Dez informações sobre a saúde e a medicina em Cuba

O jornalista Marco Weissheimer, do Portal Sul21, apresenta 10 argumentos que credenciam os médicos cubanos a trabalharem em comunidades pobres brasileiras que sofrem com a falta de acesso a saúde

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O jornalista Marco Weissheimer, do Portal Sul21, apresenta 10 argumentos que credenciam os médicos cubanos a trabalharem em comunidades pobres brasileiras que sofrem com a falta de acesso a saúde

Por Marco Weissheimer, do Sul21

Escola Latino-Americana de Medicina, em Cuba, assumiu a premissa da responsabilidade social, diz Organização Mundial da Saúde (Foto: Reprodução / Sul21)

Um dos principais argumentos da reação irada de entidades médicas brasileiras contra a vinda de médicos cubanos para o país consiste em questionar a qualidade e a competência dos profissionais cubanos. O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila, chegou a dizer que “os cubanos poderão causar um genocídio” no Brasil. Os primeiros 400 médicos cubanos chegam ao Brasil neste fim de semana, em um convênio com a Organização Panamericana de Saúde (Opas). Uma das maneiras de aferir essa qualidade é levar em conta a realidade da saúde e da medicina em Cuba. Eis aqui dez indicadores e informações sobre a saúde cubana para a população brasileira avaliar (os dados são do governo cubano e da Organização Mundial da Saúde):

(1) Em Cuba, há 25 faculdades de medicina (todas públicas), e uma Escola Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil . (Estudaram em Cuba e lá se formaram, entre outros, dois filhos de Paulo de Argollo Mendes, presidente há 15 anos do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul e critico ferrenho do programa Mais Médicos).

(2) Em 2012, Cuba formou 11 mil novos médicos. Deste total, 5.315 são cubanos e 5.694 vêm de 59 países principalmente da América Latina, África e Ásia. Desde a Revolução Cubana em 1959, foram formados cerca de 109 mil médicos no país. O país tem 161 hospitais e 452 clínicas para pouco mais de 11, 2 milhões de habitantes.

(3) A duração do curso de medicina em Cuba, como no Brasil, é seis anos em período integral. Depois, há um período de especialização que varia entre três e quatro anos. Pelas regras do sistema educacional cubano, só entram no curso de medicina os alunos que obtêm as notas mais altas ao longo do ensino secundário e em um concurso seletivo especial.

(4) Estudantes de medicina cubanos passam o sexto ano do curso em um período de internato, conhecendo as principais áreas de um hospital geral. A sua formação geral é voltada para a área da saúde da família, com conhecimento em pediatria, pequenas cirurgias, ginecologia e obstetrícia.

(5) Em Cuba há hoje 6,4 médicos para mil habitantes. No Brasil, esse índice é de 1,8 médico para mil habitantes. Na Argentina, a proporção é 3,2 médicos para mil habitantes. Em países como Espanha e Portugal, essa relação é de 4 médicos para cada mil habitantes.

(6) A taxa de mortalidade em Cuba é de 4,6 para mil crianças nascidas, e a expectativa de vida é de 77,9 anos (dados de janeiro de 2013). No Brasil, a taxa de mortalidade é de 15,6% para mil bebês nascidos (IBGE/2010).

(7) Em 1998, depois que o furacão Mitch atingiu a América Central e o Caribe, Fidel Castro decidiu criar a Escola Latino-Americana de Medicina de Havana (Elam) com o objetivo  de formar em Cuba médicos para trabalhar em países chamados subdesenvolvidos. A Organização Mundial da Saúde definiu assim o trabalho da Elam: “A Escola Latino-Americana de Medicina acolhe jovens entusiasmados dos países em desenvolvimento, que retornam para casa como médicos formados. É uma questão de promover a equidade sanitária. A Elam assumiu a premissa da “responsabilidade social”.

(8) Em 20 anos, médicos cubanos atenderam a mais de 25 mil afetados pela explosão em Chernobyl, incluindo muitas crianças órfãs. Desde o início do programa, em 1990, foram atendidos mais de 25.400 pacientes, a maioria deles crianças. 70% dos menores que receberam tratamento na localidade cubana de Tarará perderam seus pais e chegaram a Cuba com enfermidades oncológicas e hematológicas provocadas pela exposição à radiação (ver vídeo abaixo).

(9) Segundo a New England Journal of Medicine, uma das importantes revistas médicas do mundo, o sistema de saúde cubano parece irreal. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito. Apesar de dispor de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o dos EUA não conseguiu resolver ainda.

(10) Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Cuba é o único país da América Latina que se encontra entre as dez primeiras nações do mundo com o melhor Índice de Desenvolvimento Humano em expectativa de vida e educação durante a última década.

Certamente o sistema de saúde cubano não é o paraíso na Terra e seus profissionais não são os melhores do mundo. No entanto, os indicadores e informações acima citados parecem credenciá-los para desenvolver um importante trabalho de medicina comunitária e medicina da família em comunidades pobres brasileiras que têm grande dificuldade de acesso a serviços de saúde. Os profissionais cubanos têm especialização e tradição de trabalhar justamente nesta área e não representam nenhuma concorrência para profissionais brasileiros nesta área. Virá daí um genocídio???



No artigo

72 comments

  1. Marcelo Ribeiro Responder

    Primeiramente, a matéria justifica um argumento explicando exatamente outro. Pode parecer incoerente, mas falar de saúde pública não é a mesma coisa que falar de médicos. O contexto da saúde inclui diversos outros profissionais, dentre eles: enfermeiros, dentistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, etc. Além dos profissionais envolvidos, há também a necessidade de infra-estrutura para se promover a saúde. Quando falamos infra-estrutura, mencionamos: postos de saúde e hospitais preparados, condições mínimas de saneamento básico, acesso a alimentação balanceada, etc. Quando se questiona o programa “Mais Médicos”, questiona-se principalmente a qualidade dos médicos que virão exatamente por estes não necessitarem da comprovação de dois pré-requisitos básicos para o exercício da medicina no Brasil (e também na imensa maioria dos países onde a saúde do cidadão ê tratada de maneira zelosa e séria). São eles: 1. Proeficiência em língua portuguesa (alguém em sã consciência discordaria desta exigência???) e 2. Validação do diploma estrangeiro de médico por alguma universidade pública consagrada. Bom, estas exigências constam nas leis de diretrizes e bases de nossa constituição e rege não só a permissão para o exercício da medicina, mas de qualquer outra profissão com curso superior. Descumprindo esta lei, datada de muitos anos atrás, o governo mais uma vez mostra desrespeitar a própria constituiçao do país. Trazer “Mais Médicos”, não significa trazer mais saúde definitivamente!.

    1. Samuel Oliveira Responder

      Parabéns, adorei seu contraargumento

      1. Leonardo Avelar Responder

        Isso ai! esta é a idéia. Quem pensa diferente é egoísta e não tem a dimensão exata do Brasil. Só vive nos grandes centros urbanos. Isto é uma questão de solidariedade. Os médicos brasileiros não querem ir para o interior, pois possuem opções melhores e podem escolher. Com isso a população fica ‘na mão’. Agora esta população terá mais condições dignas de sobrevivência. Parabéns à Dilma!

