Folha publica vídeo contra cotas raciais e feministas negras criticam campanha

Intitulado "Sistema de Cotas: o que a Folha pensa", a peça declara posicionamento contrário à medida usando a modelo Carol Prazeres como interlocutora

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Intitulado “Sistema de Cotas: o que a Folha pensa”, a peça declara posicionamento contrário à medida usando a modelo Carol Prazeres como interlocutora

Por Jarid Arraes

Na última sexta-feira (1º), a Folha de S. Paulo publicou um vídeo expondo sua opinião sobre o sistema de cotas raciais no Brasil. Intitulado “Sistema de Cotas: o que a Folha pensa”, a peça declara posicionamento contrário à medida usando a modelo Carol Prazeres como interlocutora.

Para Marjorie Chaves, mestra em Estudos Feministas e de Gênero pela Universidade de Brasília (UnB) e doutoranda em Política Social pela mesma instituição, o vídeo foi bem estudado e não possui propósitos democráticos. “Mesmo com o argumento de que publica opiniões contrárias, [a Folha] privilegia as opiniões contra a toda e qualquer política de promoção da igualdade racial. Além disso, não colocou uma mulher negra na campanha à toa, podia ser um homem negro. Mas nós fazemos parte do contingente que mais ingressou em universidades públicas nos últimos anos, a Folha sabe disso. A ideia é a de que recuemos em nossas conquistas. É uma campanha cínica, inescrupulosa”.

folhaxPara outras ativistas, a publicação pode ter um lado positivo. “Confesso que não acho ruim a Folha se manifestar contrária às cotas, mesmo tendo o STF entendido que as cotas são legais”, pondera Juliana Coutinho, militante negra dos movimentos negro e feminista. “Enquanto editorial, que seja respeitado o direito de liberdade de expressão. E para a sociedade, especialmente para a militância negra, a vantagem, sinceramente, é o jogo limpo. O pequenino jornal mostra a que veio, jogando fora a máscara de imparcialidade hipócrita usada pra vender periódicos com a etiqueta de grife ‘somos imparciais'”, finaliza.

O vídeo contrário às cotas raciais faz parte de uma série que pretende expor o posicionamento do jornal sobre “temas polêmicos” e já falou a respeito de questões como aborto, drogas e voto obrigatório.

Foto de capa: Reprodução


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32 comments

  1. Mateus Responder

    Cotas sociais sim, os brancos pobres seriam incluídos e os negros os maiores beneficiados, cotas raciais no Brasil? Isso é racismo apenas isso, querem jogar brancos pobres de lado para dar mais chance para os negros pobres? Mas os negros foram escravizados, não existe fundamento que sustenta a reparação histórica, se assim o fosse o primeiro passo de todos aqui é devolverem a terra para os Índios O fato é que os próprios negros Africanos vendiam escravos para os Europeus, defender cota racial é racismo e vai gerar isso racismo, .se eu acho que um cotista racial merece a aquela vaga, acho que não.

    1. Gleicy Souza Responder

      Já existem cotas sociais, simples assim…

    2. Rosie Responder

      Mateus, o sistema de cotas para ingresso nas universidades públicas federais é social com recorte social. Olha como funciona: http://portal.mec.gov.br/cotas/sobre-sistema.html
      Não vou ler a Folha, mas se ela se refere à Lei 12.711 como cotas raciais, ela está desinformando.

      1. Carlos Cogliatti Responder

        Os negros que são racistas.Existe uma revista chamada”Raça”onde não aparace branco.Tem faculdade de negro,negro querendo ser loiro(tem milhares por aí com cabelo pintado.O cantor Péricles disse que não existe “raça negra” e sim raça gente.Deve ter faltado a escola.O grupo de pagode Raça negra.agora e “Raça Morena”?.Os negros chamam as negras de “morenas”.o Pelé só casa com branca, o Netinho que levanta a bandeira da Negritude casou com branca,os jogadores de futebol negros só gostam de branquinhas! Para ganhar cotas,são negros,mas para definirem a sua cor aí são morenos.Então quem é racista neste País?

        1. Mateus Responder

          Também concordo, sempre achei os negros mais racistas, basta ver paginas de negros, dia do negro, valorização da cultura negra, sair com uma camiseta 100% negro pode agora saia com uma 100% branco para ver o que ocorre, é pura hipocrisia.

