Debate na USP sobre manifestações no Brasil

Marcos Nobre, Pablo Ortellado e Renato Rovai fazem um balanço dos protestos que começaram pedindo a redução da tarifa

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Neste momento, a Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH) realiza debate sobre os protestos que tomaram as ruas de diversas cidades brasileiras. Os professores Marcos Nobre (Filosofia, da Unicamp), Pablo Ortellado (USP-Leste) e Renato Rovai (Cásper Líbero e editor da Fórum) participam da discussão e falam sobre o futuro dos protestos, principalmente em São Paulo. O professor da ECA-USP Eugenio Bucci enviou uma carta.

Assista à transmissão da Pós TV.



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9 comments

  1. Aliados De Shaul Responder

    OS PROTESTOS VÃO TERMINA .DEPOIS TEREMOS NO PAIS UMA OUTRA NOVIDADE QUE É A GUERRA DA INFORMAÇÃO NAS REDES SOCIAS NINGUÉM AGUENTA SER MAIS MANIPULADOS .

  2. ro Responder

    nada de transmissão

  3. ro Responder

    agora consigo ver e ouvir.

  4. Fernando Lui Responder

    Cheguei tarde, vocês irão disponibilizar a filmagem em algum site?

  5. ro Responder

    caiu

  6. Rafael Lira Responder

    Por favor, organização de rodas de conversas urgente!!! Temos que ampliar a reflexão do que está acontecendo com a galera que está participando.

    O povo tá com sede. A Revista Viração está junto!!

  7. Aluísio Pesce Responder

    Parabéns pelo debate e por transmiti-lo ao vivo !

  8. Vicente Oliveira Responder

    Debate na USP sobre as manifestações no Brasil

    A fala de um revolucionário.

    Ouvi três falas, o prof. Ivan Valente (tenho apreço), e outros duas. Cujas sínteses seguem o padrão político-partidário de esquerda X direita como modelo de luta ideológica.
    O que não se aplica no caso das atuais manifestações e entendo, caso sigam por esse modelo que é o senso comum do militante político da atualidade, sua aplicação tende a empobrecer o veio revolucionário que se abriu. Essa tese do discurso direita x esquerda ficou provada como ineficiente como objetivo de transformação da sociedade.com a acensão do PT e aliados ao poder. Ou seja, a esquerda já está no poder – e a revolução? Nada…
    A Dilma pode ir para as ruas e pregar as reformas estruturais. A direita fará a marcha da família com Deus,,, , o resultado vocês conhecem.

    Os manifestantes dessas jornadas, são pessoas simples, mas que já adquiriram essa consciência: a de que não existe pessoa de direita ou de esquerda, do partido A ou B. Que nas periferias dos ‘pancadões’, todos são escravos do sistema, e ‘escravo é escravo”.Diferente das elites intelectuais que se alcunham de “esquerda” e por isso passam a a ser alcunhadas de xiitas.

    Numa manifestação política partidária as pessoas permanecem uma ou duas horas, enquanto num movimento revolucionário o povo aguenta ficar por horas e dias se movimentando pelas ruas. Essa é a diferença, o real (na sua vida diária) anseio de mudanças na sociedade. Essas mudanças sim poderíamos chamar de ações para a esquerda ou à direita e nunca as pessoas, ou seja, segundo a luta de classes, nos vivemos a direita ou a esquerda, (separados), disfarça-se a linha divisória.Por isso penso que não se deve partidarizar um movimento claramente revolucionário, diferente são as bandeiras da sociedade civil organizada, que darão legitimidade à uma pauta máxima que é a revolução. “A Revolução é como um rio, cujo navegante não conhece seus meandros, apenas sabe que vai dar ao mar”. – Todo Poder ao Povo. VJO

  9. Tanara Zingano Kuhn Responder

    Queremos muito ver o debate. O link “Pós TV” tem o vídeo, mas não dá pra ver, está com uma qualidade muito ruim. Algum outro link?


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