Quando o preconceito vem de dentro de casa

Aceitar a orientação sexual dos filhos é difícil, mas a intolerância pode deixar consequências irreversíveis

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Aceitar a orientação sexual dos filhos é difícil, mas a intolerância pode deixar consequências irreversíveis

Por Isadora Otoni, publicada na Fórum Semanal

Túlio Ribeiro*, 14 anos, sempre foi mais próximo do pai do que de sua mãe. Por isso, contou primeiro para ele que não se identificava com o gênero feminino, e sim com o masculino. Sua mãe vivia perguntando se ele gostaria de ser um garoto, mas a resposta veio por uma carta que ela leu escondida.

Infelizmente, a reação foi um comportamento agressivo. Túlio só descobriu que a mãe havia descoberto sua condição por meio de sua psicóloga. Em outubro do ano passado, ele recebeu a mãe na escola e os dois acabaram brigando no corredor. Foi quando pararam de se falar.

Agora, seu pai trava uma batalha judicial para conquistar a sua guarda. “Estamos começando a ter problemas”, relatou Túlio. “Minha antiga psiquiatra quebrou o sigilo e passou a detalhar minhas consultas para ela. As duas planejam processar meu pai por alienação parental, principalmente depois de descobrirem que desejo começar a terapia hormonal”.

A vida emocional de Túlio está prejudicada, como ele mesmo confessou. “É muito difícil ter uma mãe que não aceita. Ela manda mensagens me chamando no feminino, fazendo chantagem emocional. Na última segunda-feira, chegou até a enviar fotos antigas minhas. Já a vi falar sobre mim como se eu tivesse morrido”, desabafou. Ele contou que até os amigos percebem quando ele está abalado. “Fico tão mal que não consigo me concentrar pelo o resto do dia e acabo não fazendo meus deveres, tudo isso muitas vezes por causa de um simples e-mail.”

Lucas Zerbin*, 14, passa por uma situação semelhante. Ele também se reconhece como homem desde a infância, mas seus pais sempre foram uma barreira na sua transição. “Eles me levaram em igrejas, psiquiatras e médicos. Ser trans para eles é ser um ET”, afirmou. O preconceito em sua casa já chegou a se manifestar em forma de violência física, segundo ele.

“Nunca tive apoio deles e eles também não gostam que outros me apoiem”, disse Lucas, que já escutou seus pais dizerem que preferiam o ver morto. Além do namorado de uma prima, ninguém mais na família compreende sua situação. Até seus colegas de escola trocam agressões verbais como se fossem brincadeiras. Por isso, o estudante está com dificuldades nos estudos. “Não consigo mais me concentrar em nada, minhas notas diminuíram e meu rendimento escolar está diminuindo cada vez mais”, lamentou.

Reaproximação

O filho de Edith também é homossexual (GPH/Divulgação; Foto de capa por Maria Objetiva/Flickr)
O filho de Edith também é homossexual (GPH/Divulgação; Foto de capa por Maria Objetiva/Flickr)

Na falta de compreensão familiar, o recomendado é procurar medidas que reabram o diálogo. Antes de recorrer judicialmente, a alternativa é buscar ajuda de profissionais de psicologia que possam mediar uma reaproximação. A terapeuta e professora da Universidade de São Paulo Edith Modesto, que fundou o Grupo de Pais Homossexuais (GPH), é uma especialista no assunto e tenta sempre reconciliar pais e filhos. Para ela, o problema de aceitação vem de ambas as partes.

“Os pais têm preconceitos que lhes foram internalizados pela sociedade, desde que nasceram. A diversidade de orientação sexual não é um dado natural para eles. E para os filhos também”, explica Edith. “Por um lado, os jovens têm um processo difícil de autoaceitação a superar e os pais, por outro, têm dificuldades de aceitação”.

O acompanhamento feito por Edith começa quando o próprio filho a procura, por meio de e-mail, telefone ou até indicação de terceiros. A terapeuta tenta, então, entrar em contato com os pais para a abertura do diálogo. Entretanto, nem sempre funciona. “Depende do pai, depende da mãe, depende do que eles herdaram da família de dificuldades”, relata. “Mas o amor sempre vence e os pais amam seus filhos”, conclui com otimismo.

