Animação resume conflito entre a Palestina e Israel em três minutos; assista

Vídeo é uma crítica ao ataque israelense contra a Palestina

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Vídeo é uma crítica ao ataque israelense contra a Palestina

Por Redação

Está circulando pelas redes uma animação cujo título é “This land is Mine”, em livre tradução, “Essa terra é minha”. Produzido por Nina Paley, o vídeo, que tem três minutos de duração, faz um resumo da história do conflito entre a Palestina e Israel.

Em seu blog, Nina Paley explica a canção que dá título ao vídeo. Segundo Paley, “This land is mine é uma paródia da ‘Canção êxodo’”, que era “uma trilha sonora do sionismo americano na década de 1960 e 70, que visava expressar o direito judaico por Israel”. A autora do vídeo explica que ao “colocar a música na boca de todos os partidos em guerra” está “criticando” a canção original.

Desde que três jovens israelenses foram sequestrados e assassinados, o governo de Israel iniciou fortes ataques contra a Palestina. A ação militar israelense está sendo criticada no mundo inteiro por estar atingindo apenas inocentes e crianças. Ativistas de Israel também realizaram atos contra os ataques do governo de seu país.

A seguir, confira o vídeo.

 



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7 comments

  1. Larissa Responder

    A tradução correta do título da animação é Esta terra é minha.

  2. Ray Responder

    http://www.dw.de/entenda-o-atual-conflito-no-oriente-m%C3%A9dio/a-17769890

    Gente, por favor, antes de tomar partido de um ou de outro, vamos nos informar um pouco mais. Muito tendencioso esse artigo, não existe NENHUM INOCENTE ali, nem israelenses nem palestinos. Por um acaso os estudantes israelenses assassinados eram terroristas? O autor do texto tb esqueceu de mencionar os mísseis que os palestinos jogaram em Israel. Pq esse sim é o motivo da represália israelense. E o vídeo, muito legal, mostra os vários povos que lutaram por aquele pedaço de terra.

    1. palomino Responder

      Não foram apresentadas provas convincentes de quem são os autores do assassinato dos três jovens. Mas suponha que os autores sejam do Hamas. Isso justifica o massacre de centenas de civis, entre os quais um número alarmante de crianças? Não. Nunca.

      Igualar a violência do opressor à do oprimido não é uma forma “ponderada” de avaliar as coisas. É legitimar um massacre. Quem massacra é Israel. Isso é claro como o Sol, não vê quem não quer.

  3. Maria das Dores Rocha Responder

    A criação do estado de Israel em terras palestinas foi um crime perpetrado pelo sionismo, o governo norte americano e a ONU !
    Por que não criar o Estado Palestino ? Aquela terra pertence aos dois povos !
    O mundo não pode assistir indiferente os crimes contra o povo que há milênios vive no mesmo lugar !
    ” Uma terra para chamar de minha ” é um direito inalienável do povo palestino !

    1. Souza Responder

      O comentário mais sensato sobre essa ignomínia e rancorosa guerra que bem lembra os israelenses nas mãos dos nazistas, é o seu Maria das Dores Rocha!
      Na verdade, parece que a melhor descrição para esse estado de terror é a conclusão do Bruno Latour ao dizer em seu livro “Jamais fomos modernos”. Continuamos brutos, atrasados, convivemos com nossas insanidades e pouca civilidade. A modernidade e a pós-modernidade das quais tanto falamos estão nas coisas, nas maravilhas tecnológicas, científicas, no mundo, não nos homens.

  4. Franco Responder

    Israel tem direito as terras, isso é a ONU que diz, os árabes tentaram mais de 10 vezes unidos liquidar Israel, Israel se defenda apenas.

    https://www.facebook.com/idfonline?fref=ts

    1. Marcelo Luiz Responder

      É engraçado você dizer isso, porque em 2012 a Assembleia Geral da ONU concede status de Estado Observador não membro à Palestina.


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