É por isso que não somos respeitados: a triste sina da bicha moralista

A homofobia sempre faz esse caminho. Ela apaga a individualidade e transforma “os gays” em uma coisa só, uma espécie de monstro – ou ditadura – onisciente, pronto para o ataque.

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Por Fabrício Longo, d’Os Entendidos

Sempre me perguntei se uma das razões da homofobia não seria a inveja. Um tipo de recalque hétero, em relação às cores fabulosas de nossa liberdade de ser e de desejar, mas principalmente do nosso sexo. Um sexo que é safado, sujo, dos becos e saunas e boates, com toda a dor e a delícia que só o profano proporciona. Um sexo maldito e underground, tão diferente do “papai-e-mamãe” institucional que chega a causar repulsa, quase na mesma proporção em que gera fascínio. É, faz sentido. Ou pelo menos fazia…

Durante anos, o preconceito contra homossexuais foi alimentado por uma imagem de promiscuidade e libertinagem que criou o mito do “gay predador”, que estaria sempre disposto ao sexo e à espreita para devorar criancinhas converter um hétero.  Mais que isso, atrelou essa imagem – e todo o horror dela – à identidade gay em geral, como um tipo de “marca da espécie”.

A homofobia sempre faz esse caminho. Ela apaga a individualidade e transforma “os gays” em uma coisa só, uma espécie de monstro – ou ditadura – onisciente, pronto para o ataque.  É um tipo particularmente cruel de exclusão, que transforma a sexualidade em identidade e dita qual delas deve ser considerada normal e qual é a desviada, fazendo com que a diferença afete a visão de mundo de todos. Às vezes, quem detém o poder nem percebe isso, mas certamente não deseja perdê-lo. E quem é excluído passa a vida como um pedinte, de mãos estendidas por uma esmola de aceitação.

Ora, a homossexualidade só é invejável se for aproveitada! Envelhecer com o mesmo parceiro, criando gatos numa casinha com cercas brancas é uma opção maravilhosa, pois felicidade não tem receita. Entretanto, é só mais uma opção. A beleza da diversidade é a liberdade de escolha, e adequar-se a um padrão considerado “respeitável” não significa ser superior a quem pensa diferente. Ser um “gay limpinho” é bom, mas ser “bicha destruidora” também.

Não é curioso que o estereótipo aceitável seja masculino-branco-educado-rico, e que a definição do que é execrado seja afeminado-negro-sem estudo-pobre? É muito fácil julgar quando se está em posição superior, mas a triste sina da bicha moralista é justamente essa: gritar por inclusão em um sistema que nunca a aceitará.

Teoricamente, além de uma sexualidade mais liberal, a vivência da homossexualidade deveria nos fazer pessoas mais generosas. É compreensível que o privilegiado não tenha ciência de seu privilégio, mas é absurdo que o excluído não perceba sua posição. Mais bizarro ainda é quando esse excluído não tem capacidade de empatia para com outros “desviados” e pior, reproduz a discriminação para se colocar acima de alguém. Pisa para ser menos pisado, para sair melhor em comparação. Essa é a nossa vergonha. Isso sim é um desrespeito. E de quebra, ainda mostra o quão danosa é a nossa homofobia internalizada.

Um indivíduo postou uma selfie de dentro do motel, em plena ação. Outro dia, um ex-ator pornô foi “flagrado” em um aplicativo, com um perfil que procurava sexo a três com o namorado. Qual foi a reação do mundinho? Espanto! Horror! “É por isso que não somos respeitados, por causa desse tipo de gay!”

Ah, gente…

Sexo é ótimo, todo mundo adora. Madonna à parte, se existe alguma coisa que empresta unidade aos homossexuais é o desejo sexual, já que até a afetividade não é praticada por todos. Como grupo, somos definidos por nossa sexualidade. É ela que vira um marcador cultural de identidade, concordemos com isso ou não. Moralismo simplesmente não combina com o arco-íris, é muito cinza ou bege…

Temos radares de caçar homem instalados em nossos celulares e compartilhamos barbaridades em grupinhos do Face ou do Whats, e no entanto nos preocupamos com a “nossa imagem” para o mundo exterior. O fantasma da exclusão é tão grande que nos convencemos de que os héteros estão preocupados com o que fazemos.