Quando a reconciliação não funciona, o problema geralmente é com os pais. “Ultimamente tem sido muito raro não haver aceitação a diferença das filhas ou dos filhos. A menos que pai ou mãe sejam pessoas muito doentes. Aí é caso de tratamento psiquiátrico e eu recorro a eles”, explica.

Muitas vezes, as consequências do preconceito são irreversíveis. A violência emocional chega até a superar as agressões físicas. “A rejeição deixa feridas na alma que ficarão para sempre. Com essas feridas emocionais, é bem mais difícil ser feliz”, afirma Edith. “Há casos de violência física, pois os pais ficam desesperados, não sabem o que fazer. O pior que temos na ONG é a violência emocional. Tiram o computador, o celular, trocam de escola, proíbem os amigos… E acham que estão dando limites”.

Apesar da dificuldade que o relacionamento com os pais trazem aos filhos que sofrem homofobia ou transfobia em casa, é raro que o caso termine na Justiça. “Na nossa ONG, desde 1997, nunca precisamos que um filho ou filha denunciasse os pais. Aliás, eles não querem”, relata Edith. “A lei é muito importante, mas para casos de pessoas doentes”, opina.

Luíza Alves, 20**, foi uma das pessoas que procuraram Edith Modesto. Ela se assumiu para o pai em setembro do ano passado, mas sob pressão. “Os pais de uma ex-colega minha iriam contar em um jantar de família. Eu só pensava que se esse dia chegasse, teria que mudar de faculdade e nunca mais veria minha namorada”, disse a estudante. “Contei para ele aos gritos e ele ficou sem reação”.

Ao perceber as dificuldades que o pai tinha para lidar com sua sexualidade, Luíza sugeriu que ele frequentasse reuniões com outros pais de homossexuais. “Encontrei o telefone da Edith na internet e nós fomos lá. Primeiro ele teve uma consulta individual e depois eu fui algumas vezes. Ela ajudou bastante, mas o que ajudou mesmo foi parar e conversar de verdade”. Ainda assim, seu pai tem um comportamento bipolar. “Ele não consegue falar ‘namorada’ até hoje, mas desde o começo sempre disse que me amava e ia tentar lidar com isso.”

Agora, os problemas na casa de Luíza gira em torno da mãe. Seu pai não quer que a esposa saiba a sexualidade da filha. “Durante um almoço no fim de semana, meu pai começou a perguntar da família do namorado da minha irmã. Fiquei muito triste porque ele nunca se interessou nem em saber o nome da minha namorada. Eu comecei a chorar, fui ao banheiro e fiquei fingindo que eu estava tomando banho porque não podia fazer barulho por causa da minha mãe”, narrou a universitária. “Minha mãe tem diabetes emocional, ele acha que ela vai acabar morrendo se eu contar”.

Tudo tem limite

Caso não haja reconciliação, o filho pode ser amparado judicialmente para não ser prejudicado. A atitude de “expulsar de casa” um menor de 18 anos, por exemplo, configura abandono de incapaz, crime previsto no artigo 133 do Código Penal. André Cunha, mestrando em Direitos Humanos pela USP, explica que os pais possuem “poder familiar” sob os menores: “Além do dever de prover o sustento dos filhos, eles têm também a guarda, ou seja, a obrigação de manter os filhos sob seus cuidados e no mesmo local em que residem”.

Já os maiores de idade expulsos de casa têm direitos a uma pensão, desde que estejam estudando ou não tenham condições de prover o próprio sustento. “Mesmo após completarem a maioridade, ainda que não morem mais com os pais, remanesce o direito de receber alimentos, desde que estejam estudando ou não tenham condições de prover o próprio sustento”, esclarece André. E por “alimentos”, o especialista entende como “todos os custos necessários para se viver de modo digno e compatível com a mesma condição social dos pais. Isso inclui educação, saúde, lazer e moradia”. Não existe uma idade máxima para receber o benefício, mas a tendência que o filho seja provido até os 24 anos.

disque 100Se praticada violência física ou psicológica com menores de 18, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê a possibilidade afastamento do jovem do lar. Essa suspensão temporária do poder familiar pode ser decretada pelo Juiz, a pedido do Ministério Público, do Conselho Tutelar ou de quem tenha interesse, podendo ser a própria vítima ou parente próximo. Lucas Zerbin, que já tem acompanhamento psiquiátrico, pretende recorrer a esse meio para dar um fim ao sofrimento que passa em casa.

