Para Clube Militar, Marina Silva é um “fio de esperança” na disputa presidencial  

Associação de oficiais da reserva conservadores diz em nota que “as mudanças podem ser para melhor ou para pior, desde que interrompam a malfadada corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo"

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Associação de oficiais da reserva conservadores diz em nota que “as mudanças podem ser para melhor ou para pior, desde que interrompam a malfadada corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo”

Por Redação

Formado por oficiais da reserva conservadores e reproduzindo em seu site textos de Merval Pereira e Denis Lerrer Rosenfield, o Clube Militar do Rio de Janeiro divulgou uma nota na qual afirma que a candidata à presidência Marina Silva (PSB) é uma “esperança de algo novo e diferente, que rompa com a tradição negativa representada pelos atuais homens públicos”.

De acordo com o texto, assinado por Clovis Purper Bandeira, editor de Opinião do Clube Militar, “a nova candidata incorporou o desejo vago de mudanças que levou o povo às ruas em junho do ano passado. Que tipo de mudança, isso já é outro problema”. Levantando dúvidas sobre a candidatura da pessebista, o autor aponta que “uma excelente candidata não será, necessariamente, uma excelente presidente” e que, uma vez, no governo, Marina “terá que descer das nuvens ‘sonháticas’ onde flutua e lutar na arena do dia a dia da Praça dos Três Poderes, enfrentando as feras insaciáveis que fazem as leis, sempre cobrando algum preço político por seu apoio”.

Para Bandeira, “ser uma incógnita camaleônica é uma vantagem, pois o que é conhecido da política e dos políticos é rejeitado pelos eleitores”. Em seguida, aponta para o que deve ser o mais importante no atual cenário político, de acordo com sua avaliação. “As mudanças podem ser para melhor ou para pior, desde que interrompam a malfadada corruptocracia instalada no poder pelo lulopetismo.”

“Como está não pode continuar. Há expectativa de que novos rumos e novos governantes tragam melhores dias e maior esperança para os eleitores desiludidos. É um fio de esperança, mas parece que as pessoas a ele se agarram com fé, apostando no futuro para esquecer o presente”, finaliza Bandeira. Confira a íntegra do texto aqui.



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