          1. Walmir

            Nunca vi coisa tão idiota. Somente esta semana 3 casos de racismo tiveram repercussão e eu nunca vi qualquer caso de racismo ser de racismo de negro contra branco, isto nunca aconteceu. Não existe nenhum grupo de negros organizados a favor do racismo contra brancos, o contrário está cheio, tem aí os skinheads, grupos neonazistas e gente na Internet promovendo o racismo, sendo que TODOS são brancos, você falou uma besteira sem tamanho e a sua ignorância chega a dar pena.

            Quando um negro usa uma camisa 100% negro a intenção sempre é de aumentar a autoestima, não é de provocar nenhum branco, ou pelo menos é uma afronta ao racismo que sofre todos os dias, se você é estípido o bastante e não consegue entender os motivos de por que um branco usando uma camisa 100% branco seria extremamente racista, leia um pouco de história, leia sobre Sociologia, se instrua, veja como o Brasil foi feito, entenda a segunda Guerra mundial e aí se tiver inteligência vai para de falar bobagem e faer afirmações sem sentido. No Brasil os brancos são os racistas e ponto final e a situação está ficando insustentável, o problema maior vai acontecer quando negros pensarem em revidar.

  2. Jom Rott Responder

    Não Sou:
    – Nem Negro, Nem Homossexual, Nem Índio, Nem Assaltante, Nem Guerrilheiro, Nem Invasor De Terras. Como faço para viver no Brasil nos dias atuais? Na verdade eu sou branco, honesto, professor, advogado, contribuinte, eleitor, hétero… E tudo isso para quê?

    Meu Nome é: Ives Gandra da Silva Martins*

  3. Max Rocha Responder

    As Capitanias ideológicas e o Sangue Roubado
    Max. H. Rocha
    É sempre constrangedor falar sobre o racismo no Brasil. Já me meti algumas vezes a debater sobre isso e sempre que toco no assunto e há um afrodescendente presente, sinto uma grande necessidade de contextualizar minhas falas para que elas não pareçam racistas. Mas o constrangimento é inevitável, pois o tema é muito tabu ainda. Debates sobre o racismo contra negros sempre desenterram assuntos delicados como as cotas em universidades, os estudos de genética que apontam este ou aquele grupo como superior do ponto de vista físico ou intelectual.
    Mas a verdade é que a cada dia as estatísticas revelam números alarmantes sobre o “velado” racismo brasileiro, e exigem cada vez mais o debate sério e honesto sobre a condição das pessoas negras no Brasil. São números que apontam a baixa expectativa de vida dos negros em relação aos brancos, a divisão de renda e condições de vida sempre mais precária para os afrodescendentes e muitas outras evidências que mostram não uma mera coincidência, mas a “herança maldita” deixada a nós por nossos antepassados.
    Que a escravidão foi errada todos concordam. Que ela ainda faz efeito emnossos dias, também é bastante nítido, afinal, quase 400 anos de exploração do trabalho dos negros pelos brancos obviamente não se desintegrariam com a canetada mágica de uma princesa que, aliás, tinha muito mais motivações capitalistas que humanistas, dadas a ascensão do capitalismo industrial e a necessidade de mão de obra que fosse ao mesmo tempo mercado consumidor.
    Fico pesando no efeito da acumulação de riquezas passadas de geração em geração nas famílias brancas que se aproveitaram do trabalho escravo e na acumulação de pobreza e humilhação das gerações de famílias negras escravizadas, mesmo depois que a lei áurea alforriou os negros na teoria, mas não aboliu o racismo nas consciências, práticas cotidianas e crenças. Como pagar essa dívida? Chego à inevitável conclusão de que algo deve ser feito, mas seria inviável tomar dinheiro dos brancos para dar aos negros e certamente isso não faria efeito, além de acirrar os ânimos e produzir ainda mais divisão.
    A questão racial no Brasil só pode ser resolvida de vez através de uma batalha cultural e ideológica, uma “reforma agrária” no campo das consciências, como aquela que deveríamos fazer (mas que nunca fizemos…)nas terras brasileiras que ainda continuam concentradas nas mãos de poucos desde os tempos coloniais. As cotas em universidades, por exemplo, são um direito inalienável de quem herdou e leva nas costas todo o peso de um processo que ainda segrega milhões de pessoas, descendentes dos primeiros negros exilados à força e transformados em mercadorias, riquezas e heranças brancas. As cotas estão para a questão racial como a divisão de terras está para a questão agrária.
    Ao contrário do que alguns dizem, não vejo nenhuma polêmica nas cotas raciais (inclusive para os indígenas) e dizer que isso é uma forma de premiar pessoas incapazes é inadmissível. O passado é como um sobrepeso que trava os passos desta parcela da população, e como ele não é claro aos olhos de muitos, tem-se a falsa impressão de igualdade de condições, quando na verdade é justamente o contrário.
    Se uma pessoa branca mora num belo bairro central, tem belos carros na sua garagem e ostenta uma bela linhagem de advogados e médicos na família, certamente tudo isso foi corroborado pelo trabalho mortal e não remunerado de pessoas que deixaram para seus descendentes apenas a vergonha e a pobreza, e que ainda por cima são interpretadas por muitos como sinais de incapacidade intelectual. Mas não dá para considerar essa hipótese diante vultos da nossa intelectualidade como Cruz e Sousa, Machado de Assis, Milton Santos e Joaquim Barbosa, só para citar alguns notáveis negros que desafiaram o status quo e, remando contra a maré, se transformaram em exemplos a serem seguidos. Todavia, não é justo sempre ter que remar contra a maré.
    Dividir cultura é dividir um pouco da riqueza tomada à força dos nossos irmãos africanos. Certamente isso não resolverá o problema, mas pelo menos dará de volta aos seus filhos um pouco do sangue derramado nos pelourinhos e senzalas, sangue que ainda clama por justiça. Fonte: http://www.sinapseshodiernas.blogspot.com.br