        1. Augusto Leite Responder

          Pelo que se vê e se sabe que está ocorrendo no Brasil e já ocorreu, isso tudo pode ser apenas propaganda de “revolucionários esquerdistas”, o Brasil não é comunista e está infiltrado de pseudo-esquerdistas coruptos e ditatoriais. Não podemos confiar nem nas “urnas eletrônicas”! Como alguém ainda consegue ser tão ingênuo e acreditar nessas coisa que escrevem por aí? Não sabe pensar?!?!

    2. Angela Broilo Responder

      Marcelo, eu me trato aqui no Brasil. Meus médicos são excelentes profissionais. Ainda bem que posso ser atendida por eles. É uma sorte. E uma preocupação constante é precisar de hospital e não ter leitos. É o caso de os profissionais que escolhi não terem acesso a equipamentos importantes pq não tem suficiente. Concordo inteiramente com a necessidade de infraestrutura. Isso é vital e cabe à população ficar atenta para essa exigência. Mas isso não é argumento contra a vinda dos profissionais de Cuba. A idéia é trazer médicos para locais em que a necessidade é tão grande que nem médicos existem. Qt à legislação, deve se adaptar ao presente, assim incluir uma exceção à regra não me parece abuso. Há muito pouco tempo o Código Civil exigia mulheres virgens para o casamento. Quem contesta essa modificação? Se a lei não se adaptasse aos costumes, permitiríamos a tortura, o castigo fisico, a impunidade das autoridades, a monarquia hereditária. Nem seria permitida uma nova constituição, conforme o nosso direito possibilita. Só exemplos. E, se vc estivesse doente em uma guerra, preferiria ser atendido por um médico, mesmo faltando infra-estrutura, ou por uma pessoa sem habilitação nenhuma? Nesses locais para onde os médicos cubanos estão destinados, Marcelo, é semelhante a estado de guerra. Além disso, são locais onde nenhum médico brasileiro deseja atuar seja pela falta de infraestrutura ou porque, ainda bem, eles têm condições de estar onde desejam. Não vejo motivo razoável para estar contra o programa. Se vc me convencer com argumentos razoáveis, posso até considerar.

      1. Augusto Leite Responder

        Nada disso! Que besteirada é essa? Quem te disse que é assim que a banda toca? As propagandas? Querida a realidade não é um crediário das Casas Bahia.

        1. André Responder

          Pelo seu comentario se falar bem portugues e passar no exame realizado por universidade publica entao ok… Tem certeza que caso todos médicos do programa fizessem os dois testes vcs não iventariam outro obstáculo??

    3. Julio Responder

      médico é médico em qualquer parte do mundo. A fisiologia humana é igual em qualquer raça, em qualquer continente, em qualquer canto do planeta.
      Em geral, as drogas são conhecida mundialmente pelo mesmo nome. Seus princípios ativos são os mesmos no mundo inteiro. A pergunta que fica é: Pq falar a mesma língua é tão mais importante que tratar de forma direta quem necessita de médico hoje?
      De mais a mais, sabe-se que 80% dos diagnósticos são feitos a partir de simples exames (as vezes feitos atravéz do toque do profissional no paciente) ou de investigação social e de conduta. Não é necessário uma tumografia para detectar uma inflamação na garganta. E é para esses 80% que os médicos estrangeiros (não todos cubanos) veem para o Brasil. Para cumprir horário, para dar plantão em um lugar só e para cuidar de quem precisa ser cuidado.
      Por fim, logo, se cuidam de saude e salvam vidas em Cuba, Nigéria, Paquistão, Chernobyl… podem minimamente cuidar do primeiro atendimento aqui no Brasil. A parte difícil deixamos para os megafodas médicos brasileiros!!!!!!!!!

  2. marina lima leal Responder

    Excelente artigo. Esclarecedor e muito oportuno para este momento de tanta polêmica, especialmente em relação aos médicos cubanos

  3. Leonardo Responder

    Se a formação desses profissionais não é questionável, então porque não realizarem o REVALIDA, a prova que sempre avaliou qualquer médico que queira trabalhar no país? (cada região tem suas peculiaridades, com suas doenças mais prevalentes, e essa prova torna-se essencial).

    1. Renato Responder

      Oh meu amigo, você lê o que? A culpa é dos Conselhos de Medicina, que
      que usa a “massa de manobra” ignorante que não faz questão de se
      informar! Deveriam se envergonhar de não tratar do
      assunto com transparência. Esclareçam o porque do tal REVALIDA não estar
      sendo solicitado e, talvez, aí esses inconsequentes e ignorantes possam
      entender: a autorização de trabalho é provisória, por tres anos. Ao
      final desse prazo se o médico quiser permanecer clinicando, deverá fazer
      o REVALIDA. E porque isso? Para evitar que o profissional desista do
      programa e comece a clinicar por conta própria em qualquer lugar, uma
      vez que o tal REVALIDA asseguraria essa possibilidade.Conseguem entender?

      1. Nick Name Responder

        No final dos tres anos o Fidel chama todos de volta , senão arrisca eles fazerem o revalida e ficarem aqui pra sempre…enquanto isso nossas crianças, velhos e demais pessoas correm o risco de serem tratados por carniceiros incompetentes né? Ok, vc pode dizer que ser tratado por um carniceiro é melhor do que não ser tratado…bom acho que um carniceiro pode transformar um caso de pequena e média gravidade num caso gravissimo ou até fatal….e aí como é que fica? O ideal seria fazer o revalida antes de atuarem, assim se es.taria dando uma garantia a mais de qualidade no atendimento….mas também poderia acabar com o mito da excelencia médica cubana caso o indice de aprovação ficasse baixissimo…este é ao meu ver o medo de se fazer o teste

        1. Edi Passos Responder

          Verdade. É melhor ficarmos com os nossos “carniceiros incompetentes”, que são loiros de olhos azuis e cobram caro, muito caro…

  4. fernandocosta50 Responder

    Claro como propaganda para um sistema comunista essas informações estão ótimas. Falácia de um governo comunista que dá a informação que bem quiser para quem quiser acreditar.

    1. José Venâncio Hernandes Wasche Responder

      https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/br.html
      Bom, se o seu argumento é esse, olhe por dados que não são do governo então.The world fact book é gerenciado pela C.I.A.Veja se os dados são incoerentes…

    2. sandro velleda Responder

      Informações da Organização Mundial de Saúde. A OMS é comunista Fernando Costa? não sabia disso não!!!

  5. MARCO PLÁ Responder

    Sem comentários,o desempenho da medicina lá,diz tudo.

    1. fernandocosta50 Responder

      http://www.therealcuba.com/Page10.htm claro sem comentários, aí tem um site que diz a verdade

      1. Joaquim Responder

        Fernando, por que você fugiu do comentario do Sandro Velleda acima e refugiou sua imbecilidade anticomunista em outro post. E mentiroso? Responde: a OMS é comunista, leitorzinho burro da Veja? (redundância)

  6. Denis Wilson Responder

    Pois é… podemos perceber facilmente os fragéis argumentos usados pelos que são contrários à vinda de médicos estrangeiros para o Brasil.

