Se a violência masculina é a maior ameaça às mulheres, como criar um filho gentil?

A ideia de ter um filho me assustou: Que tipo de homem ele se tornará quando crescer? Aqui está o que eu aprendi sobre como criar um homem com compaixão

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A ideia de ter um filho me assustou: Que tipo de homem ele se tornará quando crescer? Aqui está o que eu aprendi sobre como criar um homem com compaixão

Por Christopher Zumski Finke, original em Yes! Magazine. Tradução de Isadora Otoni.

Minha mulher e eu tivemos Rhodes, nosso primeiro filho, há quatro meses. Isso é o que eu mais me lembro daquela primeira semana: o cheiro de sua pele e sua respiração quando ele dormia no meu colo em nossa cama – pequeno, quentinho, e frágil, como um ovo. Eu respirava o cheiro da vida mais nova que já encontrei enquanto ele dormia.

Ele não era pequeno demais, mesmo assim eu ficava maravilhado por como esses novos seres humanos chegavam tão minúsculos. Nós, a criatura mais dominante da Terra, começamos a vida tão desamparados, e vermelhos, e bonitos. Sabia, enquanto ele descansava apertado contra meu coração, que faria qualquer coisa para protegê-lo, amá-lo, e apresentá-lo ao mundo.

Mês passado, quarto homens na Índia foram sentenciados a morte por estuprar e matar com tanta brutalidade que quase não acreditei. Na semana anterior, quatro jogadores de futebol americano da Universidade Vanderbilt foram acusados de estuprar uma mulher inconsciente (algo muito parecido como os eventos do último ano em Steubenville, Ohio). E durante a primavera anterior, pouco antes de Rhodes nascer, Ariel Castro foi preso em Cleveland por aprisionar três mulheres – sequestrada quando jovens – em sua casa durante dez anos.

Essas e outras histórias constantemente enchem nossas redes sociais, programas de tevê, jornais, mídias sociais, blogues… É quase impossível evitar histórias de violência, estupro, e dominação. Viver decentemente já é difícil suficiente sozinhos, e agora preciso criar um filho corretamente em um mundo que é, em parte, caracterizado pela violência masculina.

Louis CK resume isso melhor: “Não existe ameaça maior às mulheres do que os homens. Nós somos o número um em ameaça às mulheres. Globalmente e historicamente, nós somos o número um em danos e lesões às mulheres”. E eu me preocupo que ele esteja certo.

Agora que eu sou um pai, me deparo com essa questão constantemente: Como criar um filho com compaixão e dignidade? Um homem que respeita mulheres?

Menino ou menina?

No começo da gravidez, minha mulher e eu discutimos se preferíamos criar um menino ou uma menina. Isso estava totalmente fora do nosso controle, mas a conversa mexeu comigo: menino ou menina? Nós criamos um mundo de coisas belas assim como coisas terríveis. Eu submeteria um menino ou uma menina a isso?

Enquanto esperava nossa criança, minha preocupação quanto às notícias de violência sexual atingiram novos patamares, e influenciaram o que pensava sobre criar um menino ou uma menina.

Uma menina, o primeiro pensamento que tive, poderia estar protegida. Me preocupei com sua segurança, mas pensei que poderia protegê-la das ameaças domésticas contra mulheres.

Mas um menino, isso realmente me assustou. Meninos são as ameaças domésticas contra mulheres. Se eu tivesse um menino, nós deveríamos criar um homem. E que tipo de homem ele seria?

Tenho dificuldades imaginando meu filho como qualquer outra pessoa diferente da criança inocente que ele é hoje. Minha hipótese é essa: Eu serei um bom pai e ele será um bom garoto. Mas eu não posso ver o futuro. Eu o amo e quero que ele ame aos outros, quero que ele seja gentil, seja responsável por suas ações, e trate as outras pessoas com respeito. Eu quero que ele aprenda com o homem que escolheu esse comportamento, e não o poder e abuso.

O autor do artigo com seu filho, Rhodes, em casa (Arquivo pessoal de Christopher Zumski Finke)

Homens como Pacificadores

“Isso é endêmico.” Esse é Ed Heisler, diretor executivo da Homens como Pacificadores, falando sobre as estatísticas de violência sexual e abuso doméstico.

“Essa é o ar social que os jovens estão respirando enquanto crescem”, ele me disse. “A mídia, o ambiente esportista, o jeans, os adultos que vendem jeans, os pais, as professoras que temos nas escolas, os líderes religiosos – todos criam um ambiente que normaliza a dominação e o controle do homem.” Ele escolheu a palavra certa: endêmico. “É assim há algum tempo e permanecerá assim até que algo no ambiente social mude.”

A entidade Men as Peacemakers (Homens como Pacificadores, em tradução livre) foi fundada em Duluth, após a comunidade se chocar com uma série de assassinatos cometidos por homens nos anos de 1990. Quando os cidadaõs se reuniram para discutir o combate à violência em sua cidade, a maioria presente era de mulheres. Isso preocupou alguns dos homens, que convocaram um retiro de 55 homens da área para discutir seus papéis e suas responsabilidades para diminuir a violência. Uma das iniciativas que nasceu do encontro foi a Men as Peacemakers, cuja missão é ensinar alternativas não violentas a homens e garotos, e que a violência era inaceitável.

Procurei por Heisler com uma questão honesta: Como criar meu filho para ser um homem preocupado em fazer sua parte para mudar o ambiente social que subjuga as mulheres?

A entidade tenta mudar esse ambiente incorporando exemplos e mentores por toda a comunidade. Por exemplo, O Festeiro Exemplar, um programa coordenado com a faculdade College of St. Scholastica, tenta reformular a cultura de festas na América para uma que é segura e equitativa às mulheres. Eles fazem isso colocando mentores nas escolas, colégios, organizações juvenis, e outros lugares onde jovens podem ter uma conversa honesta sobre sexualidade e festas. E acontece que a linguagem e a conversa formam as atitudes de homens jovens em relação às mulheres.

Mencionei uma anedota da edição deste ano da Exposição de Entretenimento Eletrônico. Durante a apresentação da Microsoft do novo Xbox One, o jogador masculino e MC deu um beatdown virtual na jogadora antes da audiência ao vivo, dizendo a ela: “Apenas deixe acontecer. Terminará rapidinho.”

Em uma cultura em que o discurso de dominação e abuso são socialmente permitidos (videogames), essa é a linguagem dominante – e a linguagem que usamos importa. A língua pode tanto capacitar quanto objetivar. (Compare os resultados de “college women” e “college girls” na busca do Google Imagens, e aí você verá o meu ponto).

A Iniciativa dos Campeões, outro programa do Homens como Pacificadores, reúne atletas universitários com jovens e trabalha diretamente com as associações esportistas e treinadores para garantir que a prevenção da violência contra mulheres faça parte de suas missões.

Desde que a tentativa de estupro de Steubenville focou na cultura dos esportes e na violência sexual, Heisler acredita que esse ambiente é crítico. Ele usa o caso de Steubenville em um exercício de imaginação em que pede aos meninos para “pensar naquela jovem de Steubenville como um garotinho” e considerar como seu ambiente se parece: “De alguma forma aquelas crianças aprenderam o que seu senso de humor era e como aquela mulher era apenas um objeto de prazer para os homens – algo que não importa, no qual eles podem urinar, do qual eles podem usar, fazer o que eles quisessem e não se importar. Essa não foi a forma como nasceram.”

Então, talvez os homens são a pior coisa que já aconteceu para as mulheres, mas nós não nascemos assim. Nós aprendemos isso. Mesmo bem intencionados, jovens responsáveis são capazes de tomar decisões terríveis se são encorajados, preparados, ensinados a fazer o contrário.

Então, perguntei a Heisler diretamente: Você está falando com um recém papai. O que é mais importante, diga um conselho fundamental que você pode me dar para que eu tenha certeza de que as crianças que estou criando não serão um problema aos direitos humanos?

Sua resposta? Crie um ambiente inteiramente novo para o rapaz:

“Novos pais têm a oportunidade e responsabilidade de pensar proativamente em como moldar e providenciar um novo ambiente para uma criança, um que irá definir os papéis e expectativas de igualdade, dignidade e respeito entre homens e mulheres.”

Isso significa não só ser um exemplo em como tratamos as mulheres, as parceiras e as desconhecidas em público, mas também em o que achamos sobre o nosso lar e os lugares que frequentamos.

“Nós estamos tentando criar um mundo em que pais – homens – estejam dando um passo adiante e pensando de verdade sobre como criarão um novo ambiente que promova igualdade de gêneros e respeito a mulheres.” Heisler me disse. “Nós temos uma corrente nos puxando para a direção contrária. Exige muito esforço para criarmos um ambiente que influencie nossos jovens.”

Mudando a corrente

Uns dias antes, tomei uma cerveja com Todd Bratulich e Luke Freeman. Depois de toda a pesquisa sobre violência e dominação, eu queria me refrescar. Todd é um jovem pastor na Primeira Aliança (First Covenant), uma igreja comunitária urbana em Minneapolis; Luke, um professor de ensino médio. E mais importante: assim como eu, eles têm filhos pequenos.

Conversamos sobre como sermos bons homens que amam suas esposas, seus familiares e seus amigos, e como queríamos criar um ambiente agradável para nossos filhos crescerem. Nós todos nos sentimos bem por nos comprometermos com essas questões, pensando que estamos fazendo a nossa parte – nós não fazíamos parte da cultura de violência contra mulher.

E então, sentindo a nossa autossatisfação, Luke disse: “Nos apunhalamos pelas costas porque criamos muitas expectativas para nós mesmos, apenas vamos seguir em frente e aproveitar o nosso privilégio.”

E percebi, não tinha feito nem um pouco a minha parte. Não ainda. Tratar minha esposa com amor e gentileza é vital, claro. Mas também é o mínimo.

Nós devemos ser ativos, criativos, cheios de propostas para estender esse comportamento em todo momento de nossas vidas se queremos ser pacificadores, devemos nadar contra a corrente e criar o espaço necessário para criarmos nossos filhos com empatia e compaixão.

Nós três levantamos nossos copos para brindar o desafio, e voltamos para casa para ver nossos filhos.