  4. Maria Responder

    Se as cotas “racias” fossem trocadas por “sociais” os maiores beneficiados seriam os brancos pobres, porque a negra só é interessante mostrando o popozão no carnaval como caricatura de folclore e o negro, jogando futebol. Ademais, qualquer tentativa de entrar em outros campos é rechaçada sutilmente, de modo que ele deve se manter em seu lugar historicamente definido.

  5. Marcello Responder

    Um negro pobre vale mais que um loiro pobre? E os branquinhos de cabelo escuro pobres? Cotas por raça é estimular o racismo. As cotas devem ser ampliadas para pessoas pobres e não por etnia. Ainda tem um outro problema que gerará mais racismo: Afro descendentes muitíssimos inteligentes ( e eu conheço vários ) correm o risco de serem taxados de medianos e de ocuparem certos cargos de prestígio por causa das cotas e não pela capacidade.

  6. Roseli Responder

    Pessoal, vamos entender melhor o assunto para nos posicionarmos apropriadamente. A lei 12.711, que institui o sistema cotas para universidades públicas federais, reserva 50% das vagas para alunos oriundos de escolas públicas. Depois, dentro desse contingente, ela estipula um recorde para alunos pobres e alunos negros. O infográfico está aqui: http://portal.mec.gov.br/cotas/sobre-sistema.html
    Assim, o sistema me parece bem equilibrado. Até há um incentivo relativo para alunos da classe média alta retornarem para a escola pública, mas eu não acho isso ruim. Acredito que a segregação de classes entre os sistemas público é privado é um dos fatores que fizeram o ensino público deteriorar.

  7. Marcelo Responder

    Também acho que a política implantada recentemente para tentar proteger uma parcela da população negra e pobre foi executada de maneira simplista e incompetente. Sob o manto da igualdade racial se pratica desigualdade e injustiça. Faça-se um governo competente com segurança, educação e saúde para TODOS e teremos uma sociedade justa e igualitária.

  8. gleison luis lira da silva Responder

    Cota não é esmola e sim, ressarcimento! Pra mim, as pessoas contrárias as cotas querem que os negros continuem nos presídios, favelas e dentro das cozinhas servindo os ricos. Acrescento também que ser contrário as contas é um mal entendimento do que democracia.

  9. Iris Responder

    O SOL É PARA TODOS. 1960 (To Kill a Mockingbird)

    “A única coisa que não se enquadra na regra da maioria é a consciência de cada um.”

    Harper Lee

  10. Eduardo Responder

    Cotas raciais são extremamente injustas! Não se faz justiça criando novas vítimas de injustiças e discriminações decorrentes das cotas! Deveriam existir cotas para quem vem de escolas públicas, independente da cor, pois nesse caso teríamos pessoas com o mesmo nível de conhecimento e, portanto, concorrendo nas mesmas condições. A cota só faz sentido se é pra igualar as condições de todos, cota pra criar discriminação dentro de um grupo com as mesmas condições não faz sentido. Hoje a cota beneficia os negros que já possuem uma boa condição financeira, pois eles irão se sobressair frente aos negros pobres. Os pobres continuam abandonados, tanto os negros quanto os brancos pobres. Um negro com educação de ponta não dará chance aos negros com educação pública. Mas os negros com educação de ponta já estão em condições de igualdade nos concursos com os brancos com educação de ponta. A cota precisa ser usada para igualar o jogo de uma forma justa, beneficiando a todos que se encontram na mesma condição educacional (brancos ou negros).