  7. Neusa Responder

    Para a turma do quanto pior melhor.

  8. Elisio Roberto Responder

    10 argumentos que “desargumentam” o Jornalista Marco
    Weissheimer.

    (1) ISSO NÃO
    ARGUMENTO QUE TORNA A MEDICINA BOA! OS BRASILEIROS CITADOS FIZERAM A PROVA DE
    REVALIDAÇÃO E FORAM APROVADOS. FIZERAM A UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. Em
    Cuba, há 25 faculdades de medicina (todas públicas), e uma Escola
    Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países,
    inclusive do Brasil . (Estudaram em Cuba e lá se formaram, entre outros, dois
    filhos de Paulo de Argollo Mendes, presidente há 15 anos do Sindicato Médico do
    Rio Grande do Sul e critico ferrenho do programa Mais Médicos).

    (2) PERDE A CREDIBILIDADE NA FORMAÇÃO MÉDICA. POIS TER
    MULTINACIONALIDADE TB NÃO INDICA FATOR DE QUALIDADE. SE CUBA FOMOU 11 MIL
    MÉDICOS E INGRESSARAM 15 MIL MÉDICOS, NECESSITARIA DE PELO MENOS 75 MIL LEITOS HOSPITAIS
    PARA OS ALUNOS INGRESSANTES TEREM BOA FORMAÇÃO. A BOA FORMAÇÃO MÉDICA EXIGE 5
    LEITOS PARA CADA ALUNO INGRESSANTE, CUBA TEM 5,9 LEITOS/1000 HABITANTES, LOGO O
    PAÍS DISPOE DE POUCO MAIS DE 60 MIL LEITOS, INSUFICIENTE PARA UMA BOA FORMAÇÃO
    ACADÊMICA. Em 2012,
    Cuba formou 11 mil novos médicos. Deste total, 5.315 são cubanos e 5.694
    vêm de 59 países principalmente da América Latina, África e Ásia. Desde a
    Revolução Cubana em 1959, foram formados cerca de 109 mil médicos no país. O
    país tem 161 hospitais e 452 clínicas para pouco mais de 11, 2 milhões de
    habitantes.

    (3) TODO CURSO DE
    MEDICINA DO MUNDO DURA 6 ANOS. ENTÃO ISSO NÃO É ARGUMENTO! A duração do curso
    de medicina em Cuba, como no Brasil, é seis anos em período integral. Depois,
    há um período de especialização que varia entre três e quatro anos. Pelas
    regras do sistema educacional cubano, só entram no curso de medicina os alunos
    que obtêm as notas mais altas ao longo do ensino secundário e em um concurso
    seletivo especial.

    (4) TODO CURSO DE
    MEDICINA DESSE PLANETA QDO O ALUNO COMPLETA 4 OU 5 ANOS INCIA O INTERNATO E
    TODOS SÃO VOLTADOS PARA AS AREAS BASICAS (Medicina preventiva, GO, pediatria,
    cirurgia e cllinica). TB NÃO VALE COMO ARGUMENTO. Estudantes de medicina
    cubanos passam o sexto ano do curso em um período de internato, conhecendo as
    principais áreas de um hospital geral. A sua formação geral é voltada para a
    área da saúde da família, com conhecimento em pediatria, pequenas cirurgias,
    ginecologia e obstetrícia.

    (5) A ORGANIZAÇÃO
    MUNIDIAL DE SAUDE (OMS) PRECONIZA QUE 1 MÉDICO PARA 1000 HABITANTE. ESSES
    PAÍSES APLICAM MAIS DE 10% DOS RECURSOS FEDERAIS EM SAÚDE. O BRASIL A
    PRESIDENTE DILMA VETOU O ORÇAMENTO DE 10% EM SAÚDE E GASTAMOS 4,5% DO PIB NA
    SAÚDE. 4 MIL MÉDICOS CUBANOS TEREMOS O INDICE DE 1,82 MÉDICOS POR MIL
    HABITANTES E SEJA NÃO MUDA EM NADA. Cuba há hoje 6,4 médicos para mil
    habitantes. No Brasil, esse índice é de 1,8 médico para mil habitantes. Na
    Argentina, a proporção é 3,2 médicos para mil habitantes. Em países como
    Espanha e Portugal, essa relação é de 4 médicos para cada mil habitantes.

    (6) A TAXA DE MORTALIDADE
    TAMBÉM LEVA EM CONSIDERAÇÃO OS RISCOS DE INFECÇÕES E COMPLICAÇÕES DENTRO DAS
    MATERNIDADES, QUE É UM FATOR TAMBÉM A SER CONSIDERADO, COMO OS CUBANOS NÃO
    ATENDERÃO EM MATERNIDADES, POIS SÓ PODERÃO FICAR EM PSF, EM MUITO POUCO CAIRÁ
    ESSA TAXA DE MORTALIDADE . A taxa de mortalidade em Cuba é de 4,6 para mil
    crianças nascidas, e a expectativa de vida é de 77,9 anos (dados de janeiro de
    2013). No Brasil, a taxa de mortalidade é de 15,6% para mil bebês nascidos
    (IBGE/2010).

    7) EU DEIXO A
    CARGO DESSE VÍDEO YOU TUBE (http://www.youtube.com/watch?v=XoNmegGpTtM)
    COMO A
    ELAM SELECIONA SEUS FUTUROS MÉDICOS: INDICAÇÕES DO MST, GRUPO RADICAIS E COM
    IDEOLOGIAS POLÍTICAS, SEM ATESTAR SUA VERDADEIRA CAPÁCIDADE DE ESTAR APROVADO
    EM UMA FACULDADE DE MEDICINA. SEM PROVA DE VESTIBULAR OU SEM AS MELHORES NOTAS.
    Em 1998, depois que o furacão Mitch atingiu a América Central e o Caribe, Fidel
    Castro decidiu criar a Escola Latino-Americana de Medicina de Havana (Elam) com
    o objetivo de formar em Cuba médicos para trabalhar em países
    chamados subdesenvolvidos. A Organização Mundial da Saúde definiu assim o trabalho
    da Elam: “A Escola Latino-Americana de Medicina acolhe jovens
    entusiasmados dos países em desenvolvimento, que retornam para casa como
    médicos formados. É uma questão de promover a equidade sanitária. A Elam
    assumiu a premissa da “responsabilidade social”.

    (8) MAS NÃO SÃO
    ESSES MÉDICOS ONCOLOGISTAS, QUE ESTÃO VINDO, ESTÃO VINDOS MÉDICOS GENERALISTAS.
    ISSO NÃO VALE COMO ARGUMENTO. Em 20 anos, médicos cubanos atenderam a mais de
    25 mil afetados pela explosão em Chernobyl, incluindo muitas crianças órfãs.
    Desde o início do programa, em 1990, foram atendidos mais de 25.400 pacientes,
    a maioria deles crianças. 70% dos menores que receberam tratamento na
    localidade cubana de Tarará perderam seus pais e chegaram a Cuba com enfermidades
    oncológicas e hematológicas provocadas pela exposição à radiação.