Como assim, gente? Não somos respeitados porque o machismo se alimenta desse desrespeito, dessa generalização da inferioridade. Essa prática de “vigiar e punir”, apontando qual comportamento seria digno ou não, só nos mantém no lugar que foi designado para nós: o inferior.

Nós sempre seremos considerados inferiores porque a heterossexualidade – a norma – precisa dessa validação. É necessário apontar o reprovável para que seja possível colocar-se acima disso, e essa situação não vai mudar. Transformar atitudes individuais – sejam elas consideradas certas ou erradas – em ônus ou bônus para TODOS os gays é uma ignorância. É homofobia. É gritar que “essa bicha não me representa” tentando se diferenciar, apenas para reafirmar a ideia de que somos todos a mesma coisa. É um paradoxo.

Se somos tão diferentes, qual seria o porquê  de nos defendermos dessa forma? Se cada um é responsável por suas ações, que diferença faz que A ou B aja desse ou daquele jeito? Não se vê heterossexuais sendo responsabilizados como um todo por, por exemplo, crimes praticados por indivíduos, certo? Já disse uma vez que “respeito não se pede e nem se conquista, é um direito universal”. Então não há razão para aplicarmos esse tipo de julgamento tão ferrenho entre nós.

É claro, a não ser que concordemos com nossa inferioridade. Isso sim, além de vergonhoso, é digno de pena.



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23 comments

  1. JJunior Responder

    Sou moralista… Simplesmente não gosto, tenho preconceito contra alguns “grupos” gay’s. Só fico analisando… Simplesmente há muita forçação de barra, somente para chamar atenção, que é conseguida, mas, sempre para o pior lado possível. Acho que, o gay, deve ser natural sim, por mais efeminado que seja ou mais “cor de rosa” que seja… mas que seja natural, sem querer enfiar goela a baixo da sociedade, que, quanto mais a “bicha” for escandalosa, mais a sociedade vai odiá-la e generalizar, pondo esse esteriótipo rejeitado por mim (que sou gay assumido, inclusive para a família, invejado por muitos gays “enrustidos”), para o resto do mundo, eternizando mais e mais a homofobia. Deixando o homossexual sempre como o ser engraçado da sociedade.

    1. Alberto Responder

      Concordo plenamente com seu comentário. Tb sou gay assumido e não acho que pra ser gay o cara tem que ser uma arara ou um pavão. Concordo que a maioria dos gays são promíscuos porque homem com homem é mais fácil chegar a cama. Mas se a facilidade se estendesse pra o mundo hétero muitos “cabras” transariam varias vezes em vários lugares. Uma falha muito grande no mundo gay é o sexo sujo e desprevenido. Infelizmente.

      1. Fab Responder

        Mas gente, quem são vocês para opinar sobre o sexo dos outros? Ou sobre o comportamento?

        Se são moralistas, não façam. Simples. Agora, se OUTRA pessoa quiser transar com todo mundo ou sair por aí feito um pavão, é problema DELA.

        1. Touko Responder

          Tá, mas aí estão as bichas escancaradas julgando as moralistas… Eu me considero uma bicha mal amada, rsrs, como eu não sou magro ou rico, nem vivo em festas dando show, automaticamente o universo colorido me exclui, ou seja, me restou analisar o mundo lgbt de longe, e ver que é uma grande palhaçada, como pode ser natural, imaginem, odiar uma turma de machos heterossexuais por sair na noite caçando mulheres para orgias, e apoiar que mulheres ou gays façam algo parecido? Forçar a barra não, por favor.

