“Copiem, malditos!”

Documentário lança o debate sobre propriedade intelectual e circulação de conteúdo na era digital

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Documentário lança o debate sobre propriedade intelectual e circulação de conteúdo na era digital

Por Canal Ibase

Em um mundo de intensa troca de informações, como alguém pode ser dono de uma ideia? Através de perguntas como essa, o documentário “¡Copiad, Malditos! – derechos de autor en la era digital” lança o debate sobre propriedade intelectual e circulação de conteúdo na era digital.

“Copiem, malditos!” foi dirigido por Stéphane M. Grueso, documentarista e ativista espanhol, e produzido pela Elegant Movies Film em parceria surpreendente com a RTVE, televisão pública da Espanha. A ideia do documentário surgiu depois de um trabalho feito com hackers, o “En Busca de Hackers“. O contato com essas pessoas levou os realizadores a querer se aprofundar no polêmico universo do direito autoral.

Assim surgiu o grande projeto do filme. Além de falar sobre as mudanças no conceito de autoria geradas pela efervescência do universo digital, o documentário se tornou um projeto dentro de um projeto, já que também documenta a busca por uma licença livre para a sua própria distribuição. Deu certo: “Copiem, malditos!” tem licença Creative Commons BY-NC.

Veja o filme:



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3 comments

  1. Aleixo, Carlos Alberto Responder

    Para mi, copiar és compartir!

  2. Irineu Constantino Curtulo Jun Responder

    O MOVIMENTO PONTOAÇÃO FOI LANÇADO NO DIA 12/07/2011, EM ARARAS-SP. EIS O MANIFESTO NO DIA DE SEU LANÇAMENTO. QUEM QUISER ENTRAR EM CONTATO, NO FACEBOOK “SEBO DO NEU”, OU FELISBERTO PAULO.

    MANIFESTO PONTOAÇÃO A ARTE sempre conviveu com a evolução, e sempre se apoiou nos sonhos. O progresso progrediu. A evolução, ainda é a mesma evolução de outros tempos. E a ARTE, o que fazer da ARTE, para que a ARTE tenha o papel na evolução, que sempre lhe coube?Necessitamos – todos os artistas, que ainda se sentem artistas, independente da evolução, progresso, indústria artística – de um movimento único, que nos una contra tudo e contra todos.A indústria artística inviabiliza qualquer movimento artístico. Nos moldes atuais, não há como conhecer a capacidade de cada ARTISTA. A indústria artística determina o que o público deve conhecer da arte. Enquanto isso, um sem número de ARTISTAS, QUE AINDA SE SENTEM ARTISTAS, convivem apenas com a divulgação de seus TRABALHOS através das redes sociais da internet, das ruas, dos bares, dos desvãos do sítio eterno, da puta que te pariu e dos Himalaias.Criar um símbolo se faz necessário, algo que esmague completamente a ganância da indústria artística. É pensando nisso que resolvi criar esse grupo, nessa rede social. Buscar a falência do sistema imposto. Acabar de vez com a burocracia artística. Eliminar os padrões pré-estabelecidos dos direitos autorais. Acabar de vez com a inutilidade da ARTE enquanto ARTE.“Se existe criação, a ARTE é sua co-autora”.


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