    (9) EM QUE
    SENTIDO ISSO JUSTIFICA A VINDA DE CUBANOS? Segundo a New England Journal of Medicine, uma das
    importantes revistas médicas do mundo, o sistema de saúde cubano parece irreal.
    Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito. Apesar de dispor de
    recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o dos EUA não
    conseguiu resolver ainda.

    (10) IDH SE
    MELHORAS COM DIVERSOS ASPECTOS, E SAÚDE APENAS NÃO MELHORA IDH SE TIVERMOS
    CORRUPÇÃO, FALTA DE INVESTIMENTO NA AS ESCOLAS, POUCO INCETIVO AO PROFESSOR,
    QUEDA DA RENDA. ASSIM A VINDA DE CUBANOS NÃO IRÁ ELEVAR IDH. Segundo o Programa
    das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Cuba é o único país da América Latina.

    1. Luiz Carlos de Carvalho Responder

      Pelos seus contra-argumentos, entendi que os médicos cubanos possuem formação semelhante à dos médicos brasileiros, pois não?!

    2. Lorena Responder

      Seus desargumentos TODOS sem base, só para terminar dizendo que um médico cubano sabe o mesmo tanto de um médico brasileiro, né não?. Porém, me chamou a atenção o referente à mortalidade infantil: não faz diferença pra você que lá sendo tão precário, e pobre, e socialista, atrasado, e sem preparação, a mortalidade seja um terço da do Brasil? Baseado na bibliografia -Medicina preventiva atualização BRASIL 2013- de que a taxa de mortalidade infantil (até o primeiro ano de vida) se compõe da Neo-natal precoce, Neo-natal tardia e Pós-neonatal, vamos pensar juntos: a mortalidade neonatal está diretamente relacionada ao pré-natal, parto e periparto, certo? e que os médicos cubanos vão interferir diretamente em dois destes fatores (pré-natal e peri-parto), porque como todos sabemos, eles não vão pra maternidade fazer parto, certo? Mas isso não significa nada pra você, porque pra você não vai fazer diferença se vai ter um pré-natal bem feito com mais sífilis e itu´s e vulvovaginites tratadas, ou infecções puerperais tratadas para diminuir também a mortalidade materna. Ou seja, pré-natal vai melhorar+ puericultura vai melhorar+menos morbidade ou doença+menos mortalidade ou morte=mais vidas!!!. Ai passamos ao segundo raciocínio ainda em mortalidade infantil, agora pós-neonatal (diretamente relacionada a doenças do sistema respiratório: pneumonia, etc, ou do trato gastrintestinal: diarréia -que tanto mata em nosso pais-). Não faz diferença pra você uma criança estar moderada ou gravemente desidratada e ter um médico na cidade pra prescrever uma hidratação correta, ou tratar uma pneumonia, ou entrar com o antibiótico adequado no momento certo, e salvar sua vida? Se não faz diferença pra você, não interessa. Para as mães, os recém nascidos, e suas familias que moram lá, fará toda diferença um bebê vivo que um bebê morto por uma doença perfeitamente tratável, cujo diagnóstico é clínico (isto é, os exames complementam, mas não são essenciais nem para o diagnóstico nem para o tratamento) e não precisa de mais estrutura que a boa vontade de examinar, (pegar com as mãos, conversar), e um estetoscópio para salvar a vida do paciente. É isso que importa, é isso que faz a diferença, e querendo você ou não, é isso que vai acontecer num lugar onde não tinha médico e agora tem.

      Sou médica, CUBANA, formada em CUBA, meu consultório no BRASIL é LOTADO, como o de qualquer médico brasileiro BOM; e conheço o de muitos colegas CUBANOS que não são diferentes. Amo o que faço, e conheço a índole dos colegas que estão vindo, a diferença de você. Sei como eles estudam, e o que eles são capazes de fazer com pouco recurso, e me entristece ver como pessoas como você falam desconhecendo a realidade de um país pobre, humilde e atrasado, porém, muitíssimo mais saudável que o seu.

  9. Iara Responder

    Estou envergonhada perante ao mundo do comportamento irracional da nossa “casta”médica. Claro que é só uma parte, a mais ignorante….Nao sabem nem do que estam falando. Nao conhecem Cuba, muitos nem sabem o que é socialismo, mas sao contra. Vaidade,inveja,menosprezo, enfim.. Espero que mudeme entendam o que está acontecendo

  10. Francisco Marçal Responder

    Deixem de idiotices, precisamos desse médicos cubanos sim… e ponto.

  11. Maria Solange Fagundes Responder

    Acredito que os médicos brasileiros, nem todos claro, estão com medo de perder seus lugares para os cubanos, pois a maneira que vejo o ser humano ser tratado por alguns ,é de dar pena.Nem olham para o rosto dos pacientes, e só reclamam do salário.Qdo. fazemos alguma coisa por amor e pela humanidade , o pagamento vem depois.Deixem os cubanos mostrar prá que veio e o seu trabalho, depois os DRS.poderão dizer alguma coisa, mas np momento estão brigando a troco do que?

  12. freepalestine Responder

    fernandocosta50, quer dizer então que o capitalismo é que deu certo? Vejamos como anda a Africa, como anda o leste europeu, a situação brutal vivida atualmente no oriente médio, por toda a américa latina, a própria crise européia… ONDE o capitalismo “está dando certo”?? Aliás, o que é “dar certo”? Criar uma centena de milhonários e um bilhão de famintos? Se esse for o conceito de “dar certo” para o capitalismo, ele mesmo já pode se enterrar… e vai tarde!

    1. Bárbara Responder

      Você, ferrenho defensor do comunismo, está dividindo sua casa com qts famintos, pobres e miseráveis?! Tem carro? Pois não deveria, venda e divida com seus vizinhos e amigos. Comece a praticar o comunismo/socialismo no seu dia a dia :)

      1. freepalestine Responder

        Bárbara, não compartilho dessa lógica ingênua de 8 / 80. Em momento algum ser contra o capitalismo é ser a favor de comunismo. Isso é argumento de ensino fundamental, para decorar matéria e não estimular o pensamento crítico. O capitalismo se mostra cada vez mais insustentável, da mesma forma que se mostrou o cerceamento de liberdades por imposição e não através da compreensão, filosofia adotada em muitos regimes comunistas que por fim se dissolveram. O capitalismo não resolveu os probelmas do mundo e nunca o fará, principalmente porque essa não é a sua filosofia e razão de existir. Enquanto os seres “racionais” não perceberem que o mal e infelicidade do outro é também a razão de sua infelicidade viveremos em um mundo em que pessoas preferem ver seus “direitos assegurados” a salvar uma vida ou prestar auxílio aos mais necessitados. Essa é exatamente a atitude de quem se coloca contra a vinda de médicos para dar suporte a quem necessita: seus “direitos” são mais importantes do que o bem estar do próximo. Falar que fazem isso por “preocupação” ao próximo é apenas alimentar o demônio ególatra que existe em si mesmo. Não os culpo ou julgo, afinal são vítimas da ignorância e da lógica deste sistema.