André Cunha ressalta que o homossexual ou transexual adulto também pode recorrer a meios legais caso sofra violência doméstica. “Nessa situação, aplica-se a Lei Maria da Penha, que prevê a possibilidade de aplicação de medidas protetivas de urgência, tais como o afastamento do agressor do lar e a proibição de aproximar-se da vítima, sob pena de prisão”, explica. O pedido das medidas pode ser feito pela autoridade policial, após registro da ocorrência, pelo Ministério Público, pela Defensoria ou pela própria vítima, representada por advogado.

O advogado apontou os meios pelos quais as vítimas de homofobia podem conquistar seus direitos, mas destacou: “Em primeiro lugar, penso que temos que tentar ao máximo reaproximar os filhos de seus pais e evitar afastá-los ainda mais”. Para isso, ele citou a GPH, já que é assessor jurídico da ONG.

No entanto, situações graves de violência requerem intervenção mais incisiva. “Nestes casos, a vítima pode procurar os órgãos de defesa dos direitos da criança e do adolescente, tais como o Conselho Tutelar, as Promotorias da Infância e da Juventude e o Núcleo da Infância e da Juventude da Defensoria Pública. Uma alternativa mais prática e rápida é o Disque 100, vinculado à Secretaria Nacional de Direitos Humanos e que encaminha as denúncias aos órgãos competente”, recomendou. “O filho também pode pleitear seus direitos por meio de advogado, porém o profissional precisa ter consciência de que deve sempre buscar a reconciliação”.

* Nome fictício para preservar a identidade dos menores de idade.
** Nome fictício a pedidos da personagem.



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21 comments

  1. mazaltov Responder

    inolvidavel que esta matéria tem o objetivo ímpar, de procurar auxiliar os desmandos e relações familiares. ninguém tem o direito de agredir outrem, quer física/emocionalmente. a questão da homossexualidade, remonta a primórdios da humanidade. lembro-me da 1.o vêz a citação dum caso de homossexualismo, foi quando lot, sobrinho de abraão, fugiu de sodoma, e os “sic” homens, se furtaram em ter relações sexuais com suas filhas, e quiseram ter com os anjos que alí estavam. isto é caso real; a sacerdotisa sóflocles, a ilha de lesbos, tudo é imaginação conto da carochinha. cabe aos pais, ofertarem orientação espiritual, de vida aos filhos. isto sem agressões, pressões e com muito amor. no caso, há 2 lados da moeda; homossexuais, que querem a qualquer custo serem aceitos pela sociedade. é fato que, a ditadora pró homossexuais, faz com que as pessoas de outras opções sexuais, aceitem de bom tom os homossexuais, mas tenho uma pergunta aos homossexuais; se 2 homens copularem, um penetra o outro; se 2 mulheres copularem a sua maneira (esquisito porque mulher não tem pênis), será que em 9 mêses, nasce uma criança? um homem homossexual, tem o aparelho reprodutivo, mesmo que ele lacere os órgãos genitais? a meu ver, homossexualismo, não é doença; é opção de vida. a pessoa passa a nutrir interesse por pessoa do mesmo sexo. assim, podemos impingir a esta situação, o bordão; O QUE SERIA DO AZUL, SE TODOS GOSTASSEM DO AMARELO? os homossexuais, reverteram o bom senso natural de macho e fêmea, aliás; vamos extirpar estas 2 palavras, macho e fêmea, porque os homossexuais, não querem mais que as mesmas existam. no lugar de macho e fêmea, substitua por homossexual. cada um faz o que quer, temos o livre arbítrio, mas os homossexuais, precisam entender que, eles não são doentes, a situação que eles estão acometidos, é atípica. portanto; não é democrática esta cruzada dos gays, para que tentarem nos fazer engolir goela abaixo, sua situação sexual. homofobia é achincalhar homossexualismo, e também homossexual tentar ditar as regras de aceite de sua conduta. os homossexuais, precisam entender que, a lasciva de seu comportamento, é um ônus que sómente eles tem que carregar; não tentem fazer com que outras pessoas aceitem, nem mesmo divida seu fardo excruciante a margem do que é normal.

    1. Eu Responder

      parei de ler homossexualismo.