  2. Alberto Responder

    Tb sou moralista imoral. rsss
    Como assim? Simples. Para ser gay não é preciso ser uma arara ou pavão. Não é preciso ter sexo sujo e a toda hora. O gay pensa mais com a cabeça de baixo do que a de cima. Vejam as lésbicas… o comportamento é outro em sua maioria. O problema é que homem com homem gera sexo rápido. No mundo hétero as mulheres é que freiam isso. Além de serem mais prevenidos. Sou assumido e sou a favor de uma saudável relação . Deixa pra ser imoral entre quatro paredes.

  3. João Paulo Responder

    Concordo com o texto mas na prática eu vejo muitas pessoas mal resolvidas com a própria imagem que querem passar: quero ser a bicha destruidora moderna MAS SÓ ATÉ APARECER O CARA CERTO, por exemplo. Ou entao diz que é super feliz saindo com inúmeros e qdo toma um café com um verdadeiro amigo, abre o coração de como tá desencantado com o mundo e tudo que queria era um cara pra namorar naquele padrão heteronormativo. As pessoas andam muito confusas e quando isso acontece, nem elas sabem dizer que tipo de vida vai trazer felicidades. Fora que – aí é uma generalização mas eu percebo muito no mundo gay – é só bônus sem ônus. Ninguém quer abrir mão de nada pensando nos anos que foram tolhidos pela sociedade: querem trepar com todos? Vão em frente, sério. Mas tem seu lado ruim. Como tudo na vida. Como um casamento estável com um cara objetivando a casinha bonita com a cerquinha branca (que tb têm seu lado negativo). Aceitem isso e aí embarquem em seu estilo de vida sem ficar se lamentando.

  4. Edgimar Ed Responder

    adorei o texto e quero apenas dizer que ste tal de JJunior alem de gay e super homofobico…cuidado com ele!!!!

  5. Ronaldo Responder

    Excelente texto!

  6. Marcelo Responder

    Mas gente, tem gay que SIMPLESMENTE É arara ou pavão! A gente não pode se achar o limite da diversidade.. (“ser gay até onde eu sou, tudo bem, mas passou disso, é exagero, afetação…” – como assim?)

    Tolerância é algo que já deveríamos ter aprendido…

  7. Renan Cortizo Responder

    Parabéns pelo texto. Muito bem redigido!
    Concordo contigo em vários aspectos, mas acho que cada um sabe aonde o calo dói, e suas possibilidades e limitações. Eu por exemplo, tenho uma família ótima, que me respeita e aos meus primos também. Mas nem todas as pessoas tem esse “privilégio” e por isso se mascaram. E todas as pessoas independente de sua orientação sexual, tem cabeça, jeitos e comportamentos diferentes, então ninguém é obrigado a agir de certo modo, falar de certo modo, andar de certo modo, como se fosse um molde, entende ?

    “- Eu sou gay, tenho que me comportar assim e amar todos os meus semelhantes e vice-versa.”

    “respeito não se pede e nem se conquista, é um direito universal”.

    Concordo demais com isso, e acho que todas as pessoas deveriam pensar exatamente desse jeito, ninguém é obrigado a ter empátia com todos, mas não é por isso que vou sair menosprezando, para satisfazer o meu ego, de ser melhor que alguém. “O caminho que o ignorante acha para se sentir superior é oprimindo, aquele que ele julga ser inferior.” E humildade, respeito e educação, são coisas que infelizmente/felizmente vem de berço e nem todos tem o privilégio de possuir.

  8. Lucas Responder

    Texto maravilhoso, excelente!

  9. FernRocha Responder

    Amigo! ABALASTES! Moralismo só serve pra criar gente mais reprimida. Acho que limites, todos nós devemos ter, mas a prática de repressão (coisa que todo gay sofre) não deveria ser praticada dentro dos nossos grupos. Claro, somos diferentes, e o que é certo pra mim pode não ser o mais agradável pra o outro… Super normal isso! Porém o ato de julgar… aí sim é fraco, descabido e desnecessário!

  10. alex Responder

    Texto incrível.
    Acredito que cada um tenha o direito de exercer sua liberdade.
    sinceramente não sou amigável com a idéia do gay escandaloso, que acha que a sociedade tem que engolir goela abaixo suas baixarias, palavrões e demais excessos.