        1. fernandocosta50 Responder

          Cara vc está olhando o problema na periferia, enquanto o problema é interno, corruptos no poder, pessoas mal preparadas que sempre defenderam o comunismo nos governam, agora estão liquidando o país, veja só, os contra golpe 64, iriam tomar o poder, agora tomam nosso dinheiro. Vc fala mal do capitalismo, mas sob a ótica brasileira. Os USA já sairam da crise, ainda que não concorde com a cultura americana, a Inglaterra, a Alemanhã estão indo de vento em poupa. Só os países remanescentes do socialismo como Espanha e Grécia vivem crises no momento, e ainda sim por ser europa tem um padrão de vida muito melhor que nós brasileiros. Vc precisa viajar e conhecer estes países capitalistas. Onde existe problemas, sim existe, mas todos tem direito ao básico, coisa que o Brasil está longe, mas muito longe de chegar. É frustrante.

    2. fernandocosta50 Responder

      Já lhe disse vc deveria morar em Cuba, la nem resposta e nem opnião neste forum Freepalestine iria ter. Porque o comunismo cala as pessoas e dita a ordem. Vá morar em Cuba. Viva livre o comunismo em Cuba. Vai lá, Fidel Castro é adorável com internautas e tecnológia.

  13. freepalestine Responder

    O que trazer médicos cubanos para atuar em regiões carentes tem a ver com implantar um regime comunista no Brasil? Quer dizer que se alguém consumir charuto, rum, curtir Ibrahim Ferrer… ele está sob influência de uma manobra política para um regime comunista? Hello???

    1. Gladys Guimarães Responder

      rsrs
      Muito Bom!

    2. Bárbara Responder

      4000 medicos cubanos não equivalem a 1 “charuto ou rum”.
      É necessário enxergar adiante!
      De uma hora pra outra o problema da saúde pública são os medicos e não a gestão corrupta do governo (qualquer que seja ele). Reflitam o pq de grandes hospitais estaduais e federais sofrerem há anos com falta de medicamentos, macas, seringas… enfim, com o básico! Esse problema é antigo no país e não é com medida eleitoreira e vazia que resolverá o problema. Muito pelo contrário, submeterá grande parcela da população (leia-se pobre e carente de tudo) a sérios riscos, tudo graças a manobras políticas e pra arrecadar votos dos eleitores mais desavisados!!
      E se fosse você: gostaria de ser atendido por medico que comprove sua formação acadêmica ou isso é irrelevante?!

      1. freepalestine Responder

        Bárbara, acho que é necessário você também enxergar um pouco adiante. Uma política pública, qualquer que seja, é construída através da observação e identificação das razões para a demanda social. É o input ao sistema político, nesse caso o governo, que irá destrinchar esta demanda/problema em possíveis causas e subdividir o problema em diversas esferas. Dessa forma, o problema e demanda “saúde pública” têm diversas vertentes que resultam no contexto observado, irei elencar algumas possibilidades para que você entenda a complexidade do tema: carência quantitativa e qualitativa de profissionais; carências estruturais; má emprego, distribuição e controle do dinheiro público; má articulação intragovernamental entre o MS, MEC, MDS na formulação de uma polítca coerente; má acessibilidade à equipamentos públicos de saúde; falta de investimento em uma política focada em saúde preventiva; baixa instrução sobre cuidados básicos de saúde em regiões remotas .. etc etc etc…as variáveis são infinitas! Com isso, é necessário entender que “trazer médicos” não é a única solução do problema, mas faz parte do conjunto de soluções e excluir esse ítem é lutar para a manutenção de um status quo socialmente insustentável. Sugiro que você leia autores como Teixeira, Cavalcanti e Frey para entender um pouco a complexidade e não cair na armadilha falaciosa da univocalidade. Abraços.

      2. Milene Estácio Responder

        Se a formação acadêmica fosse sinônimo de bom profissional, não haveria tantos médicos ruins em hospitais públicos brasileiros. Conheço profissionais formados em federais que exibem o diploma de papel na parede e são péssimos profissionais !!! Acorde

    3. fernandocosta50 Responder

      http://www.therealcuba.com/Page10.htm grande esclarecimento sobre a realidade dos hospitais de Cuba, pelo jeito vc é bilingue e tem capacidade de entender o texto

  14. Grazielle Freitas Responder

    Pq não Médicos Cubanos?? Não vejo nenhum problema em relação a isso, acredito que só assim nosso povo terá um atendimento que merece. Estrutura precisamos e mto, mas tbm precisamos de profissionais DISPOSTOS a ajudar ao próximo. Pq não vaiam os médicos ignorantes, sem paciência, incompetentes, e sem responsabilidade que existe no Brasil?? Sou total a favor de mais médicos, mais saúde.

  15. Socorro Barros Responder

    a saúde pede socorro…..mais médicos e mais saúde…o resto e so ignorância e e inrresponsabilidade….

    Socorro Barros

  16. leide Responder

    Si um medico brasileiro, si atreve a dizer que um osso fraturado não é prioridade de cirugia, eu me pergunto em que faculdade formou esse medico. E que esse meso medico, sendo ele chefe de hortopedia, no HOSPITAL REGIONAL DE ARAGUAINA/TO, diga a esse mesmo paciente, cujo osso não era prioridade,de cirugia, que ele era o culpado disso por ter passado todo esse tempo em coma. seu nervo ficou atrofiado depois de três meses e meio de UTI. Alguem escolhe ficar em coma ?????. desde de quando um osso com fratura exposta não é peioridade de cirugia ???? Onde sera que esse animal estudou medicina ??

  17. Gladys Guimarães Responder

    O capitalismo, que é o causador do sistema desigual que temos no mundo, está mostrando suas contradições. A crise do nosso mundo capitalista está aí para quem quiser ver.

  18. fernandocosta50 Responder

    Sim ele teria que enfiar o dedo no miocardio na arteria entupida e retirar a obstrução da tua mãe . E assim será igual com os médicos cubanos,japonês, americano, qualquer nacionalidade que queira, na situação de não ter isordil a disposição nem mesmo um desfibrilador, um antifibrinolitico a disposição outros irão morrer das mesma maneira. Vocês não tem capacidade de enxergar o óbvio e lulante. A imprensa faz a cabeça de quem eles quiserem, basta o governo pagar para isso. Isso aliado a falta de informação, porque não sei se tu sabes 75% de brasileiros são semi analfabetos. Ou como vcs acham que a Globo sobrevive? Com dinheiro do teu bolso para dizer o que querem que seja dito nos telejornais.

    1. Diana Lima Responder

      Não concordo com o governo, porém sou a favor da vinda dos médicos cubanos. Nem imprensa faz a minha cabeça. Até porque eu assisto todos os jonais e leio os demais para saber que toda informação de qualquer jornal é intencional. Grande maioria dos médicos são mercenáros isso é verdade. Filhos de papai ricos na sua grande maioria nesse pais estuda medicina quem tem din din não precisa ser matemático para ver isso. Entrão….

