Por que roqueiros dos anos 80 se tornam neoconservadores?

O paradoxo para essa geração niilista e hedonista herdeira do trauma da cultura hiperinflacionária é que o fim do mundo não aconteceu. Depois de 30 anos muita coisa mudou no Brasil que o espaço aqui dessa postagem não permite descrever

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O paradoxo para essa geração niilista e hedonista herdeira do trauma da cultura hiperinflacionária é que o fim do mundo não aconteceu. Depois de 30 anos muita coisa mudou no Brasil que o espaço aqui dessa postagem não permite descrever

Por Wilson Roberto Vieira Ferreira, do Cinegnose

rock 80Fazendo caras feias e rostos vincados, roqueiros dos anos 80 se zangam e protestam dizendo que 30 anos depois, nada mudou no País. Artistas e bandas de rock que na década de 1980, inspirados no punk e pós-punk, se opunham ao regime militar e reivindicavam pelas Diretas Já e democracia. Hoje, queixam-se para uma mídia ávida por declarações conservadoras não só contra o Governo e o PT, mas  contra a própria instituição da Política e dos políticos. Por que só depois de 30 anos descobriram que o País “só patina ou piora”? Oportunismo em meio de carreiras em declínio? Forma de ganhar visibilidade midiática adotando o neoconservadorismo? Talvez a explicação não seja tão simples: por trás do niilismo e pessimismo fashion desses roqueiros talvez exista a repetição do trauma de uma geração que cresceu sob o impacto da cultura hiperinflacionária dos anos 80. Presos a essa cena de décadas atrás, de contemporâneos tornaram-se extemporâneos.

Em foto promocional do 18° discos dos Titãs, o grupo posa com caras de maus e vestidos de preto sobre lambretas. “São as caras feias de um Brasil que, vira e mexe não muda”, dá legenda o jornal O Globo. E na matéria o guitarrista (e colunista do próprio jornal) Tony Bellotto, 53, fuzila: “é uma merda pensar como o Brasil há 30 anos ou patina, ou piora”.É recorrente a leva de roqueiros dos anos 80 como Lobão, Roger, Dinho Ouro Preto, Léo Jaime entre outros que não só desfilam opiniões catastrofistas e de descrédito não só ao Governo Federal e ao PT, mas em relação à própria instituição da Política em redes sociais e grande mídia.

A ânsia em se portarem como críticos politicamente incorretos algumas vezes beira ao protofascismo como no episódio da “pegadinha” do colunista da Folha Antônio Prata que, simulando ter aderido ao neoconservadorismo, escreveu sobre uma suposta conspiração de “gays, vândalos, negros, índios e maconheiros” no Brasil do PT. O roqueiro Roger do “Ultraje a Rigor” caiu na “pegadinha” e no twitter congratulou o articulista por “ter culhões”. Roger não entendeu a ironia, na ansiedade de fazer parte da onda neoconservadora na grande mídia.

Em todos esses roqueiros sobreviventes dos anos 1980 dois traços em comum: a carreira em baixa por não conseguirem se reinventar e a paralela conquista de espaços na grande mídia como colunistas de revistas e jornais, repórteres de programas vespertinos como Vídeo Show da TV Globo, banda de apoio a talk showsde stand ups neoconservadores ou jurados de reality show musicais. E os espaços alternativos que ganham na grande mídia crescem na proporção direta em que se expõem como estrelas neoconservadoras que participam da grande editoria que unifica a todos: “o Brasil é uma merda!”.

Para quem foi contemporâneo dessa geração como esse autor que traça essas linhas, é a princípio surpreendente esse posicionamento neoconservador. Uma geração cujas bandas participavam de programas alternativos de TV como Perdidos da Noite (1985-89) de Fausto Silva ou Fábrica do Som (1983-84) do vídeo maker Tadeu Jungle onde exibiam músicas furiosas e discursos críticos contra a ditadura militar e reivindicações viscerais pelas Diretas Já e a democracia na Política.

O que é marcante nesse discurso neoconservador é não só o ódio pelo PT, mas, principalmente, a descrença niilista da própria instituição da Política e da representatividade partidária pela qual reivindicaram há 30 anos.

Como explicar essa guinada ideológica de artistas e bandas de rock que, embalados pelos ventos do punk e pós-punk que sopravam da cultura pop, usaram essa força estética para protestarem contra o regime autoritário e a restrição a eleições diretas para presidente? E também como explicar por que só depois de 30 anos descobriram que o Brasil “ou patina, ou piora”?

Oportunismo? Artistas decadentes que procuram um lugar ao sol da grande mídia conservadora quando veem que suas carreiras estão em declínio? Acredito que a resposta talvez não seja assim tão simplista, mas resida no perfil psicocultural de uma geração que cresceu sob o impacto da hiperinflação da década de 1980

A cultura da hiperinflação

Ainda está por ser escrita uma história do legado que a cultura hiperinflacionária desse período deixou como mácula para toda uma geração. E essa história poderia começar a ser escrita a partir da forma como os expoentes artísticos dessa geração se entregam atualmente e de forma tão voluntariosa à onda neoconservadora e retrofascista que está em crescimento no País com linchamentos, ódio, intolerância e a sedução por “soluções finais” do tipo “golpe militar” ou “colocar uma bomba no Congresso”

A Nova República que se instalou no Brasil no início de 1985 deveria ser o princípio de uma transição democrática com o fim do regime militar. Mas o resultado foi que o País chegava a 1990 com inflação de 82% ao mês e aos inimagináveis 4.922% ao ano. Na atualidade, jovens na faixa dos 20 anos não conseguem imaginar o que era em um país onde o dinheiro que se tinha só dava para comprar a metade do que se poderia adquirir 30 dias antes.

overnight (aplicação financeira que rendia taxas de juros diárias, e não mensais como habitualmente acontece hoje em dia) que acabou virando referência para o aumento dos preços virou o símbolo de uma cultura do “salve-se quem puder”, da ausência de expectativas em relação ao futuro e do viver cada dia como se fosse o último.

Partindo dos estudos das relações entre cultura e inflação feitas pelo cientista político Elias Canetti, Bernd  Widdig no seu livro Culture and Inflation in Weimar Germanypropõe um interesse enfoque cultural do dinheiro ao propor uma “semiótica da cultura inflacionária”. Tomando como objeto de análise a histórica hiperinflação da Alemanha no período entre guerras ela vai afirmar que a linguagem do dinheiro é o mais importante medium através do qual a sociedade moderna se comunica. O que acontece quando esse medium perde a confiabilidade e parte-se em pedaços? Que espécies de ansiedades são criadas? Quais energias antes ocultas são liberadas?

Canetti no seu curto ensaio Inflation and The Crowd discorre sobre três dinâmicas culturais inter-relacionadas: a circulação, massificação e depreciação como componentes de um sentimento geral de degradação de si mesmo: quanto maior a aceleração da circulação do dinheiro, mais se incrementa o sentimento de massificação (efeitos de manada, pânico etc.) e tanto maior a depreciação não apenas monetária, mas do próprio indivíduo e do futuro, criando uma razão cínica niilista e hedonista.

Por isso, na crise hiperinflacionária acaba-se criando uma paradoxal convivência de perdedores, poderosos, luxo e ostentação, um mix traumático que acabou produzindo na Alemanha tanto as vanguardas artísticas como o nazifascismo.

Dez anos a mil

No Brasil, psicanalistas como Jurandir Freire Costa em seu texto Narcisismo em Tempos Sombrios de 1988 fazia um diagnóstico do que ele chamou de “pânico narcísico”: o fortalecimento de uma cultura da razão cínica marcada pelo niilismo (a negação do futuro) e hedonismo (a busca de um eterno presente de prazer imediatista e descompromissado). A hiperinflação corroía todas as esperanças de que a transição para a democracia naturalmente levaria o País para o melhor dos mundos.

A poética das bandas de rock dos anos 80 reflete esse cinismo em relação ao futuro em versos como “é melhor viver dez anos a mil do que mil anos a dez” (Décadence Avec Élégance do Lobão) ou “devemos nos amar como se não houvesse amanhã” (Pais e Filhos do Legião Urbana) ou o niilismo do Barão Vermelho em Ideologia.

O Punk e o pós-punk chegam atrasados no Brasil (a virada punk dos Titãs com o disco Cabeça Dinossauro ocorre dez anos depois da explosão pop dos Sex Pistols). A estética “No Future” ou “DIY” (Do It Yourself – faça você mesmo) do punk é despolitizada e incorporada à atmosfera sombria de descrença em relação ao futuro e das próprias instituições políticas: “Ladrão por ladrão, vote no Faustão”, caçoava Fausto Silva no programa Perdidos na Noite enquanto a banda Titãs tocava “Lugar Nenhum” – “Não sou brasileiro, não sou estrangeiro. Sou de lugar nenhum”.

Nessa específica edição do Perdidos na Noite, questionados pelo apresentador Fausto Silva sobre a preferência de candidatos à presidência, os componentes dos Titãs se revezam entre a indiferença e o cinismo ao propor como candidatos Hermeto Paschoal e Jorge Mautner – veja vídeo abaixo.

Dilemas de uma geração

Se a depreciação e massificação produzidas pela hiperinflação alemã na cultura produziu a despolitização (a descrença em relação às instituições de representação e negociação política) que resultou na sedução pelas “soluções finais” e pelo nazifascismo, no Brasil a descrença generalizada na Política nos trouxe o sebastianismo do “caçador de marajás”: a aposta suicida em alguém “diferente de tudo que está aí” e sedução por soluções diretas e sem negociações, representada pela figura trágica de Collor de Mello.

O paradoxo para essa geração niilista e hedonista herdeira do trauma da cultura hiperinflacionária é que o fim do mundo não aconteceu – afinal de contas, o fim do mundo não foi o fim do mundo, parafraseando a música do Lobão. Depois de 30 anos muita coisa mudou no Brasil que o espaço aqui dessa postagem não permite descrever.

Mas o psiquismo dessa geração parece ainda estar preso na cena traumática do passado, repetindo ainda 30 anos depois na cabeça a mesma cena da depreciação, do niilismo e do cinismo. Todos esses roqueiros, agora traduzidos como “neoconservadores”, parecem conviver com os seguintes dilemas:

(a) o mundo não acabou, o País mudou, mas ainda tentam manter o discurso da revolta cínica e desesperançada com a qual chegaram ao estrelato na cultura da hiperinflação da década de 1980.

(b) suas carreiras começaram a entrar em declínio por não conseguirem se reinventar diante da mudança de cenário social e político. De contemporâneos tornaram-se extemporâneos.

(c) por isso, tornaram-se presas fáceis para o discurso neoconservador atual alimentado pela grande mídia. Em cada coluna de revista, artigo ou declaração para a grande mídia ávida por confirmar sua pauta primordial (o Brasil é uma merda!), seus discursos extemporâneos são repetidos como farsa, como repetição neurótica da velha cena do trauma localizada há 30 anos.



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149 comments

  1. Caio Responder

    Na verdade essas bandas sempre foram um lixo superestimado, qualquer Black Sabbath e Raul seixas mostra o quão limitados eram

    1. Mestre JC Responder

      Ehhh… pode ate fazer sentido, Raul e Sabbat fazem com uas obras musicais protesto e militancia que deixam muitos destes ‘roqueiros’ da minha epoca sem entender o porque do praque NA REAL QUE SOMOS DO BRASIL. Enfim, generalizacoes, em geral, sao opinioes pessoais, e, estes tb tem seo valor na historia que vivemos da epoca. Espero que partam pra ACAO agora, com qualidade e contra a inflacao… :)

    2. fernanda Responder

      O que tem a ver rock nacional com Black Sabbath? não acho q eram limitados, são músicos q fizeram ótimas músicas, ótimos discos, era bom ser adolescente nos anos 80 e ter música nacional de qualidade, não só essas bandas aí citadas mas bandas aqui do RS tbém, oq essa geração de hj ouve de som nacional?? sertanojo universitário, funk de péssima qualidade, e o PT que enganou todo mundo, sim, eu fui em todos comícios do LULA em 2003 e posso afirmar que o discurso era bem diferente do que foi a partir do primeiro dia de “des”governo, Lula deveria estar na cadeia com a cambada dele!!! Lula que quando deixou o Planalto levou 11 caminhões de mudança com presentes dados ao país e não a ele!!