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118 comments

  1. Mãe Consumista Responder

    Além da violência em si, acho que falta aos homens tratar as mulheres com mais respeito até no jeito de falar, muitos homens são estúpidos, grossos, mal educados e acham que podem gritar à vontade e tratar as mulheres com grosseria, como se a única violência fosse bater. Gritos, estupidez e grosseria também são violência doméstica, mas os homens estão acostumados a mandar nos empregados e acham que podem mandar e gritar dentro de casa também….

  2. Hique Responder

    “e agora preciso criar um filho corretamente em um mundo que é, em parte, caracterizado pela violência masculina.”

    Parei de ler aí…

    1. lafa Responder

      que pena, vc perdeu um ótimo texto que poderia abrir sua mente ignorante. claro, pra vcs homens é fácil falar que tudo isso é mimimi e a violência não existe, o machismo não existe pq ‘violência é violência e não uma forma de dominação’.

    2. Ana Vilma Oliveira Responder

      pq deve ser algum troglodita q certamente nao nasceu de uma mulher

      1. louis franca Responder

        Para de falar de homem e começa a comentar o declínio da mulher na sociedade sacou ? Declinio total …. mulheres que trocam de parceiro como quem troca de roupa. Um volume de mulheres cada vez maior perderam a dignidade e a honra.

        1. Julia Responder

          vamos parar de falar de homens que desrespeitam, agridem, estupram e matam pra falar sobre mulheres que são livres sexualmente? Realmente esse um problema muito mais grave. Porque a dignidade da mulher se mede pelo numero de parceiros sexuais que ela teve… só que não. Você deveria rever suas prioridades, caro machista.

        2. rphl Responder

          O homem quando tem várias parceiras é o ‘cara’ agora quando a mulher tem vários parceiros ela é “vagabunda”, cara seu pensamento é arcaico, medieval, preconceituoso, neonazista. Infelizmente nossa sociedade não enxerga todos os gêneros de sua espécie de forma igual com direitos iguais, nada justifica a violência e as privações que são impostas as mulheres. Suas roupas e seu comportamento sexual não é motivo suficiente para satisfazer as necessidades fiziologicas de nenhum homem. Agora imagina você homem sendo encuralado por quatro ou cinco grandalhões e sendo espancado e tendo seus orificios sendo dilacerados por mero prazer masculino??? Se ponha no lugar das mulheres…se sua mãe fosse estrupada ou sofresse agressõea constantes você não pensaria assim! E não é porque sua filha usa roupas curtas ou ‘dá’ para todo mundo que eu vou obriga la a ter relações

    3. Julia Responder

      Pessoas como você são razão por esse mundo ser uma merda.

      1. Amaral Responder

        SO figo algo apesar de existirem a violência e o marxismo não podemos dizer que só existe culpa nos homens, vcs mulheres tem que reconhecer que a aparência e atitude de vcs influencia as pessoas que vcs atraem

        1. Stela. Responder

          Ler comentários é desistir da humanidade. Vou ali vomitar o machismo que li e já volto.

        2. Professor James Responder

          O quadro geral da sociedade está mudando. E rápido! Em breve, será inevitável que todos os homens se preocupem com essa questão. Não nos esqueçamos que, historicamente, os Meninos (futuros homens) sempre foram criados por mulheres. Com as “conquistas” sociais das mulheres, que não passa, em verdade de uma troca, abriu-se, junto à criação de filhos, um espaço a ser ocupado por homens. É claro que as mulheres não o “avisaram”, mas não por desleixo ou negligência, mas porque se o tivessem feito, muito do que conseguiram até o momento não teria sido possível, por conta de mais violência. Resta à sociedade/humanidade conceder o reconhecimento “oficial” das novas responsabilidades masculinas, para que voltemos ao ponto de “equilíbrio”, se é que faz sentido essa expressão, no que tange a preparar as novas gerações!

  3. janainarochido Responder

    Perfeito. Vou reproduzir no meu blog e enviar esse texto para o pai do meu filho. Quem sabe todos os tios/amigos/avós imbecis não entendem que não é “engraçadinho” e nem “nada a ver” ensinar um menino a chamar mulher de “gostosa” na rua e bater na bunda da empregada? Depois não sabem de onde vêm os monstros…

    1. louis franca Responder

      Deixa de coisa que as mulheres estão muito piores do que serem chamadas de gostosa ou levar tapa na bunda.. a mulher hoje simplesmente perdeu o caráter.. vejo todos os dias

    2. Osvaldo Aires Bade Responder

      FEMINISTAS OTÁRIAS!

      1. Aldir Gracindo Responder

        Bom argumento!… Só que não.

      2. Nayane Marques Responder

        Quando você usa a palavra “Mulheres” você estar falando de um numero inimaginável de pessoas que habitam todo o mundo, não seja um ignorante generalista, procure refletir sobre o que fala e compartilha…

  4. Cleber Aurélio Responder

    Nossa, que impressão horrível que você tem dos homens! Tome cuidado, você pode acabar criando seu filho para odiar seu próprio sexo. Acho que você está acreditando demais na campanha de demonização masculina promovida pela mídia. Não sei se você sabe, mas o número de mulheres criminosas também cresceu muito nos últimos anos. Esse não é um problema masculino, é um problema geral, de todos os seres humanos. Só espero que você tome cuidado com o que vai ensinar a ele. Meninos que são criados com uma imagem negativa do próprio sexo tendem a ser muito mais depressivos e ter baixa autoestima, além de tendências suicidas. Afinal, ele também precisa ter orgulho de ser homem e de identificação com pessoas do mesmo sexo. Essa generalização que essas pessoas que você citou são, no mínimo, horríveis. Não encare os homens como monstros dessa forma, e muito menos veja seu filho como um em potencial, você pode mutilar a autoimagem dele. Em vez disso, tente ensiná-lo que, ao contrário do que mostra a mídia, os homens são, sim, pessoas boas e que têm muitos aspectos positivos, pois isso é verdade; nossa mídia misândrica é que tenta infiltrar a aversão aos homens na nossa mente. Proteja seu filho disso.

    1. Pollyanna Assumpção Responder

      Vc tem que ter orgulho de ser homem. Por que? É muito difícil?

      1. Cleber Aurélio Responder

        Eu não deveria ter? Tenho de ter vergonha de ser homem? Por quê?

        1. Julia Responder

          Você não é homem. Você é um garoto ignorante. Homem que é homem não distorce tudo para se fazer de coitado.

          1. Luan Garcia

            Ai, Juju, como você é machista! Só faltou dizer que homem que é homem não chora… O que eu deveria te dizer, que mulher que é mulher não fala assim com os outros, que tem de ser delicada e compreensiva? Tenha dó, né…

    2. lafa Responder

      onde que ele generalizou camarada? seu comentário me pareceu que a carapuça te serviu. horrível são os exemplos de violência que temos no cotidiano e vc vem aqui e tenta negar, ou mudar o sentido pra dizer que o texto foi um ‘mimimi anti-homem’? só seu comentário falando da mutilação da auto-imagem mostra que vc deve ser mais um preconceituoso genérico. mulheres criminosas? me diz aí então algum exemplo de mulher que estuprou em grupo algum cara, ou o manteve em cárcere privado, ou o dopou pra abusar dele sexualmente? leia o texto com a cabeça menos machista ignorante, se é que vc leu, e vc vai ver que em momento algum o autor generalizou os homens como brutamontes violentos

      1. Cleber Aurélio Responder

        Meu comentário sobre mutilação da autoimagem demonstra que sou preconceituoso? Tenho cabeça machista e ignorante? Nossa… Então sofrer com a imagem que se faz de seu sexo é ser machista e ignorante… Muito obrigado pela compreensão, viu!

    3. Daísa Responder

      Concordo com você…mas a materia estar falando de quem faz isso…mas eu achei um tanto exagerada…

    4. Carolina De Oliveira Responder

      Olha o que você escreveu Cleber não é muito coerente. Está nitido que ele não causará ou facilitará que o filho dele venha ou a se odiar, ou a ter depressão ou qualquer outro mal que voce tenha citado. Como sei disso? Por que está nitido que ele (o autor) não tem. Mesmo tendo consciência de todos os males que podem ser gerados pela “educação” que a sociedade passa hoje para as pessoas do sexo masculino. E eu acho que foi isso que você não entendeu.! Em nenhum momento ele diz que o simples fato de nascer homem te torna mau, ruim, ou faz de voce algo grotesco, mas sim a educação e as influencias da sociedade te tornam capaz de ser esse “monstro”.Não seria algo como,” penso logo existo”, “nasci homem logo sou mau”, seria algo mais como “nasci homem e preciso me defender das mazelas que a sociedade me ensina e me influencia”! Todo o ponto negativo expressado no texto em relação ao sexo masculino hoje na nossa sociedade, não foi tirado da cabeça do autor e sim foi criado através de fatos (que viemos a ficar sabendo até aqui no Brasil) causado pelo próprio sexo masculino, que ele cita no texto (e não, não adianta querer negar que os homens são responsáveis pela maioria massacrante dos crimes que acontecem na sociedade contra eles mesmos e principalmente contra as mulheres! Dificilmente você vê uma mulher que foi morta por outra mulher). Então, Cleber tire-se da posição de vitima, não faça disso uma guerra de sexos, “homens são bons” “mulheres também matam”(pq eu sou mulher e digo: AMO os homens, claro, os que respeitam as mulheres), por que não se trata disso e sim de pessoas melhores. E não, os homens não são bons quando oprimem ou violentam, pelo simples fato de serem homens.Pense nisso.

      1. Cleber Aurélio Responder

        Esse tipo de crença pode, sim criar autoódio, depressão, autoimagem distorcida. Eu sei disso muito bem, pois é o que aconteceu comigo. E eu não estou tentando transformar isso em uma guerra de sexos justamente porque acho que, para defender as mulheres, não é preciso acusar os homens dessa forma. Eu não estou atacando as mulheres – o texto é que ataca os homens. Só peço que você também pense que, da mesma forma que a mulher não deve ser valorizada pelo que ela faz pelos homens, o homem também não deve ser valorizado pelo que faz pelas mulheres.

