Para FAO, mulheres camponesas da América Latina sofrem com forte desigualdade

Em encontro realizado no Chile, levantou-se a questão da dificuldade de acesso a créditos e a forte marginalização das mulheres na luta contra a fome

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Em encontro realizado no Chile, levantou-se a questão da dificuldade de acesso a créditos e a forte marginalização das mulheres na luta contra a fome

Por Redação

Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as mulheres da América Latina que vivem nas regiões rurais sofrem com forte marginalização na luta contra a fome, convivendo com falta de acesso ao crédito, assistência médica precária e número reduzido de acesso a áreas para o cultivo.

Tais problemas afetam 58 milhões de mulheres na América Latina, de acordo com o órgão. O braço da ONU para questões agrárias e alimentícias disse ainda nesta segunda-feira (28) que é urgente a aplicação de políticas públicas por parte dos governos locais.

A questão da fome e de gênero será discutida na próxima Conferência Regional da FAO, que vai acontecer entre os dias 6 e 9 de maio, em Santiago. O encontro, organizado pela FAO, aconteceu em Santiago (Chile), contou com a participação da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a Reunião Especializada sobre Agricultura Familiar (REAF), o Conselho Agropecuário Centro-Americano e coletivos feministas.



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