      1. Fernando Canto Responder

        Caramba, ainda esse mimimi de que “som nacional hoje não presta”? Ora, enquanto a Legião Urbana lançava “As Quatro Estações” e os Paralamas o “Big Bang”, a juventude no Brasil ouvia Polegar, o grupo Dominó, os discos da Xuxa e da Angélica, assistia ao grupo Banana Split no Gugu… Disso tudo você não lembra, não é? E como é que o som nacional se compara ao estrangeiro? Vai dizer que o Justin Bieber é o próprio Mozart comparado com o “sertanojo universitário”, né? Ora bolas, em TODAS as épocas da história da indústria fonográfica, houve lixo competindo com o ouro. Sempre. Se você acha que a sua juventude nos anos 80 foi tão boa assim, pergunte aos seus pais o que eles achavam; provavelmente eles vão dizer que, depois dos Beatles, não surgiu nada que preste. A história é cíclica.

        1. Giuseppe Responder

          Fernando, matou a pau. Perfeito o que escreveu.

          Péssima comparação desde tal Wilson Roberto Vieira Ferreira. Viajou na maionese. Comparação nada a ver sobre hiperinflação e viajou tanto que foi pra Alemanha e voltou vomitando o que não viveu. Que lixo!

          Pra mim rola um petismo descarado desse senhor!

    3. solo Responder

      Raul? kkk O cara sempre quis ser norte-americano, nunca se posicionou de fato contra a ditadura e até criticou quem criticava! Sem falar no infame rap das aranhas(ultraconservador)!!!!

      1. Manus Max Responder

        Criança, já procurou se informar sobre a obra de Raulzito? Ele também foi extraditado pela ditadura e colocava ao lado de Elvis Presley, Luiz Gonzaga e Sílvio Caldas. Gravou com Gilberto Gil e Paulo Coelho.
        Não fala merda!

      2. Manus Max Responder

        Criança, procure se informar sobre a obra de Raulzito. Ele também foi extraditado pela ditadura. Colocava ao lado de Elvis Presley, Luiz Gonzaga. Ouviu Sílvio Caldas e congêneres. Gravou com Gilberto Gil. Pregou a Sociedade Alternativa com Paulo Coelho.

        Alienação política existia em boa parte da MPB oriunda da burguesia, por isso Raul ñ curtia o som e sempre pegou no pé dessa galera.

        É muita “falta de cultura pra cuspir na estrutura…”

        Não fala merda!

      3. mary Responder

        Não fala do Raul não…Vc não viveu sua vida e pelo q escreveu não sabe nada sobre ele…

        1. J.Francisco Responder

          Vc tem razão Mary. Quando perguntamos para o cidadão alguma coisa do passado, ele já diz logo: “NÃO É DO MEU TEMPO”. É por isso que tem muito chucro no mundo, por ninguém se preocupa em saber o que aconteceu no passado de verdade.

      4. Fagner Responder

        O cara diz “rap das Aranhas” e quer falar do Raul…

  2. Helena Responder

    Excelente análise, eu só complementaria que não foi somente o fato de não conseguirem se reinventar, esse tipo de artista é a personificação do preconceito de que na verdade não gostam mesmo é de trabalhar.

    1. rocker Responder

      Este foi um dos comentários mais idiotas que vi na vida, isso é opinião de quem não gosta de quem pensa.

    2. Mari Pereira Responder

      Na verdade, não conseguiram seguir com as letras inteligentes dos seus rocks/80 numa sociedade que evoluiu socialmente nos últimos doze anos. Hoje, velhos para a performance exigida para o sucesso, decrépitos e fora da mídia, querem mesmo é aparecer com declarações bombásticas que vão de encontro com a mídia tendenciosa. Continuo adorando o rock e o rock pop, mas beijinhos no ombro para esse bando de ultrapassados!

  3. Gabriel Responder

    Isso mostra que com o tempo as pessoas desenvolvem seu léxico e passam a defender o lado correto. Lembre-se que todos nós erramos, mas só os tolos persistem no erro.

    1. Luciano Responder

      Ok, você é da turma que acertou. Qual a sua sugestão política para melhorar tudo o que te torna esse niilista contumaz? Qual o seu candidato? Pergunto isso para saber se existe algo/alguém que presta para você. Essa máscara de várias pessoas, que não se posicionam em relação a partido/candidato é algo um tanto estranho para a minha ingênua percepção. Estão descontentes por tudo, mas não se (re)afirmam em nada. Seria vergonha de assumir as próprias posições ou o total niilismo “tá tudo ruim e não sei o que fazer para melhorar?”

  4. Cintia Mari Responder

    Brilhante análise. Me sinto representada…imagine a minha decepção ao longo dos meus 37 ver meus idolos assim…vendidos. Antes tivessem morrido de overdose!

    1. Marcio Responder

      Acertou em cheio. Não morreram de overdose, mas os efeitos das drogas ficaram, que é aniquilar os poucos neurônios que ainda restaram depois da senilidade. Lobão e Léo Jaime pra mim sempre foram merda, lixo, excremento. Titãs, mais ou menos. Capital Inicial, sim, valia a pena, mas aí entra o efeito das ditas drogas de abuso… Daí sobram Legião Urbana e Engenheiros do Havaí. O resto, não é rock em nenhuma modalidade – o resto é aquilo que jogamos na latrina.

  5. Welder Nunes Responder

    Em minhã opinião o vídeo é melhor que o texto. Nheengatu dos Titãs, além de ser coerente com a atual situação (o pior cego é aquele que não quer ver), é também a esperança de que o atual cenário da música brasileira dê uma guinada. Chega de “tchê tchê rêrê tchê tchê”!

    1. Rodrigo Responder

      Fiquei com a impressão que o autor não ouviu o Nheengatu dos Titãs … uma pena, as faixas que ouvi estão bem atuais mesmo.

  6. Norberto Responder

    Sempre fui crítico das cagadas que esses caras do rock 80’s falam hoje em dia. Mas os Titãs fizeram o que de reacionário? Falaram só uma besteira acerca desses últimos 30 anos, mas no todo, o discurso deles não está coxinha. As letras idem.

  7. José Ricardo Responder

    Acredito que o que acontece é a decadência dessa geração e a busca por espaço numa mídia cada vez mais conservadora, e – como disse o autor – sedenta por declarações que comunguem com o seu pensamento reacionário.

    1. Marília Responder

      “mídia cada vez mais conservadora” Sabe de nada, inocente

    2. Allan Responder

      Tentou generalizar e acabou enfraquecendo o discurso. Sobre Lobão, Roger, Leo Jaime e Dinho Ouro Preto, ok. Mas a geração dos anos 80 não se resume a esses caras. Aliás, dessa geração aí eles eram meros COADJUVANTES!

      Dos Titãs, o que você queria, que eles dissessem que vivemos em um país maravilhoso? Óbvio que o discurso da direita e do anti-petismo se confundem, mas não devemos esquecer que quem primeiro visualizou os problemas dos governos do PT foi a esquerda (o PSTU, anarquistas, além de pessoas sem organização formal ou ligadas a sindicatos e diretórios estudantis, mas sem relação com partidos), além de ex-membros do PT, que romperam com o partido.

      O que dizer dos membros do Ira!, Legião Urbana, Barão Vermelho, Plebe Rude ou Paralamas do Sucesso? Também tornaram-se ‘neoconservadores’?

      1. Andréa Responder

        O João Barone, infelizmente, está c/ um discursinho bem reacinha…

      2. rafael Responder

        Perfeito comentário!!!

        Os que nós vemos falando merda atrás de merda, são os idiotas que nunca tiveram uma voz importante.

        O Herbbet Vianna é um que de fato nunca entrou nesse pensamento bacaca!!!!

        Por acaso, ou não, as bandas que hoje mais falam besteiras, são as que se reinventaram (paralamas lança bons albuns até hoje em dia).

    3. Nana Magalhães Responder

      “Mídia conservadora” essa foi de doer!

  8. Repo Man Responder

    A Sra. Cintia Mari diz “se sentir representada”. Mas ao afirmar que seus “ídolos vendidos deveriam ter morrido de overdose”, ela manifesta um raciocínio reacionário e niilista, principal alvo de crítica da matéria que ela achou “brilhante”.

  9. Carla Oliveira Responder

    “Falta de cultura pra cuspir na estrutura…” e já dizia Raulzito. TOCA RAUL!!!!

  10. walter p de sousa Responder

    Esses caras nucas foram rebeldes jovem imagina agora véios. O que eles querem mesmo é uma oportunidade para aparecer. Então apaceu essas jornalismo de fofoca que esta sendo o jornalismo de agora. QUE nem conservador é virou fofoca mesmo, é mais uma oportunidade para essas estrelas apagadas sair falando bobagen.

  11. Josue Responder

    Não usemos generalizações. Os Ex Titãs, Arnaldo Antunes e Nando Reis , não podem ser julgados pelas atitudes de sua ex banda. Assim como outras bandas que não se enquadram neste neoconservadorismo.
    Agora, justamente os artistas que eram mais niilistas são os arautos do Olavão. E nenhum gênio dentre estes.

    1. Geovani Chaves Responder

      São coxinhas do mesmo quiosque.

      1. Josue Responder

        Bom…. tirando a manipulação descarada da Folha sobre a fala do Nasi na Virada Cultural, o Nasi vem me parecendo um contraponto aos Lobões e Rogers.

        Ah! Tem os caras do Rock de verdade – tipo “Garotos Podres” – que seguem fiéis à ideologia inicial.
        Pra mim (rocker desde sempre), Titãs, Ultraje, Capital e etc são música “pop que se acha roque”. Nem som de guitarra decente esses caras sabiam fazer!
        Os Punks das periferias, com muito menos recursos, arrancavam um som muito mais autêntico.
        Rock é autenticidade. Um bando de filhinhos de papai com guitarras e laquê não é Rock – é o Sertanejo Universitário de início da década de 80.

  12. alfredo Responder

    A cultura PoP surgiu nos EUA, fruto de uma efervescência de uma juventude por liberdade cultural em contra cultura a neura capitalista de enquadrar o modelo de produção na relação fatigante do trabalho, no entanto gerou uma liberdade niilista e Hedonismo sem relação nenhuma com a inflação, o PT só caPtalisou as energia em benefício de si próprio aumentando a descrença no projeto social desnudando a moral e pragmátizando a ética em nome do poder, muito coisa mudou, talvez para pior, veja os números não maquinado de saúde segurança transporte habitação e emprego

  13. Orivaldo Guimarães de Paula Filho Responder

    Não são apenas esses “roqueiros” que estão se tornando conservadores-moralistas, acredito que a própria sociedade brasileira está assim. É incrível como parece que querem uma ditadura para chamar de sua.

    1. Alex Responder

      Em apenas duas linhas, você demontrou não saber absolutamente nada acerca do pensamento conservador. Que tipo de crítica você faz ao pensamento de Roger Scruton, Russell Kirk, T.S. Eliot, Eric Voegelin, Vicente Ferreira da Silva, e muitos outros? Quais são os pontos em suas obras que você refutaria? Apresente argumentos sólidos, ainda que breves! Por que você considera a essência do pensamento conservador como apologético a regimes ditatoriais? Indique, dentre as obras dos pensadores conservadores que você conhece, alguma que faça apologia a regimes autoritários.

      1. anderson Responder

        O sr. precisa aprender a interpretar um texto, mesmo que de duas linhas…

        1. Alex Responder

          “É incrível como parece que querem uma ditadura para chamar de sua.”