    5. Ana Terra Responder

      Cleber Aurélio, o ponto do artigo é justamente que os homens não são naturalmente assim, mas que é uma construção sócio-historica que deve ser combatida cultural e socialmente. Ser homem mau não é uma condição, mas também não é uma proposta! é um imperativo! é uma forma de ser a que os homens são empurrados. Seria leviano mascarar isso, e deixar tudo como está. Sua fala tem conteúdo ideológico: individualmente se pode mudar uma ordem social inteira. E a sociologia, antropologia,etc, nos revela que nada é individual. Tentar ensinar que um menino pode ser um homem bom não vai resolver o problema, é disto que trata o artigo. Tem que ser algo coletivo, consciente e social! Isso é altamente ideológico, não é natural, nem biológico.

    6. Priscilla Silva Responder

      Cleber Aurélio,
      Vivemos em uma sociedade em que a imagem agressiva masculina é muito forte, não só a mídia mostra isso, mas a convivência com nosso parentes e amigos também. Não acho que o autor em questão quis generalizar, mas o fato é que vivemos em um mundo onde a mulher é subjugada desde o instante em que nasce, tanto pelos homens quanto por outras mulheres e em algumas vezes até por ela mesma. Sou mãe de menina e menino e a preocupação não para por ai. Não nos preocupamos só em como educar um menino para ser um bom homem futuramente, mas também nos preocupamos em como educar esse menino para ter a capacidade de diferenciar o certo e o errado em uma sociedade onde os dois se confundem constantemente, onde tudo se pode e com um certo poder aquisitivo maior as coisas são apenas esquecidas. Tratar com igualdade não é fácil e ensinar igualdade muito menos. Meu filho tem 3 anos e me pergunto, como educá-lo para ser um bom homem e, que trate não só as mulheres com respeito, mas todos à sua volta?

      1. disqus_LewT8z9YLo Responder

        Entendo que a preocupação para que seu filho se torne um homem honrado, justo e virtuoso é necessária, mas esse cuidado não deve ser exclusividade do sexo masculino, é preciso ter essa mesma preocupação em relação a sua filha para que ela se torne uma mulher honrada, justa e virtuosa.

    7. rcalsaverini Responder

      E nós não somos monstros?

      O homem típico que você encontra na rua é um sujeito bastante detestável e assustador. Se não fosse, nenhuma mulher teria medo de andar sozinha por aí.

      Você tem mãe/irmã/filha? Você deixa ela entrar sozinha em um ambiente cheio de homens? Se o homem não fosse perigoso, você não se preocuparia com isso.

      Não acho que reconhecer isso deixe ninguém deprimido. Eu não preciso de ter orgulho de ser homem para ter autoestima. Aliás, não tenho orgulho algum de ser homem. Ser homem não é mérito meu, é um acaso biológico totalmente fora do meu controle. Não faz sentido ter orgulho de algo que poderia ser diferente caso uma pequena molécula do espermatozóide que me gerou fosse diferente.

      Sabe o que deveria ser razão de orgulho? Ser um bom homem, um homem não-violento, um homem capaz de ser agente de paz, um homem que entende e respeita as mulheres, se preocupa com o acesso delas a segurança e autorealização, um homem que trata as mulheres como seres autônomos, com vontade e desejos próprios. Isso sim deveria ser motivo de orgulho e autoestima para alguém. Eu tenho orgulho de pelo menos tentar ser assim.

      Aliás, note que o autor do texto é um homem! Não sei se você percebeu isso. Aliás, deve ser um homem com uma excelente autoestima e muito orgulho de ser quem é.

      1. Cleber Aurélio Responder

        Você percebe o que acabou de dizer? O homem só tem valor pelo que ele faz pelas mulheres. Ele não tem valor pelo que ele é, pois elas devem ser o parâmetro pelo qual se avalia seu valor. Não estou dizendo que isso só aconteça com eles, acontece com as mulheres também. Mas sou contra ambos sofrerem isso.

      2. helena Brandao Responder

        muito bem colocado.

      3. Cleber Aurélio Responder

        E, respondendo à sua pergunta, NÃO, eu não sou um monstro! Se você se assume como tal, tudo bem, mas não diga que todos somos! Isso é horrível!

      4. Luan Garcia Responder

        31 pessoas que curtiram o comentário acima dizendo que os homens são monstros, detestáveis e assustadores: parabéns, você é o erro do mundo.

        E sr. rcalseverini, com todo o respeito, monstro é a puta que lhe pariu!

    8. Clara Angeleas Responder

      é verdade, essa mídia misândrica é foda! corpos masculinos objetificados em programas de TV aberta às 2 horas da tarde de um domingo. Assim como na publicidade, seus corpos, másculos, sarados e molhados, usados, descaradamente, como acessórios na venda de produtos destinado a mulheres. sem contar os altos índices de violência doméstica contra homens! não aguento mais ver notícias de homens assassinados por suas companheiras… eu, pessoalmente, não acredito muito… sabe, acho que eles fazem por onde, até gostam de apanhar. barraqueiros, esses homens. a cada 3 segundos um homem é estuprado no brasil. mais de 80% da violência sexual contra homens é praticada por conhecidas. mas, a mim, eles não enganam! são todos uns safados, que dançam funk até o chão, peito nu a mostra, mão naquilo, aquilo na mão. fazem por merecer, esses homens. Proteja seu filho disso: ensine que ele só é digno de respeito se não se portar como um vadio – porque aí ele não servirá pra casar! imagine só, um homem feito ficando pra titia??? Ó, O HORROR!!!!!!

      ensine a ele que, se for estuprado, a culpa vai ser da roupa que ele usa. ensine que seu lugar não é na rua, mas sim em casa, cuidando dos filhos e do lar. mas, acima de tudo, ensine a ele o silêncio. a ficar caladinho. ninguém gosta de homem desobediente que denuncia as opressões praticadas durante séculos contra seu gênero. e, caso ele venha a dar com a língua nos dentes, gritaremos: MISOGINIA!!! ESSIZOMI TÃO QUERENDO MAIS PRIVILEGIOS EM CIMA DA DEMONIZAÇÃO FEMININA!!!!!

      qualquer semelhança com a realidade invertida é mera coincidência :)

      1. Cleber Aurélio Responder

        Clara Angeleas, em que momento do meu texto eu desconsiderei todas as lutas pelos direitos das mulheres que você citou. Só porque eu defendo os homens você já fica irritada desse jeito? Então quer dizer que, para defender a mulher, é preciso atacar os homens? Pois se você pensa assim, sinto muito por você.

      2. helena Brandao Responder

        Bravooo!!!!!!!!!!!!!!!!!! melhor resposta que li aqui. Precisamente isso, Coitados do homens vítmias de tantas acusçaos infundadas mundo afora!

      3. Cleber Aurélio Responder

        Ah, e obrigado por usar a expressão “ESSIZOMI”, já deu pra ver bem o tipo de pessoa que você é e em quê acredita. Portanto, não te considero parâmetro para julgar o que eu disse.

        1. Ana Vilma Oliveira Responder

          vc nao tem q julgar nada nem ningue.vc so tem q olhar dentro de vc mesmo e ser honesto

        2. Luan Garcia Responder

          Pois é, Cleber, deixa ela atacar os homens, pois toda a opressão que ela sofreu ao longo de toda a história torna isso justificável. Afinal, é só elas que convivem com coisas desse tipo 24 horas por dia, nós não! E elas, ainda por cima, são chamadas injustamente de estupradoras, femistas, privilegiadas, opressoras, culpadas pelas guerras e pela violência por causa da natureza patológica de sua feminilidade e ainda dizem que elas têm uma dívida histórica com nós, pobres homens, por toda a opressão que sofremos. E isso sem falar que a mesma mídia que expõe o corpo delas ainda transmite a imagem de que elas são burras, só pensam em sexo e futebol, de que são incapazes de arcar com responsabilidades, de que são inferiores por não terem um mínimo de inteligência emocional e sensibilidade e ainda de que elas precisam de homens para serem mulheres completas e bem sucedidas. Você já teve uma mãe afastando o filhinho de você achando que você é pedófilo só por ser homem? Claro que não! Mulheres passam por isso o tempo todo, nós é que somos unilateralistas e não somos capazes de olhar o lado do outro, dizendo que vivemos em uma sociedade que oprime somente a nós e que, portanto, somos vítimas exclusivas. E o pior, quando elas se manifestam, ainda aparece um imbecil chamando isso de “female tears”, como se não tivesse importância nenhuma! Por isso, faça como ela, assuma que tem privilégios, como ela assumiu que tem por ser branca e hétero, afinal ela não está fazendo isso só pra te convencer de que é mais humilde e esfregar a abdicação dela como troféu na sua cara. Não não, ela está sendo sincera mesmo quando faz isso (até porque a situação da mulher tem TUDO A VER com a situação dos negros e homossexuais na sociedade). Siga o exemplo dela!

        3. Bia Giusti Responder

          Não entendi pq o comentário dela foi desprezado por utilizar uma linguagem cômica ? ! ” tipo de pessoa” ” não te considero parâmetro para julgar o que eu disse.” Quantos preconceitos mais vc guarda? É bom dá uma paradinha e olhar suas motivações e razões pra pensar assim, e quando isso se tornou tão verdade pra vc. Aceito qualquer tipo de comentário pq sempre é hora de lançar um segundo olhar para si mesmo !

      4. Fabiana Farias Responder

        Delícia! Pena que não dá para curtir mais vezes!

      5. José da Silva Responder

        Para entrar num consenso, porque vocês não procuram homens educados e sensíveis para conhecer, sair, conversar, trocar uma idéia. Hoje em dia somos livres, cada qual escolhe sua companhia. bjs.

    9. Cleber Aurélio Responder

      Bom, parece que ficaram inconformados com meu comentário… Em nenhum momento eu defendo violência nem preconceito, nem dizendo nada contra as mulheres. O que estou dizendo é justamente que há muito preconceito contra os homens, atualmente e isso mutila, sim a autoimagem de muitos, pois isso aconteceu comigo e com outros homens que conheço. O autor generaliza, sim, quando fala que “não há ameaça maior às mulheres do que os homens” e que “meninos são ameaças domésticas às mulheres”. E respondendo à pergunta de alguns, por que é preciso ter orgulho de ser homem? Então por que é preciso ter orgulho de ser mulher? Gente, parece que tem muita gente acreditando que para aumentar a autoestima feminina, é preciso diminuir a masculina, ou que o orgulho ou a autoestima masculina são perigosas… De qualquer forma, os comentários de vocês só demonstram o quanto a misandria tornou-se um senso comum.