      1. Kadu Responder

        Parei de ler em ‘caso real’ apos se referir a bíblia…

  2. bartomsilva Responder

    desculpe minha ignorância mas na infância lembro que muitos amigos meus inclusive eu, houve uma brincadeira de troca troca sem penetração mas nenhum de nós se tornou rumo diferente do natural, e quanto ao pedófilo? ele tem uma doença ou escolheu gostar de crianças?

    1. rogerio marques Responder

      Você está comparando uma pessoa que infringi a inocência de uma criança com uma pessoa que simplesmente prefere outrem do mesmo sexo?
      Por que será que o Brasil é o país da impunidade.

  3. marco pine Responder

    Vocês não vão conseguir mudar aquilo que é errado para o certo! Não vão conseguir mudar a palavra da verdade e transformar Deus em errado e vocês certos. Sou pai de família, jamais admitiria meus filhos nesta condição de rebeldia. Para vocês deixo um verso: Isaías 5:18 – Ai dos que se amarram aos seus pecados com mentiras! Eles andam arrastando a sua maldade como quem puxa um carro. Homossexualismo é contrário aos preceitos Divinos. Jamais vou concordar com isso, nem eu nem minha família.

  4. Anhanguera Responder

    Não é questão dos pais “descobrirem a orientação sexual” dos filhos, mas sim dos pais DAREM ORIENTAÇÃO SEXUAL SADIA E ADEQUADA AOS FILHOS! Além disto, é dever dos pais fiscalizarem os ambientes frequentados pelos filhos e principalmente as pessoas que interagem com eles, pois hoje em dia, além dos colegas, parentes e vizinhos comuns, há pastores, médicos, professores, motoristas, babás, etc. que são veados ou lésbicas e esses incentivam as crianças a se depravarem que é para mais tarde integrarem os mesmos grupos promíscuos e de risco aos quais pertencem. Cabe aos pais também denunciar a apologia à veadagem e ao sapatonismo existente por aí e procurar colocar na cadeia os cretinos que não só aliciam, mas que assediam nossas crianças tentando levá-las para o âmbito da depravação e do vício não só injustificados, mas sobretudo ilegais!

    1. Dayanne Responder

      Vc realmente acha q algém iria escolher ser homossexual pra ter que lidar com idiotas como vc?Vc realmente pensa que a promiscuidade só esta relacionada ao fato de alguém ser lésbica ou gay?Acho muito suspeito e estranho o fato de tantas pessoas se revoltarem com o amor dos outros.EM VEZ DE SE INDIGNAREM COM PESSOAS QUE SE AMAM, VÃO SE INDIGNAR COM AS PESSOAS QUE SE ODEIAM!Será que é tão difícil entender que ninguém iria escolher ser rejeitado, discriminado e humilhado pelo simples fato de ser gay,lésbica ou transexual?
      Já vc MAZALTOV, sabia que a homossexualidade está presente em cerca de 450 espécies e não apenas em nós, humanos?Sabe o que mais? Nós, homossexuais não somos atípicos,pelo contrário, somos normais até demais; tudo o que queremos é ter os mesmos direitos que os héteros possuem, afinal, estamos em uma democracia, certo?Se lutar pelos nossos direitos, se tornou, na sua opinião: “fazer engolir goela abaixo”,”tentar ditar regras de aceite de sua conduta”, vc está completamente errado.Qual a sua sugestão?Talvez nós tornamos invisíveis para que homofóbicos não se ofendam com a nossa presença? NÃO QUERIDO,nós existimos e sempre vamos existir e enquanto não houver igualdade de direitos e liberdade todos para todos, haverá luta.Porque por mais que existam tantos homofóbicos como vc e todos desta página, há uma coisa que não vai mudar:Nós existimos ,e não há nada que vcs possam fazer sobre isso.

  5. PEDRO BALISTIERO Responder

    Frescuras e veadagens a parte, acho o tema por demais controverso. Sim cada qual tem direito de ser o que quiserem, só acho errado a exposição nas mídias e em público,pois quem não é e tem filhos não admite ficar vendo esses espetáculos que gostam de fazer. Como posso orientar meu filho(a) se o exemplo é contrário.Quer ser seja,mas não em público.

  6. guda vieira Responder

    Quem disse que o homossexual é diferente do heterossexual, estamos falando de ser humano e não de pessoas que só fazem sexo, o que cada uma faz entre 4 paredes não importa a ninguém . atrás de um homossexual tem pessoa que precisam dos seus pais para poder crescer e ser pessoas de bem

    1. Spyro Responder

      É isso aí . Manda ver . Temos que botar moral .

