Cantalice: O PT, a internet e a redemocratização da mídia

Principal disseminador de informações, atualmente, no mundo, as redes sociais têm posto a nu os diletantes do pensamento e os chamados donos da voz

495 1

Principal disseminador de informações, atualmente, no mundo, as redes sociais têm posto a nu os diletantes do pensamento e os chamados donos da voz

Por Alberto Cantalice, no Brasil 247

(Imagem: Blog do Miro)

Quem tem a paciência de ler os principais jornais no dia a dia é levado a pensar que esta vivendo em outro país. Arautos do caos atuam, intensamente, na tentativa de destruir o projeto em curso no Brasil que vem tirando da miséria e da indigência milhões de brasileiras e brasileiros.

Arvorando-se em “formadores de opinião pública” alguns articulistas e colunistas teimam em querer ditar os rumos dos governos, sem ter a outorga popular para tanto. Chegam a bradar hilário ou tragicamente que o povo tem que aprender a votar.

Cada vez mais longe do cretinismo de alguns, a população, em sua maioria, vem construindo o seu próprio ideário não necessitando, para isso, das “opiniões abalizadas”.

Nesse sentido, a internet veio para ficar. Principal disseminador de informações, atualmente, no mundo, as redes sociais têm posto a nu os diletantes do pensamento e os chamados donos da voz.

Muitas barreiras ainda são postas no caminho de uma verdadeira democratização da mídia. Barreiras essas colocadas pelos donos dos monopólios empresariais midiáticos, cuja estrutura no país não encontra similaridade em nenhum lugar do mundo.

Nós, do Partido dos Trabalhadores, nunca nos curvaremos aos “poderosos de ocasião” que, pela via da demolição de histórias e reputações, tentam colocar de cócoras os setores progressistas.

Nosso caminho é cristalino: nunca deixaremos de afirmar nossos compromissos com a população desassistida e que durante séculos teve seus anseios represados por uma elite mesquinha e refratária a tudo que é popular.

Afirmar que a militância é a mola propulsora do PT mais do que uma constatação revela uma certeza: o trabalho nas redes sociais, mostrando a cara e como disse o ex-presidente Lula, levando informação ao povo, é o que precisamos para desmontar a indústria de calúnias que campeiam nesses quadrantes.

Não nos esqueçamos de que tentativas – algumas exitosas- de “emparedamento” das forças populares sempre fizeram parte dos interesses dos donos da mídia e do capital, mesmo que para isso fosse necessário fazer uso das forças armadas, como em 1964. Fato esse que levou, recentemente, a um dos maiores veículos de comunicação a fazer uma “autocrítica” de seu malfadado e entusiástico apoio ao golpe.

O Brasil avança… a população percebe, e, sistematicamente, vem dando provas que já não se deixa enganar pelas viúvas do atraso e pais da exclusão social.



No artigo

1 comment

  1. Cassia Berta Responder

    Concordo com Bia ao ressaltar à questão indigena, ambiental x ruralistas. Mas são questões a serem “amadurecidas” e mais seriamente refletidas pela presidente, assessores, deputados e ministros do PT (pois dos demais partidos, com exceção do PSOL, sei que poucos se opõe aos desejos liberais e de direita). No mais as politicas socias de redução da miséria e de combate a fome, evidencia diariamente a fúria das elites com a insignificante redução de seus privilégios, critérios mais rigorosos para as concessões, inclusive da mídia, aliadas a ira da decadente classe média tradicional em ter de dividir bens de consumo e serviçps com a “prole” ,roubando-lhe um status histórico que a colocava como a “boba alegre da corte milionária” de modo forma a garantir as migalhas que a aproximavam desta estirpe. é até vexatória a manifestação de alguns se opondo claramente à democratização e popularização do acesso à tecnologia por parte das camadas populares (na década de 70 os aparelhos de TV era o foco). Algumas manifestações são tão agressivas que beiram o fascismo.


x