          Entendo que limitações cognitivas podem levar algumas pessoas a não compreenderem que tal trecho, de acordo com o ponto de vista do comentarista, representa uma caracterização daqueles que que se identificam com a linha conservadora (o que demonstra total desconhecimento do tema). Talvez até houvesse a intenção de expressar uma relação de causa e consequência (conservador – apologista de ditaduras), mas a forma como o comentário foi escrito sugere meramente uma opinião do autor, sem apelo à questões inerentes à lógica ou à teoria da argumentação.

          Enfim, antes de sugerir a outrem que aprenda a interpretar textos, cuide de sua própria educação! Garanto que não doi! E fundamente suas opiniões, para não passar vergonha online!

          1. leila cunha de oliveira

            Alex, meu camarada, com todo o respeito, que discurso ensaiado!!!. Relaxe!!! Vc não está apresentando uma tese dentro das normas da ABNT, para garantir a notinha da “pós”… Reaja! Pense, reflita e utilize argumentos seus, que sejam resultado do trabalho sério e honesto de seus próprios neurônios… Não queira ser o Dr. Sabe-tudo com barba comprida e cabelo despenteado, que dá aula de filosofia política no ensino médio… afff!!!….

        2. Takarracha Responder

          Vai tomando nas fuças. Chamar conservadores de apologistas de ditadura e não citar Fidel é o supra sumo da coerência.
          Avante!

      2. Camila Responder

        Alex. valeu a pena ter parado à essa hora da madrugada (02;22) nesse site só pra ler esse comentário. Muito bom, foi direto ao ponto!

  14. janilson macedo Responder

    O que o autor do texto quer? Que concordemos que o país melhorou? Melhorou para quem? Também não podemos negar pequenas melhorias, mas a que preço? Bolsa isso, bolsa aquilo? Para quem gosta de viver às custas do governo tudo bem, e o restante da população que está pagando essa conta e não vê retorno? O autor já pagou o imposto de renda esse ano? Necessitou de um hospital público? Tem filhos em escola pública? O que acha da qualidade desses serviços?

  15. AVA Responder

    Que lindas palavras, muito bom quando a gente sabe escrever, escreve bonito, parece até verdade aos olhos de quem apenas lê. Amigo, essas bandas e seus respectivos integrantes não estão sendo nada além de críticos, assim como o povo brasileiro é ao vaiar a dilma ( isso mesmo, com letra minúscula ) estamos vivendo uma ”ditadura democrática” em que os meios de comunicação estão completamente controlados, vide a situação do sbt, o governo pt ( opa, minúscula de novo ) criou uma política que não faz o país evoluir e sim regredir mentalmente, podemos ver o nível de educação e senso crítico dos jovens, aí é dado ao povo um alento, a comida na boca, já mastigada, mamando nas tetas do governo o povo vota em quem dá o leite. que discurso em COMPANHEIRO?

    1. Eliz Responder

      Nos dias de hoje criticar o governo e tudo de errado que acontece no país, passou a ser chamado de conservador e direitista. Duvido que algum destes artistas queira a volta da ditadura, mas falar a verdade pode ser perigoso, devemos agradecer ao alto por ter nos enviado o pt, q de libertário e esquerdista não tem nada, pois nem a pose conseguem manter. Partido dos latifundiários, banqueiros, que apropriou-se do erário público como se deles fosse, está transformando os jovens em idiotas inúteis, sem opinião, os miseráveis em fregueses de suas bolsas em troca de votos para eterniza-los no poder.

  16. Marine Responder

    Interessante a reflexão, mas confesso que minha primeira impressão sobre o assunto não concede tanta complexidade ao “objeto”, rs… Os exemplos citados, além de outras pessoas da “cena” que emitem opiniões semelhantes, são pessoas relativamente bem-nascidas ou, caso se queira, parte da elite (sim, sempre haverá exceções). Estudaram em colégios bons, tiveram fama e já algum sucesso cedo em suas vidas, frequentavam hangouts com gente da mais cool que havia, de descolados da sociedade a atores globais, gente dos jornais, modelos, enfim, era tudo a mesma turma. Não duvido que muitos, já naquela época, pensassem no rock como uma forma superior às formas musicais nacionais e em si mesmos como parte de uma aristocracia espiritual. A produção artística naquela época era muito menos variada, tanto em função da censura e de delimitações técnicas agora superadas, como do pouco espaço que era concedido a diversas outras manifestações culturais, então marginalizadas. Não havia a necessidade de que eles tivessem um posicionamento político mais frontal, tudo deveria estar mais ou menos confortável. Agora, vendo que perderam espaço e que estão sendo esquecidos ou eclipsados não só por uma “nova geração”, mas por toda uma nova geografia musical e artística brasileira, se vêem obrigados a se imiscuir em política para reaver o terreno que, antes, lhes era de direito por herança, quer eles compactuassem com essa dinâmica ou não, ou mesmo se jamais tenham refletido sobre isso. O discurso delirante, que se acha no direito de mandar quem quiser calar a boca e que adversários políticos devem ser exterminados ou ostracizados, só pode vir de alguém que tem a si mesmo como superior de alguma forma. Além disso, é inegável que houve uma politização da cultura com a reestruturação das instituições que a incentivam e o aumento da participação, financeira e política, do estado na cultura: antes vivíamos numa ditadura! Essas pessoas, mais cedo ou mais tarde, acabariam atingidas por isso.

    1. Giovana Responder

      Excelente análise! só acrescenta ao artigo!

  17. Yara Esteves Peres Responder

    Esses dias tomei uns omeprazóis e me preparei para ler uma entrevista do Roger.
    O que li me induz a pensar em uma enorme falta de conhecimento histórico.
    A cada linha existiam pelo menos uns dois conceitos da área distorcidos ou mal interpretados, evocações teóricas equivocadas e assim por diante.
    Pode ser sim, que a cultura da hiperinflação tenha influenciado a moçada, mas a verdade é que nenhum deles tem estofo cultural para falar sobre os assuntos que estão tratando com o status que lhes estão dando.
    Opinião todos podemos e devemos ter e emitir, mas essas pseudoestrelas dão declarações que ganham uma importância indevida em relação ao conhecimento que (não) têm.

  18. Davenir Responder

    O pior, para essas bandas é que o niilismo que eles propagam se voltou contra eles, pois eles são rejeitados pelo público que prefere o rock estrangeiro. Isso entre os que ainda ouvem rock…

  19. Neguel Responder

    O PT ter roubado descaradamente durante todo o seu governo não ajuda em nada o descrédito, não só dos artistas, mas de td a classe média, q enxergava o PT como algo diferente do q tinha. A culpa é só da decadência dos músicos?

  20. ari martins ammann junior Responder

    Apenas se esqueceu de por seu próprio nome ,
    de José Dirceu, Genuino, Delubio, Dilma e outros do PT
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou

    Eles ficaram ofendidos com a afirmação
    Que reflete na verdade o sentimento da nação
    É lobby, é conchavo, é propina e jeton
    Variações do mesmo tema sem sair do tom
    Brasília é uma ilha, eu falo porque eu sei
    Uma cidade que fabrica sua própria lei
    Aonde se vive mais ou menos como na Disneylândia
    Se essa palhaçada fosse na Cinelândia
    Ia juntar muita gente pra pegar na saída

    Pra fazer justiça uma vez na vida
    Eu me vali deste discurso panfletário
    Mas a minha burrice faz aniversário
    Ao permitir que num país como o Brasil
    Ainda se obrigue a votar por qualquer trocado
    Por um par se sapatos, um saco de farinha
    A nossa imensa massa de iletrados
    Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez
    O congresso continua a serviço de vocês
    Papai, quando eu crescer, eu quero ser anão
    Pra roubar, renunciar, voltar na próxima eleição
    Se eu fosse dizer nomes, a canção era pequena
    João Alves, Genebaldo, Humberto Lucena
    De exemplo em exemplo aprendemos a lição
    Ladrão que ajuda ladrão ainda recebe concessão
    De rádio FM e de televisão
    Rádio FM e televisão

    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor
    Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou
    São trezentos picaretas com anel de doutor

    1. NRA Responder

      Cara, que letra mais pífia, mais chula é essa? Fazer música combativa e de protesto requer inteligência! Isso aí não passa de mera opinião! Um panfleto barato atacando pessoas diretamente pelo nome delas. E se um dia algum deles for absolvido? Você vai fazer apologia do perdâo?. Se há democracia, a justiça irá resolver isso. Se não, precisamos mudar as Leis, a Justiça! Você pensa que isso poderia ser feito em qualquer país do mundo? Não! Pelo meno, hoje, você pode descer o malho e sair andando por aí!

  21. marcondes Responder

    Venho me decepcionando com essas bandas desde uns tempos.Confesso que fui grande fã de boa parte dessas bandas mas confesso também que desde meados dos anos noventa venho me decepcionando cada vez mais.Como já disso um grande cara que por sinal era fruto da geração oitentista,meus heróis morreram de overdose ,no caso aqui estão em overdose,overdose de de facismo de direita.

    1. Elias Responder

      Quem morre de overdose é um idiota, nunca foi herói e nunca sera, apenas um idiota, herói morre pelo país, amigos e família. Se isso é fascismo então eu sou.

      Obs. Isso não é fascismo estudem uma vez na vida.

  22. Márden de Pádua Responder

    Ao ler, surgiu-me uma pergunta: o autor conferiu o recém lançado disco dos Titãs? Ou se baseou apenas no trecho da reportagem de O Globo, em que o Belloto diz aquela frase, e então toda a banda vira o protótipo do neoconservadorismo juntamente com Lobão e Roger??
    Minha intenção aqui NÃO É discordar totalmente da matéria, pois no que diz respeito ao Roger e Lobão, estou plenamente de acordo. Minha intenção é fazer justiça em relação aos Titãs, sobretudo embasado no último disco da banda, Nheengatu.
    Recomendo ao autor, ler urgentemente as letras das seguintes canções do novo disco: Fardado, Mensageiro da Desgraça, Pedofilia, Flores pra ela, Quem são os animais? e Senhor.
    Neste disco, a lógica não é bombardear o governo, e sim bombardear as várias formas de opressão e dominação que existem na sociedade, e o melhor: o prisma aqui se dá pelos dominados e não pelos dominadores.
    A canção Pedofilia, ao retratar esse ato na perspectiva de quem sofre, é o símbolo do que estou dizendo. A canção Senhor, ao abordar a perspectiva de quem sofre a opressão religiosa, pede que ´´ me livre da culpa´´ e depois denuncia que ´´querem meu dinheiro, querem meu salário.
    Talvez seja o disco dos Titãs mais preocupado com as minorias, e isso não é nada conservador, muito pelo contrário. Seja a opressão vivida pelas mulheres , pelas minorias vítimas de preconceito, a opressão religiosa , a opressão do sistema, explorando quem nos oprime
    ( aqui há uma quase dialética de Hegel do séc. XXI. falo da música Fardado ), seja a opressão vivida pelos marginalizados em Mensageiro da Desgraça, e a opressão como ja citei, de crianças vítimas de abuso…nesse novo disco, a opressão-dominação é o foco, mas o mais interessante, e o menos conservador disso é que: a lógica aqui é abordar essa questão pelo olhar dominados, dos oprimidos. Nesse sentido, esse disco deixa os Titãs na direção contrária ao conservadorismo que a matéria está criticando… em Quem são os animais? Os titãs deixam claro ´´ por ser da minoria, ninguém olha por vc´´ e depois sentenciam: ´´ vc tem que respeitar o direito de ser diferente´´.
    Repito, não se trata de uma canção, e sim de um disco quase inteiro, nos trazendo a questão da opressão pela lógica de quem sofre… isso passa longe do chamado neoconservadorismo, que justamente tem o individualismo e a despreocupação com as minorias, como verdadeira identidade cristalizada.
    Outra diferença dos Titãs para os outros citados, reside no fato de que a banda está se mexendo, fazendo coisas novas,inclusive na direção contrária ao que se pretende ouvir em rádios e novelas. Não estão nos programas de humor virando ´´sexteto do Jô´´ , ou ´´calouros da globo ´´ … se como estão com a Som Livre, podem aparecer em alguma novela? Sim, podem…e eu espero que apareçam, pois seria uma delícia ligar a novela da globo e ouvir “ por ser da minoria, ninguém fala por vc. Vc tem que respeitar o direito de escolher livremente, vc tem que respeitar o direito de ser diferente´´.
    Vamos dar o ´´rótulo´´ de neoconservador a quem faz por merecê-lo!