  11. Sérgio Figueira Responder

    Mateus,

    Coaduno com a sua colocação. Os nossos políticos querem oficializar o racismo em nosso país. Será que os negros são menos inteligentes que os brancos? tem que ser criada uma cota social. Pela primeira vez concordo com o editorial da Folha.

  12. Paulo Sergio' Responder

    Tudo hipocrisia , quantos colunistas negros tem a Folha ??, quantos jornalista trabalham em sua redação ??, por favor me respondam , quantas peças de propaganda são publicadas no jornal folha , em que negros aparecem como protagonistas ?? pura hipocrisia

  13. Gregory Responder

    Não interessa enxergar q. cota p/ negros é DISCRIMINAÇÃO. É RACISMO. É inconstitucional. O q. interessa é a vantagem. Cadê a cota dos índios, pobres, sem profissão, q. até hoje sofrem com invasão de suas terras? Eu sou negro e tenho cota. Vc é branco, pobre, vive na periferia e fica sem. Há! Há! Há!

  14. Francisco Responder

    Fico extremamente feliz que a Folha tenha e exerça sua liberdade de expressão, mas…

    E a do afro-brasileiro?

  15. Carlos Cogliatti Responder

    Os negros que são racistas.Existe uma revista chamada”Raça”onde não aparace branco.Tem faculdade de negro,negro querendo ser loiro(tem milhares por aí com cabelo pintado.O cantor Péricles disse que não existe “raça negra” e sim raça gente.Deve ter faltado a escola.O grupo de pagode Raça negra.agora e “Raça Morena”?.Os negros chamam as negras de “morenas”.o Pelé só casa com branca, o Netinho que levanta a bandeira da Negritude casou com branca,os jogadores de futebol negros só gostam de branquinhas! Para ganhar cotas,são negros,mas para definirem a sua cor aí são morenos.

  16. Humberto Manoel Responder

    Mateus, primeiro temos que entender alguns conceitos. Não se pode entender o que é reparação histórica, quando não se entende o que é contexto histórico. A sua afirmação sobre africanos vendendo escravizados está fora do contexto. A historia é a ciência dos homens e mulheres em seu tempo, logo o tempo, ou seja, o contexto histórico tem que ser respeitado.
    A historia não tem verdade absoluta, ela é construída por seres históricos vivos, e por isso é uma ciência complexa, já diria Marc Bloch. E como diria a historiadora, negra, doutora, Isabel Reis: os negros chegam a América Portuguesa (pois não era Brasil ainda) e recria seu padrão familiar, para além do caráter consanguíneo, pois foram arrancados de sua família. Essas famílias foram formadas no navio, nas senzalas, quilombos e terreiros de Candomblé. O Brasil se torna independente, e, é o único pais independente, q mantem a escravidão por 66 anos. A escravidão é abolida por lei, mas não acaba, e os negros são jogados na rua para a entrada de imigrantes europeus, pois para eles o Brasil (q agora é Brasil) podia pagar para eles trabalharem. Emas quem controi o que chamamos de Brasil hj, economicamente, culturalmente é esse povo negro.

    Ass.: Humberto Manoel – negro, cotista, historiador
    Pos-graduando em Estudos Étnicos Raciais pelo Instituto Federal da Bahia

  17. jose augusto Responder

    As tais cotas dão um jeitinho e têm boa cara. É, enganam. O correto seria a igualdade de direitos para qualquer cor/raça, desde o primário até à faculdade. Se houvesse justiça social no Brasil, as escolas não teriam brancos/negros/índios, teriam ALUNOS HUMANOS BRASILEIROS COM DIREITOS IGUAIS. As cotas são esmola aos negros/índios, uma declaração de LEGAL de que eles são MENOS, uns coitadinhos que precisam de esmola para cobrir uma falha do Sistema. Se eu fosse negro teria vergonha de receber essa esmola. Eu quero justiça, não esmola.

  18. Genserico Vandalo Responder

    Tanto cotas nas universidade públicas quanto em concurso público tem 10 anos como vigência na lei. Agora não creio muito que vão respeitar esses 10 anos, e quando chegar ao fim a vigência da lei vão renovar e renovar cada vez mais.

    O mais estranho e´gente dizendo que isso é valido pois se tem uma divida com os negros, o que é um absurdo, pois não tenho divida alguma e tão pouco estes que estão vivos foram escravizados.