    10. Cleber Aurélio Responder

      De qualquer forma, só o estou aconselhando porque não quero que o filho dele passe pelo que eu passei, nem que ele sofra, depois, o que meus pais sofreram por causa de meus problemas emocionais. Fazer o filho dele acreditar que os homens ruins são regra, e não exceção, traz mais consequências ruins do que positivas. De qualquer maneira, senti que precisava fazer isso.

    11. Clara Angeleas Responder

      ai, caceta, tu é um mascu, cleber??? bem que eu devia ter desconfiado por esse discurso idiótico de dominação feminina… não percebi logo de cara porque faltou o ~ditadura gay~ e alguma ofensa a negros e esquerdistas. droga, acho que vou ter que mandar ajustar meu radar de mascus misóginos!

      1. Aldir Gracindo Responder

        Quanta confusão numa cabeça só. Direita, esquerda, femicu, mascu, ditadura gay, ditadura masculina, negro, misoginia, blablabla. E certamente não está sozinha, isso é pior que vírus influenza.

    12. Cleber Aurélio Responder

      Não sou “masculinista” se é isso o que você quis dizer, Clara. Então acho que seu radar não anda tão ruim assim, rs. Só sou contrário à misandria mesmo. Mas não sei se, mesmo assim, você continuará a achar que sou misógino, homofóbico, racista ou direitista… Afinal acho que é assim que vocês imaginam que sejam todos os que se opõem ao radical-feminismo (sim, eu percebi pelOZOMI, meu radar também não é tão ruim, viu ;) ), embora não saiba onde, exatamente, apoia-se esse tipo de correlação :/ Mas não se preocupe… Já que, como os crimes cometidos pelo meu sexo são cometidos coletivamente – por todos os homens – contra todas as mulheres, coletivamente, por causa da cultura machista que nos obriga a sermos violentos – enquanto que os crimes femininos são cometidos por mulheres individualmente, contra pessoas individuais – de forma que homem não agressor é exceção (pelo menos nessa versão distorcida da teoria marxista que o radical-feminismo criou ao transformar a “luta de classes” em “luta de gênero”), eu já estou acostumado a ter de lidar com a responsabilidade por muita coisa que eu não fiz pelo fato de outros homens terem feito. Só pra mencionar alguns itens da lista, já sei que sou estuprador (mesmo sendo virgem), agressor de mulheres (mesmo sempre tendo respeitado as mulheres e nunca sequer ter ofendido verbalmente ou gritado com uma, mesmo quando elas fazem isso comigo) e de machista (mesmo sendo contra papeis tradicionais – sou eu quem arruma a casa aqui onde moro :D ). Também não precisa se preocupar com o fato de eu “também ser vítima do machismo”, pois eu sei que isso é só uma teoria criada para convencer os homens de que eles também precisam da sua versão do feminismo. Sim, eu sei, é a mulher quem é o centro e a protagonista do “feminismo” (entre aspas), o homem não tem voz dentro dele. Não fui eu quem disse isso, foi a Suprema Rainha Lola, na última postagem do blog dela, pode olhar lá: http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2013/10/leitor-chateado-porque-feminismo-e-um.html . Repare que eu não critiquei todo o feminismo, pois sei que não é toda feminista que fica defendendo essas teorias por aí ou caçoando dos homens que reclamam da forma como a sociedade lhes trata. Até porque o feminismo mesmo, originalmente, sempre foi contra a ideia de que “homem não chora” – algo que vocês também dizem defender enquanto utilizam, contraditoriamente, a expressão “male tears” – de forma que esse “homem também sofre com o machismo”, quando dito por uma “feminista” de redes sociais, sinceramente… Parece maquiagem pra defunto. Mas tá tudo bem, cansei de ficar vindo aqui ler esses comentários, todo mundo sempre diz a mesma coisa, já vi esse filme várias vezes na Sessão da Tarde. Inclusive com essa parte do “discurso idiótico de dominação feminina” – que eu, juro, procurei várias vezes no meu texto, mas não encontrei… (Será que as sociedades secretas que mantêm o patriarcado o retiraram daqui? Meu Deus, estou começando a ficar com medo dos homens também…) Mas blz, vou deixar essa discussão, de forma que esse é meu último comentário aqui, para a alegria de vocês… “Vou-me tarde”!

      Ah, quanto a vc, Danie Polain (Polain, hmpff, coitada, kkk), sua piolha intrometida, vai aprender a argumentar antes de entrar em um debate acima do seu nível!

      1. Clara Angeleas Responder

        ai, cleber, cleber, cleber…. a diferença é que eu não escondo que sou feminista, aliás, tenho até bastante orgulho….. :) deve ser foda ser mascu, ninguém te leva a sério, só tem maluco no ~movimento~ – isso porque é um movimento de ódio. de homens que sofreram tanto com o machismo (e que, por causa dele, ainda acreditam nesse dualidade criada HOMEMXMULHER) que encontrarm a saída no ódio por quem eles mesmos oprimem. mas enfim, não tenho a paciência da Suprema Rainha Lola (HAHAHAHAHAHA, cara, você é mascu mesmo!!!) em tentar ensinar história da opressão de gênero pra um preconceituoso como vc. passar bem.

        1. Luan Garcia Responder

          Homens sofrendo tanto com o machismo que encontram a saída no ódio por quem eles mesmos oprimem? Mas isso é o paradoxo do pretérito imperfeito complexo com a teoria da relatividade! A lógica feminista está andando a mil, mesmo… (Ah, esqueci, a lógica foi inventada pelo pensamento masculino patológico, por isso vocês rejeitam a lógica)…

          Mas o pior é ver uma FEMINISTA acusando os outros de participarem de grupo de ódio, AUHuAHUAHuHuahuhaUHAUhau…… Essa foi a do dia! É o sujo falando do mal lavado!

    13. Julia Responder

      pqp nunca vi tanta burrice num texto, ‘demonização masculina’ é verdade fio, o que você escreveu só pode vir de demônio mesmo porque de Deus não é. Você tá em todos os textos feministas comentando coisas em ‘defesa’ do homem. Por favor, antes de escrever qualquer coisa vá se educar um pouco, talvez assim você venha a entender o texto acima. A generalização, meu amigo, vem por causa das estatísticas. Os números de HOMENS estupradores e agressores é alto e é justamente por isso que as pessoas estão finalmente começando a se preocupar. Eu não consigo acreditar que alguém tenha que EXPLICAR para você o que ocorre há milhares de anos com as mulheres. Vá no Google, faça uma pesquisa, e depois de se informar melhor, você poderá formar uma opinião válida e se expressar aqui. Nao me venha com esse papo rídiculo de baixa autoestima de homens, eu não preciso proteger o meu filho de baixo autoestima se eu criá-lo de forma decente. Você não faz ideia do que é baixo autoestima, seu Cleber.Sabe de que precisamos proteger as nossas filhas? De sair tarde para a aula, porque não é seguro para uma menina andar na rua. Isso não é generalização, isso é um FATO. Nenhuma mulher anda na rua à noite Á VONTADE. Você com certeza anda a vontade como qualquer outro homem, não é Cleber? Não é só de assalto que as mulheres tem medo. Mas você tem a sua cabeça tão fechada que você não consegue entender. Um menino ter baixo autoestima por que alguns homesn estupram mulheres e são visto como homens, isso não faz sentido. Agora meninas não poderem andar livremente em ruas desertas ou à noite, porque não se sentem seguras, isso é o problema. E você é tão lerdo que precisa de uma pessoa para tentar te explicar. Para de tirar o foco do problema e querer mostar o homem como coitadinho, pois isso é invenção da sua cabeça para se sentir melhor. Você pode sentir orgulho de ser homem quando é um homem decente. Eu sinto orgulho por vários homens. Agora por favor, pare de falar besteira e vai se educar sobre o assunto antes de comentar novamente em um post sobre alguma coisa feminista. Tô cansada de ver esses seus comentarios ignorantes.

  5. Atila Andrade Responder

    eu nunca vi tanto ódio e preconceito contra um genero quanto vi nesse texto

    1. Luan Responder

      Sério? Todos os dias mulheres morrem e são estupradas porque são mulheres, por uma questão de poder que homens pensam que tem, e esse é o ápice do ódio e preconceito de gênero que você já viu? Diz mais sobre você do que sobre o autor do texto, hein.

      1. Atila Andrade Responder

        olha aqui seu débil mental, ser Homem não implica em ser estuprador, quem estupra mulher é uma pessoa DOENTE, DOENTE. quando esse cara diz que tem receio de ter um filho homem porque considera todos os homens psicopatas, eu só posso pensar que ele também é doente e vc também porque concorda com ele

        1. leela Responder

          O texto não generaliza, sossegue aí.

          1. Luan Garcia

            Generaliza sim. Não sossega não!! o/

        2. Rui Melo Filho Responder

          Quem estupra mulher é PSICOPATA

    2. Ana Vilma Oliveira Responder

      pq o pior cego eh aquele q nao quer ver…eh tragico.

  6. Pamela Borges Responder

    Não entendi pq alguns homens criticaram tão negativamente o texto, sendo que o autor não generalizou em nenhum momento, os comentários ruins sobre o gênero masculino. Ele apenas usou pesquisas, estatísticas e casos como exemplo. São coisas q acontecem, e o medo dele é q seu filho possa causar esse tipo de mal a um outro ser humano. Afinal, a própria mídia que, disseram nos comentários, demoniza o homem, é mesma que diz que para um homem ser homem tem, de certa forma, desrespeitar a mulher, abusá-la dominá-la etc. O problema das pessoas é sempre olhar seu lado, falta de compreensão, se colocarem como vítimas. Tente olhar por outro ângulo.

    1. rcalsaverini Responder

      A maioria dos homens é incapaz de entender como os homens podem ser ameaçadores e violentos. Ninguém é educado para olhar para características de si próprio como características típicas de agressores.

      Também tem um problema na incapacidade das pessoas de interpretar texto. Se você diz para alguém ignorante “o homem é o mais frequente agente de violência no mundo” o que ele entende é “todos os homens são violentos”. E daí ele pensa “mas EU não sou violento, logo isso é falso”.

      Também existe uma contra propaganda. Toda campanha contra ódio vai ser acusada ela própria ser ser uma campanha de ódio ao contrário. Toda campanha anti-racista será taxada de “racista contra brancos”. Toda campanha contra o violência masculina será taxada de violência contra o homem. É uma auto-defesa imbecil de quem não quer enxergar em si mesmo as características da violência.