    1. Márcio Responder

      Genial…

      1. Brega Presley Responder

        Pois é. Quanto mais releio o texto mais fico com uma impressão de um certo maniqueísmo tão ruim quanto o dos neo-conservadores.

        Ataques apaixonados são tão idiotas como defesas apaixonadas porque forçam tudo a ser preto ou branco,esquerda ou “neo-nazismo”, etc.

    2. Pedro Pinelli Responder

      Genial.Vale lembrar também que os Titãs já haviam escrito musicas para minorias,de uma forma geral, como é o caso de “Uns iguais aos outros” do disco “Domingo”.

    3. Maria Flor Responder

      Gostei. Somente me oponho à “seria uma delícia ligar a novela da globo e ouvir”… Não acredito que um ser pensante assista novela da globo!

  23. Elias Responder

    Ficaram sábios, cresceram, apenas isso, a sabedoria vem com o tempo algo que a ideologia de esquerda na essência não possui em relação a quase todas as ideologias e religiões.

    1. ´Nick Responder

      Exato. Envelheceram, amadureceram, entenderam.

      E o mais chocante é a ignorância cultural do autor do texto: as bandas não se reinventam? Ou seria esse plano de massificação da mídia apoiado pelo assistencialismo eleitoreiro que mantém as pessoas pobres e com um falso poder de consumo e acesso ao que se tem de pior em termos de cultura, como funk ostentação ou lepolepos da vida, que dominam o mercado e sufocam os verdadeiros artistas? Sim, porque para os comparsas dessa pseudo-democracia proto-ditatorial, como Bethania e Los Buarque, deitam e rolam na lei Rouanet…

      É a escola Chauí de esquizofrenia ideológica…

    2. Nick Responder

      Exato. Envelheceram, amadureceram, entenderam.

      E o mais chocante é a ignorância cultural do autor do texto: as bandas não se reinventam? Ou seria esse plano de massificação da mídia apoiado pelo assistencialismo eleitoreiro que mantém as pessoas pobres e com um falso poder de consumo e acesso ao que se tem de pior em termos de cultura, como funk ostentação ou lepolepos da vida, que dominam o mercado e sufocam os verdadeiros artistas? Sim, porque para os comparsas dessa pseudo-democracia proto-ditatorial, como Bethania e Los Buarque, deitam e rolam na lei Rouanet…

      É a escola Chauí de esquizofrenia ideológica…

      1. Nana Magalhães Responder

        Perfeito!

      2. Luciano Responder

        O Ultraje tocou em um evento no Vale do Anhangabaú no início de maio. Roger é comparsa da pseudo-democracia proto-ditatorial??? Será que essa tal pseudo-democracia proto-ditatorial é como tal na sua concepção porque o seu candidato democrata não ganha a eleição? Será, será?

    3. Claudia Responder

      Exatamente!

  24. Isabel Responder

    Não vejo dessa forma, vejo que são pessoas que amadureceram. Conheço várias, me coloco entre elas, que tiveram a coragem de lutar pelos ditos movimentos democráticos e que hoje percebem o engano que foi. Percebem a manipulação que sofremos para chegar no ponto político que estamos agora. Todos temos o direito de mudar de opinião. E aproveitadores são os que aparecem na mídia com a camisa do PT.

  25. Ricárdo Cunha Responder

    Ótima análise, porém acrescento o fato de 95% destas bandas de rock pastiche dos anos 80 ,vieram de um berço classe média e classe média alta dos anos 80 ,portanto vem de um berço hiperconservador e eles jovens ricos e brancos gostavam de rock que seus papais não queriam para seus filhinhos como estilo de vida e trabalho, aí eles se tornaram como bem dizia o Ultrage a Rigor , uns rebeldes sem causa para afrontar seus papais e posar de baluartes da contestação e rebeldia. Essa posição neoconservadora que hoje eles tomam , nada mais é que a volta as origens de sua criação branca, racista, reacionária e ultra conservadora coisa que eles nunca deixaram de ser na sua essência.

  26. Isabel Responder

    Vejo que apenas amadureceram, conheço outras pessoas, me incluindo, que acreditaram na mentira do PT e hoje perceberam a farsa comunista que pretendem, a pretensão da ditadura comunista. É grande a porcentagem da população que amadureceu politicamente. Vendidos são os que fazem fortuna com a camisa do governo.

    1. Marília Responder

      Isso aí!

    2. Paulo Responder

      Isabel, enxugando o conteúdo do seu texto somente sobra adjetivos e ideologia conservadora. Concretamente, o que estamos piores? renda, educação, saúde, trabalho, distribuição de renda? Infelizmente, para muitos, nós melhoramos sim (são os dados de pesquisas independentes e não “eu acho que” ) Por favor seja mais específica na crítica. Não estou falando que o Brasil é um paraíso, que não tem corrupção nos ter níveis de governo e, segundo o TRE, o 3 partido com maior nº de cassados é o PSDB, PMDB e DEM. Desculpa a franqueza mais sua crítica é sem conteúdo (e olha que tem muita coisa p criticar). Abraços

  27. Gustavo de Oliveira Responder

    A analise do punk rock no Brasil está errada. As primeiras bandas de punk e com ideologias politicas são da segunda metade dos anos 70 e não “chegou atrasado com os Titãs”. Substitua o Sex Pistols (que foi uma banda montada para “anarquia”) por The Clash que tinha um discurso politico mais apurado. Os Pistols é o simbolo do chamado “punk de botique” o Clash não. O que sempre não entendo é que o contestar de antes hoje é classificado como neoconservador mesmo mantendo o caracter de contestar e de não conversão.

    1. Lelo Brito Responder

      Justo!

  28. Denis Responder

    Gostaria muito que o autor desse texto não-assinado nos esclarecesse o que há de “neoconservador” no novo disco dos Titãs. Pelo que li, ele julgou o disco por uma foto e uma manchete d’O Globo – para elx ( autor desconhecido), basta aparecer n’O Globo para ser “neoconservador’?. Informo ao Jdanov de plantão que o novo álbum dos Titãs chama-se ‘NHEENGATU”, e já é um dos principais acontecimentos culturais do ano.

  29. Julio Responder

    Curioso que no video o Nando Reis e o Charles Gavin declararam não ter candidato por não acreditar em nunguém, enquanto os outros 6 membros da banda ironizaram a pergunta e votaram no Jorge Mautner para presidente. 30 anos depois os caras continuam com o mesmo pensamento crítico (não sei dizer se conveniente ou não) e estão sendo acusados de neoconservadores por não terem aderido ao peleguismo petista. Bem menos, gente.

  30. chuckedw Responder

    Apoiar a situação política atual do Brasi,l ou até mesmo (absurdamente) o PT, é o mais claro sinal de uma profunda Síndrome de Estocolmo no cidadão.

  31. silvio dos santos Responder

    A análise é uma tentativa de ridicularizar os expoentes da geração 80. Os discurso que parece arcaico e repettivo, apenas reflete que o desencanto com os “homens p’ublicos” continua o mesmo. Essa geração 80, trabalhou em prol da ascensão ao poder do PT, era o partido que surgia como uma possibilidade de transformação na maneira de fazer política e na gestão da coisa pública. Sou contemporâneo de todos eles, vivi as mesmas satisfações e as mesmas insatisfações dessa geração. Nosso alvo era o PMDB, José Sarney e todos os oligarcas que dominavam a política. Pergunto para o articulista que posa de jornalista brilhante, esse cenário mudou? Infelizmente não mudou nada, houve a ascensão de um partido com discurso de esquerda, o PT, ao poder, mas sabemos quem continua manobrando são os mesmos personagens de antigamente. Houve grande avanços nesses 30 anos, mais liberdade,diminuição da pobreza, aumento de integrantes na classe média. Mas isso é resultado de um movimento natural da economia mundial, que precisava impulsionar mercados novos para abrir espaço para o consumo, não obra de gestão de uma nova classe de políticos. Portanto essa tentativa de tripudiar em cima de Lobão, Roger e etc, embute a vontade do articulista de influenciar seus leitores por meio de uma análise sociológica rasteira. Os personagens emblemáticos que motivavam o discurso de revolta, ainda estão ai, mandando e desmandando. O método de fazer e de se estabelecer no poder, ainda são os mesmos. E por mais que doa, o discurso dos rockeiros contra a política cobtinuam pertinentes, só que agora o PT também é alvo e não mais esperança.

  32. Victor Carneiro Responder

    Que análise imbecil.

    Para um esquerdista como o autor deste artigo, qualquer pessoa que critique o governo do PT se torna, necessariamente fascista, ultraconservador de direita.

    Ora, é natural criticar um governo que está há doze anos no Poder e que, salvo a bandeira da ampliação dos programa de distribuição de renda criados no governo anterior, pouco fez pela democracia neste país.

    Mais natural ainda se a gente chega a conclusão de que os Chefes deste partido tão aclamado, os donos do Poder, os caras que colocaram LULA na Presidência, estão PRESOS NA PAPAUDA.

    O Brasil, portanto, foi literalmente governado por criminosos nos últimos anos. E criticar isso agora é ser fascista de direta?

    Essa cara não sabe o que é o fascismo. Fascismo, meu caro, é o governo do pensamento único, da unidimensionalidade. Fascismo é o tipo de coisa que você prega.

    1. fernanda Responder

      Assino embaixo!

  33. Jotapê Responder

    Quanto mimimi, credo! A política esquerdista está em declínio absoluto e isso é fato. Aí quando alguém do meio cultural aparece dizendo isso, vocês vêm logo patrulhá0lo Dá um tempo! Esquerdistas, ninguém mais atura vocês!

  34. Xurumelas Responder

    Que obsessão pela estrovenga “neoconservador”, onze vezes ela foi usada.

  35. Fernando Responder

    Cara, esse autor é muito cínico ou será só um pateta esquerdista com problemas de encarar a realidade?
    Então você está dizendo que o país está melhor do que a 30 anos…….só um Zé ruela deve achar isso mesmo.
    Agora vem criticar os caras porque eles estão enxergando o que acontece no presente de nosso país. Vai p Cuba mermão lá nem rock os caras podem tocar, imagina criticar a situação do país.

  36. Fernando Cavalcanti Responder

    É sempre a lesma lerda. Também sou dessa geração que viveu o rock dos anos 80. E também me tornei, como diz no tom preconceituoso do artigo, um conservador. É interessante como qualquer tomada de posição que destoe do politicamente correto, do pensamento único propalado pelo esquerdismo rasteiro de PT e quejandos é imediatamente percebida como uma excrescência, um exotismo, algo entre o ridículo e o condenável a priori. Só que não. O articulista gasta suas referências, tentando em vão dourar com alguma erudição de botequim sua análise, que pretende “profunda”. Mas é rasteira como um palpite de botequim. Há autores que, só em ser citados, já desautorizam um argumentação. É o caso de alguns lançados fora de contexto pelo pedantismo do articulista.
    Eu me tornei conservador porque percebi que em mais de 120 anos de história, as esquerdas não produziram senão retrocesso, estagnação, atraso e, ao fim, uma qualidade de vida para os pobres, os quais jura defender, muito pior que a que qualquer regime capitalista produziria no mesmo período. Tornei-me conservador porque percebi que socialismo é um regime que só enriquece políticos. Porque percebi que socialismo é um regime movido a inveja e a destruição. Porque percebi que toda a podridão moral junta de todos os políticos de direita não iguala a de um único líder de esquerda. Porque percebi que a esquerda é burra e estreita, coisa que, aliás, o presente artigo demonstra à larga.

    1. Joao Paulo Responder

      Caramba. Na mosca!!!!!!

