Serra e o DNA autoritário das elites paulistanas

O apoio que Serra recebe da esmagadora maioria da mídia hegemônica demonstra o viés político predominante nas elites brasileiras, em especial de São Paulo

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O apoio que Serra recebe da esmagadora maioria da mídia hegemônica demonstra o viés político predominante nas elites brasileiras, em especial de São Paulo

Por Dennis de Oliveira

O candidato do PSDB à prefeitura, José Serra, é o representante do pensamento autoritário contemporâneo. O apoio que recebe da esmagadora maioria da mídia hegemônica demonstra o viés político predominante nas elites brasileiras, em especial de São Paulo.

José Serra tem sido o político que mais tem atacado a liberdade de expressão. Na campanha de 2010, destratou todos os profissionais do jornalismo que lhe faziam perguntas que julgava incômodas. Só para lembrar alguns casos: Heródoto Barbeiro, no Roda Viva; Márcia Peltier; Mário Carvalho (da rádio Mirante, de São Luiz). Depois chamou blogueiros que criticavam a sua candidatura de “sujos”.

Este ano veio agora com a qualificativo de “nazistas”. E, finalmente, pede uma investigação sobre os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Luis Nassif, que mantém os blogs Conversa Afiada e Dinheiro Vivo, alegando que os mesmos recebem propaganda de estatais e, portanto, fazem as vezes de “propagandistas do governo”.

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