Divulgado vídeo que mostra possível execução de soldados do governo sírio

Os assassinatos teriam acontecido em abril deste ano, segundo o The New York Times

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Os assassinatos teriam acontecido em abril deste ano, segundo o The New York Times

Por Redação

 

Em vídeo entende-se que houve execução dos sete soldados (Foto: Reprodução)

O jornal norte-americano The New York Times divulgou hoje um vídeo que seria da execução de sete soldados do governo sírio por opositores do regime de Bashar Al Asaad.

A ordem de execução parte de Abdul Samad Issa, comandante dos rebeldes sírios. As fortes imagens mostram ainda os corpos sendo enterrados em uma vala comum, sem identificação.

Desde março de 2011, a Síria enfrenta uma guerra civil que já deixou pelo menos cem mil mortos e fez com que mais de dois milhões de pessoas deixassem o país rumo aos países vizinhos.

Confira o vídeo abaixo.



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3 comments

  1. Guest Responder

    Sabe nem o motivo real da guerra na síria faça primeiro uma pesquisa pra ver oque o exercito sírio fez também

  2. Flávio Neto Responder

    sabe nem o motivo real a guerra na síria faça primeiro uma pesquisa pra ver oque o exercito sírio faz também com seus prisoneiros

  3. Gunther Responder

    Execução em massa é errado. Soldados de um regime criminoso não são automaticamente criminosos. Se um menino é convocado para servir, ele vai; não tem sequer escolha. Militar de fato não questiona ideologia. Quer matar? Mate. Mas pode ter alguma consequência depois.
    Por outro lado… guerrilheiros não assinam convenção de Genebra, não têm direitos quando aprisionados e dificilmente terão como lidar com prisioneiros de guerra.
    No final das contas o que sobra é que as nações civilizadas do planeta dificilmente investirão na queda de um ditador conhecido para que o governo seja assumido por algum grupo de terroristas teimosos. Afeganistão passou por isso (não agora, mas com a entrada do Talibã depois da saída dos soviéticos) e o Iraque também.
    O meninos russos e alemães mortos na Segunda Guerra até foram bitolados para o trato da guerra como uma luta entre fascismo e comunismo, mas nenhum deles tinha escolha e a imensa maioria foi contra a vontade. Não creio que os jovens sírios, militares e guerrilheiros, prefiram uma rotina de carne podre, falta de banho, falta de sono e morte.


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