    2. Vinícius Sasso Responder

      Eu já imaginava que este artigo não seria muito bem assimilado por gente com menos de 30 anos. Vide os comentários. Estão tentando desqualificar o artigo com argumentos todos facilmente refutáveis e altamente controversos.

      As novas gerações até certo ponto dão continuidade ao sentimento niilista da minha geração (nasci em 1980), mas o discurso está muito menos ancorado em fatos e mais em propaganda ideológica. Entre outras palavras, as novas gerações odeiam se sentir manipuladas, mas ao invés de se organizarem democraticamente para proporem novas soluções, preferem canalizar suas revoltas em discursos anti-PT/stabilishment/qualquer coisa, porque se sentem mais ‘revolucionários’ assim.

      Porém, é possível causar transformações no país sem subestimar a democracia, e é possível mudar muito o país, e até revolucioná-lo, com atitudes coerentes e sem partir para essa revoltinha coxinha e esse discursinho reacionário. As ferramentas nunca foram tão variadas: temos a Internet, temos as redes sociais, temos novas possibilidades de democracia que dificultam o discurso das velhas elites de sempre, e atrapalham a disseminação desses discursos elitistas.

      Enfim, a meninada de hoje é muito boa em reclamar, se queixa tão bem quanto eu me queixava nos meus vintinhos, mas na parte de proposição de soluções inovadoras e de mudanças efetivas, deixa muito a desejar.

      Isso faz com que o PT, muito embora tenha políticos tão corruptos quanto os de quaisquer outros partidos, detentores do único discurso que tem se provado viável nos últimos anos: que, populista por populista, este partido foi o único que propôs algo de realmente inovador na política do país: convidar os pobres a participar, mesmo que de forma ainda bastante marginalizada, da sociedade de consumo.

      Todos os outros partidos de oposição, por este mesmo motivo, são incapazes de formular um discurso convincente. Fugir do PT hoje é desejável, não é bom que nenhum partido domine o cenário político por tempo demais. Mas quando olho para a oposição, percebo que a merda do PT ainda é melhor que as tentativas dos oponentes de parecerem melhores em algum quesito.

    3. zion Responder

      Muito bem edcrito

    4. Valeria Washington Responder

      Em cima. Todos os caras naquela foto ali em cima foram alunos do Equipe, do Serginho Grossman. A fina flor da jeunesse gauche de São Paulo. Enganou-se o autor e o bando de idiotas que disse que “quem não sabe se reinventar vira conservador”.
      Reinventar o que já não muda há quase um século: o socialismo, o comunismo? Pode por roupinha moderna, nome bonito, que vai acabar em morte do mesmo jeito.
      Os roqueiros conservadores, descobriram, simplesmente – e o texto + comentários comprovam – que não há liberdade de criação na esquerda brasieira: ou neguinho pensa igual à boiada, ou é ostracizado.
      A esquerda e a sua compulsão pela inveja ao sucesso de quem tem capacidade para fazer melhor, tenta destruir os bons para igualar todos por baixo. Por isso é que um texto idiota como esse aí recebe elogios: para ser de esquerda, tem que ser de medíocre para baixo ou disfarçar o gênio muito bem.

  37. Alexandre Responder

    O que ninguém percebe é o forte patrulhamento ideológico que temos vivido nos últimos anos. Qualquer um que se levante contra o Establishment é prontamente alcunhado e taxado de inimigo da “nação” (que eu prefiro chamar de “inimigos da Ideologia Reinante.” Vivemos sim em uma Ditadura Velada. Tentam “calar” de todas as formas àqueles que buscam outras formas de entendimento de sociedade. “Democracia e o Socialismo não têm nada em comum além de uma palavra: igualde; Mas note a diferença: enquanto a democracia procura a igualdade na liberdade, o socialismo procura igualdade na restrição e servidão.”
    Alexis de Tocqueville

  38. Jaime Responder

    Olha, o primeiro comício que eu estive foi na Pça da Sé , Diretas Já!. Naquela época já curtia Rock e realmente havia um clima de contestação pela esquerda… Mas esses caras de quem tanto se fala hoje são filhinhos da burguesia, que hoje voltam às suas origens burguesas sem vergonha nenhuma devido à onda reacionária em curso… pegando carona na mesma e tentando capitalizar …. caras que não tem mais nada a dizer. Mas algo que sempre pensei foi que , por exemplo o pessoal que gostava de heavy metal, punk rock, thrash e hard core e morava na periferia naquela época tinha muito pouco acesso a instrumentos etc… então as cenas eram reduzidas mas de grande potencial. Esses sim não seriam boyzinhos fascistóides como esse povo aí…

  39. Marcondes Responder

    Nem acredito no que estou lendo! Isso só pode ser uma piada de um cabeça de m….

  40. Paulo Responder

    Aprendi com o excelente texto que se alguém não aplaude tudo o que esquerda regurgita, então, é alienado e ignorante. Não apoiar a esquerda é sinal de despolitização. Muito bem. Continuarei comprando a revista e sendo doutrinado. E votando no PT.

  41. Alexandre Responder

    O artigo erra em alguns pontos. Pode se acusar o capital inicial de tudo, mas foi a única banda do período do rock dos anos 80 que conseguiu renovar seu público. Ok, não é uma coisa sensacional para quem ouvia a banda nos anos 80, mas ela conseguiu. O Roger sempre teve uma visão de direita quando questionado sobre economia. E sim, concordo que o Titãs desde o acústico mtv se tornou uma banda pop, que critica, mas adora aparecer nos programas populares da globo

  42. zion Responder

    E vcs que tanto criticam fizeram o quê???? – já sei. Porra nenhuma.

  43. André Passos Responder

    Texto preconceituoso que revela a ilimitada capacidade de inversão da esquerda. Então a torrente de escândalos, a corrupção levada ao extremo, o emprego contínuo e desmedido da dissimulação e da mentira, a ostensiva campanha de desconstrução dos valores mais caros à sociedade, nada disso merece uma postura crítica dos artistas? Estarrecedor, porém previsível: esse é o Estado Ético de Gramsci, que se adapta perfeitamente à imoralidade, e as condutas passam a ter como critério soberano de avaliação tão somente o quanto elas contribuem, ou não, para a “causa”.

  44. Alan Responder

    Texto péssimo. Dá pra ver que a mídia está dominada pelo conservadorismo. O autor do texto ou é burro ou desonesto. Abraço

  45. Joaquim Responder

    “só o ódio pelo PT, mas, principalmente, a descrença niilista da própria instituição da Política e da representatividade partidária pela qual reivindicaram há 30 anos.”

    Não seja completamente imbecil. A descrença é no sistema político BRASILEIRO, que é um LIXO, e que você defende por que permite o LIXO do PT no poder.

    Não tem nada de conservador nesses caras. Eles são mil vezes mais democraticos que o PT.

  46. jorge sao Responder

    Em resumo , enquanto os artistas eram ferramentas da esquerda para derrubar a ditadura eles eram necessários e agora quando criticam uma politica de “esquerda” que se associa ao que mais de direita existe no mundo (FIFA) são uns mercenários, vendidos e etc etc. Artista bom é aquele que beija mão do governo…

  47. José Luiz Responder

    Interessante quando os comentários sobrepõe-se ao texto que os geraram. Parabéns ao autor desconhecido que provocou tamanha indignação. Parabéns aos comentaristas que se opuseram aos argumentos do autor do texto pretencioso. Fora discurso companheiro-petista.

  48. marcio Responder

    Que lixo de texto. Cria comparações entre mundos diferentes numa manobra para desqualificar o pensamento contraditório. Não existe uma verdade única nesta historia, nem a sua nem a de Roxmo

  49. José Luiz Responder

    Interessante quando os comentários de um post sobrepõe-se ao texto do próprio post.

    Além de confuso, o texto do Autor Desconhecido é muito ideológico. Os comentários valeram muito mais.

    Fora discurso companheiro-petista.

  50. Giba Paiva Magalhães Responder

    A maioria roqueiro nunca foi. Eu dizendo besteiras numa mesa de bar com amigos é uma coisa, uma figura pública esbravejando sem noção é outra muito diferente. O exercício da democracia requer muita responsabilidade. “OPORTUNISMO EM MEIO DE CARREIRAS EM DECLÍNIO! É só isso.

  51. Ana Responder

    Nada mais natural que pessoas inteligentes evoluírem com o tempo. Só pára no tempo as mentes bitoladas e doentes.
    Sobre o jovem é merecido citar o maior filósofo brasileiro (sei que os esquerdinhas vem com o mimimi de que ele é astrólogo): “O modo de aprendizado é sempre a imitação – literal, servil e sem questionamentos”, aí quando o cara cresce e começa a questionar e ter senso crítico vem vocês, os servis, e, sem questionar, o chamam de neoconservadores. O que para eles provavelmente servirá como elogio.

  52. Albertino Figueiredo Responder

    Olhando em retrospecto, o Brasil realmente mudou. Mas continua o mesmo. Quem hoje faz tremularem as bandeiras de antigamente? E por falar no bom e velho roque que errou, o som Brasil de hoje nao provoca saudades dos anos 80. Causa desespero! Sem deixar de lado que naquela decada, surpreendentemente irreverente em meio a tanta alienacao, ainda nao se rezava com fe cega e servitude ao PT. Nao como hoje, a era do Contra Lula, Contra o Populacho. A Patrulha do PT tambem sabe ser sutil, apesar de intelectualmente vazia. Gente como Lobao e Roger Moreira incomoda como ninguem, porque jamais se vende nem diz amem!

  53. Rogério Responder

    (a) O País mudou, mas ainda assim não se resolveu. Questionar e criticar, em terra de Lepo Lepo, ainda é necessário.

    (b) Mais ou menos…. Querendo ou não ainda estamos aqui falando delas e indo a shows, e eles lançando discos.

    (c) As pessoas mudam, nem sempre para melhor. E o fato de você gostar do som não quer dizer que o seu ídolo do rock tenha que ter a mesma visão política.

  54. Lelo Responder

    Olha, Wilson, sou obrigado a discordar.
    O lance é que esses cantores a quem você se refere simplesmente não pararam de serem críticos.
    O ponto é que eles, no momento, são críticos a algo que o senso comum pós-ditadura (defendido por uma auto-intitulada elite intelectual) considera como única verdade absoluta e indiscutível, além de alvejarem pessoas canonizadas por esse mesmo senso comum.
    Ora, se sempre houve a crítica, como forma de clamor por mudanças e melhorias, e a coisa não está melhor aos olhos desses roqueiros, por que lhes é proibido de se expressarem, como o faziam há 30 anos ou mais?
    Por que eles e muitos de nós que aqui estamos lendo seu artigo somos obrigados a engolir o que está acontecendo?
    E vou mais longe, Wilson: o que é um conservador senão uma pessoa que não quer mudanças, que quer que o status quo permaneça alterado? E qual é a situação dos últimos 30 anos? Vindo mais para o presente: qual é a situação dos últimos 10 anos?

    Quem é neoconservador, então? O roqueiro que há 30 anos protesta ou aqueles que estão no poder e seus seguidores?

  55. Joaquim Responder

    O problema é que o sistema político Brasileiro está tão corrompido, infeficiente e voltado para outros interesses que não o social que não adianta fazer escolha nenhuma.

    O texto tenta implicar que os “rockeiros conservadores” não acreditam mais na democracia. Como se o que tivessemos fosse uma democracia.

    A classe política Brasileira não representa os interesses da população. A democracia criada após a ditadura é uma porcaria, esse é o ponto.

    Você quer votar no PT, no PSDB, no PSOL? Todos partidos pesados, infeficientes, que representam os intereses de meia dúzia, com atitudes que não fazem diferença nenhuma para os problemas que temos. Por que será?

    É por isso que temos manifestações. As pessoas não aguentam mais. Daí a tática do PT agora é dizer que quem acha a política Brasileira uma vergonha é “reacionário”, já que vivemos em uma ampla e feliz democracia. TODA crítica agora será taxada de “fascismo”. Essa é a nova tática.

    Falar isso é mentira. E é falha de caráter.