      Mas é fato! O gigantesca maioria dos atos violentos em qualquer sociedade conhecida são praticados por homens. É o homem que tem que ser reeducado se quisermos diminuir a violência. A violência no sexo masculino é quase biológica – até os hormônios associados tipicamente a violência são mais presentes nos homens (o que obviamente não é desculpa para nada! é possível ser senhor dos próprios impulsos!).

      Enfim… se eu tiver um filho homem (tenho uma menina e um bebê que ainda não sei o sexo a caminho), espero explicar muito bem para ele o impacto que ser homem terá na vida dele e como eu espero que ele lide com isso, e espero que ele consiga ser um homem ainda menos violento do que eu fui.

      1. Cleber Aurélio Responder

        Eu espero que seu filho consiga te perdoar um dia.

        1. Ana Vilma Oliveira Responder

          c a vc eh um inbecil

        2. Julia Responder

          porra cara tu tá em todos os assuntos feministas deixando comentários de merda, qual é o seu problema? Sinto nojo de pessoas como você, vai se tratar. Eu espero que você consiga se perdoar um dia por ser incapaz de ser um ser humano decente. Por favor não se reproduza.

      2. Artur Silva Responder

        Pois é, cara, nós somos monstros mesmo! Eu acho que todo homem deveria assumir que é um monstro pela forma como foi criado nessa cultura machista e que, de forma direta ou indireta, é culpado pelos estupros, pela violência e pelos sofrimentos das mulheres. Afinal, o que são nossos sofrimentos (se é que eles existem) perto dos sofrimentos femininos? É muita pretensão nossa achar que temos problemas perto do que elas sofrem. Deveríamos mais é calar a boca e tomar vergonha na cara, pois só em falar sobre nós mesmos, já estamos tomando o espaço das verdadeiras vítimas dessa história toda: as mulheres. E vítimas por nossa causa, por causa de uma realidade que nós criamos.

        Se um menino tem de aprender que pode ser um monstro em potencial? Claro que sim! Todo menino deveria aprender, desde cedo, o quanto seu sexo fez mal ao sexo oposto, e que, portanto, ele deve fazer o possível para não se deixar contaminar por esse maldito vírus chamado “masculinidade” que se encontra tão arraigado em todos os homens. Mesmo que, para isso, ele tenha de ser altamente crítico com relação a todos os homens e meninos de quem se aproximar ao longo da vida, pois todos podem influenciá-lo negativamente. Sei que pode ser difícil, que pode até gerar problemas na autoestima dele, pois sou estudioso da Psicanálise e sei o quanto é importante para a criança a identificação com o mesmo sexo, e a falta dessa identificação pode, claro, causar-lhe danos na identidade. Mas antes isso do que ser como os outros. Prefiro um cara depressivo com uma baixa autoestima do que um cara que agride e oprime as mulheres como os outros fazem! Creio que isso deve ser um preço a ser pago por todo o mal que fizemos às mulheres, um sacrifício necessário.

        Ser homem, hoje em dia, é motivo de vergonha!

        1. louis franca Responder

          você é completamente louco ..só pode ter o nome de Artur mesmo

        2. sam Responder

          rcalsaverini e artur <3 homens saindo do senso comum, parabéns!

  7. fernandoildio Responder

    nossa, quanta falsa correlação, não é pouco a quantidade de notícias de violência e assassinatos cometidos por mulheres contra homens… como vocês conseguem dormir cheios de tanta hipocrisia?

  8. demetrius Responder

    Como se vê, o homem é exigido por todos os lados, todos os dias e em cada movimento que faz, é cobrado pra ser mais gentil, mas não é entendido quando fala da pressão que sofre diariamente, por mim tudo bem, somos o sexo dominante e a cobrança tem que ser alta, acontece que, muitas vezes o marido dá o suor, dá o sangue, mas ela não se contenta, ela quer sua alma, ela é a esposa.

    1. Lorena Responder

      A cobrança que vocês sofrem, é fruto do mesmo mal que afeta as mulheres. O machismo. Se informe.

  9. Alisson Martins Responder

    Boa reflexão.

  10. Clara Angeleas Responder

    ai merda. mascu detected. ow, sério, vocês não tem mais o que fazer do que ficar vindo em blog ~esquerdista~ despejar seu ódio não?

    eu quero ESTATÍSTICAS. essa “tese” imbecil de que homens são oprimidos (ai, coitadinhos!) é tão idiota que não é aceita em NENHUM meio acadêmico. ninguém tá chamando homens de monstros (muito menos a mídia, hahahaha, faz-me rir!!!!), estamos simplesmente apontando uma realidade do nosso país. uma realidade machista, racista, elitista e homofóbica.

    pelo jeito a carapuça te caiu feito uma luva, hein?

    1. Aldir Gracindo Responder

      “Ai merda. Femicu detected”. Clara, eu ainda posso comentar qualquer sobre qualquer absurdo na internet. Esquerdista ou direitista.

      Ódio? Você bem queria que viesse gente aqui que odiasse as mulheres, pra ter algum espantalho pra 50 anos de falácias de nível acadêmico, a exemplo das farsas da “violência vir dos homens”, “fenômeno mundial do feminicídio”, “cultura do estupro”, “ser perpetrador de violência doméstica é inerente à masculinidade normal”. Vocês mentem e isso é reconhecido em todo ambiente acadêmico, menos entre seus professores feministas. Mas você tem razão numa coisa: As pessoas deviam falar mais. Falar como o que vocês propagandeiam é o pior LIXO pseudo-científico.

      Quem consegue ser mais elitista e preconceituoso do que VOCÊS? O Infeliciano?

      Que dó de você tentando pôr sua própria cara(puça) nos outros.

    2. Luan Garcia Responder

      Ninguém está chamando os homens de monstros? Você realmente leu o que foi escrito nessa página? O que mais tem aqui é gente falando isso. E dizer que quem se incomoda com as acusações aos homens que o texto faz vestiu a carapuça não é muito diferente de dizer que quem se incomoda com o fato de alguém chamar uma mulher de vadia pelas roupas que ela usa (o que é bem errado, como já disse outra vez), é porque é vadia também e a carapuça serviu.

      Ademais, vocês não estão apontando realidade nenhuma, estão só apontando uma TEORIA para explicar a realidade, pois essas coisas que vocês chamam de “machismo”, “patriarcado”, “falocentrismo”, “dominação de gênero” e tal são justamente isso, TEORIAS, e ninguém é obrigado a concordar com a existência delas pois, como toda teoria, elas não são verdades absolutas. Quer dizer, só pra quem acredita nessa “tese” imbecil de que vocês são oprimidas (ai, coitadinhas!)…

  11. Guest Responder

    Pelo cristo, né? aposto que quem te ensinou isso é o mesmo tipo de pessoa que acha que chamar mulher de gostosa na rua é elogio!
    É muita falta de capacidade de fazer uma reflexão sobre si mesmo em um mesmo comentário. O autor do texto não generalizou em um único momento, ele se referiu somente aos homens violentos. Você se sentiu ofendido por que defende homens violentos ou por que é um homem violento? Apenas reflita antes de sair despejando comentários sem sentido como uma forma de defesa. Ninguém gosta de ser objetificada, agradeço a “intenção de elogiar” (pff), mas dispenso. E o problema maior nem é o homem entender a mulher com conotação sexual, o problema é quando o homem acha que a mulher é APENAS um ser sexual e mais nada. Se você ainda precisa de exemplos, cito uma propaganda de cerveja brahma, em que as mulheres só servem para serem “gostosas” e MAIS NADA. Esse “mais nada” é o problema. Não te conheço e não sei se você é machista, talvez nem seja, mas esse comentário em específico foi muito machista :p

    1. Aldir Gracindo Responder

      O texto não generalizou num único momento? Claro que não, ele só levantou uma bandeira de que o maior problema das mulheres são os homens, portanto temos que moldar os meninos desde bebês para passar a vida em função do conforto do outro gênero. E VOCÊ vem dizer que EU sou machista. Que pobre e triste.

      Eu não defendi elogio, cantada ou grosseria de rua (3 coisas que vocês, fanáticos, parecem ser incapazes de diferenciar). Se você não gosta e dispensa qualquer abordagem de rua, eu concordo com você e como homem, não faço. Só que isso é um código entre homens e mulheres, normalmente de classes populares e eu não penso, como vocês pretendem, em usar o Código Penal, a Polícia e o Sistema Judicial e Penal para ver o Estado tentando moldar o “populacho” ao meu “alto” status. Eu já ouvi de um sem-número de mulheres uma crítica, acompanhada de estranheza, por JAMAIS fazer isso em rua – quando dei aula para classes populares (surpresa, hein?). Eu não me referi a ser chamada de gostosa NA RUA, não faço, não defendo e sou contra. E realmente, estatisticamente, homens deveriam saber que têm BEM MAIS com que se preocupar quando ELES saem à rua do que com as queixas femininas feministas, porque a violência do homem pobre, formado desde cedo para o crime violento, é QUASE TOTALMENTE voltada para alvos do sexo MASCULINO. Eles não têm uma simples grosseria verbal pra mim na rua.

      “Machista” é um rótulo que feminista pretende colar em tudo que não se conformar com os ditames que elas pretendem impor pra “lutar contra a repressão do sistema dos homens”. Não me ofende, mas mesmo assim, quem quer ofender (não é o seu caso) faz por merecer resposta à altura.

      1. Luan Responder

        Mas os responsáveis pelo machismo são os homens. As mulheres são VÍTIMAS do machismo. Mesmo uma “mulher machista”, ela continua vítima. Nós temos o papel de opressor, isso não quer dizer que você vai estuprar uma mulher, só quer dizer que você tem N privilégios que mulheres não tem. (como o privilégio de não ser estuprado, por exemplo, porque veja só, você é homem.)

        1. Aldir Gracindo Responder

          “Machismo” é uma forma odiosa que feministas têm de chamar a divisão de tarefas criada por HOMENS E MULHERES a fim de sobreviver no planeta – e estamos aqui como prova do sucesso desse “sistema”. Não é um sistema para felicidade emocional e igualdade, é uma forma das sociedades humanas lidarem com circunstâncias que do nosso ponto de vista civilizado são tragédias sociais. E é um sistema bissexista. E que não subsiste quando a civilização se sofistica, volta quando as condições recrudescem novamente.