  19. neves alcantara Responder

    Acredito que todos que teem se posicionado contra ou a favor da Lei 12.711, tem conhecimento da mesma, mas nem todos teem conhecimento sobre “Discriminação Racial”, e ou Social, sou idoso , e ao longo da minha vida , como pobre e negro , tenho lutado pela minha formação , de meus filhos e netos. Consegui me Graduar, graduar filhos, com muita dificuldade, há uma necessidade premente de olharmos a realidade do nosso País, primeiro existi racismo sim, vejam bem isso é ´ponto pacífico, como resolver as mazelas deixadas pelos nossos ancestrais é outra coisa. Expresso minha posição é a favor das cotas, não simplesmente porque venha favorecer A ou B, que não é o caso como está na Lei, segundo nós negros não precisamos de pena nem dó, precisamos sim , de respeito e lutarmos pela igualdade de um País melhor. A luta é muito grande, quando vemos o Brasil com a dimensão que tem e milhões de pessoas vivendo abaixo da Linha de Miséria, alguém sabe lá o que é isso? Muitos Legislam em causa própria, outros em causas alheias , outros apenas criticam pois apenas são criticos, respeito a todos , mas a Lei esta aí. Vamos continuar lutando por um País melhor, procurar escolher nossos governantes com equidade e que Deus nos ajude e possamos estarmos junto por um País melhor.

  20. alan kevedo Responder

    MULHERES. São elas o nosso grande porquê de crermos num porvir risonho para a humanidade. Felizes foram os poetas antigos que chamavam a divindade de Deia, e isso era nome de Deus e não o feminino deste nome. Aí, vieram as religiões e elas precisavam apagar o matriarcado de uma vez por todas e pra isso montaram-se Biblias  e logo no início, em Gênesis,  a mulher praticamente se alia à serpente para fazer o homem perder o bem – bom do Paraíso. Mais adiante uma é pega em adultério e outra corta a cabeça de um rei. No Eclesiastes 7: 26 a misoginia salta aos olhos. Como nada , em Bíblias,  fora escrito nem por por juiz, nem por profeta, nem por apóstolo algum, então,  colocaram, na boca de Paulo de Tarso, o discurso mais machista da Bíblia e assim o inteligente “apóstolo dos gentios” se tornou em I epístola aos Corintios aquele que reforçaria a idéia da inferioridade feminina em relação aos homens. Portanto, coube aos verdadeiros redatores bíblicos semear  tudo que as mulheres colhem, hoje. Mas nós não somos religiosos e muito menos fundamentalistas bíblicos. Por isso, nossa homenagem às mulheres é singela, mas espontânea.

  21. Amaro Andrade Responder

    Acho que deveríamos começar com COTAS SOCIAIS e gradativamente o GOVERNO melhorar O ENSINO PÚBLICO e votarmos a um sistema sem cotas.

  22. leticia Responder

    Tenho muito orgulho de ser casada com um negro! Mas tanto eu qto meu marido somos contra as cotas raciais, pq isso é o mesmo que dizer que o negro é incapaz, que não tem inteligencia suficiente para conseguir disputar uma vaga seja lá com quem for. E principalmente pq na atual conjuntura do país existem brancos, pardos,amarelos que tb não tem as mesmas oportunidades e isso acontece não pq tem cor da pele diferente, isso acontece pq atualmente vivemos um capitalismos selvagem que engole a todos independente de cor da pele, sexo ou religião .

  23. Cícero Responder

    Estou plenamente de acordo com CARLOS COGLIATTI, racista é o próprio negro. Senão vejamos: ele, negro, se esforça em não aceitar sua condição, quando mudam sua cor, embranquecendo artificialmente e/ou se unindo à uma “loira” para procriarem filhos diferentes. Parabéns aqueles negros que tomam iniciativas para realizarem suas conquistas através da capacidade de que é possuidor, por natureza.

  24. Clodomir Responder

    O pior preconceito que pode existir, é justamente OFICIALIZAR a discriminação pela cor da pele. Quero ver quando as cotas chegarem na prática esportiva, quando um negro for impedido de correr os 100m ou os 200m, no Atletismo, mesmo tendo um tempo melhor, terá de ceder espaço par outro competidor, por causa da sua cor de pele, e daí? Isto seria justo? Temos de lutar por Justiça Social, e não pela discriminação, as conquistas devem ser por MÉRITO.

  25. cARLOS Responder

    A grande maioria dos brancos jamais aceitará o sistema de cotas. Não adianta tentar insistir com eles. Talvez pensassem o contrário, se tivessem sido escravos.

    1. Carlos Responder

      Ninguem foi escravo aqui nem vc nem eu.

  26. MARGARETH ROSE SANTOS ALVES Responder

    eu acho isto uma falta de respeito com nosso povo.


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