  19. Bárbara Responder

    O revalida foi feito pra aprovar quem está capacitado pra tal! Nunca foi uma prova excludente. Em todo país sério do mundo, há provaS de revalidação mas, como sempre, o brasileiro gosta de dar um jeitinho na ÚNICA prova pra avaliação dos estrangeiros. Se vc arrisca sua saúde com medicos sem revalidação, boa sorte!

    1. freepalestine Responder

      Bárbara, o Revalida brasileiro não foi feito para aprovar quem está capacitado. Foi feito para proteger um corporativismo ególatra pautado em farisaismo destemperado. A CREMESP foi a única entidade que em 2012 resolveu aplicar um exame para os médicos formados no Brasil, em um nível de exigência muito inferior ao observado no Revalida do ano anterior. Menos da metade dos médicos foram aprovados!!! A preocupação da CFM não é a qualidade dos médicos. Se fosse, aplicaria uma prova, a exemplo da OAB, para validar a atuação dos profissionais também formados no Brasil. Infelizmente, devido à realidade de nosso sistema educacional, sabemos que os números se igualariam ou até alcançariam maiores cifras ao da Ordem, materializando o que já é explícito há muito tempo: nossas políticas públicas de saúde não andam, rastejam.

    2. Milene Estácio Responder

      Deixa de ser ignorante, esses cubanos estão vindo ao Brasil fazer o serviço que os médicos daqui não têm capacidade de fazer. Aliás, é notório e sabido que muitos médicos brasileiros são verdadeiros protagonistas de carnificina então que diferença vai fazer ???

  20. Bárbara Responder

    Falácia atrás de falácia!
    Se alguém acha que Cuba tem a melhor medicina do mundo pq será que eles estão enfrentando uma epidemia de COLÉRA em pleno século 21?!
    Me falem o nome de 1 revista científica cubana respeitada internacionalmente e 2 trabalhos científicos com projeção mundial!
    Todos os médicos são bem vindos desde que comprovem tal conhecimento através de provas ou será que médico sem revalidação de diploma só serve pra pobre e pra angariar votos?!
    Acordem a saúde pública afunda a cada dia enquanto vocês, que não conhecem a realidade do SUS de perto, resmungam no sofa de casa!!!!

  21. Luiz Carlos de Carvalho Responder

    Afinal o problema é político ou de saúde pública?

  22. Fernando Carvalho Responder

    Na década de 90,foram trazidos para o BRASIL,todos esses planos de saúde,aproveitando-se da carência médica no país e os nossos médicos se acostumaram a extorquir o povo.Agora a população terá mais médicos…

  23. CLEUNICE Responder

    cleunice para fernando50 – gosto de sua postura ,fernando ,tem entendimento do assunto ,fala com conhecimento de causa e conhece muito bem as mazelas desse governo corrupto!!!!

  24. Conciso Responder

    É preciso deixar de lado este protecionismo de classe – médicos brasileiros buscando garantir polpudos ganhos – e enfrentarmos a realidade.

  25. sidney leme Responder

    “Nossa medicina é quase de curandeirismo”, diz doutor cubano

    Gilberto Velazco Serrano, de 32 anos, conta por que, em 2006, desertou de uma missão de seu país na Bolívia – na qual os médicos eram vigiados por paramilitares

    Aretha Yarak

    O cubano Gilberto Velazco Serrano, de 32 anos, é médico. Na ilha dos irmãos Castro ele aprendeu seu ofício em meio a livros desatualizados e à falta crônica de medicamentos e de equipamentos. Os sonhos de ajudar os desamparados bateu de frente, ainda durante sua formação universitária, com a dura realidade de seu país: falta de infraestrutura, doutrinação política e arbitrariedade por parte do governo. “É triste, mas eu diria que o que se pratica em Cuba é uma medicina quase de curandeirismo”, diz Velazco.

    Ao ser enviado à Bolívia em 2006, para o que seria uma ação humanitária, o médico se viu em meio a uma manobra política, que visava pregar a ideologia comunista. “A brigada tinha cerca de 10 paramilitares, que estavam ali para nos dizer o que fazer”. Velazco não suportou a servidão forçada e fugiu. Sua primeira parada foi pedir abrigo político no Brasil, que permitiu sua estada apenas de maneira provisória. Hoje, ele mora com a família em Miami, nos Estados Unidos, onde tem asilo político e estuda para revalidar seu diploma. De lá, ele concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:

    Como os médicos são selecionados para as missões?
    Eles são obrigados a participar. Em Cuba, se é obrigado a tudo, o governo diz até o que você deve comer e o que estudar. As brigadas médicas são apenas uma extensão disso. Se eles precisam de 100 médicos para uma missão, você precisa estar disponível. Normalmente, eles faziam uma filtragem ideológica, selecionavam pessoas alinhadas ao regime. Mas com tantas colaborações internacionais, acredito que essa filtragem esteja menos rígida ou tenha até acabado.

    Como foi sua missão?
    Fomos enviados 140 médicos para a Bolívia em 2006. Disseram que íamos ficar no país por três meses para ajudar a população após uma enchente. Quando cheguei lá, fiquei sabendo que não chovia há meses. Era tudo mentira. Os três meses iniciais viraram dois anos. O pior de tudo é que o grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos – havia pelo menos 10 paramilitares. A chefe da brigada, por exemplo, não era médica. Os paramilitares estavam infiltrados para impedir que a gente fugisse.

    Paramilitares?
    Vi armas dentro das casas onde eles moravam. Eles andavam com dinheiro e viviam em mansões, enquanto nós éramos obrigados a morar nos hospitais com os pacientes internados. Quando chegamos a Havana para embarcar para a Bolívia, assinamos uma lista para registro. Eram 14 listas com 10 nomes cada. Em uma delas, nenhum dos médicos pode assinar. Essa era a lista que tinha os nomes dos paramilitares.

    Como era o trabalho dos paramilitares?
    Não me esqueço do que a chefe da brigada disse: “Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pode terminar”. Eles nos diziam o que fazer, como nos comportar e eram os responsáveis por evitar deserções e impedir que fugíssemos. Na Bolívia, ela nos disse que deveríamos estudar a catarata. Estávamos lá, a priori, para a atenção básica – não para operações como catarata. Mas tratar a catarata, uma cirurgia muito simples, tinha um efeito psicológico no paciente e também na família. Todos ficariam agradecidos à brigada cubana.

    Você foi obrigado a fazer algo que não quisesse?
    Certa vez, eu fui para Santa Cruz para uma reunião, lá me disseram que eu teria de ficar no telefone, para atender informações dos médicos e fazer estatísticas. O objetivo era cadastrar o número de atendimentos feitos naquele dia. Alguns médicos ligavam para passar informações, outros não. Eu precisava falar com todos, do contrário os líderes saíam à caça daquele com quem eu não havia conversado. Quando terminei o relatório, 603 pacientes tinham sido atendidos. Na teoria, estávamos em 140 médicos na Bolívia, mas foi divulgado oficialmente que o grupo seria de 680. Então como poderiam ter sido feitas apenas 603 consultas? Acabei tendo que alterar os dados, já que o estabelecido era um mínimo de 72 atendimentos por médico ao dia. Os dados foram falsificados.