  11. Fabiano Responder

    Cada um tem o direito de agir como acha que deve, não cabe à mim dizer como as pessoas deveriam ser. Sabe-se que toda ação provoca uma reação, portanto cada um assume os prazeres e dores de ser quem gosta de ser. Afeminados ou não, temos o nosso papel na sociedade, trabalhar, pagar impostos …dormirmos e agirmos baseado no que nos faz sentir bem. Mas uma coisa é muito certa, subtraindo os achismos que ñ nos levarão à lugar algum, fatos históricos nos mostram gays “afeminados, estereotipados, alucinados” lutando nas ruas por direitos que são de todos nós hj…moralistas, falsos moralistas, coxinhas, fashionistas e playboys. Não queiram subtrair a importância das pessoas pelo que se pode ver por fora. Estamos todos aki nesse momento fingindo que um gay feminino tenha chupado mais pessoas do que todos nós juntos…mas sabemos que não é verdade.

  12. Fabiano Responder

    Cada um tem o direito de agir como acha que deve, não cabe à mim dizer como as pessoas deveriam ser. Sabe-se que toda ação provoca uma reação, portanto cada um assume os prazeres e dores de ser quem gosta de ser. Afeminados ou não, temos o nosso papel na sociedade, trabalhar, pagar impostos …dormirmos e agirmos baseado no que nos faz sentir bem. Mas uma coisa é muito certa, subtraindo os achismos que ñ nos levarão à lugar algum, fatos históricos nos mostram gays “afeminados, estereotipados, alucinados” lutando nas ruas por direitos que são de todos nós hj…moralistas, falsos moralistas, coxinhas, fashionistas e playboys. Não queiram subtrair a importância das pessoas pelo que se pode ver por fora. Estamos todos aki nesse momento fingindo que um gay feminino tenha chupado mais pessoas do que todos nós juntos…mas sabemos que não é verdade e isso é irrelevante diante de tudo que foi conquistado.

  13. Nenguirú Responder

    Sou hetero, e classe, postura, educação e etc. Nao sao exclusividade de genero ou secualidade. O problema eh chamar toda essa atenção só por ser expansivo. Seja, efeminado, delicado sensivel demais, sem problema. Mas seja educado, tenha boa postura, tenha classe, muito melhor chegar em lugar e chamar atenção por ser educado, do que porque grita como doido, ou porque tem uma risada que acorda o quarteirao todo, e isso tudo independe de sexualidade, eh feio e bonito para todos os humanos.

  14. Leo Dias Responder

    Haha, é engraçado ver o monte de gays moralistas ofendidinhos comentando. A interpretação do texto também parece ter passado longe.
    A questão aqui é liberdade. A expressão da sexualidade é uma forma de liberdade. É irônico ver como o movimento gay, que se fundamenta na ideia de liberdade, está se infestando desse discurso que prega justamente o oposto: o controle, a adequação a padrões de comportamento. Se esses gays moralistas se contentassem em se apoderarem da sua filosofia de vida e a exercitarem em paz, pra si, nem seria tão problemático. O pior é que eles gostam mesmo é de apontar defeitos, criticar. O fato é que a sua identidade de gay moralista se define – surpresa – justamente pelo seu objeto de crítica: os gays que se permitem ser e fazer o que lhe apetece, sem modelos.

  15. Guilherme Responder

    Texto maravilhoso, todos são (rs).
    Acredito que se houvesse mais respeito e união no próprio “meio gay” nos tornaríamos mais fortes e respeitados. Devemos nos reconhecer, e como iguais, já que é assim que a sociedades nos julga. Somos todos travestis, viados, bichas, trans., sujos, devassos, enfim SOMOS. :D Aceita que dói menos ;)…

  16. Ricardo Responder

    Discordo :) Eu acredito que ele manipulou os fatos para beneficiar um ponto de vista: o de que você não precisa se importar com a opinião dos outros e pode fazer o que quiser com seu corpo. Isto é bem perigoso de se dizer… Se “expressar” completamente sexualmente, de opinoes ou o que for…não e necessariamente positivo (na verdade muitas vezes, nao eh nada mesmo!), carrega muita agressividade (contra si e contra os outros) e nao tem nada a ver com moralismo…enfim, ele confundiu um pouco de tudo.

