Programa de bônus da USP não reduz desigualdades raciais

Dados preliminares apresentados pela Pró-Reitoria de Graduação demonstram que o programa de bônus de pontuação a alunos de escolas públicas não tem reduzido de forma significativa as barreiras raciais

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Dados preliminares apresentados pela Pró-Reitoria de Graduação demonstram que o programa de bônus de pontuação a alunos de escolas públicas não tem reduzido de forma  significativa as barreiras raciais

Por Dennis de Oliveira

A Pró-Reitoria de Graduação (PRG) da Universidade de São Paulo apresentou os dados preliminares sobre inclusão social na instituição com o objetivo de propiciar uma avaliação do Inclusp – programa que concede bônus a alunos de escolas públicas no vestibular da Fuvest. Segundo os dados apresentados pela PRG, no ano de 2012, 28,03% dos alunos matriculados na universidade vinham de escola pública. O pico do percentual de alunos de escolas públicas matriculados na universidade foi em 2009 (29,62%).

O Núcleo de Consciência Negra da USP vem lutando pela adoção de cotas raciais na universidade, com apoio de outras entidades do movimento negro como o Educafro, o Instituto Luiz Gama e o Ceert. Em sua última reunião, o Conselho Universitário discutiu o tema e aprovou que a instituição realizaria uma série de seminários para discutir o assunto. O primeiro será realizado no dia 4 de dezembro, as 14h no auditório da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia e está sendo organizado por uma comissão vinculada à Secretaria Geral da universidade.

Os dados apresentados pela PRG no tocante à questão racial indicam questões importantes para serem refletidas sobre este problema.

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1 comment

  1. Solange Responder

    cotas… querem acabar com a USP! ¬¬
    cotas são para pessoas burras e preguiçosas, vai ver se o Joaquim Barbosa precisou de cota de passar! Claro que ele não precisou porque ele é inteligente e determinado não ficou se fazendo de coitado! 


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