PT pede que MPF abra inquérito para investigar funcionário de Aécio

Assessor do presidenciável do PSDB trabalhava para o gabinete do Senado, mas atuava na campanha do tucano, o que seria uma violação da Lei de Improbidade Administrativa

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Assessor do presidenciável do PSDB trabalhava para o gabinete do Senado, mas atuava na campanha do tucano, o que seria uma violação da Lei de Improbidade Administrativa

Por Igor Carvalho

O PT pediu ao Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal a instauração de um inquérito civil público para investigar o caso do jornalista Luiz de Melo Alvarenga, assessor do candidato à presidência da República Aécio Neves (PSDB). Ele teria trabalhado por 25 dias para a campanha do tucano recebendo como funcionário do gabinete, o que é vedado pela legislação.

Na representação, o partido atenta para o que seria uma violação dos artigos 10 e 11 da Lei de Improbidade Administrativa. “O referido servidor, cujos vencimentos são custeados  pelos cofres públicos do Senado Federal, encontra-se cedido para a realização de atos de campanha eleitoral, em evidente desvio de finalidade do ato administrativo, com prejuízo ao erário”, diz o texto.

Alvarenga Neto acompanha Aécio em quase todas as suas viagens de campanha, mas só se desligou do gabinete no dia 31 de julho, 25 dias após o início oficial da campanha do presidenciável. Sua exoneração foi publicada no Diário Oficial da União no dia 12 de agosto, última terça-feira.

A denúncia que gerou a representação petista foi originalmente publicada no jornal O Estado de S.Paulo.



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