Pesquisa Vox Populi mantém Dilma com possível vitória no primeiro turno

Presidenta teria 40% das intenções de voto, ante 41% no levantamento anterior. Aécio também oscila um ponto para baixo e vai a 17%. Campos sobe dois pontos e chega a 8%

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Presidenta teria 40% das intenções de voto, ante 41% no levantamento anterior. Aécio também oscila um ponto para baixo e vai a 17%. Campos sobe dois pontos e chega a 8%

Por Rede Brasil Atual

Pesquisa Vox Populi, em conjunto a revistaCartaCapital, divulgada na tarde de hoje (16), mostra a presidenta Dilma Rousseff na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, com 40%, um ponto percentual abaixo do levantamento anterior, em fevereiro, dentro da margem de erro. Com esse resultado, ela venceria no primeiro turno. O pré-candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), também caiu um ponto, para 16%. O ex-governador Eduardo Campos, pré-candidato do PSB, subiu dois pontos e foi a 8%.

Entre os chamados “nanicos”, o pastor Everaldo Pereira (PSC) tem 2%. Levy Fidelix (PRTB), Randolfe Rodrigues (Psol), José Maria Eymael (PSDC) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Votos em branco ou nulos somam 15%, enquanto eleitores que declararam não saber em quem votar ou não responderam atingem 18%.

“O cenário para a sucessão, portanto, praticamente não se alterou nos dois últimos meses, apesar do mau humor com a economia e da crise na Petrobras, alvo de embates por uma CPI no Congresso”, diz a revista. Mais detalhes da pesquisa serão divulgados amanhã.

O Vox Populi ouviu 2.200 eleitores em 161 municípios, entre os dias 6 e 8. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais, para mais ou para menos.



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1 comment

  1. Benedito Martins Responder

    É evidente que o Brasil melhorou muito nos últimos 10 anos, mais é evidente, também, que os brasileiros e brasileiras, carecem de mudanças que, sobretudo, abram perspectivas de uma maior participação da sociedade civil organizada na gestão sobre as políticas públicas e na relação com o governo federal. O verbo é: avançar na democracia. Neste sentido, é com Dilma, no seu segundo mandato, que isto poderá acontecer de forma mais precisa.


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