          Vocês chamam isso de “machismo” para implicar que OS HOMENS criaram o que TODOS criaram juntos. Homens não são opressores, nem privilegiados. Esse seu exemplo é lapidar, já que os homens são, sim, estuprados, e não só! São os mais estuprados, são os menos considerados quando se fala de estupro, são ignorados ao ser vítimas de estupro (a ponto de gente como você dizer que EU tenho “privilégio de não ser estuprado” – por acaso eu fui, sim, estuprado, como inúmeros outros homens), pedófilas são ignoradas com tanta vontade pela sociedade que nem flexionamos a palavra no feminino, mas destacamos a pedofilia masculina a ponto de os homens serem 92% dos pedófilos DENUNCIADOS e sermos vistos como pedófilos estupradores em potencial.

          Realmente, nós, homens devemos muito ao feminismo e a cada um de vocês, feministas!

          E pra melhorar ainda mais, a maior ameaça às mulheres são problemas de saúde, especialmente cardíacos. Violência é a maior ameaça para HOMENS, não para mulheres! E existem homens não só trabalhando há muito tempo diminuindo essas ameaças, e especialmente para elas, e progredimos muito, como pagamos muito para isso, enquanto investimos pouco em saúde masculina. Que opressores privilegiados somos! Temos que investir tudo para curar esse câncer cultural e político histórico, universal e inexistente!

          Vamos nos envergonhar! E pedir desculpas! E pautar nossa existência no “medo” alheio que “causamos”! E criar políticas e leis contra a masculinidade, generalizando tudo de pior e nunca o melhor, sob esse guarda-chuva conveniente chamado “O Machismo”/”O Patriarcado”. E desconstruir essa “opressividade horrível” dentro dos nosso filhos (opressividade que está nos olhos de quem vê)! Formá-los para viver a vida empoderando os outros… certamente isso é criar um mundo “melhor”, “evoluído”, “despreconceituoso” feminista…

          1. Julia

            Tadinho de você, realmente a sua vida deve ser tão difícil

          2. Aldir Gracindo

            Você é a verdadeira pessoa digna de pena entre nós dois. Não pelo que pensa que é, óbvio.

          3. Luan

            Amigo, acho ótimo que você não concorda comigo, sério mesmo, só não vale mentir pra reforçar seu argumento porque aí fica feio, né? 5% das vítimas de estupro são homens. Cinco. Não sei se você não entende muito bem de números ou só é desonesto ao mentir nos seus comentários, mas 95% é maior que 5%. E 99% dos estupradores são homens. Tá aí uma estatística que estamos na frente, na de opressores. Dá um google.

          4. Aldir Gracindo

            Cinco por cento nas interessantes “estatísticas feministas”, que ampliam as mulheres estupradas de um percentual mínimo da população para “6 a cada 10 mulheres”? Usando expedientes como incluir namorado insistente como estuprador (só se for homem), sexo após beber como estupro (só se quem bebe for mulher), etc.? Ou são aquelas que não contabilizam todos os estupros, excluindo os carcerários? Sabe, os carcerários, onde vige a VERDADEIRA “cultura do estupro”, que acabam sempre mostrando homens como mais vítimas. Ex. recente: http://www.dailymail.co.uk/news/article-2449454/More-men-raped-US-women-including-prison-sexual-abuse.html. Não fui eu o desonesto, nem você (que eu saiba), mas suas fontes é que provavelmente são.

            Sobre 99% dos estupradores sendo homens, basta dizer que até hoje dificilmente se aceita mulher como estupradora, mesmo de crianças. Eu conheço 7 meninos alvo de pedofilia feminina, nenhum desses eventos registrado. Sabe quando se admitiu homens poderem ser vítimas de estupro no Brasil? Em alguns países, legalmente, e na mentalidade de muita gente (como você, o que está explícito no seu comentário), eles ainda “não podem” ser estuprados, especialmente por mulheres. Mas eu não me surpreendo se os homens são mais perpetradores de violência DIRETA. Claro que pouco se fala da violência INDIRETA, embora essa seja maior. http://www.direitosdoshomens.com/violencia-por-procuracao-se-as-mulheres-governassem-o-mundo/.

            E por mais que surjam homens estupradores, sempre há MUITO mais homens envolvidos diretamente em proteger a outras pessoas,inclusive gente totalmente desconhecida e inclusive com risco pessoal, contra a violência. Em outras palavras, ainda mantenho que nem você, nem ninguém, tem de que se envergonhar da masculinidade humana.

        2. Luan Garcia Responder

          Aê, xará, sério que os homens têm tantos privilégios assim? Poxa, como eu queria ser homem, pena que não sou um :(

    2. Aldir Gracindo Responder

      (A propósito, já que passei por aqui novamente, deixo desculpas pelo adjetivo “fanáticos” que eu diriji a você e que no contexto foi indevido).

  12. Aldir Gracindo Responder

    Outro mito feminista. Mulheres não são mais depressivas, elas apenas são as primeiras a FALAR sobre depressão. Os homens, nessa “felicidade privilegiada”, se suicidam em média 3x mais que as mulheres. Sem falar no suicídio não contabilizado dos mais idosos que simplesmente deixam de tomar medicação necessária e dos que saem de uma vida perfeitamente funcional, normal, para simplesmente passar a contemplar a vida desde a sarjeta permanentemente. Tudo isso silenciosamente e com “enorme” interesse da nossa sociedade tão privilegiadora de homens em saber.

  13. Paulo Silva Responder

    Clara! Seu texto é, de longe (e de perto também), o melhor desta pseudo discussão sobre meninos e meninas. O próprio autor do texto principal(?), apenas faz vibrar seu ego, tentando demonstrar sua preocupação moderninha, mas, muito provavelmente, enquanto ele toma sua cervejinha com outros “preocupados” pais modernos, quem está cuidando de cocô mole ou cocô duro? Regurgitou? 37,4 é febre ou febrícula? Aliás o que é febre ou febrícula? Ele já mamou? Porque ele chora tanto? Será que é assadura? Alergia? Tantos serás?, quem está na linha de frente é uma mulher (é sua doce missão), ou a mãe do futuro hominho, ou a sogra, ou a mãe da mãe, ou uma tia solteira, ou se não tiver mais ninguém, uma babá. Quer criar uma menina saudável? Crie-a com dignidade, com respeito, com liberdade e sobretudo com exemplos… Exemplos de vida mesmo, aqueles do dia a dia, não histórinhas perfeitas que se desmancham na primeira esquina de algum preconceito, metido a besta! Quer criar um menino saudável? (primeiro deixa eu ver certo como é, ctrl c e depois ctrl v? É isso? Sim, tem que mudar o a pelo o ) Crie-o com dignidade, com respeito, com liberdade e sobretudo com exemplos… Exemplos de vida mesmo, aqueles do dia a dia, não histórinhas perfeitas que se desmancham na primeira esquina de algum preconceito, metido a besta!

    Eduque-os assim, meninos ou meninas, perfeitos nunca serão, mas serão dignos, e não esqueça, eles sempre nos surpreendem… Na cidadezinha onde nasci, tinha um dizer, que ainda acho atual, “a fruta nunca cai longe do pé”.

    Portanto, sem muita discussão, queres criar uma pessoa gentil? Seja gentil, com a companheira, com o vizinho, com o porteiro, com seu chefe, com seus subalternos(profissionalmente falando), com o torcedor do outro time, com a vizinha que mora sozinha, com o gay que mora no 408, com a lésbica que mora no 202, com o velhinho que reclama do barulho, com o vizinho que reclama da vaga na garagem, com a sogra, com a mãe, com a tia solteira, com a babá… Afinal, gentileza gera gentileza, já dizia José Datrino o conhecido Profeta gentileza.

    1. Julia Responder

      Paulo, obrigada pelo o que escreveu. Você me dá esperança na humanidade.

  14. Ana Vilma Oliveira Responder

    vc ja deu o primeiro psso na construçao de um novo homem,parabens

  15. José da Silva Responder

    Inclusive a maioria das mulheres desprezam homens com traços sensíveis, exigindo agressividade, estimulando a falta de sensibilidade. Dizem que homens sensíveis não existem para antepor-se a culpa de escolher o bruto que ela mesmo estimulou. O que mais existe é um batalhão de homens cultos, educados, bem criados, solteiros e sem perspectivas de encontrar parceiras pelo fato citado acima. Hoje casamento é questão de escolha, escolhem brutos e cafajestes quem quer. Tenho dito.

  16. José da Silva Responder

    A sensíbilidade masculina provém da razão, da racionalidade, da inteligência desenvolvida por séculos. Descrer, bizarrear, debochar, escraxar a sensíbilidade masculina é uma maneira de violência também, deslocando-o da realidade, trazendo o homem para os mais remotos tempos de selvageria. Tenho dito.

  17. Julia Responder

    Voce acabou de falar que é MENTIRA que “as mulheres são sempre oprimidas, como as classes mais baixas, como os escravos negros da América”? Putz eu pensei que já tinha escutado muita burrice na minha vida, mas você ganha. O que é auto-evidente é a estupidez vindo de você, um homem branco se fazendo de coitado. Só consigo rir.

  18. José da Silva Responder

    Primeiramente acredito que não entendeu minha articulação, jamais disse que a mulher escolhe “homens violentos para eximir da responsabilidade sobre suas violencias”. E sim disse que a mulher alega a não existência de homens sensíveis, para justificar a má escolha de homens brutos. Escolha essa baseada em fatores de mercado e publicidade de massas, beleza, altura, posses, carro, moto, etc. Não baseado no caráter, que deveria ser o único critério para um ser humano se unir a outro. Alego isto, pois somos dotados de razão e não caimos em falácias facilmente quando não estamos possuidos pelo espirito do mercado. E tenho dito.

  19. José da Silva Responder

    No mundo em que estou a mulher em sua maioria seleciona o baladeiro, o pegador, o comedor, o dono do carro de não sei lá quantas prestações, isolando o homem de bem, calmo e de caráter que procura viver sem ostentações e discretamente. Não dão chance de diálogo para homens ditos caretas, quantos amigos meus precisam usar drogas, beber para conseguir contato com mulheres que poderia ser uma interação saudável. Então, valorizando o homem bom criaremos uma cultura de respeito entre ambos, estimulando crianças a serem gentis e respeitosas. Seguir o que a cultura de massas nos impõe hoje e ainda assim querer uma solução sobre a violência é chover no molhado.