    Como é a formação de um médico em Cuba?
    Muito ruim. É uma graduação extremamente ideologizada, as aulas são teóricas, os livros são velhos e desatualizados. Alguns tinham até páginas perdidas. Aprendi sobre as doenças na literatura médica, porque não tinha reativo de glicemia para fazer um exame, por exemplo. Não dava para fazer hemograma. A máquina de raio-X só podia ser usada em casos extremos. Os hospitais tinham barata, ratos e, às vezes, faltava até água. Vi diversos pacientes que só foram medicados porque os parentes mandavam remédios dos Estados Unidos. Aspirina, por exemplo, era artigo raro. É triste, mas eu diria que é uma medicina quase de curandeiro. Você fala para o paciente que ele deveria tomar tal remédio. Mas não tem. Aí você acaba tendo que indicar um chá, um suco.

    Como era feita essa “graduação extremamente ideologizada” que o senhor menciona?
    Tínhamos uma disciplina chamada preparação militar. Ficávamos duas semanas por ano fora da universidade para atender a essa demanda. Segundo o governo cubano, o imperialismo iria atacar a ilha e tínhamos que nos defender. Assim, estudávamos tudo sobre bombas químicas, aprendíamos a atirar com rifle, a fazer maquiagem de guerra e a nos arrastar no chão. Mas isso não é algo exclusivo na faculdade de medicina, são ensinamentos dados até a crianças.

    Como é o sistema de saúde de Cuba?
    O país está vivendo uma epidemia de cólera. Nas últimas décadas não havia registro dessa doença. Agora, até a capital Havana está em crise. A cólera é uma doença típica da pobreza extrema, ela não é facilmente transmissível. Isso acontece porque o sistema público de saúde está deteriorado. Quase não existem mais médicos em Cuba, em função das missões.

    Por que você resolveu fugir da missão na Bolívia?
    Nasci em Cuba, estudei em Cuba, passei minha vida na ilha. Minha realidade era: ao me formar médico eu teria um salário de 25 dólares, sem permissão para sair do país, tendo que fazer o que o governo me obrigasse a fazer. Em Cuba, o paramédico é uma propriedade do governo. A Bolívia era um país um pouco mais livre, mas, supostamente, eu tinha sido enviado para trabalhar por apenas três meses. Lá, me avisaram que eu teria de ficar por dois anos. Eu não tinha opção. Eram pagos 5.000 dólares por médico, mas eu recebia apenas 100 dólares: 80 em alimentos que eles me davam e os 20 em dinheiro. A verdade é que eu nunca fui pago corretamente, já que médico cubano não pode ter dinheiro em mãos, se não compra a fuga. Todas essas condições eram insustentáveis.

    Você pediu asilo no Brasil?
    Pedi que o Brasil me ajudasse no refúgio. Aleguei que faria o Revalida e iria para o Nordeste trabalhar em regiões pobres, mas a Polícia Federal disse que não poderia regularizar minha situação. Consegui um refúgio temporário, válido de 1 de novembro de 2006 a 4 de fevereiro de 2007. Nesse meio tempo, fui à embaixada dos Estados Unidos e fui aprovado.

    Após a sua deserção, sua família sofreu algum tipo de punição?
    Eles foram penalizados e tiveram de ficar três anos sem poder sair de Cuba. Meus pais nunca receberam um centavo do governo cubano enquanto estive na Bolívia, mas sofreram represálias depois que eu decidi fugir.

    Quando você foi enviado à Bolívia era um recém-formado. A primeira leva de cubanos no Brasil é composta por médicos mais experientes…
    Pelo o que vivi, sei que isso é tudo uma montagem de doutrinação. Essas pessoas são mais velhas porque os jovens como eu não querem a ditadura. Eu saí de Cuba e não voltei mais. No caso das pessoas mais velhas, talvez eles tenham família, marido, filhos em Cuba. É mais improvável que optem pela fuga e deixem seus familiares para trás. Geralmente, são pessoas que vivem aterrorizadas, que só podem falar com a imprensa quando autorizadas.

    Os médicos cubanos que estão no Brasil deveriam fazer o Revalida?
    Sim. Em Cuba, os médicos têm de passar por uma revalidação para praticar a medicina dentro do país. Sou favorável que os médicos estrangeiros trabalhem no Brasil, mas eles precisam se adequar à legislação local. Além do mais, a formação médica em Cuba está muito crítica. Eu passei o fim da minha graduação dentro de um programa especial de emergência. A ideia era que eles reduzissem em um ano minha formação, para que eu pudesse ser enviado à Bolívia. O governo cubano está fazendo isso: acelerando a graduação para poder enviar os médicos em missões ao exterior.

  26. Maria Helena Bezerra Responder

    Gostaria de saber a localização das Faculdades de Medicina de Cuba e dos Hospitais Universitários onde seus alunos exercem a prática necessária.
    Grata,

  27. Antonio Carlos Teixeira Responder

    TEMmuito rico para os medicos brasileiros tratarem, desatender…deixa os cubanos e MÉDICOS estrangeiros cuidar dos nossos pobres”.ET A ELITE BRASILEIRA NAO PRECISA MESMO DE MEDICOS ELA PRECISA DE OUTRA COISA”.

  28. Elza A. Miranda Cardoso Responder

    Charles,”metendo bala” é o que eles fazem atendendo compactuado com laboratórios, remédios que te fazem MAL, pra “faturar”! Metendo bala é você entrar num hospital com perna quebrada e sair morto de infecção, como aconteceu com minha mãe, no mais caro hospital de Curitiba! Meter bala é um homem ter que amputar a perna esquerda e amputarem a DIREITA! ESTES MÉR DICOS brasileiros não são nem curandeiros que tem intenção de curar. ESTE TIPO DE MÉRDICO DEVERIA ESTAR PRESO POR CHAR-LA-TA- NIS-MO!!!O QUE ELES QUEREM É LUCRAR E MUITO! Sabe que , nem pra comprar remédio para queimadura você pode , na Farmácia? ELES EXIGEM RECEITA MÉRDICA, O QUE QUER DIZER QUE ,antes, VOCÊ TEM QUE pagar um consulta OU FAZER O ESTADO PAGAR!!!!

  29. Geralda Responder

    É diferente avaliar um profissional com conhecimento técnico, no caso da medicina pode haver um conhecimento de valores humanos, refino íntimo do ser. Não adianta o Brasil formar “filhos de papai” que passam em todas as provas e na hora “H” esquecem de transmitir o calor humano ao paciente.

  30. Yara Responder

    Concordo com você Odila…Está todo mundo cuspindo preconceito só porque os médicos são cubanos…A gente para com isso! É justamente por isso que o Brasil não vai pra frente…Eu fiquei 3 meses direto na estrada com meu marido levando carga de um lugar pra outro, e quando ele ficou doente e precisamos parar numa cidade pra ele ir ao hospital, aconteceu que primeiro ele foi atendido por um médico brasileiro que deu remédios que não resolveram merda nenhuma, aliás o médico nem olhou pra cara dele, resumindo ele piorou, então tivemos que parar em outra cidade e ir em outro hospital e foi uma médica cubana que atendeu ele muitíssimo bem por sinal, colocou ele pra tomar soro em uma sala que era oque ele precisava no momento e daí receitou os remédios, resumindo de novo ele tomou os remédios receitados pela médica cubana 2 dias e melhorou 100%…A saúde no Brasil tão precária e o povo com preconceito idiota.