  56. Felipe Responder

    O texto fez uma boa identificação do fenômeno da hiperinflação com o sentimento geral daquela geração em relação ao futuro, desejo por soluções rápidas e abruptas, etc, que existe e se avoluma por aí, tanto o é que os comentários estão figurando bem essa realidade.
    Ponderar sobre os direitos das minorias é um dever de todos sem exceção, porque vivemos em sociedade que é sistêmica e porque somos cristãos caridosos, mas não é desejando uma solução final nem mesmo votando em alguém que pense nisso por nós que encontraremos a resposta; por enquanto a troca de ideias e soluções, planos, estratégias e modelos, e suas misturas, são (e sempre serão) a melhor maneira de aplainar essas montanhas e vales de modo NÃO

  57. Joaquim Responder

    Esse texto é uma merda sem fim:

    “Se a depreciação e massificação produzidas pela hiperinflação alemã na cultura produziu a despolitização (a descrença em relação às instituições de representação e negociação política) que resultou na sedução pelas “soluções finais” e pelo nazifascismo, no Brasil a descrença generalizada na Política nos trouxe o sebastianismo do “caçador de marajás”: a aposta suicida em alguém “diferente de tudo que está aí” e sedução por soluções diretas e sem negociações, representada pela figura trágica de Collor de Mello.”

    Em primeiro lugar compara a Alemanha pós 1 guerra com o Brasil, economias completamente diferentes, situações completamente diferentes, e depois manda um ad hitlerum LITERAL, ao dizer que lá a descrença na política levou a solução final e ao nazismo:

    Ou seja, pode levar aqui também, vemos isso pela clara posição proto-nazi do ROGER ULTRAJE, eu suponho. Ele, que logo vai estar vestido de oficial da SS mandando TRENS de petistas fofos para algum holocausto, claro.

    Depois culpa a descença com a política Brasileira pela eleição no Collor, político no qual os rockeiros dos anos oitenta NÃO VOTARAM, pois todo mundo de esquerda, socialmente consciente e querendo mudança votou, como eu e minha família fizeram, NO PT!

    Quem hoje se opõe ao PT e é abordado nesse texto VOTOU NO PT NO PASSADO, e se sentindo enganado, PAROU de votar.

    É EXATAMENTE o caso dos “rockeiros” do texto.

    O Collor foi eleito justamente pelas forças resistentes a mudança do (então jovem) PT, criado ainda no começo dos anos 80. A direita aí sim pegou um político que representasse os interesses de Alagoas e da política de lá e colocou-o CONTRA o “perigo” esquerdista.

    Não havia “descrença” nenhuma na política no fim da ditadura. Havia esperança e expectativa com a possibilidade de se eleger o PT, havia o movimento diretas já, e TODO MUNDO queria votar, o contrário de hoje, que eu PAGO pra não ter que votar no que tem aí. O texto está completamente errado.

    Há descrença agora, hoje, com o PT já estabelecido no poder.

    PT, claro, que agora está aliado a Collor, Sarney, Maluf, etc.

    Que avalanche de merda esse texto. Empesteou o ar aqui. Vou ter que tocar Hendel para desempestear. Terá o efeito de um bom ar sonoro.

    José Wilker, explicando como o que está está, dias antes de morrer:

  58. Mari Responder

    Eu sou dessa geração (tenho 46 ano e ouvi o Cabeça Dinossauro até furar na juventude e até hoje) e absolutamente não se explica essa ridícula virada neoconservadora. A hipótese do texto não me convenceu… talvez seja idiotice pura, mesmo.

  59. Adalgisa Bordinha Responder

    Ok, ok: os roqueiros se tornaram neo”neoconservadores”. Agora, quem é que vai me explicar por que os políticos do PT e o PT inteiro se torno neoliberal? Ou já eram neoliberais se fingindo de esquerdista? Quem vai me explicar isto?

  60. Rafael Oliveira Responder

    …nem a citação da música do legião esta correta.

  61. Brega Presley Responder

    Redação, tem paragrafos repetitivos no texto, em torno da idéia de que o problema é “mais complexo”. Faltou uma revisão aí.

  62. Brega Presley Responder

    “Oportunismo em meio de carreiras em declínio? Forma de ganhar visibilidade midiática adotando o neoconservadorismo? Talvez a explicação não seja tão simples”

    X

    “Oportunismo? Artistas decadentes que procuram um lugar ao sol da grande mídia conservadora quando veem que suas carreiras estão em declínio? Acredito que a resposta talvez não seja assim tão simplista,”

  63. Brega Presley Responder

    Agora, com relação ao resto:

    Acho que a coisa não é por aí. A maioria dos jovens que faziam rock no período pertenciam à classe média/ média alta, e traziam uma crítica necessária, tanto em termos de deboche, quanto em termos de crticias mais ácidas.

    Um outro dos problemas do texto acima é que há umas faláciasinhas, tipo um “Ad Hitlerium” ao usar a Alemanha Nazista para falar da situação atual com uma argumentação pouco funcional.

    São fenômenos diferentes e não é por aí que se argumenta.

    Um terceiro problema é se confundir alguns roqueiros com um fenômeno de massa de um grupo. Roger pode ter se tornado algo indescritível, e Lobão escrevendo para a Veja é algo que entristece, mas mesmo com outros tantos citados, ainda assim, é um pouco exagerado se tomar a “nazificação” dos roqueiros dos anos 80 como um fato social.

    Por mais que tenham feito bom uso de pensadores como Jurandir Freire, ainda assim a análise de modo geral me parece apressada e um tanto rasa, porque é baseada em uma conclusão (a de que os roqueiros brasileiros dos anos 80 estão se transformando em neo-conservadores) um pouco forçada demais.

    Provavelmente eles não “viraram” neo-conservadores. Só envelheceram e, como é comum em qualquer geração, seu discurso passou a ser mais conservador.

    Culpar o capitalismo por isso, ainda que não seja um grande fã da cultura de consumo e da massificação, é, um argumento bem fraco.

    De modo geral, eu chutaria que eles sempre foram meio babacas, e antes a gente não percebia. E que o tempo reforçou essa metade para pior. Fazer o quê? Acontece. O Lula beijou o Maluf no rosto, a Dilma defende politicas contra manifestações, e o José Dirceu usa de seus privilégios políticos para receber visitas da filha desrespeitando outras familias de presos com dramas de igual ou pior intensidade (pois são pobres e sem recursos para bons advogados).

    Alguns heroís morrem de overdose. Outros vivem e tem mais tempo para se mostrarem babacas. De direita ou de esquerda.

  64. Blue Eyes, Na Resistência Responder

    Texto tendencioso, fraco em conclusões e análises aprofundadas… mais um lixo esquerdopático produzido por uma mente que não se atentou para o FATO que seres mau intencionados da esquerda velha e carcomida querem nos conduzir pelo underground político a um estado de escravidão cultural usando o politicamente correto como grilhão a amarrar uma sociedade, em sua grande maioria, formada por ignorantes e analfabetos, alimentando suas almas com falácias e afagos do tipo “a voz do povo é a voz de Deus” ou “como nunca antes na história desse país…”… é fácil enganar trouxas… basta dizer o que eles querem ouvir e praticar de modo diverso a política de controle social… esses jovens, que conseguem ter uma visão um pouco melhor da realidade política atual por que passamos já entenderam que a esquerda nacional só tem um plano: PODER, PODER e PODER, de preferência ETERNO… ainda que mintam deslavadamente e pratiquem a má política com proficiência… então se posicionam na contramão do tradicional “tudo pelo social” para poderem defender o pouco que nos resta de LIBERDADE… simples assim…

  65. Leonardo Responder

    Li o texto e descobri que vivi em uma dimensão paralela nos anos 80, porque pelo jeito aconteceu um monte de coisa que eu não sabia.

    Cabeça Dinossauro é punk? Com “Família” e “O Que”?

    Legião e Lobão eram punks?

    “…devemos nos amar como se não houvesse amanhã” está na letra de “Pais e Filhos” e eu nunca percebi?

    Em relação ao Roger eu dou o braço a torcer (se bem que ele sempre foi conservador), mas Leo Jaime e Dinho são representativos das opiniões políticas do Rock 80? Leo jaime era 90% cômico e Dinho tinha uma banda furreca, de segunda linha.

    Tem como falar sobre o punk no anos 80 e não falar de Inocentes, Plebe Rude, Garotos Podres, Ratos de Porão?

  66. Allvaro MArtins Responder

    Eu acho que todos esses caras militaram num ambiente em que um sujeito como o Lula, ex-operário-pau-de-arara-filho-de-mãe-que-nasceu-analfabeta era praticamente endeusado e mitificado, como o “bom , novo e puro” que vinha pra combater o “mau, velho e corrompido”.

    E quem não comungava dessa crença sofria patrulha ideológica. Sempre sofreu,

    Uma vez no poder, Lula e seu partido se mostraram tão corruptos quanto aqueles que combatiam. Inclusive, se aliaram a alguns deles.

    A raiva e a decepção desses roqueiros é diretamente proporcional à idolatria que antes tinham pela esquerda. É isso que aparece nas opiniões deles.E reflete as opiniões de muita gente, por isso tem tanta repercussão.
    Eu até acho que algumas opiniões do Lobão, por exemplo, sejam bem viajantes. Mas isso não impede que outras estejam corretas.

    Agora, para mim essa associação de uma guinada ao conservadorismo de alguns artistas com uma suposta decadência é mais uma forma de patrulha ideológica. Explico porque.

    Os Titãs estão decadentes? Estão. Mas não entraram em decadência agora. Essa decadência começou quando saíram Arnaldo Antunes e Nando Reis, os melhores letristas da banda. Isso tem mais de 20 anos.
    O Capital Inicial soa “infanto juvenil” com letras como Saquear Brasília? Sim, mas letras políticas nunca foram o forte deles. Autoridades, de um dos primeiros discos da banda, ainda nos anos 80, também era bem fraquinha e no máximo, panfletária. Eles sempre se deram melhor falando sobre relacionamentos, mulheres, baladas, etc…
    Lobão é chamado de decadente mesmo sem ter lançado nada de novo no meio musical faz muito tempo. Só que ele tem o mérito de quando teve as portas fechadas nas gravadoras, ter inventado um novo canal de venda de CDs em banca de jornal. E deu tão certo que muita gente imitou. Será que um artista “decadente” ia vender tão bem assim com praticamente zero de verba publicitária?

    Os exemplos são vários, mas parece óbvio que algumas pessoas não conseguem separar a qualidade artística da posição política.

    Vou dar um exemplo, mas sem querer comparar. Acho Chico Buarque o maior letrista vivo em língua portuguesa. Mas mesmo o seu mais ardoroso fã reconhece que seus últimos lançamentos não se comparam ao que ele fazia nas décadas de 60 e 70. E faz muito tempo que ele não lança nada.
    Mas como ele continua um seguidor fiel do ‘credo” da esquerda, a “intelequitualidade” não tem nenhuma pressa em decretar sua decadência.

    1. rogbastos Responder

      Querido, vc é uma anta…. primeiro… EU convivi com a hiperinflação, Plano Collor, Plano Cruzado, etc…. finalmente, no governo do Itamar Franco, junto com FHC, pariu-se o Plano Real, que é responsável pela estabilidade de nossa moeda….sendo contemporâneo dos ditos roqueiros, sou obrigado a concordar, que apesar de termos uma moeda forte, há 12 anos o Brasil vai de mal a pior…n há hora melhor pra ser revolucionário do que agora…. ou não acredita na Democracia? cada um diz o que quiser e é livre pra expressar suas opiniões… eu por exemplo. acho que o PT destruiu todos os sonhos de termos uma democracia de verdade…. esse governo é um lixo e pronto…..vamos continuar protestando SIM…… afinal, trocar uma ditadura militar por um comunismo disfarçado n me parece evolução nenhuma, pelo contrário…..

