As empresas que mais doaram para os presidenciáveis até agora

TSE divulga quais são as empresas que lideram as doações de campanha até agora para a corrida presidencial de 2014 Do Pragmatismo Político Até agora, a JBS Friboi, a Ambev e a...

1009 5

TSE divulga quais são as empresas que lideram as doações de campanha até agora para a corrida presidencial de 2014

Do Pragmatismo Político

Até agora, a JBS Friboi, a Ambev e a construtora OAS foram responsáveis por 65% do financiamento das campanhas eleitorais para a Presidência da República. De acordo com levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os 11 candidatos a presidente e seus comitês financeiros já arrecadaram R$ 31,2 milhões.

Só a JBS Friboi doou R$ 5 milhões para a campanha de Aécio Neves e a mesma quantidade para a campanha petista, além de R$ 1 milhão ao PSB, de Eduardo Campos. Segundo comunicado, a empresa afirma: “Nossas doações seguem as relações que mantemos com os partidos, tanto nacionalmente quanto nos estados. As doações ao PT e ao PSDB foram maiores por conta da maior presença e pulverização desses partidos no país”.

Os R$ 11 milhões investidos pela JBS representam 35% do total geral desta primeira rodada de contas eleitorais.

A Ambev repassou um total de R$ 6,7 milhões, sendo R$ 4 milhões para a Dilma, R$ 1,2 milhão para Aécio e R$ 1,5 milhão para Campos. Já a OAS doou R$ 2,6 milhões, sendo R$ 2 milhões para a campanha tucana e o restante para a campanha do PSB.

Arrecadação

Até agora, Aécio lidera a corrida pelo dinheiro, com R$ 11 milhões arrecadados. Dilma conseguiu R$ 10,1 milhões. Eduardo Campos, R$ 8,2 milhões. Juntos, os três representam 94% do total.

O tucano também lidera o ranking de gastos entre os presidenciáveis. Seu comitê registrou despesas de R$ 6,6 milhões até o momento.

O maior gasto foi com a empresa 2014 Comunicação (R$ 3,7 milhões). No rol de despesas de Aécio constam também R$ 319,2 mil para uma empresa que freta jatos.

Foto de capa: Pragmatismo Político



No artigo

5 comments

  1. valter Responder

    Na prática (do pragmatismo político brasileiro) não se trata de doações, mas sim de empréstimos ou investimentos

  2. Alan Responder

    por isso mesmo, deveríamos nos unir em torno ao plebiscito de setembro de 2014 por uns constituinte popular e soberana e exigir financiamento público de campanha. Entre outras mudanças, claro.

  3. Alan Responder

    por isso mesmo devemos nos posicionar a favor do plebiscito de setembro por uma constituinte popular e soberana para exigir o financiamento público de campanha. Isso e, entre outras coisas, uma maior participação popular nas decisões políticas.

    1. Mario Henrique Responder

      Totalmente de acordo!! Financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais já!!! Basta dessa “compra” de candidatos pelas grandes empresas.

  4. ANA COSMA Responder

    E QUANTO FOI REPASSADO PARA CAMPANHA PRB PARA DEPUTADO FEDERAL DE ARARAQUARA .


x