Em Havana, Dilma se diz satisfeita com médicos cubanos

A presidente falou sobre o programa Mais Médicos em inauguração de porto financiado pelo BNDES e, depois, em conversa com Fidel Castro

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A presidenta falou sobre o programa Mais Médicos em inauguração de porto financiado pelo BNDES e, depois, em conversa com Fidel Castro

Por Redação

Segundo site cubano, o encontro entre Dilma e Fidel foi uma “expressão de afeto e admiração” (Foto: Alex Castro/Cubadebate)

A presidenta Dilma Rousseff visitou, ontem (27), o líder cubano Fidel Castro, de 87 anos. A chefe de estado brasileira está em Havana para participar da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), que se inicia hoje (28).

Durante a reunião, na qual esteve presente também a primeira-ministra jamaicana Portia Simpson Miller, Dilma e Fidel – afastado do poder desde 2006 por conta de problemas de saúde – conversaram sobre a inauguração da primeira fase do Porto de Mariel e sobre o programa federal Mais Médicos,  que conta com a participação de médicos cubanos. Segundo o site Cubadebate, a presidente se mostrou satisfeita com o desemprenho dos profissionais que migraram da ilha para trabalhar nas regiões mais afastadas e carentes do Brasil.

Ainda de acordo com o Cubadebate, o encontro foi “uma expressão de afeto e admiração entre Fidel e Dilma”.

Porto de Mariel

Dilma Rousseff e Raúl Castro inauguraram juntos o Porto de Mariel, que recebeu financiamento do BNDES (Foto: Ismael Francisco/Cubadebate)

Mais cedo na segunda-feira, Dilma inaugurou, ao lado do presidente Raúl Castro, irmão de Fidel, a primeira parte de um terminal de contêineres que recebeu financiamento de 682 milhões de dólares do BNDES. O porto, localizado no município de Mariel, a 45 minutos de Havana, faz parte de uma zona de desenvolvimento que abrigará parques industriais de alta tecnologia e pontos de atividades logísticas, comerciais e de serviços, inclusive uma base de petróleo.

Na ocasião, Dilma já havia agradecido o governo e o povo de Cuba pela colaboração com o Mais Médicos. Ela disse que o programa é uma “prova da relação e da cooperação entre nossos países”.



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