  67. Daniel Responder

    Dizia um velho professor de sociologia, que só uma coisa muda o mundo, o inconformismo. É interessante notar que existe uma determinada faixa da população brasileira, que vou chamar aqui dos “inconformados”, que talvez nem seja expressiva numericamente, mas que parece ser a indutora do chamado “inconsciente coletivo”. O que é fácil constatar é que na direção para onde estes “inconformados”, em determinados períodos, convergem é aquela que nos momentos seguintes se torna a preponderante. A primeira manifestação que constato deste grupo é que em determinado momento, ele “cansou” de Getúlio, e se movimentou na direção de Larcerda. O resultado todos conhecemos. Mais a frente “cansou” da UDN e aí surge o PSD de Juscelino, que logo foi “trocado” pela “faxina” de Janio, que trouxe consigo o “socialismo” de Jango. Este, em função da bagunça institucionalizada, levou os “inconformados” a se bandearem no sentido da “marcha pela familia”, mas tão logo a “revolução” passou a suprimir “valores consagrados”, tornaram-se os primeiros “contestadores” do regime. Também sabemos o que ocorreu depois. Já na chamada “abertura”, este grupo foi seduzido pelo PT, mas já não estava presente na reeleição de Lula, e agora então, está do outro lado, e é para lá que as coisas vão.

  68. Alex Mamed (@AlexMamed) Responder

    Ao que tudo indica, o bom mesmo hoje são Putinhas Aborteiras et caterva.

    Santo Deus! O rock, historicamente, foi contra o poder. Falar mal do governante de plantão agora dá nisso: ser demonizado por pretensos sociólogos, cuja análise tem a profundidade de um pires.

  69. enganado Responder

    Engraçado esses roqueiros não falam hora nenhuma em ódio ao Sarney/Collor/FHC, por que será? Sim, ódio ao LULA/PT/DILMA, isso eu chamo de COVARDIA, coisa que naquela época todos TINHAM medo/cagaço/galho dentro, porque para encarar os milicos só mesmo o PT e o pessoal da luta armada, o resto se escondia debaixo da cama (me desmintam!). Se reclamam porque eram os privilegiados donos do setor musical, hoje em dia o setor é igual para todos, mas reconheço que a qualidade é braba, 90% faz só barulho. Então naquela época era bom! Quer dizer que o Entreguista/Apátrida/Cínico Aébrio junto com TV Globo/PSDB/FHC/DEM/Banca Internacional Anglo-Semita/ … são a solução do BRASIL? Gostaria que algum deles tivesse dito isto, ou coragem pelo menos dessem a entender. Se não sabem, com Direita no poder manifestações/greves/passeatas, os fatos serão COMPLETAMENTE DISTORCIDOS pela TV Globo (toda Mídia falada e escrita), prova disso que: “Essa Mídia VAGABUNDA COMPRADA, SERVIL DOS EUA, NÃO TEVE A CORAGEM DE ESCLARECER ATÉ O HOJE OS MOTIVOS DO PROCESSO DO ZÉ DIRCEU”, COMEÇANDO PELA Globo. Por acaso leram a carta dos Padrecos sobre os desmandos do JB em relação ao “Zé Dirceu”? Ou adoram as explicações do pulha do Merval. Não e NÃO QUEREM LER. Como sempre falo dos milicos: Falam mal do LULA/PT/DILMA porque não dá CADEIA, agora do pilantra do FHC se borram de medo de ofender ao garoto propaganda da Fundação Ford. “Irmãos do Norte”, ainda sou obrigado a escutar, como NACIONALISTA, esse desaforo. Engraçado que não falam como se encontra o Estado de Minas, A Mídia ESCONDE, hein! TV GLOBO, suja/sacana/podre vocês não tem brio/princípio e nem fim, pois o de VOCÊS tá guardado no Inferno, pois aguardem, sua hora chegará.

  70. Mateus Santana Responder

    Trocando em miúdos: os rockeiros ditos politizados dos anos 80′ não eram tão politizados assim, como querem insistir alguns ao resgatar uma falsa nostalgia de que existia um rock de protesto no período. Como o texto revela, esses rockeiros eram niilistas e cínicos, não tinham ao menos a capacidade de distinguir uma pauta de esquerda e de direita e colocavam todos políticos e lideranças no mesmo saco (vale lembrar que a disputa presidencial de 1888 estava polarizada entre Lula e Collor, e este ganha com claro apoio e manipulação no debate da Globo).
    Conclusão, ainda que o som dos caras fosse bom, eles nunca tiveram esclarecimento político e nunca se propuseram a fazer música engajada como querem fazer acreditar alguns, ainda que em algumas de suas músicas houvesse críticas fáceis à polícia e à Igreja. Nesse sentido, sempre foram conservadores.

  71. José Responder

    Por isso que Rockeiros não podem passar dos 30 anos.

  72. tiago Responder

    O problema está na tendência “coxa” da opinião pública (coxa esquerda e coxa direita) em julgar e especular tudo que as pessoas falam. É a geração mimimi… imagino se “Cabeça Dinossauro” fosse lançado hoje…a música ‘Porrada’ seria considerada um hino facista de ultra-direita, a Comissão de Direitos Humanos seria notificada …Chico Buarque e ‘Geni’, ”Cala boca Bárbara” …hinos machistas !! Não meu caro…o problema não está nos roqueiros das antigas, e sim nessa geração ”mimimi” para quem você escreve. Porque não comenta sobre o que a turma do CPM 22 tem a dizer ?

  73. Jorge Responder

    Elvis apoiou Nixon,
    Neil Young apoiou Reagan.
    Johnny Ramone apoiou Reagan e Bush.
    Megadeth apoiou Bush.

    Ninguém em são consciência vai buscar defeitos no carater dessa gente por conta de suas escolhas ideológicas.

    Mas aqui, se reclamarem do PT, é sinal de doença mental.

    Pura patrulha, das mais antigas e conservadoras. Quanto mais para dizer “Brasil Ame-o ou Deixe-o”?

    1. Luciano Responder

      Merdadeth? Adoro provocar fanzocas dessa “bandaça”? Quanto a comparação de Neil Young e “estrelas” como Roger, o buraco é imenso. O que o Ultraje a Rigor lançou de expressivo nos últimos 20 anos?

  74. Brasileiro Responder

    O “Portal FORUM” é patrocinado pela Prefeitura de Guarulhos(ver acima), que recentemente foi desmascarada pelos ataques ao Aécio Neves, através de pessoas aparelhadas e usando equipamentos de dentro do seu prédio!
    Não é preciso dizer mais nada!!!

  75. Luciano Responder

    Ué…os “revoltadinhos” contra a totalidade do texto, ir vão dizer que o Roger não caiu na pegadinha do Antonio Prata? Uma coisa é o que se diz e outra é a que está escondida atrás de alguma máscara. E no caso citado por mim nessas poucas linhas, fica clara que a máscara caiu pro “rebeldezinho” sem causa.

  76. Renato Nunes Responder

    Espero uma matéria sobre os neoprogressistas, tipo Sarney, Collor, Maluf, Renan Calheiros….

    http://blogs.estadao.com.br/julia-duailibi/maluf-anuncia-apoio-a-dilma-e-diz-que-e-comunista-perto-de-lula/

  77. Manus Max Responder

    Solo:

    Criança, procure se informar sobre a obra de Raulzito. Ele também foi extraditado pela ditadura. Colocava ao lado de Elvis Presley, Luiz Gonzaga. Ouviu Sílvio Caldas e congêneres. Gravou com Gilberto Gil. Pregou a Sociedade Alternativa com Paulo Coelho.

    Alienação política existia em boa parte da MPB oriunda da burguesia, por isso Raul ñ curtia o som e sempre pegou no pé dessa galera.

    É muita “falta de cultura pra cuspir na estrutura…”

    Não fala merda!

  78. Andre Responder

    Eu li o texto, e a maioria dos comentários…
    Eu ia escrever um monte, mas quanto mais o tempo passa menos fico disposto a discutir coisas óbvias.
    Então, só vou dizer isso:
    Que merda de texto.

  79. Prof. Cláudio Responder

    Curioso esse texto segundo o autor quem é niilista é conservador e não se pode criticar o Brasil e sua estrutura política com essa representatividade falida… Não entendi… Agora temos que aceitar tudo para ser considerado progressistas… Fora os erros ideologia é do Cazuza e já não era do Barão quando lançou essa música… tenha dó pesquise antes de escrever…

  80. carlos Responder

    que porcaria de texto… analise rasa …. deve ser algum petista idiota que escreveu essa escatologia,,,

  81. Aldry Responder

    Estes roqueiros tornaram-se porta-vozes de uma classe média saudosista, em que havia uma clara separação entre ela e os pobres. Com o governo do PT, veio a ascensão das classes pobres e estes representantes da classe média perderam seu lugar de formadores de opinião. Ao mesmo tempo, existe uma parcela desta classe que se encontra na mídia e fazem coro a este discurso neoconservador. Precisamos de pessoas informadas para falar e discutir o Brasil. Existem mazelas, mas existem avanços

  82. Joaquim Ourives Responder

    Você poderia ter escrito esse texto em um parágrafo (o último, com as enumerações), mas quis dar uma de analista.

    É o famoso “falou, falou e não disse nada”.

  83. Responder

    Prezado autor, concordo com aqueles q disseram q vc foi prolixo e confuso. Vc disse, disse, disse e não disse nada. Além disso, seu texto está super mal escrito, faltando vários sinais de pontuação, fiquei surpresa. Alguém que se pretenda fazer uma análise tão sofisticada, deveria também pensar na estrutura do texto, até mesmo para causar boa impressão. Não posso deixar de dizer que os roqueiros anos 80, mesmo que não devam ser considerados como tal, podem e devem apontar os problemas de um partido político que, chegando ao poder, se mostrou de uma incompetência sem medida. Isso para ser eufemica, porque, na verdade, o PT no poder, no more…

  84. Acauam Responder

    Li todos os comentários e percebi que em apenas um (creio que do Brega Presley) deles a principal linha de argumentação do texto – a crítica ao caráter conservador da geração da hiperinflação (argumento de Elias Canetti, da perspectiva da sociologia da cultura) como espécie de cena traumática não superada, de tendências conservadoras – não é sequer comentada. Quanto alguém comenta o referencial teórico, é apenas para desqualificar o movimento como pseudo intelectual (o que seria um movimento verdadeiramente intelectual, portanto?). O movimento é comum às redes sociais: um espaço curto de leituras breves em que a exposição crítica dos argumentos é substituída por diversas formas de desqualificação do Outro. Se o sujeito cita alguém, é pseudo intelectual. Se não cita, é um burro que precisa ler mais. Nenhum comentário a respeito da inflação, da relação do contexto político da época com a geração Brock, que o autor procura fazer. Nada sobre a sociologia da cultura do Canetti. Ou seja, os comentários no geral (com exceções) fogem do debate de ideias para detonar o texto a partir de um enquadramento binário simplista (direita x esquerda).

    O movimento do texto não é afirmar que os roqueiros são conservadores porque atacam o PT que supostamente fez o Brasil melhorar (embora seja possível reconhecer sim uma valorização implícita do PT). O autor repete diversas vezes que o conservadorismo está no niilismo que crítica a própria política como um todo, um tipo de discurso conservador porque ser vazio. Porque a grande mídia apoia largamente discursos contra a corrupção? Porque é um discurso esvaziado, sem conteúdo político, que aparece como radicalidade adolescente pela ênfase no termo “ser contra”. E não é político justamente por seu caráter vazio, desprovido de antagonismo: quem, afinal, é explicitamente a favor da corrupção? Nenhum corrupto defende essa bandeira. Cria-se um espaço ético preservado de conflitos, com aparência de ser o mais conflituoso possível, porque sua vacuidade é disfarçada aos berros. Quando se encontra sujeitos que se colocam contra o “político em geral”, frequentemente suas posições políticas (da qual não se escapa) são as mais frágeis possíveis, uma sucessão de lugares comuns que defende que o PT é o mais corrupto (em todas as listas é o PSDB), que o PT é de esquerda (só com muita força de vontade), que o bolsa família faz os pobres se acomodarem (estudos sérios demonstram o contrário), que as cotas são racistas (como se elas fossem a causadora daquilo contra o que se contrapõe), que os marginais deveriam sofre punições mais severas (como se já não existisse uma política sistemática de extermínio e encarceramento em massa, um dos maiores índices mundiais), etc. E toda tentativa de tirar a discussão do senso comum é rebatida com esquematismos binários: mesmo o que acabei de escrever será imediatamente interpretado como defesa esquerdista do PT, o que impede a reflexão de avançar, um problema que atinge tanto os defensores do PT quanto aqueles que o atacam. Afinal, há uma enorme diferença entre criticar o PT e apoiar coisas como linchamento de pretos pobres e o retorno da ditadura militar, coisa que o Lobão e o Roger já fizeram em algumas ocasiões.