    1. Cora Responder

      quem defende seguir cultura de massa? a cultura de massa apenas eleva o tom das tradições, carrega nas tintas. é justamente a cultura de massa a perpetuadora dos mais nojentos estereótipos e preconceitos, que mantém e reforça padrões e estereótipos de gênero. é esta mesma cultura que se está criticando aqui. é esta mesma cultura que é alvo da crítica feminista. desconstruir papéis de gênero. não entendo suas aparentes oposições ao que eu escrevo. no meu mundo, como eu disse, as parcerias que funcionam são baseadas em comprometimento, confiança e afeto. os relacionamentos causais, que também existem, são também estabelecidos com respeito e afetividade. se você procura mulheres que funcionam na lógica da cultura machista e se você e seus amigos operam nessa mesma lógica machista, qual a contestação? vocês estão apenas reforçando estereótipos e perpetuando preconceitos. se você e seus amigos desprezam a mulher que não segue a risca o modelo-padrão-de-beleza imposto às mulheres, como quer criticar as mulheres que agem exatamente como você e seus amigos agem? você opera na lógica machista e não quer ser sufocado por ela? como? você acha que para as mulheres que operam nessa lógica a vida é simples? pois não é. elas também precisam usar drogas e beber para suportar a máquina de moer gente que é a sociedade padrão, especialmente no que tange à mulher, que não pode ser mais nada além de corpo. se você busca apenas por corpos, deve mergulhar sem reclamar na cultura machista e arcar com as consequências. xingar as mulheres machistas não te desculpa por ser igualmente machista. eu nasci numa família que sempre questionou a sociedade e as tradições. meus amigos sempre foram foram igualmente questionadores. talvez te falte ampliar teu círculo de contatos e perceber o que exatamente te prejudica e te faz mal: o machismo estrutural da nossa sociedade. culpar as mulheres não te ajuda a romper essa lógica.

  20. José da Silva Responder

    Perdão pela falta de clareza Cora, me baseio no que me tocou, sobre que passo, em seu argumento no que diz o seguinte: “a questão é que confundimos força com violência. confundimos ser sensível com ser fraco. e está na hora de desconstruirmos essas confusões.” “quando homens ridicularizam homens que não
    são violentos.” Já fui muito criticado por amigos por não falar sobre sexo explicito quando flerto com mulheres e isso me incomoda, eles acham que este é o motivo de conseguir se relacionar. Não acredito que isso leve a algum lugar. Saudações.

  21. Luan Garcia Responder

    Jujuuuuuuuuuu!!!!!!! Você por aqui!!!! Nossos caminhos foram traçados na maternidade mesmo, Juju, sempre nos encontramos, hein! Só não gostei de você ter xingado outro cara desse jeito, assim eu fico com ciúmes…

  22. Luan Garcia Responder

    “As mulheres são moldadas desde a mais tenra idade para viver em função do conforto do outro gênero”.

    Juju, acabei de descobrir que sou mulher. OMG!!!

  23. Luan Garcia Responder

    Aldir Gracindo, é realmente estúpido você, um homem branco, se fazer de coitado. Coitada é jornalista femica, cuja vida é tão difícil que, depois de conseguir um bico de blogueira na “Veja da esquerda”, precisa ficar criando perfil fake pra xingar os outros por aí. Cuidado, que daqui a pouco ela vem que nem um dragão!!!

  24. Aldir Gracindo Responder

    1. Você ainda não explicou quais são esses fantásticos “privilégios”. Quero ver ainda você citar um que não seja um mero mito feminista.
    2. Sim, cultura é criada pelos membros das comunidades. As mulheres certamente participam dessa construção, já que elas não passam a existência num gineceu incomunicáveis, sabe? Inclusive, elas tradicionalmente tiveram e ainda têm nas mãos a educação das novas gerações, mais do que seus companheiros homens.

    Mas, tudo bem, você é feminista. Portanto, é capaz de dar “sentido” às coisas com uma lógica de “igualdade” que escapa demais aos não iniciados. Veja Esparta pela ótica feminista, por exemplo:

    O carinha começa o treinamento militar aos 6, 7 anos de idade. O treinamento é tão brutal que parte dos meninos (só eles fazem esse treinamento) morre de tanto espancamento. Um dos treinamentos é ser chicoteado em praça pública até desmaiar de dor, enquanto as mães e a vila inteira assiste e diz: “Não desmaie! Não desmaie!”. Se ele sobreviver, a mãe irá lhe entregar um escudo e dizer a famosa frase: “Volte com seu escudo ou (sendo carregado) sobre ele”. Claro que a vida da mulher não era paraíso, a de ninguém era – entre outras coisas, se esperava que ela se virasse para escapar de uma tentativa de estupro. Mas a feminista? Essa vai ver essa história e dizer que a mulher grega era um mero objeto de posse, sem voz, sem influência, sem cidadania ou importância alguma. Assim, desse jeito simplista, “revolucionário”, “desprovido de ódio”. E quem se atrever a negar isso que se “autoevidencia” só pode ser por profunda misoginia! Né?

    Mas você está certa numa coisa, de forma inadmissível para você: as mulheres não co-criaram um sistema para privilegiar os homens – porque esse tal sistema não privilegia os homens.

  25. Artur Silva Responder

    Não houve exagero no que eu disse, e posso afirmar isso porque o processo de desconstrução da masculinidade requer constantes ataques à natureza masculina e a tudo o que lhe serve de fonte de orgulho. Vou te explicar: é a associação de tudo o que está relacionado à masculinidade a fatores negativos, como forma de fazer com que os homens envergonhem-se de identificarem-se com tais padrões e convençam-se a não reproduzi-lo. Por um período, isso conduzirá ao que nós chamamos de “crise do masculino”, que nada mais é do que um período em que os homens experimentarão, em grau coletivo, uma sensação de “vazio de gênero” por causa da ausência de modelos de identificação na sociedade. Sem identificação a modelos de gênero, esse período será marcado por uma certa insegurança por parte dos homens, mas é algo que será necessário para que, no futuro, não existam mais padrões sociais de gênero. Muita gente discursa contra a promoção da crise masculina, mas esquecem-se de que essa crise é gerada por culpa dos próprios homens. Toda a masculinidade é formada sobre o privilégio e a opressão feminina, e e a crise de identidade sofrida pelos homens só confirma o quanto os eles não querem abrir mão desses privilégios e sofrem por perdê-lo, como a própria Simone de Beauvoir disse. Portanto, o sofrimento e a insegurança masculinas realmente existem, por causa da destruição de sua identidade, mas não devemos nos deixar comover por isso pois esse sofrimento ocorre por culpa dos próprios homens, que construíram essa identidade com base em opressão, e agora resta a eles encontrar uma forma de ser homem que não agrida as mulheres. Por isso disse que prefiro um homem inseguro a um homem que seja igual aos outros, pois demonstra que ele está em processo de transformação.

  26. Artur Silva Responder

    “Pois eu digo que o homem médio é bastante generoso e razoavelmente decente e posso fundamentar essa afirmação apenas dizendo que ele cumpre papéis em que se sacrifica por filhos, companheira, parentes e pela sociedade e isso é justamente uma característica distintiva do homem – médio.”

    Esses “sacrifícios” são todos feitos em troca de status e poder, e por acreditar que as mulheres não são capazes de se protegerem sozinhas.

    Mas fale-me mais: parece que você gosta mesmo de defender os homens, garoto. Acha mesmo que eles valem tanto a pena assim?

    1. Aldir Gracindo Responder

      Fiquei sem ver essa sua no inbox por 1 mês.

      Você realmente é um estudioso feminista, nos moldes que lamentavelmente parecem majoritários hoje em dia. Pela má-fé, a desonestidade óbvia dos argumentos:

      “Esses “sacrifícios” são todos feitos em troca de status e poder, e por acreditar que as mulheres não são capazes de se protegerem sozinhas.”

      O mesmo se poderia dizer de todo “sacrifício” (aspas suas, de tanto desprezo pelos homens que, por exemplo, são 99% dos bombeiros onde ser bombeiro é voluntariado). Todo o sacrifício que qualquer um fizer por outro pode ser rotulado como busca do status de reconhecimento, mesmo pós-morte (!!!). Como dos idosos (homens) voluntários de Fukushima, como as mães (que deixam de viver livres e soltas e fazem diferentes sacrifícios pelos filhos). Tudo que qualquer grupo fizer por outros seria então invalidado por esse argumento cínico (no sentido antigo, grego, mesmo) seu. Aliás, defender qualquer um que sofre seria apenas auto-exibição arrogante, motivada pelo egoísmo, vaidade e desprezo e ódio por aquele a quem se estende qualquer solidariedade, inclusive quando o gesto envolve qualquer sacrifício pessoal.

      Já “acreditar que as mulheres não são capazes”, o exemplo mesmo dos bombeiros mostra que esse argumento não se sustenta, exceto onde houver um nível de desprezo muito grande por um bombeiro que vai arriscar a vida para tirar uma criança, mulher, homem, idoso, de um incêndio. Afinal, se o bombeiro é homem, quem é ele para ser tão arrogante? “Respeite a mulher! Deixa ela se salvar sozinha, machista nojento!”… É, no jargão da internet, “SQN”.

      Aliás, as mulheres são maioria em trabalhos voluntários que não envolvem risco imediato pessoal e de vida, mas que também alimentam, vestem, ajudam muita gente. Usando sua má-vontade, o que se diria delas, então? São piores ainda que os homens, que pelo menos se matam? Que “peruas desgraçadas”, elas são então, hein? Bem piores que os homens. Ou são menos malditas, já que se predispor a sacrificar a própria vida seria o ápice do auto-supremacismo? O altruísmo máximo é o máximo egoísmo e ódio ou é o máximo egoísmo que é o máximo altruísmo? Atitude indiferente é expressão máxima de amor e respeito?

