisas boas e divertidas que ela fez. Os índios de línguas do tronco tupi-guarani chamam o local para onde vão os mortos bons de “Terra sem Males”. Então, apesar de a gente ficar triste por perder uma pessoa amiga, faz bem pensar que ela está lá, numa boa, mesmo eu sendo materialista.

Minha amiga Léa Depresbiteris é uma que merece estar nesse lugar sem males. E vou me lembrar de algumas das muitas coisas divertidas dela.

Ela foi assaltada dentro do carro várias vezes num mesmo semáforo do centro de São Paulo. Numa dessas vezes, entregou o dinheiro ao ladrão, que ainda ficou falando alguma coisa, mantendo os dedos de uma das mãos em cima do vidro entreaberto. Para parar de ouvir a encheção do sujeito, ela fechou o vidro e os dedos de uma das mãos do assaltante ficaram presos entre o vidro e a parte de cima da porta. Nesse momento, o sinal abriu e ela foi saindo, com os dedos do assaltante presos. Se acelerasse, o sujeito seria arrastado pelos dedos, no mínimo quebraria alguns deles. O cara gritou, a Léa parou, abriu o vidro para ele tirar a mão e pediu desculpa.

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