    As melhores críticas são as que pedem uma maior atenção para as particularidades de cada banda, chamando atenção para aquilo que o autor omitiu, talvez na pressa de descaracterizar essa geração do rock nacional. O que pode ser uma questão presente em alguns artistas específicos é transposto para o conjunto de toda geração. De fato, há diferenças entre Dinho Ouro Preto e Roger, por um lado, e Hebert Vianna. Por outro lado, é certo que são roqueiros dessa geração que tem esse espaço de projeção, e não sambistas, bregas, ou qualquer outro estilo, o que merece atenção. Além disso, não me parece que Cazuza e Renato Russo sairiam-se muito melhor em termos de “engajamento”, ou consciência social, o que coloca sim o problema da limitação de perspectiva desses artistas. E nenhum deles parece ter uma crítica consistente aos mecanismos de dominação ao sistema que ajudam a reproduzir, vendendo atitudes de revolta de boutique. Em comparação tanto a geração anterior, da MPB, quanto com relação a geração posterior, do rap, o teor de suas críticas parece muito limitado, infantilizado, ou melhor, adolescente. Aliás, é interessante pensar em porque o engajamento dessas outras gerações parece ser mais ideologicamente consequente, a despeito de se concordar ou não com ela. Creio que a resposta passa por um elemento que escapa à análise proposta, e tem a ver com a relação da crítica estética com certa articulação política com as bases. No caso da MPB, com a aliança civil contra a ditadura, e no caso do rap a articulação com o movimento hip hop e a cultura de periferia. Nos dois casos os artistas não estavam falando sozinhos, enquanto que o interlocutor principal da geração Brock sempre foi o mercado.

    A questão do oportunismo é bastante óbvia. Depois de um retorno ao sucesso comercial (Capital Inicial, Titãs, Paralamas) esses grupos desapareceram novamente, e agora seus membros de maior destaque aparecem em espaços públicos (mainstream) de opinião, o que não seria necessariamente ruim (ninguém merece só o Caetano Veloso falando sem parar sobre tudo) caso o discurso deles não fosse de tamanha adesão ao senso comum conservador. É preciso sim espaços de crítica ao governo – e a esquerda (Chico de Oliveira, Paulo Arantes, Schwarz) faz severas críticas ao PT desde o início, inclusive quanto todo mundo glorificava o Lula, e o país parecia andar para frente como não se via em muitos anos (eu disse parecia) – mas críticas sérias, e não as que seguem o padrão da revista Veja. Para ser bem direto no meu posicionamento, uma crítica ao PT que não seja propaganda disfarçada do PSDB, partido de absoluta regressão.

    Creio que o texto peca em algumas generalizações, como apontaram alguns comentários que defendem alguns artistas específicos. Por exemplo, não acho que esses roqueiros só agora descobriram que “o país é uma merda”, ou seja, eles não viraram à direita porque o PTR é de esquerda, mas seu posicionamento sempre foi conservador. O caso do Lobão é emblemático: ele sempre foi oportunista posando de crítico, e não por acaso fez propaganda do PT e do Lula nos anos FHC. Ele sempre posicionou-se contra o Sistema de modo a se beneficiar. Não tenho dúvidas que se o Aécio ganhar ele vai ser contra também, seguindo o tipo de crítica que o permita aparecer e lucrar mais. Ele não é conservador por ser anti-petista, isso é tão simplório quanto achar que quem é anti-corintiano é elitista, mas pelos conteúdos de seus discursos de auto promoção. Assim com o Dinho, que nunca teve nas letras políticas o seu forte (o Capital passou a vender muito assumindo o romantismo pop). Também acho que a transposição dos conceitos de Canetti, usados para pensar a Alemanha pós guerra, tem de ser feito mais cuidadosamente, além de ser necessário precisar melhor o engajamento do punk rock originário, tendo em vista os seus resultados contemporâneos. Além disso, o exemplo que ele usa do Titãs no “Perdidos na Noite” não é bom: fazer críticas e ironizar o sistema eleitoral e a política partidária não é necessariamente niilista e negativo, como se essas formas de fazer política fossem as únicas, ou as melhores. Mas é muito interessante chamar a atenção para o fato de que esse niilismo hedonista resultou na eleição do Fernando Collor, uma puta de uma cagada que quase se repete em São Paulo com o Celso Russomano, o caçador de corruptos e defensor dos pobres.

  85. Fernandão Responder

    Muita conversa prá pouco assunto. Esse pessoal só queria sucesso e grana, sempre falaram o que o povo queria ouvir, como fazem todos os “artistas” e políticos desde sempre. E o tal rock nacional de rock nunca teve nada, não fosse pelo jabá das gravadoras, e feito por riquinhos (muitos, filhos de militares), jamais teria acontecido. Simples desbunde pós-pós punk da classe média dos malditos anos 80, década da reinvenção do mal gosto.

  86. Senô Bezerra Responder

    Jovens oriundos da classe média, influenciados pelo punk, adotaram uma postura crítica em relação à sociedade, mesmo porque à época seria praticamente impossível imaginar uma banda de punk rock cantando o amor ou então que tudo é divino e maravilhoso.Não sei realmente qual seria essa “reinvenção”, mas os descalabros sociais estão ai para todos verem. Fome, miséria, exclusão, injustiças; e isso tudo continua acontecendo num governo dito de esquerda, que antes de ser poder criticava a falta de ação nos outros.Ainda temos elementos suficientes para vociferar contra esse sistema, mesmo depois de 30 anos. Agora, se eles, como Lobão ,Roger, Léo Jaime resolveram ir para a outra margem do rio, é um direito deles, mas agindo desse modo maculam uma história que construiram com tanto brilho.

  87. Thomaz Responder

    Na verdade para eles nada melhorou já que nos anos 80 eram jovens da classe rica, agora são velhos da classe rica, o pais melhorou para quem acorda cedo e bate cartão.

  88. Bruna Landim Responder

    Olá, em primeiro lugar, ótimo artigo. Gostei bastante das indicações de leitura e da análise que você faz, Wilson. Acho que é isso mesmo, há uma dificuldade em entender o Brasil, parafraseando a músico do Belchior, o novo sempre aparece. E, infelizmente, esse rockeiros envelhecidos não conseguiram criar um olhar para esse novo cenário. Infelizmente, porque, os trabalhos deles, (Titãs, Ultraje e Lobão), eram bons, mas eles perderam a oportunidade de ficar de boca calada. Separar o artista da obra, às vezes, é uma boa maneira de ficar em paz consigo mesmo, quando você gosta dos trabalhos desses caras, (eu acho).

    O Raul, pelo que eu conheço, vivia fazendo comparações entre Elvis e Gonzagão. Morreu fudido, deixando para nós bons trabalhos.

    Não acredito que esteja faltando produções artísticas nesse país, como o Lobão gosta e grita aos quatros ventos isso. Para mim, isso é um discurso muito derrotista. Eu acho que tem muita coisa boa por aí, enfim, é uma questão de procurar e abrir os ouvidos. Não gosto do pensamento fechado de Lobão, de ficar preso ao um gênero musical, a impressão que eu tenho é que, para ele, música boa é rock n’ roll, o resto é merda. Então, fica difícil, porque o que se há nesse país é mistura, é difícil achar alguma coisa realmente genuína, com todos os defeitos, os tropicalistas nos mostraram isso, o rock de Raul Seixas também e a Elis Regina. Acho que ficar preso é uma merda. Quanto mais, quando se fala em Arte.

  89. vitor rodrigues Responder

    Fazer média com o PT é pensar e discordar dele é querer se promover em tempos de vacas magras? Realmente o Brasil que vemos hoje não passa perto do ideal, e temos escândalos por todos os lados.. Não vejo esses artistas como daqui ou de lá, mas sim favoráveis a uma política justa, pró Brasil. E eles não estão sozinhos, já que as pesquisas mostram que candidato nenhum anda representando o eleitorado brasileiro.

  90. jd Responder

    Se a questão é tão profunda que mereça todo o esforço de pensadores para decifrá-la, tenho minhas dúvidas. Pra mim esse pessoal usa desse expediente sem maiores reflexões, por lhe faltar capacidade e lhe sobrar má vontade para tecer críticas construtivas para melhoria do país. A simbiose se forma com a entrada das corporações midiáticas (globo à frente) que lhe abrem portas e que representa o desejo das elites. Ou seja, vira uma “coxinice”.

  91. Charlton Bressane Responder

    Talvez, como diria Elis Regina, a maior dor é perceber, que apesar de terem feito tudo o que fizeram, ainda são os mesmos e vivem como seus próprios pais…

    1. mali Responder

      A Elis dizia, mas foi BELCHIOR quem escreveu CHARLTON.

    2. mali Responder

      Ok, O brasil é um país de psicólogos que entendem de tudo e de todos, Talvez o que esses caras fizeram foi porque o momento permitia e ganharam muita grana com o momento politico da época, hoje a realidade é outra e isso talvez tenha esvaziado o processo criativo dos caras …ninguem tem mais nada pra dizer, a não ser falar mal do PT e tal…e isso ja encheu o saco e não da grana…então se revoltaram… Um bando de mimados pela mídia da época agora sem pai nem mãe querer vomitar no que? Vão fazer RAP, FUNK, LEPO LEPO…é isso que a midia que os protegia e mimava antes ta fazendo agora…

  92. Luiz Neoconservador Responder

    Cara, se vc foi contemporâneo dos caras e “excreveu” um texto destes, deve estar na casa dos 50, penso que a maturidade não lhe fez bem. Aliás, não lhe fez coisa alguma. Há quanto tempo vc sonha com o país do futuro e não se tocou que é um pesadelo, pq é um sonho que nunca acaba. Vc já experimentou interagir com qualquer esfera de poder neste país onde o que esteja em questão seja grana? Então vc não sabe como isto funciona e nem o real significado de nihilismo político, volta pro teu cobertor vermelho e conta ovelhas negras grisalhas.

  93. roberta Responder

    Vou fazer duas as perguntas…
    Filho quantos anos você?
    E a outra pergunta é, o que eles fizeram pra você estar com tanta raiva assim?
    Isso tah parecendo coração partido hein?!
    Na boa, o país está passando por tanta coisa e você escrevendo essa merda!
    Bem, não estou devendendo a opinião dos caras, estou criticando a sua. Um dos maiores textos reduntantes que eu já li na minha vida.
    Ah, e eles deixaram para a história do país o que você jamais vai conseguir

  94. Glaucir Borges Responder

    Os Titãs lançam um disco pesado, crítico falando de polícia, pedofilia, racismo e homofobia e são chamados de “neoconservadores”. Pelo simples fato de eles não estarem alinhados com o PT? Por eles terem criticas ao governo? Meu Deus! A arte não deve estar vinculada a nenhuma ideologia, esquerda ou direita, encima, embaixo, se não ela vira propaganda pura e simples, passa a ter o mesmo valor de um jingle publicitário. Reacionários de esquerda são tão conservadores quanto reacionários de direita.

  95. Giovanni Responder

    O Brasil mudou dentro daquilo que mudou o mundo. Em sua essência, porém, o país realmente continua rigorosamente o mesmo.

  96. Marco Responder

    Na verdade essa mudança se dá pelo fato de que viram o pt praticar tudo aquilo que diziam que iria combater, ou seja, um estelionato eleitoral. Por isso o Brasil é uma Merda.