“Petição não reflete posição do governo”, afirmam EUA

Na internet, pedido bizarro de "ajuda" para os Estados Unidos não muda posicionamento do governo norte-americano em relação ao reconhecimento do resultado das eleições no Brasil

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Na internet, pedido bizarro de “ajuda” para os Estados Unidos não muda posicionamento do governo norte-americano em relação ao reconhecimento do resultado das eleições no Brasil

Por Redação

O governo dos EUA se posicionou a respeito da petição online criada, dois dias depois das eleições presidenciais brasileiras, no site da Casa Branca pedindo ajuda aos Estados Unidos “contra a expansão comunista bolivariana no Brasil”, por conta da vitória de Dilma Rousseff. De acordo com matéria publicada no Uol, a adida da embaixada norte-americana em Brasília Arlissa Reyonlds afirmou que “petições apresentadas nessa página” não representavam a posição oficial do governo dos EUA.

Em seus  “termos de uso”, o site já afirmava que “para evitar a aparência de sofrer influência, a Casa Branca pode recusar a tomar ação […] como resposta a alguma petição”. Isso sem mencionar o fato de que a seção é destinada para os cidadãos norte-americanos com 13 anos de idade ou mais. Mesmo assim, isso não pareceu evitar que os descontentes se manifestassem no site, que já contava com mais de 120 mil assinaturas.

Além do mais, o próprio Barack Obama já havia felicitado a presidenta por sua reeleição. Confira abaixo a íntegra do texto da bizarra petição:

Em 26 de outubro, Dilma Rousseff foi reeleita, e continuará com o plano de seu partido em estabelecer um regime comunista no Brasil – o modelo bolivariano proposto pelo Foro de São Paulo. Nós sabemos que aos olhos da comunidade internacional, a eleição foi totalmente democrática, mas as urnas de votação utilizadas não são confiáveis, sem contar com o fato que as cabeças do Judiciário são em sua maioria membros do partido vencedor. As políticas sociais também influenciaram a escolha para presidente e as pessoas foram ameaçadas de perderem seu subsídio para comida se eles não reelegessem Dilma. Nós pedimos por uma posição da Casa Branca em relação à expansão comunista na América Latina. O Brasil não quer e não será uma nova Venezuela e os EUA precisam ajudar os promotores da democracia e da liberdade no Brasil”.



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