      Mas espera, para feministas como você, as mulheres não se sacrificarem tão radicalmente é evidência de que elas são oprimidas, ora. É que elas “se imbuíram de auto-desprezo”, acabaram sendo convencidas da própria “inferioridade” pelo “machismo”, por isso se autopreservam? Se for assim, toda celebridade, toda pessoa que aceita ser protegida por seguranças, salva de um incêndio, socorrida num acidente de carro, liga para a polícia ao se ver em perigo de vida, está imbuído de auto-desprezo; e os que vierem se arriscarem por essa pessoa são opressores nojentos tripudiando sobre quem não quer morrer (não quer morrer = despreza a si mesmo, morre pelos outros = opressor maldito).

      E ao me chamar de “garoto”, você acha mesmo que uma ofensa pessoal baixa inserida no texto prova qualquer coisa, exceto contra você? Subestimou a inteligência de quem lê. Se você não fosse especialista em gênero, poderia chamar de “mulherzinha”, de gay, mas seria feio para um intelectual da sua envergadura, não é? É melhor tentar retoricamente “reduzir” os outros chamando-o de “garoto”.. “Parabéns”! (Não funcionou).

      Agora, todo grupo de seres humano vale a pena (negros, homens, gays, héteros, pais, ruivos, japoneses. Os homens, sem dúvida são seres humanos e valem a pena.

      Exceto para você. Segundo o seu raciocínio, qualquer um defendendo qualquer um só o faz pela vaidade do próprio ego e por desprezo ao outro, não porque o outro vale a pena. Por que eu protegeria minha família, crianças ou qualquer um que fosse vítima de injustiça…? Não porque essas pessoas são de alguma forma importantes para mim, mas por desprezo meu a elas. Elas seria, a meu ver, “INFERIORES”. Você realmente engoliu Beauvoir e suas sucessoras de olhos fechados. E por consequência desse seu raciocínio, o que dizer de você, então, que defende as mulheres denegrindo os homens? Você despreza a eles, óbvio (ou é sua forma de admirá-los?) e despreza a elas, porque você as defende. No seu raciocínio, então, você é um misógino profundo, implicando que mulheres são inferiores e incapazes para se defenderem por si. Você, então, é parte de um grande movimento de opressão de mulheres. Senão, você passaria a vida calado sem falar por elas nem aqui, nem em lugar nenhum, jamais. Por extensão, todos que defendem alguém, inclusive mulheres, que falam por mulheres em situação de violência, risco, etc., as estão “INFERIORIZANDO”.

  27. Julia Responder

    Nem sempre quando é com uma menina ou mulher é resolvido como caso de urgência. Se não prestaram atenção no que você tinha a dizer foi por causa do machismo. É este que diz que os homens devem guardar seu sofrimento pra si. E o fato de homens terem privilégios não significa que não tenham problemas ou não sofram. Mas muitos desses problemas são consequência desses mesmos privilégios.

    1. Luan Garcia Responder

      Blz.

  28. Aldir Gracindo Responder

    Passando novamente por aqui, acabei lendo o que o Artur escreveu a você. E é interessante como ele dá o exemplo do que é o DISCURSO DE ÓDIO. Sofisticado, embalado numa pseudo-ciência, numa presunção de superioridade, magnanimidade da própria visão.

    Nos anos 70, quando esta abordagem particular do discurso feminista, de associar homens a violência, crime, a opressão, o percentual de suicídio masculino, que sempre foi maior que o das mulheres, começou a aumentar ainda mais. E nunca mais parou de aumentar. Eles ainda têm os papéis deles a cumprir, porque ninguém quis “liberar homens” de serem os provedores e protetores, não nos enganemos. Nós ainda temos eles formando toda a mobilização de segurança sempre que necessário. E se a mulher tem o direito de trabalhar fora, eles ainda têm a OBRIGAÇÃO, pela expectativa social.

    Não sei se você nota, mas há uma incoerência grave e odiosa em manter a pessoa em suas obrigações, ao mesmo tempo demonizando quem desempenha esse papel e aquele grupo em particular, sempre, “para o bem maior de todos”.

    Isso é o que esse tipo de feminismo promove. Entusiasticamente. Porque sabe, “misandria (desprezo ou ódio por homens e pela masculinidade) é amor”…

  29. Aldir Gracindo Responder

    Como se chama uma psicopatia partilhada por um grupo, tansformada em teoria e que se torna ideologia oficial do Estado para lidar com um certo grupo-alvo (neste caso, os homens, a masculinidade em geral)? Vou te dar uma dica: Hanna Arendt falou a respeito.

  30. Ari Kailash Responder

    Muitíssimos homens heterossexuais sao toscos, chatos e desinteressantes. Ainda assim nao se deve desistir de melhora-los.

  31. Mauricio Benites Responder

    Por favor…. que texto ruim.

    TODAS as mulheres que conheço, dizem que os homens pouco participam da educação dos filhos, que são elas que cuidam de tudo. Se isso é verdade, porque temos homens (educados quase que integralmente por mulheres) tão violentos? Porque os homens são mais violentos? Porque os homens gostam mais de sexo do que as mulheres? Porque os homens são mais competitivos que as mulheres? Porque os homens são menos sentimentais que as mulheres? Porque os homens são menos sensíveis que as mulheres? Porque as mulheres tem um olhar mais detalhista que os homens? Porque as mulheres tem uma habilidade de comunicação maior que a dos homens?

    Gostei de ver o quando as mulheres foram rápidas em assumir um comportamento tipicamente masculino, e por assim dizer, agressivo, ao chamar alguns de idiotas, imbecis e outros adjetivos. Fico imaginando, se um homem tecer um comentário chamando uma mulher de idiota e imbecil o que aconteceria. Um grande parte das mulheres se acha no direito de agredir, seja com um tapa, ou com palavras, por serem frágeis. No mundo de verdade quem quer respeito, se dá o respeito. No mundo de verdade, homem que come 10 é garanhão. Mulher que dá pra 10 é puta, e isso as próprias mulheres se encarregam de rotular, quando entre amigas tecem comentários pejorativos ao comportamento das outras mulheres. Homem traído é corno e mulher traída é uma mulher que foi enganada por um cretino safado. No mundo real, mulheres não admitem homens que demonstrem fraquezas.

  32. Aldir Gracindo Responder

    Quem culpa a vítima só se ela for de um sexo, gênero ou raça, merece o convívio de uma radfem como você, já que raciocina tão criminosamente quanto.

  33. Aldir Gracindo Responder

    Sonhe à vontade, é uma atividade isenta de tributação.

  34. Aldir Gracindo Responder

    Aliás, eu gostaria de ver uma mentirosa como você apontar onde e como eu demonizo as mulheres e de que jeito eu estaria defendendo que os homens são sempre os coitadinhos – fora da torpeza do seu mundo interior, claro.

  35. Aldir Gracindo Responder

    Inclusive, cadê aquela sua tentativa de me falar alguma coisa sobre “feminicídio”? Eu até ia responder, mas não aparece aqui. Apagou sua argumentação?

  36. Julia Responder

    Mas existem muitos assim não? A nossa cultura autoriza esse tipo de comportamento. Vale mentir, enganar, qualquer coisa é válida, afinal isso é ser homem, é biológico! Depois quando der merda é só dizer que a mulher foi ingênua e que a culpa é toda dela, mesmo tendo sido ela a vítima de violência. Isso também vale no caso de mulheres que confiaram em homens e depois foram estupradas por eles.

  37. Analu Responder

    Complicado, menos de 1% leu e entendeu o artigo… Agora, está declarada a guerra entre Homens e Mulheres nos posts, que coisa feia! Sinceramente, se os homens detestam tantos as mulheres e vice-versa, porque não viram logo todos gays? Vão ser felizes meu povo!

    1. Francisco Carlos Responder

      Analu,aí você incorre em um erro crasso dos homofóbicos.Taxar gays de misóginos e lésbicas de misândricas é horrível e leva a um ideia de que essas pessoas,e eu faço parte desse coletivo,o são porque sentem nojo do sexo oposto,quando não é verdade.E parece que a defesa do homem enquanto membro de um coletivo que é atacado de todas as formas fere o feminismo enquanto luta legítima…Acho horrível o radicalismo em ambos os lados,mas me incomoda muito enquanto homem que se faça tanta propaganda negativa de um gênero para se afirmar as qualidades de outro.

  38. Jéssica Responder

    Só me pergunto qual foi a parte de Men as Peacemakers (Homens como Pacificadores) que algumas pessoas não entenderam. E pelo que eu entendi o rapaz se preocupa em criar um filho que respeite as mulheres e não odeie os homens “Agora que eu sou um pai, me deparo com essa questão constantemente: Como criar um filho com compaixão e dignidade? Um homem que respeita mulheres?” Ele só fez uma autoanalise de sua posição enquanto homem, marido, pai e outro na sociedade em que vive. E a propósito belíssimo texto. Nos mostrou um pouco do panorama da violência a mulher nos Estados Unidos.

  39. Jhonatan Rocha Responder

    O texto é pontual, claro e não generaliza o gênero. A insatisfação e incomodo do autor coincidem com os questionamentos que me faço há anos. A solução proposta é interessante. Acredito que mais importante que criar um ambiente em que favoreça a igualdade entre os gêneros, no que tange o tratamento e convívio, é ensinar o filho a odiar qualquer ação que ameace a mulher, ou qualquer outro preconceito embutido na sociedade. Ainda há muito o que se discutir sobre o assunto. Quanto aos ataques ao texto, acredito que sejam completamente normal, apesar de lamentável. O autor deixou bem claro que cada um pode criar um ambiente melhor para criar seus filhos, os que pensam o contrário sem dúvida reproduzindo em seus lares homens que serão, e continuarão, sendo uma ameaça às mulheres e a toda sociedade.

  40. fatima neves rocha Responder

    Debaixo do pé esquerdo, escreva o nome dele. Repita três vezes: Debaixo do meu pé esquerdo eu te prendo (…..) , eu te amarro(…..), eu te mantenho (….) pelo poder das 13 almas santas e benditas e por São Cipriano, você vai ficar apaixonado por mim (…..) e confessar o seu amor por mim, vai ficar comigo para sempre e me fará muito feliz. Que você (…..) só tenha pensamentos, olhos, coração, amor, desejos, tesão, admiração, respeito, carinho, paz e realização sexual comigo (…..). Que você seja um amante fiel, dedicado e completamente apaixonado por mim (…..). Assim eu quero, assim será feito, assim já está feito, Amém. Publicar 4 vezes essa oração (forte para amarrar alguém) simpatia infalível, porém não se pode voltar atrás.


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