  31. Marcia Rodrigues Responder

    Pergunto: porque os médicos cubanos não terão acesso total aos próprios salários e direito à CLT? porque a maior parte de seus salários serão enviados ao governo cubano? e porque não podem trazer as próprias famílias? é muito estranho isso.. quer dizer que o governo pode enviar pessoas para trabalhar em outros países e negociar o pagamento à esta pessoa? mas isto não fere a convenção internacional de direitos humanos, caracterizando tráfico de pessoas?

  32. Rodrigo Responder

    http://www.youtube.com/watch?v=D-Bpnxi9-Ec

    http://www.youtube.com/watch?v=rqX3u7QoI1g

    Vídeos feito por Cubanos sob o perigo de serem presos e mortos. O embargo na ilha é uma desculpa bem oportuna pra situação mas os médicos que saem de cuba para o mundo ajudam a subsidiar esse sistema, pra quem não sabe uma parte dos salários dos médicos vai direto pro bolso daquela ditadura.

  33. Julio Paiva Responder

    Boa Tarde,
    A Escola Latino Americana de Medicina que funciona em Cuba ou uma das Faculdades de Medicina existentes em Cuba não podem receber estudantes de outros países para estudarem la e custearem os estudos com os seus próprios recursos?

  34. julião Responder

    No último dia 05/04/2014 em fortaleza houve um show de um determinado cantor famoso brasileiro com a entrada + ou – 500 reais. Resultado.casa cheia. Ninguém reclama do preço do ingresso. Consulta com um médico, dependo da especialidade, 100 a 150 reais. O choro é grande. É, realmente é melhor ir ao show pagando uns 500 reais sentindo muitas dores no peito esquerdo quase dando um infarte a ir a um cardiologista e pagar uma consulta para saber como anda a própria saúde. ah povo.

  35. Caesar Responder

    Se a medicina em cuba fosse boa, teríamos filas de endinheirados de todo o mundo indo para lá se tratar. Eu bem conheço 02 pessoas que foram a cuba se tratar de vitiligo e depois de serem surrupiados em bastante grana, descobriram que era pura empulhação.

  36. bruxa Responder

    O capitalismo enquanto vai falindo, a sociedade se desbarranca; miséria, crime, fome, doenças…

  37. daniel gomes almeida Responder

    o problema tambem,. ainda não o aceitemos é a indiferença da classe medica frente a interiorização do trabalho medico, que se traduz em retorica para a midia, .. triste a relidade que poucos , porem poucos medicos, trabalham no Brasil esquecido,porque dizem que os centros de saúde carecem de avanços tecnologicos,…. e para esperar que todos os centros de saúde tenham as condições tecnologicas de centros de maior complexidade ..ai esperaremos ate o CRisto resucitar… , para ir trabalhar la no interiorzão, ai esta bem dificil, ne….culpa dos governos, culpa dos politicos de sempre aqueles que agora lançam a pedra e escondem a mão,..infelizmente os cubanos na sua imensa maioria, são bem recibidos e ate agora seu trabalho é exemplar , doi a quem doer,o governo acertou.

  38. Cesar Responder

    OK OK, entao digamos que realmente os médicos cubanos são realmente bons, que tudo citado acima é verdadeiro. Entao porque o governo insiste em nao submete-los ao teste de revalidação? Se sao bons, ora, eles vao passar facilmente. Esse ponto que cria tantas duvidas! NAo me interessa a contituição, se é realmente em prol de necessitados, temos mais é que evoluir sim, mudar constituição. Agora, querem nos empurrar uma de medicina de qualidade, mas testar essa qualidade nao pode. Ou sao ruins mesmo, ou nao saberiam se comunicar em portugues ou qual a real intenção do governo?

  39. Luiz Costa Responder

    Vocês não vão levar a mal, mas os caras (CUBANOS) são bons, tem uma medicina de ponta e com pouco recursos, simplesmente F A N T Á S T I C O !!! Cuba bate o Brasil, no IDH, SAÚDE , EDUCAÇÃO – SEGURANÇA e etc, Agora me responda como pode isso ? O Brasil bate Cuba no Futebol – Samba – mortalidade infantil, doenças etc.

  40. Aldito Nancassa Responder

    O meu sonho desde peque e ser medico para dar a minha contribuicao para a humanidade

  41. Henrique Responder

    O assunto é eminentemente político. Em sã consciência ninguém é contra importar médicos para atuarem em regiões carentes de tudo. A grande questão é se esses médicos cubanos vão atuar única e exclusivamente como médicos ou se têm uma segunda missão não declarada de doutrinação socialista. É difícil crer que Cuba disponha de 6.000 médicos ociosos, no estoque, prontos para virem para o Brasil. Alguem isse que em 2012 Cuba formou 11.000 médicos em 25 faculdades. Isso dá uma média de 440 formandos por faculdade, o que parece exagero. Mas vamos que seja verdade. Comparando esse número com os tais 6.000 disponíveis – só para o Brasil, vejam bem – e mais sei lá quantos para outros países do mundo que também importam médicos de Cuba, dá para concluir que Cuba realmente está produzindo médicos em larga escala não para uso interno mas para exportação! A etapa seguinte é crer que essa exportação seja uma caridade desinteressada. Por mais que Cuba seja contra o “mercado” é difícil crer que não haja um outro interesse por trás dessa “indústria” de médicos. Só ganhar dinheiro? Ou aquele segundo objetivo, não declarado, é exportar também sua ideologia?

  42. FRANCISCO GOMES Responder

    Sou brasileiro com orgulho, no entanto, parabenizo a iniciativa da presidente da Republica em criar o programa “mais medico”. Moro em uma região do Brasil bem carente de medico, minha cidade tem um único hospital que atende a cidade bem como algumas cidades vizinhas, todavia, a grande parte dos profissionais brasileiros (médicos) que ali “trabalham”, são um desastre, médicos ultrapassados, que não se atualizam, vão para o hospital para descansar, atendem mal os pacientes, quando atendem, na maioria dos casos quem fazem anamnese é um enfermeiro, que por sua vez repassa para o médico que esta em seu momento de repouso, que por sua vez quando não passa dipirona o albendazol é certo. Os médicos cubanos chegaram para proporcionar uma melhor qualidade de vida para os pacientes que estão a mercê nas mãos desses péssimos profissionais, ao mesmo tempo, ensinar-lhes que o amor ao próximo está acima do material, que esse espírito mercenário que não faz parte desses profissionais estrangeiros, deva ser a justificativa mais plausível para tanto ódio, rancor e inveja, ao invés de ser a questão idiomática ou de revalidação de diploma como o medíocre argumento utilizado por alguns. Parabéns ao altruísmo dos cubanos.


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