Brasil terá papel central no fornecimento de petróleo até 2035, diz estudo

Não por acaso, o petróleo se tornou parte fundamental do debate nas eleições presidenciais. A candidata Dilma Rousseff (PT) criticou Marina Silva (PSB) por dar pouca importância ao assunto em seu plano de governo.

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Não por acaso, o petróleo se tornou parte fundamental do debate nas eleições presidenciais. A candidata Dilma Rousseff (PT) criticou Marina Silva (PSB) por dar pouca importância ao assunto em seu plano de governo 

Por Redação

De acordo com o estudo World Energy Outlook 2013, da Agência Internacional de Energia, o Brasil vai desempenhar um papel central no atendimento das necessidades de petróleo no mundo até 2035, respondendo por um terço do crescimento líquido da oferta mundial do produto. O documento declara também que, nesse prazo, o País será autossuficiente na área energética. A previsão depende da exploração de petróleo em águas profundas, na qual o Brasil é líder, e em fontes renováveis, consideradas uma riqueza nacional.

A presidenta da Petrobras, Graça Foster, falou com otimismo sobre o assunto, durante o encerramento da Rio Oil & Gas 2014 Expo and Conference, na última semana. Segundo ela, o objetivo da estatal é atingir, no período de 2020 a 2030, a produção de 4 milhões de barris de petróleo por dia. E, após essa fase, a estimativa é de que o número suba para 5,2 milhões de barris diários. O evento reuniu, no Rio de Janeiro, especialistas nacionais e estrangeiros, além de representantes de empresas que atuam no setor.

Não por acaso, o petróleo – e especificamente o pré-sal – se tornou parte fundamental do debate nas eleições presidenciais deste ano. Em suas declarações, a presidenta e candidata à reeleição Dilma Roussef (PT) criticou o pouco espaço dedicado ao tema no programa de governo da candidata Marina Silva (PSB), que chegou a classificar o petróleo como um “mal necessário” para o País.

Foto de capa: Banco de Imagens Petrobras



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