Personalidades internacionais pedem libertação de nigerianas

Michelle Obama e Lula condenaram o sequestro de 276 garotas, feito pelo grupo Boko Haram

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Michelle Obama e Lula condenaram o sequestro de 276 garotas, feito pelo grupo Boko Haram

Por Redação

"É hora de trazer nossas garotas de volta", manifestou (Reprodução/Instagram)
“É hora de trazer nossas garotas de volta”, manifestou (Reprodução/Instagram)

No dia 14 de abril, 276 garotas foram sequestradas em uma escola de internato em Chibok, norte da Nigéria. As alunas estão sendo reféns do grupo radical islâmico Boko Haram, cujo líder chegou a declarar em um vídeo que elas “serão vendidas por vontade de Alá”. Para pedir a libertação das nigerianas, foi lançada a campanha #BringBackOurGirls, a qual até Michelle Obama já aderiu.

A primeira-dama dos Estados Unidos publicou uma imagem no seu Instagram e mandou a mensagem: “Nossas preces estão com as nigerianas desaparecidas e suas famílias. É hora de trazer nossas garotas de volta”. Personalidades como Alicia Keys, Anne Hathaway e Cara Delevingne também participaram da campanha.

Luiz Inácio Lula da Silva condenou a ação do grupo Boko Haram. Do Fórum Econômico Mundial, que acontece em Abuja, capital da Nigéria, ele declarou: “Essas pessoas têm de ser condenadas e pagar o preço de sequestrar uma criança. Se sequestrar adulto já é abominável, sequestrar crianças e ficar ameaçando que vão entregá-las à prostituição, são três crimes em um só”.

O governo britânico anunciou que enviará analistas para ajudar na busca das garotas. Uma das nigerianas conseguiu escapar dos sequestradores e relatou que algumas das reféns chegam a ser estupradas até 15 vezes por dia. Outras garotas foram, supostamente, vendidas nas fronteiras de países vizinhos por cerca de 12 dólares.



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1 comment

  1. jorge luiz Responder

    Porque publicar a foto da negona americana? O que isso beneficia as reféns? Só porque é mulher do Obama, o presidente do pais que mais crimes comete contra o mundo, inclusive a Africa? Agora dão notoriedade a personalidades que nada fazem contra os crimes que os EUA cometem, dizendo que intercedem pela reféns. Quanta hipocrisia destas pessoas e da revista que poderia ter tratado do assunto de maneira séria!


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