  7. Pessoal Normal Responder

    Nunca li tantos comentários idiotas na minha vida. Quanta gente burra, Meu Deus!

  8. Inocência Responder

    Quero ver qdo for com seu filho, um pré adolescente de apenas 13 anos de idade.Não tem como desabar em desespero e tristeza.

  9. patrick Responder

    Interessante como tenta de qualquer forma empurrar goela abaixo da sociedade que a promiscuidade homossexual é algo normal. Agora querem que pais e mães tenham complacência dos filhos gays. O filho insensato é a desgraça do pai. O filho gay é a desgraça do pai.

  10. mazaltov Responder

    igualdade de direitos; célula mater da sociedade e princípio ímpar da declaração de direitos humanos. tema controverso, onde não pode haver paixões em ambos os lados. quando se trata do ser humano, não pode haver embate, sómente amor. o maior homem que esteve na terra, maior pensador, JESUS CRISTO, andava com prostitutas, homodssexuais, assaltantes e correlatos. ele nunca afrontou o errante por sua opção ou conduta. ele mostrou a veracidade de atuação e verossimilidade de ser correto. assim; o amor é o maior dogma das relações humanas, o perdão incondicional, é o resultado do amor. agora….. aceitar ato promiscuo? ser homossexual, já vimos cientificamente, que não é doença; é opção de vida. e baseado no livre arbítrio, quem escolheu, que viva conforme sua escolha. uma leitora intitulada dayanne, se arrefeceu em seus comentários, beirando a indelicadeza. não sou homofóbico; sou heterossexual. amo o ser humano, independente de sua opção sexual. tem pessoa que apaga o fogo, outro se joga no mesmo. aquele que come a carne, o outro que joga a carne fora e rói o osso. cada um escolhe o que quer. é democrático, a pessoa arcar com resultado de sua escolha. existe heterossexuais cafajestes, púlhas, bandidos, desonestos e coisas a mais. também há homossexuais nesta condição. o que importa, é o ser humano. dayanne; procure estudar um pouco mais, leia os primórdios da história, o resultado e as sequelas de decisões dúbias. eu fui prof. de filosofia do direito e na faculdade de direito, aprendemos no curso de direito constitucional que cada pessoa é livre e soberana para fazer o que quiser, mas deve arcar com seu ato de opção e escolha. eu não ignoro homossexuais, são pessoas como eu, que tem os mesmos problemas, mas é uma idiossincracia, querer fazer-me aceitar de bom tom a homossexualidade. a sociedade grita contra relações abjetas; quem escolheu sere assim, que aguente as consequencias, mas não me obrigue a aceitar o homossexualismo.

    1. Almeida Responder

      Estude mais. Sexualidade não é opção é traço de personalidade e nem todo gay é promiscuo ou pedófilo como outros aqui o qualificaram. Tem muito hétero promiscuo e ninguém perde o seu precioso tempo para criar páginas de ódio contra eles como fazem aos homossexuais. Ver levítico 15, 19-33. É o que a bíblia fala sobre as mulheres menstruadas.

  11. andrielli Responder

    Gente presta atencao no texto seus tontos

  12. Fábio Responder

    [lembro-me da 1.o vêz a citação dum caso de homossexualismo, foi quando lot, sobrinho de abraão, fugiu de sodoma, e os “sic” homens, se furtaram em ter relações sexuais com suas filhas, e quiseram ter com os anjos que alí estavam.]

    [eu fui prof. de filosofia do direito e na faculdade de direito]

    Um professor de filosofia pregando “ensinamentos” bíblicos é algo estarrecedor. Abraão é lenda construída pela mente humana. Orientação sexual é fato definido pela Natureza. Muitos filósofos gregos brilhantes viviam tendo relações homossexuais e não eram perseguidos por isso.

  13. carlos silva Responder

    Quanta ignorância…Ser “normal” é explorar os outros, lucrar sobre a desgraça alheia, roubar, ser esperto, e outros exemplos dados pela sociedade atual. Opção sexual é de cada um, doentes são vocês.
    E mais uma coisa: Bíblia não é nem nunca foi referência histórica!!!

  14. tonyleme Responder

    Se cada um se preocupasse com o proprio cu o mundo seria melhor. Gente mediocre um conselho: relaxe e goze!!!


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