  17. Johnny Responder

    O texto até foi bem redigido. Tirando isso, toda a opinião é uma porcaria: Basta dar uma olhada rápida nos nossos apps de pegação, ninguém quer parecer afeminado, ninguém quer ser rejeitado, ninguém ter tomar um “NÃO” ou ser sumariamente ignorado porque parece feminino, ou ainda pior, xingado/discriminado por isso. Esse texto aí é papo de afeminada querendo ser inclusa no mercado sexológico. Sem mais.

    1. Rodrigo Marinho Responder

      O texto fala muito disso também…do preconceito que existe dentro da própria classe. Oprimimos a nós mesmos, a fim de nos equipararmos a uma classe que nos quer podar, não nos quer em pé de igualdade. E promiscuidade existe em qualquer caso, seja homo, hetero, bi…

  18. Kris Responder

    Alguns moralistas aqui apontando para todos os lados que “tudo bem se o gay é feminino, mas desde que seja natural” esquecem (ou nem ao menos sabem) que o “natural” em relação a comportamento de gênero – masculino e feminino- sequer existe. Ninguém nasce com comportamento masculino ou feminino. As pessoas são condicionadas a terem certos comportamentos em vários momentos na vida, desde o hetero machão, a menina feminina, o viado discreto, a lésbica masculina e o gay que dá pinta. Nenhum deles está errado desde que não cerceie o direito do outro existir e ser do jeito que decide ser. Dar pinta é bem diferente de ser bicha má. E ser machão ou discreto é bem diferente de ser moralista, mesmo que algumas vezes essas fronteiras se misturem, o que já é outra discussão. E para quem acha que é por causa dos gays afeminados que o preconceito aumenta: não, não é por isso. O preconceito existe por culpa dos preconceituosos, pura e simplesmente. Não joguem a culpa em quem já é oprimido.

  19. walberto Responder

    Porra nenhuma!…sou gay e não sou moralista. TB não dito um modo de ser. Apenas sou natural e com jeito de homem. E nem de longe me identifico com essa massa gay nojenta sem pudor e moral. Eu vivo no meio porem não dou uma de superior ou melhor. Apenas tenho postura e princípios de vida. Quando assumir pra minha mae, achei que ela iria me reprimir. Porem me surpreendido com sua reação. Ela disse que ser gay não eh ruim mas sim eh não saber ser!. Esse texto aqui com certeza vem de uma pintosa querendo ser bem aceita. Esse texto não reflete nem de longe a realidade do mundo gay!. A começar pelo meus amigos que jamais vestiria a tal colorida bandeira e sairia por ai vivendo do jeito que quiser. Porem a questão aqui eh mais a fundo do que esse texto redigido por alguem que só quer justificar a putaria e a libertinagem desenfreada. Nasci homem e morreirei homem e jamais me pus no lugar privilegiado de uma mulher!. Viverei como tal e dessa forma serei feliz. Se isso me define como moralista então eu sou!. O que não vou fazer eh tolerar certos deslizes e cavadas do movimento LGBT e militâncias gays que em vez de promover eventos que deveria ser sérios a exemplo das paradas gays que eh uma vergonha!!!. Pois este movimento foi criado para criar consciência de nossa identidade, importancia e contribuição com a sociedade sem contar com reinvidicação de nossos direitos. Pois esse movimento num passa de mais um mero carnaval e distração e um bando de viado bêbados fantasiados e se pegando no meio da rua. Na minha visão parece um bando de animais desenfreados numa caçada por rola. Eu afirmo e grito alto, essa classe não me representa!!!!!. Ao contrario desse texto de pintosa, o que identifica um gay não eh apenas a sexualidade mas a postura!. Sinto MT mas falo baseado no que vejo e não no pseudo sonho ou intenção de um mundo que não existe.


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