Bragança, Ibope, Haddad e Datafolha: as pesquisas no jogo eleitoral

Os institutos de pesquisas e os resultados que produzem se tornaram instrumentos importantes tanto de arrecadação como de desequilíbrio no jogo eleitoral

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Os institutos de pesquisas e os resultados que produzem se tornaram instrumentos importantes tanto de arrecadação como de desequilíbrio no jogo eleitoral

Por Renato Rovai

Os institutos de pesquisas e os resultados que produzem se tornaram instrumentos importantes tanto de arrecadação como de desequilíbrio no jogo eleitoral.

O caso do Datafolha em São Paulo é exemplar, mas não é o único. O instituto dos Frias manteve o candidato petista sempre em terceiro lugar e com relativa distância dos seus opositores. Em vários momentos da campanha, trackings e pesquisas realizadas por empresas já apontavam Haddad embolado com Serra.

No sábado anterior ao pleito, o Datafolha entrevistou 3.959 pessoas e cravou Serra, 28, Russomanno, 27, e Haddad, 24. Errou feio. Faltavam apenas algumas horas para a eleição cujo resultado foi  Haddad com com sete pontos à frente de Russomanno. Quando o Datafolha afirmou que ele estava a três pontos atrás. Uma diferença de 10 pontos.

Pode-se dizer que o problema é metodológico, mas depois do que vi e vivi em Bragança Paulista onde contribui na comunicação do candidato a prefeito que venceu a eleição por apenas 21 votos, passei a ter convicção de que há algo muito mais do que estranho no reino das pesquisas eleitorais.

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1 comment

  1. Israel Medeiros da silva Responder

    Essas instituições de pesquisas  cada  eleição que passa  vão perdendo credibilidade perante a opinião pública, veja o caso da cidade de São Paulo a Data Folha quis convencer o eleitorado paulistano que iria disputar o segundo turno era Serra e Russomano.   


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